Então, no ano seguinte, quando ela disse pra eu dormir com ela porque tava com frio, tipo, "ei, quer se agarrar?" Chegou ao ponto de eu acordar chupando e esfregando os mamilos dela. Eu tava puto porque tava comendo ela e beijando o corpo dela, e ela não conseguia retribuir nada. Então um dia, quando levantei de noite pra ir no banheiro, percebi que o rosto dela tava virado pra fora da cama e a boca dela tava aberta. Tirei minha pica e coloquei devagar dentro da boca dela, e me masturbei dentro da boca dela. Ela nunca percebeu. Tô me esforçando ao máximo pra ver o que consigo fazer com a minha irmã. No verão, quando a gente tava dormindo, decidi acariciar o peito dela enquanto ela tava acordada. Ela gostou e finalmente começou a brincar com minha pica. Virei ela e comecei a chupar os mamilos dela e descer até a buceta dela. Ela adorou que eu tava comendo ela. Nesse ponto, me deixei levar e enfiei minha pica dentro. Luz- "Jay, para, já te falei antes que não quero que você entre." Eu- "Vai me dizer que não tá gostando disso?" Luz- "Me solta antes que eu grite!" Ela sussurrou. Eu- "Tá bom, desculpa, vou sair." Ficamos os dois em silêncio por uns 5 minutos. Não dava pra ouvir nem os grilos lá fora na sala. Acho que ela se sentiu mal porque eu tava esfregando, mas na minha pica e pegou minha mão direita pra eu poder brincar com os mamilos dela. Eu- "De novo, desculpa por ter forçado você." Luz- "Mmmmhh, tudo bem. Ai, meu Deus, isso é tão bom..." Eu- "É que você tem me enganado. Você tem me machucado me deixando com as bolas azuis. Não só isso, eu tento me segurar toda vez que você geme." Enquanto brincava com os mamilos dela, virei ela e comecei a dedar ela e fazer cócegas na bunda dela. Luz- "Mmmmhh, irmãozinho, quero você dentro de mim agora!" Ela sussurrou. Subi nela e comecei a penetrar ela. As primeiras, as primeiras 5 bombadas foram agradáveis, aí senti os lábios dela se apertarem. Luz—"para, já chega". Eu—"só tô fazendo o que você me pediu também". Luz—"Jay, pega..." Ela não terminou a frase porque tampei a boca dela com a mão direita e segurei os dois pulsos dela por cima com força, assim ela não consegue me afastar. Eu—"era isso que você queria". Luz—"para de me estuprar", ela murmurou na minha mão. Eu—"não tô nem aí, você é tão gostosa, além disso sei que você tá gostando tanto quanto eu". Luz—"por favor, para". Eu—"desculpa, mana, mas não dá". Luz—"por favor... tô gozando!" Ela sussurrou. Quando ela se acalmou, soltei a boca dela e me afastei. Aí ela me empurrou. Eu—"volta aqui, não terminei, tô quase gozando". Luz—"por favor, não goza dentro de mim". Gozei na bunda dela. Luz—"não acredito que você me estuprou". Eu—"não finge que não gostou". Nós dois fomos pro banheiro e voltamos a dormir, mas ficamos longe um do outro. Não queríamos acordar ninguém. Tem mais um da história. Tô procurando os iPods da minha infância pra pegar as fotos dele. Por favor, e se você tiver alguma participação pessoal, comenta ou me manda uma mensagem.
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