Sexo futa no espaço 5
A alferes Drus estava nua da cintura pra baixo, sentindo a rola quente da sua capitã dentro dela.
— Mete forte, capitã, quero sua rola até o fundo.
Maara colocou a alferes de quatro, e a cada estocada arrancava gritos de prazer de Drus. Maara continuou penetrando Drus enquanto acariciava os peitos dela e beliscava os bicos, a garota se masturbava com a rola dura e quente, desejando que Maara a bombasse pra sempre.
— Guarda seu gozo pra minha boca, Drus.
— Sim, capitã. — disse a garota gemendo alto.
Maara se empolgou mais enquanto via a bunda redonda e dura de Drus, adorava apertar os peitos macios da garota enquanto a bombava.
— Me dá pelo cu, capitã.
Maara obedeceu e apoiou a ponta da sua rola grossa no cu, pressionou devagar mas sem parar até sentir ela toda dentro daquele cu apertado.
— Que rola divina, como eu gosto. — dizia Drus.
— Seu cu é tão gostoso, Drus, devia ter te comido assim que te conheci.
Drus olhou pra trás dando um sorriso bem safado pra sua capitã, isso deixou Maara louca e ela penetrou selvagemente Drus até sentir que explodia no reto da alferes.
Só tirou a rola quando já estava ficando mole, aproximou a língua do cu da garota e lambeu o máximo de gozo que pôde da bunda. Drus se deitou e Maara deu o gozo pra ela beber na boca, as duas engoliram e se beijaram com paixão e doçura.
Maara desceu até a rola de Drus e meteu na boca, fazendo uma chupada tão apaixonada que a garota deu um grito de prazer. Maara chupava o pau de Drus enquanto olhava pra ela, acompanhou isso metendo dois dedos na buceta molhada e quente da garota.
Drus não demorou pra chegar a um orgasmo duplamente explosivo, enchendo a boca da sua capitã com gozo quente e grosso. Elas se beijaram de novo, compartilhando o sêmen entre as bocas, se olharam com as caras lambuzadas de leite e ficaram juntas na cama.
No comunicador de vídeo da mesa de cabeceira de Maara apareceu uma NOTIFICAÇÃO, NAVES CHEGANDO A NOSSA POSIÇÃO.
Ambas se higienizaram e, depois de se vestirem, foram até a ponte.
Maara e Shava viram as duas naves pela tela tátil da ponte; ambas tinham pintadas nas laterais figuras de bucetas estilizadas.
— Amazonas? — perguntou Shava, surpresa.
De todas as civilizações da galáxia Metha, as amazonas eram as únicas capazes de se comparar em poder com as futas.
A civilização das Kaia, amazonas na língua delas, vem do sistema de mesmo nome; é muito antiga, assim como a cultura futanari. Os dois impérios guerrearam no passado, mas hoje mantêm acordos comerciais, militares e de cooperação mútua.
As amazonas Kaia se beneficiam do sêmen futanari na cosmética e na medicina; as futas obtiveram benefícios tanto tecnológicos quanto políticos.
Culturalmente são parecidas, adoram a Grande Mãe, a mesma divindade, mas sem pênis. Compreenderam que gênero não é tudo; houve fusões culturais, até casamentos entre os dois povos.
A Imperatriz Draka, atual governante do império futa, concedeu em casamento sua filha mais velha, Antari, que desposou a filha número 5 da imperatriz amazona. Antari e sua esposa tiveram 4 filhas lindas, todas com os atributos futanari e a poderosa força amazona.
O encontro entre Maara e as amazonas aconteceu num jantar a bordo de A Gaia, um dos cruzeiros das amazonas.
Um jantar tradicional amazona, com muito vinho e carne. Maara, Shava, Vadinar, sua primeira oficial, e a capitã do Orgulho com sua primeira oficial.
As seis futas estavam vestidas a rigor, como manda o protocolo: botas pretas de montaria, jaquetas e calças brancas, e todas as medalhas. Armadas com pistolas Renfri e sabres de combate.
As amazonas iam vestidas com roupas compridas de linho fino que deixavam seus corpos transparentes, enfeitadas com todo tipo de joias. Todas carregavam a tiracolo uma corda de couro trançado com uma bainha de prata onde guardavam seus... Punhais, a banda de couro
segundo a tradição amazona é feita dos intestinos do primeiro inimigo que mataram na primeira batalha delas.
O jantar foi tranquilo e íntimo, não se falou de trabalho, só de prazer e lembranças de batalhas.
Não tem competição entre futa e amazonas, só admiração mútua e sedução…
A capitã Burbi, da nave anfitriã, era uma mulher alta, atraente, de pele bronzeada, cabelos pretos presos numa trança. O corpo dela era extremamente sensual, braços musculosos mas elegantes, quadris que anunciavam uma bunda linda, firme e dura.
Os peitos dela eram grandes e os mamilos eretos e escuros dava pra ver fácil.
Burbi sorria de um jeito sensual pra Maara, falava do vinho rosado e doce que estavam bebendo, contava que as uvas eram pisadas por jovens virgens do jeito antigo. Maara viu os pés delicados da amazona calçados com sandálias e só quis lamber eles. A siririca já começava a acordar dentro da calça.
— Que a Grande Mãe queira que a gente transe com essas gostosas, já tô muito molhada. — sussurrou Shava perto do ouvido dela.
— Só você? — respondeu Maara. — Olha os peitos da capitã, queria chupar eles agora mesmo.
Mas a sorte não tava com Maara naquela noite. Da nave dela avisaram que tinha uma mensagem urgente do alto comando Vaari.
Como a mensagem era codificada, ela tinha que ir receber na nave dela.
— Recebemos um comunicado do comando Vaari, capitã Burbi, ordens urgentes. Por favor, nos desculpe e aguarde instruções. —
A amazona se levantou e fez a saudação marcial.
— Às ordens, Comodoro Saavuk. Espero que a gente possa retomar essa noite logo…
— Tô com o pau tão duro que vai rasgar minha calça. — disse Vadi rindo.
— Dorme comigo, irmãzinha. — respondeu Maara enquanto caminhava pro elevador que levaria elas pro hangar.
— Tenho inspeção de casco amanhã às 0500, irmã, não posso.
Já na nave, a oficial de comunicações estendeu o tablet com a mensagem decodificada.
Ordem de escoltar um comboio de 7 naves de carga que iam pra Vaari 7, em O manifesto dizia que levavam platina, titânio, diamantes industriais, carne congelada, chá jaiku, arroz merrek, tenário 45. Esse último era um mineral muito usado na fabricação de baterias para aparelhos de qualquer tipo.
As ordens de Maara eram se dirigir ao sistema Cobi e custodiar o comboio até o sistema Vaar.
Na tela da ponte estavam as quatro capitãs da esquadra: Burbi, Talia, Vadinar e Jirodan.
— Sei que é uma missão tediosa, mas já pagaram por ela. Estou transferindo suas partes do pagamento para suas contas bancárias agora. Partimos amanhã às 0800 TE. Obrigada, irmãs.
Maara se retirou da ponte, fazendo sinais para Shava.
— Tenente-comandante Iurga, o posto é seu.
Pouco depois, Maara e Shava estavam na cama, assistindo a um filme do gênero porno romântico, um gênero muito em voga no império futa. A trama era sobre duas adolescentes internas num colégio particular futa, onde se envolviam com todas as alunas e várias professoras até perceberem que ambas estavam apaixonadas uma pela outra.
Estavam com os peitos nus, calcinhas fio dental brancas, comendo batatas fritas e bebendo cerveja morana.
Riam e comentavam as cenas, fazendo piadas.
— Você já se apaixonou alguma vez, Shava?
— Duas vezes. As duas foram um fracasso. E você?
— Uma vez. Ela se chamava Sara. Perdemos a virgindade juntas. Minha mãe descobriu e proibiu.
— Grande Mãe, Supernova Saavuk brava com a filha... Devia ser grave.
— Minha mãe queria que a gente focasse na academia imperial. Ela e a avó sempre cantarolavam aquela história de que sempre houve Saavuk na armada imperial — disse Maara, imitando o tom solene da mãe.
Maara e Shava ficaram alguns segundos em silêncio.
— Acho que minha mãe não queria que eu fracassasse no amor com ela.
— Você nunca me falou da sua outra mãe — respondeu Shava.
— Minha outra mãe se chama Evelyn Barcani Rus. Foi discípula da minha avó. Mamãe e mamãe eram o orgulho da Grande Almirante Saavuk. Tudo terminou quando Evelyn foi pedir a mão de mamãe. Vovó me expulsou de casa, a Yoya estava a caminho, ela me forçou a largar minha nave e me condenou a um trabalho de escritório num posto distante em Daban 5. Quando eu tinha três anos, mamãe se casou com uma dama da corte imperial, a Baronesa do Monte Frio, e assim nasceram minhas irmãs.
— Acho que foi o que acontece com todas as famílias importantes — disse Shava, olhando para o próprio mamilo. — Todas são um inferno.
Maara riu do comentário e beijou a bochecha de Shava.
— Nunca pare de ser minha amiga, Shava.
— Na verdade, estou perto de você por ambição, quero herdar sua nave e me aproveitar da sua máquina de guerra — disse Shava brincando, enquanto agarrava o pau dela por cima da calcinha fio dental.
— Meu pau é seu quando quiser, e você sabe disso. E a nave teria uma grande capitã.
Shava a beijou nos lábios enquanto continuava estimulando o pau da sua capitã.
Maara tirou a calcinha fio dental, seu pau saltou para cima, duro, venoso e desafiador. Shava lambeu a ponta grossa olhando para a amiga, depois pegou o pote de lubrificante que estava na mesa de cabeceira, passou no próprio cu e colocou gel no membro de Maara.
— Agora, Capitã, ataque-me pela popa — disse Shava, oferecendo a bunda.
A alferes Drus estava nua da cintura pra baixo, sentindo a rola quente da sua capitã dentro dela.
— Mete forte, capitã, quero sua rola até o fundo.
Maara colocou a alferes de quatro, e a cada estocada arrancava gritos de prazer de Drus. Maara continuou penetrando Drus enquanto acariciava os peitos dela e beliscava os bicos, a garota se masturbava com a rola dura e quente, desejando que Maara a bombasse pra sempre.
— Guarda seu gozo pra minha boca, Drus.
— Sim, capitã. — disse a garota gemendo alto.
Maara se empolgou mais enquanto via a bunda redonda e dura de Drus, adorava apertar os peitos macios da garota enquanto a bombava.
— Me dá pelo cu, capitã.
Maara obedeceu e apoiou a ponta da sua rola grossa no cu, pressionou devagar mas sem parar até sentir ela toda dentro daquele cu apertado.
— Que rola divina, como eu gosto. — dizia Drus.
— Seu cu é tão gostoso, Drus, devia ter te comido assim que te conheci.
Drus olhou pra trás dando um sorriso bem safado pra sua capitã, isso deixou Maara louca e ela penetrou selvagemente Drus até sentir que explodia no reto da alferes.
Só tirou a rola quando já estava ficando mole, aproximou a língua do cu da garota e lambeu o máximo de gozo que pôde da bunda. Drus se deitou e Maara deu o gozo pra ela beber na boca, as duas engoliram e se beijaram com paixão e doçura.
Maara desceu até a rola de Drus e meteu na boca, fazendo uma chupada tão apaixonada que a garota deu um grito de prazer. Maara chupava o pau de Drus enquanto olhava pra ela, acompanhou isso metendo dois dedos na buceta molhada e quente da garota.
Drus não demorou pra chegar a um orgasmo duplamente explosivo, enchendo a boca da sua capitã com gozo quente e grosso. Elas se beijaram de novo, compartilhando o sêmen entre as bocas, se olharam com as caras lambuzadas de leite e ficaram juntas na cama.
No comunicador de vídeo da mesa de cabeceira de Maara apareceu uma NOTIFICAÇÃO, NAVES CHEGANDO A NOSSA POSIÇÃO.
Ambas se higienizaram e, depois de se vestirem, foram até a ponte.
Maara e Shava viram as duas naves pela tela tátil da ponte; ambas tinham pintadas nas laterais figuras de bucetas estilizadas.
— Amazonas? — perguntou Shava, surpresa.
De todas as civilizações da galáxia Metha, as amazonas eram as únicas capazes de se comparar em poder com as futas.
A civilização das Kaia, amazonas na língua delas, vem do sistema de mesmo nome; é muito antiga, assim como a cultura futanari. Os dois impérios guerrearam no passado, mas hoje mantêm acordos comerciais, militares e de cooperação mútua.
As amazonas Kaia se beneficiam do sêmen futanari na cosmética e na medicina; as futas obtiveram benefícios tanto tecnológicos quanto políticos.
Culturalmente são parecidas, adoram a Grande Mãe, a mesma divindade, mas sem pênis. Compreenderam que gênero não é tudo; houve fusões culturais, até casamentos entre os dois povos.
A Imperatriz Draka, atual governante do império futa, concedeu em casamento sua filha mais velha, Antari, que desposou a filha número 5 da imperatriz amazona. Antari e sua esposa tiveram 4 filhas lindas, todas com os atributos futanari e a poderosa força amazona.
O encontro entre Maara e as amazonas aconteceu num jantar a bordo de A Gaia, um dos cruzeiros das amazonas.
Um jantar tradicional amazona, com muito vinho e carne. Maara, Shava, Vadinar, sua primeira oficial, e a capitã do Orgulho com sua primeira oficial.
As seis futas estavam vestidas a rigor, como manda o protocolo: botas pretas de montaria, jaquetas e calças brancas, e todas as medalhas. Armadas com pistolas Renfri e sabres de combate.
As amazonas iam vestidas com roupas compridas de linho fino que deixavam seus corpos transparentes, enfeitadas com todo tipo de joias. Todas carregavam a tiracolo uma corda de couro trançado com uma bainha de prata onde guardavam seus... Punhais, a banda de couro
segundo a tradição amazona é feita dos intestinos do primeiro inimigo que mataram na primeira batalha delas.
O jantar foi tranquilo e íntimo, não se falou de trabalho, só de prazer e lembranças de batalhas.
Não tem competição entre futa e amazonas, só admiração mútua e sedução…
A capitã Burbi, da nave anfitriã, era uma mulher alta, atraente, de pele bronzeada, cabelos pretos presos numa trança. O corpo dela era extremamente sensual, braços musculosos mas elegantes, quadris que anunciavam uma bunda linda, firme e dura.
Os peitos dela eram grandes e os mamilos eretos e escuros dava pra ver fácil.
Burbi sorria de um jeito sensual pra Maara, falava do vinho rosado e doce que estavam bebendo, contava que as uvas eram pisadas por jovens virgens do jeito antigo. Maara viu os pés delicados da amazona calçados com sandálias e só quis lamber eles. A siririca já começava a acordar dentro da calça.
— Que a Grande Mãe queira que a gente transe com essas gostosas, já tô muito molhada. — sussurrou Shava perto do ouvido dela.
— Só você? — respondeu Maara. — Olha os peitos da capitã, queria chupar eles agora mesmo.
Mas a sorte não tava com Maara naquela noite. Da nave dela avisaram que tinha uma mensagem urgente do alto comando Vaari.
Como a mensagem era codificada, ela tinha que ir receber na nave dela.
— Recebemos um comunicado do comando Vaari, capitã Burbi, ordens urgentes. Por favor, nos desculpe e aguarde instruções. —
A amazona se levantou e fez a saudação marcial.
— Às ordens, Comodoro Saavuk. Espero que a gente possa retomar essa noite logo…
— Tô com o pau tão duro que vai rasgar minha calça. — disse Vadi rindo.
— Dorme comigo, irmãzinha. — respondeu Maara enquanto caminhava pro elevador que levaria elas pro hangar.
— Tenho inspeção de casco amanhã às 0500, irmã, não posso.
Já na nave, a oficial de comunicações estendeu o tablet com a mensagem decodificada.
Ordem de escoltar um comboio de 7 naves de carga que iam pra Vaari 7, em O manifesto dizia que levavam platina, titânio, diamantes industriais, carne congelada, chá jaiku, arroz merrek, tenário 45. Esse último era um mineral muito usado na fabricação de baterias para aparelhos de qualquer tipo.
As ordens de Maara eram se dirigir ao sistema Cobi e custodiar o comboio até o sistema Vaar.
Na tela da ponte estavam as quatro capitãs da esquadra: Burbi, Talia, Vadinar e Jirodan.
— Sei que é uma missão tediosa, mas já pagaram por ela. Estou transferindo suas partes do pagamento para suas contas bancárias agora. Partimos amanhã às 0800 TE. Obrigada, irmãs.
Maara se retirou da ponte, fazendo sinais para Shava.
— Tenente-comandante Iurga, o posto é seu.
Pouco depois, Maara e Shava estavam na cama, assistindo a um filme do gênero porno romântico, um gênero muito em voga no império futa. A trama era sobre duas adolescentes internas num colégio particular futa, onde se envolviam com todas as alunas e várias professoras até perceberem que ambas estavam apaixonadas uma pela outra.
Estavam com os peitos nus, calcinhas fio dental brancas, comendo batatas fritas e bebendo cerveja morana.
Riam e comentavam as cenas, fazendo piadas.
— Você já se apaixonou alguma vez, Shava?
— Duas vezes. As duas foram um fracasso. E você?
— Uma vez. Ela se chamava Sara. Perdemos a virgindade juntas. Minha mãe descobriu e proibiu.
— Grande Mãe, Supernova Saavuk brava com a filha... Devia ser grave.
— Minha mãe queria que a gente focasse na academia imperial. Ela e a avó sempre cantarolavam aquela história de que sempre houve Saavuk na armada imperial — disse Maara, imitando o tom solene da mãe.
Maara e Shava ficaram alguns segundos em silêncio.
— Acho que minha mãe não queria que eu fracassasse no amor com ela.
— Você nunca me falou da sua outra mãe — respondeu Shava.
— Minha outra mãe se chama Evelyn Barcani Rus. Foi discípula da minha avó. Mamãe e mamãe eram o orgulho da Grande Almirante Saavuk. Tudo terminou quando Evelyn foi pedir a mão de mamãe. Vovó me expulsou de casa, a Yoya estava a caminho, ela me forçou a largar minha nave e me condenou a um trabalho de escritório num posto distante em Daban 5. Quando eu tinha três anos, mamãe se casou com uma dama da corte imperial, a Baronesa do Monte Frio, e assim nasceram minhas irmãs.
— Acho que foi o que acontece com todas as famílias importantes — disse Shava, olhando para o próprio mamilo. — Todas são um inferno.
Maara riu do comentário e beijou a bochecha de Shava.
— Nunca pare de ser minha amiga, Shava.
— Na verdade, estou perto de você por ambição, quero herdar sua nave e me aproveitar da sua máquina de guerra — disse Shava brincando, enquanto agarrava o pau dela por cima da calcinha fio dental.
— Meu pau é seu quando quiser, e você sabe disso. E a nave teria uma grande capitã.
Shava a beijou nos lábios enquanto continuava estimulando o pau da sua capitã.
Maara tirou a calcinha fio dental, seu pau saltou para cima, duro, venoso e desafiador. Shava lambeu a ponta grossa olhando para a amiga, depois pegou o pote de lubrificante que estava na mesa de cabeceira, passou no próprio cu e colocou gel no membro de Maara.
— Agora, Capitã, ataque-me pela popa — disse Shava, oferecendo a bunda.
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