Irmãos da calma à luxúria capítulo 2

Pedro sentia uma mistura de emoções que o deixava confuso. A linha entre o amor fraternal e a luxúria ficava cada vez mais borrada. Ele já não conseguia evitar reparar na roupa íntima de Camí, estendida no varal para secar, e notava que eram peças grandes e sem graça, mais de avó. Também percebia que Camí raramente se maquiava, o que a deixava menos feminina do que ele achava que deveria ser. Uma manhã, Pedro decidiu que era preciso vender uma das vacas para melhorar a situação financeira da fazenda. Ao contar pra Camí, ela ficou agradecida e comentou que precisava de uns vestidos novos. Pedro, com uma ideia na cabeça, foi até a cidade e entrou numa loja feminina. Comprou dois vestidos mais sexy do que o normal e, quando perguntou sobre roupa íntima, o vendedor mostrou uma variedade de peças bem diferentes das que Camí usava. Pedro, imaginando a irmã com aqueles conjuntos, escolheu três: um vermelho, um rosa e um transparente, todos muito atraentes e pequenos. Ao voltar pra casa, entregou as compras pra Camí, que o recebeu com um beijo e, sem querer, esfregou os peitos nele, o que fez Pedro se sentir estranho. Camí, feliz, foi pro quarto e começou a olhar as compras. Os vestidos pareceram muito justos e pequenos, mas quando viu a roupa íntima, se surpreendeu ainda mais. Nunca tinha usado nada tão pequeno e sexy. Ela experimentou o conjunto vermelho, notando como a tanga se enfiava entre as nádegas e os pelinhos apareciam na frente, fazendo a buceta dela parecer maior e mais sensual, e o sutiã mal cobria os bicos dos peitos. Ao se olhar no espelho, se sentiu diferente, mais feminina e gostosa do que jamais imaginou. De longe, ouviu a voz de Pedro perguntando se ela tinha gostado de tudo que ele comprou. Camí, sem querer decepcioná-lo, respondeu que sim, que ficava muito bem. E assim, os dois irmãos continuavam nessa dinâmica de mudança e descoberta, sem saber exatamente pra onde levaria eles.

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