Olá, este relato é sobre como eu traí meu marido pela primeira vez, claramente depois eu contei pra ele. Trabalho no aeroporto há alguns anos, embarcando passageiros no avião ou fazendo o check-in deles pra entrar nas salas de embarque.
Naquela sexta-feira, o aeroporto ficou fechado por causa do mau tempo durante grande parte da manhã, então ao longo do dia todos os voos atrasaram. Como sempre, os passageiros estavam putos por causa da bagunça nos itinerários deles, e muitos ficaram grossos e até violentos com o pessoal da companhia aérea. Um passageiro que chegou não conseguiu fazer a conexão e teve que ficar aquela noite, e eu acabei tornando a demora dele mais agradável.
Naquele dia, meu trabalho era localizar todas as pessoas que vinham em conexão e que, por causa dos atrasos, não tinham conseguido embarcar nos próximos aviões, dar comida pra elas e, nos casos mais extremos, hotel pra aquela noite. Lembro que naquele dia fui xingada e tratada mal como se eu fosse a culpada pelo caos, até tentaram me agredir fisicamente. Pedi pro meu supervisor um tempo pra respirar e me livrar do estresse que eu tava, porque já tava quase perdendo a paciência e tratando mal um ou outro. Fui pra cafeteria, comprei algo pra comer e me dirigi pra uma área só de funcionários. Tinha andado alguns metros quando um passageiro me empurrou (sem querer, segundo ele) e derrubou meu café no chão. Envergonhado, ele tentou se desculpar e me dar explicações, mas eu tava tão pistola que nem liguei. Ele se ofereceu pra pagar meu café e, claro, tinha que pagar mesmo, então voltou comigo pra cafeteria. Enquanto esperávamos o pedido, ele me contou que se chamava Sebastián.
Fiquei com tanta pena dele que quis ajudar ele a conseguir um voo o mais rápido possível. Naquele dia não tinha mais voos em nenhuma companhia, ele teria que esperar 2 dias pra viajar com a mesma que ele veio. Falei que o melhor que ele podia fazer era pedir o reembolso da passagem, mas teria que comprar uma em outra companhia aérea que saísse no dia seguinte, e que eu poderia conseguir o hotel pra ela naquela noite. Ela fez as contas e assim daria pra chegar no compromisso a tempo, então terminei meu café e pedi pra ela me entregar o passaporte e me esperar na cafeteria. Fui lá, fiz o trampo que precisava e voltei pra entregar a documentação.
Quando cheguei na cafeteria, o Sebastian não estava lá. Olhei em volta pra ver se via ele em algum canto, mas não tava. Meu tempo livre tava acabando, então também não dava pra sentar e esperar. Decidi ficar com os documentos dele em vez de entregar no achados e perdidos, já que ele podia aparecer me procurando. Não rolou. Meu turno acabou e o Sebastian não apareceu, então fui atrás dos dados de contato dele no sistema. Liguei e quando ele atendeu, disse que uma colega minha tinha chamado ele junto com outros passageiros pra levar pro hotel e ele tinha esquecido que eu tava com o passaporte. Pediu pra eu esperar, mas falei que ia pegar o transporte que me levaria pra casa. Aí ele se ofereceu pra pagar o que custasse o táxi do aeroporto até minha casa. Isso me pareceu interessante, porque pegar o transporte podia levar até uma hora e meia pra chegar em casa, mas de táxi dava pra chegar em 30 minutos, então aceitei. Quando ele chegou, trouxe um agrado em agradecimento por ajudar ele a conseguir o reembolso da passagem e devolver o passaporte. Me convidou pra comer algo e, como eu já não tava mais com pressa e tava com muita fome, aceitei.
Sentamos pra conversar e o tempo foi passando. Eu tinha esquecido do estresse e que meu marido tava em casa. O Sebastian tinha uma conversa tão interessante que aos poucos me levou a querer continuar falando. Terminamos de jantar e ele me convidou pra tomar algo num lugar mais barato que o aeroporto. Em 3 segundos calculei o que poderia falar pro meu marido sobre a chegada tarde e aceitei. Fomos pra uma área perto do aeroporto e, claro, do hotel. Tomamos uns drinks e rimos pra caralho. O volume da música tava tão alto que a gente tinha que falar de pertinho no ouvido, e foi aí que começou o contato físico entre nós. Do nada, ele tentou me beijar, o álcool já tava começando a fazer efeito. Eu desviei o beijo de um jeito meio sem graça, mas ele percebeu, me segurou e virou meu rosto de volta pra ele. Dessa vez, não escapei.
Já tava começando a ficar excitada só com a conversa dele, então quando ele me beijou, senti minha bucetinha ficar molhada. Ele me chamou pra ir com ele pro hotel, e eu fui sem pensar duas vezes. Entramos no quarto, a roupa dele tava toda bagunçada em cima da cama, mas mal ele fechou a porta e já me encurralou contra a parede. Colocou uma mão na minha barriga, como se quisesse me impedir de sair dali, e a outra segurava meu pulso contra a parede. Ficou uns segundos passando os olhos pelo meu rosto, eu via ele olhando meus lábios, meus olhos, e depois descendo pro meu pescoço. Com a mão que tava na minha barriga, ele começou a passar o polegar bem devagar pela minha bochecha esquerda, depois no lóbulo da minha orelha. Ele não falava nada, só ficava me encarando, e aquilo me deixava louca, me excitava imaginar o que ele tava pensando. Com cuidado, mas com firmeza, ele virou minha cara pro lado, ficou olhando meu pescoço, e eu senti os olhos dele descendo devagar até pararem nos meus peitos. Ainda não tinha me tocado de um jeito sexual, mas já tava tão excitada que era a única coisa que eu queria. Ele chegou perto do meu ouvido e falou: "vou cobrar de você o que sua companhia aérea tá me fazendo perder". E sem mais, enfiou os dedos das duas mãos no espaço entre os botões da minha camisa, abriu ela de uma vez só, e continuou me devorando com os olhos. Mal roçava a ponta dos polegares na textura do meu sutiã, até que, de novo, com violência, arrancou ele. Eu amava aquela sensação.
Na mesma hora, colocou a mão esquerda num dos meus peitos e começou a beijar meu pescoço, mordia minha orelha e beliscava meus bicos. Foi descendo com os lábios devagar, chegou nos meus peitos, deu uma chupada neles... Olhou mais um pouco e começou a beijá-las. Passava a língua pela auréola, pelos mamilos, enquanto com as mãos já tinha começado a procurar o fecho da minha calça. Sem muita dificuldade, abriu e puxou o zíper, só o suficiente pra enfiar a mão. Ainda sem fazer isso, continuou o caminho com a boca, descendo pro meu abdômen e, quando ficou de joelhos, começou a puxar minha calça até ela cair no chão, tirou ela completamente enquanto me dava umas mordidas nas pernas e me deixou só de fio-dental. Ele se levantou, e eu tirei a camiseta que ele tava usando. Ele desabotoou a calça, deixou ela cair junto com a cueca. Naquele momento, vi o pau dele ereto, tão excitado que uma gotinha saía da ponta. De novo, de forma violenta, ele me virou, deixando minha cara contra a parede, me abraçou por trás e colocou as duas mãos nos meus peitos. Instintivamente, levantei minha bunda, buscando aquele pau que, sem mais, pousou entre minhas nádegas.
Comecei o movimento próprio pra masturbar ele com minhas bochechas enquanto ele repetia "Que bunda gostosa você tem". Só alguns segundos depois, a mão direita dele desceu pra procurar meu clitóris enquanto a outra cuidava dos dois seios. Ele puxou o fio-dental pro lado e começou a me masturbar com tanta firmeza que dava pra ver que sabia o que tava fazendo. Meus gemidos ficavam cada vez mais altos e mais seguidos. Joguei minha cabeça pra trás e apoiei no ombro dele enquanto ele apertava meu pescoço com uma mão e me levava ao céu me masturbando com a outra. Levei minha mão pra trás e agarrei o pau dele, comecei a masturbar ele, tava molhado das gotas de porra que tinham saído de excitação. Ele não me deixou fazer isso por muito tempo, tirou minha mão, puxou minha calcinha pra baixo e apontou a arma dele por trás na entrada da minha buceta.
Bastou um empurrãozinho e eu levantar minha bunda pra enfiar o pau dele inteiro. A mão dele largou meu clitóris e foi de novo pros meus peitos enquanto ele começava o vai e vem. Entrava e saía de mim de um jeito tão gostoso que, se ele... Eu queria que tivesse terminado assim, eu não teria parado ele. Uns orgasmos depois, ele me levou pra cama e me colocou de quatro, se ajeitou de novo pra continuar com a tarefa dele. Eu já gemia que nem uma puta, pedia mais, de vez em quando ele soltava minhas cadeiras, que tava segurando firme, pra me dar um tapa na bunda.
Quando estava quase gozando, ele parou, se levantou e me pediu pra sentar em cima dele. Fiz isso, peguei o pau dele e levei até a entrada da minha buceta e simplesmente me deixei cair. Comecei a cavalgar devagar, e ele segurava minha cintura. Eu sabia que ele tava perto de terminar, então qualquer movimento, por mais suave que fosse, logo faria ele me encher de esperma. Fiz uma coisa que eu amo, mas meu marido não: subi e desci tão devagar que queria prolongar ao máximo aquele instante depois do ponto sem volta, enquanto ele punha as mãos nos meus peitos e eu via a cara que ele fazia enquanto o semen começava a jorrar do pau dele. Eu sentia dentro de mim cada jato saindo, e aos poucos eles não cabiam mais dentro de mim. Acho que ele nem tinha terminado de gozar direito quando já começou a escorrer por cima dele. Quando acabou, fiquei uns segundos em cima do meu amante, recuperando o fôlego.
Me senti uma puta mesmo quando me recusei a ficar mais tempo. Pedi pra ele me dar o dinheiro do táxi e fui embora, ainda sentindo o semen dele escorrendo entre minhas pernas. Quando cheguei em casa, meu marido acordou e me perguntou por que eu tava chegando tão tarde. Simplesmente respondi, com um tom de raiva, que a operação tinha sido muito pesada, que me trataram mal e que não consegui sair até acomodar uns passageiros que perderam as conexões, que tava estressada e só queria tomar banho e dormir.
Nos dias seguintes, sentia uma culpa enorme por ter traído meu marido. Não é que eu nunca tivesse sido infiel, mas nunca pensei em fazer isso com ele.
Naquela sexta-feira, o aeroporto ficou fechado por causa do mau tempo durante grande parte da manhã, então ao longo do dia todos os voos atrasaram. Como sempre, os passageiros estavam putos por causa da bagunça nos itinerários deles, e muitos ficaram grossos e até violentos com o pessoal da companhia aérea. Um passageiro que chegou não conseguiu fazer a conexão e teve que ficar aquela noite, e eu acabei tornando a demora dele mais agradável.
Naquele dia, meu trabalho era localizar todas as pessoas que vinham em conexão e que, por causa dos atrasos, não tinham conseguido embarcar nos próximos aviões, dar comida pra elas e, nos casos mais extremos, hotel pra aquela noite. Lembro que naquele dia fui xingada e tratada mal como se eu fosse a culpada pelo caos, até tentaram me agredir fisicamente. Pedi pro meu supervisor um tempo pra respirar e me livrar do estresse que eu tava, porque já tava quase perdendo a paciência e tratando mal um ou outro. Fui pra cafeteria, comprei algo pra comer e me dirigi pra uma área só de funcionários. Tinha andado alguns metros quando um passageiro me empurrou (sem querer, segundo ele) e derrubou meu café no chão. Envergonhado, ele tentou se desculpar e me dar explicações, mas eu tava tão pistola que nem liguei. Ele se ofereceu pra pagar meu café e, claro, tinha que pagar mesmo, então voltou comigo pra cafeteria. Enquanto esperávamos o pedido, ele me contou que se chamava Sebastián.
Fiquei com tanta pena dele que quis ajudar ele a conseguir um voo o mais rápido possível. Naquele dia não tinha mais voos em nenhuma companhia, ele teria que esperar 2 dias pra viajar com a mesma que ele veio. Falei que o melhor que ele podia fazer era pedir o reembolso da passagem, mas teria que comprar uma em outra companhia aérea que saísse no dia seguinte, e que eu poderia conseguir o hotel pra ela naquela noite. Ela fez as contas e assim daria pra chegar no compromisso a tempo, então terminei meu café e pedi pra ela me entregar o passaporte e me esperar na cafeteria. Fui lá, fiz o trampo que precisava e voltei pra entregar a documentação.
Quando cheguei na cafeteria, o Sebastian não estava lá. Olhei em volta pra ver se via ele em algum canto, mas não tava. Meu tempo livre tava acabando, então também não dava pra sentar e esperar. Decidi ficar com os documentos dele em vez de entregar no achados e perdidos, já que ele podia aparecer me procurando. Não rolou. Meu turno acabou e o Sebastian não apareceu, então fui atrás dos dados de contato dele no sistema. Liguei e quando ele atendeu, disse que uma colega minha tinha chamado ele junto com outros passageiros pra levar pro hotel e ele tinha esquecido que eu tava com o passaporte. Pediu pra eu esperar, mas falei que ia pegar o transporte que me levaria pra casa. Aí ele se ofereceu pra pagar o que custasse o táxi do aeroporto até minha casa. Isso me pareceu interessante, porque pegar o transporte podia levar até uma hora e meia pra chegar em casa, mas de táxi dava pra chegar em 30 minutos, então aceitei. Quando ele chegou, trouxe um agrado em agradecimento por ajudar ele a conseguir o reembolso da passagem e devolver o passaporte. Me convidou pra comer algo e, como eu já não tava mais com pressa e tava com muita fome, aceitei.
Sentamos pra conversar e o tempo foi passando. Eu tinha esquecido do estresse e que meu marido tava em casa. O Sebastian tinha uma conversa tão interessante que aos poucos me levou a querer continuar falando. Terminamos de jantar e ele me convidou pra tomar algo num lugar mais barato que o aeroporto. Em 3 segundos calculei o que poderia falar pro meu marido sobre a chegada tarde e aceitei. Fomos pra uma área perto do aeroporto e, claro, do hotel. Tomamos uns drinks e rimos pra caralho. O volume da música tava tão alto que a gente tinha que falar de pertinho no ouvido, e foi aí que começou o contato físico entre nós. Do nada, ele tentou me beijar, o álcool já tava começando a fazer efeito. Eu desviei o beijo de um jeito meio sem graça, mas ele percebeu, me segurou e virou meu rosto de volta pra ele. Dessa vez, não escapei.
Já tava começando a ficar excitada só com a conversa dele, então quando ele me beijou, senti minha bucetinha ficar molhada. Ele me chamou pra ir com ele pro hotel, e eu fui sem pensar duas vezes. Entramos no quarto, a roupa dele tava toda bagunçada em cima da cama, mas mal ele fechou a porta e já me encurralou contra a parede. Colocou uma mão na minha barriga, como se quisesse me impedir de sair dali, e a outra segurava meu pulso contra a parede. Ficou uns segundos passando os olhos pelo meu rosto, eu via ele olhando meus lábios, meus olhos, e depois descendo pro meu pescoço. Com a mão que tava na minha barriga, ele começou a passar o polegar bem devagar pela minha bochecha esquerda, depois no lóbulo da minha orelha. Ele não falava nada, só ficava me encarando, e aquilo me deixava louca, me excitava imaginar o que ele tava pensando. Com cuidado, mas com firmeza, ele virou minha cara pro lado, ficou olhando meu pescoço, e eu senti os olhos dele descendo devagar até pararem nos meus peitos. Ainda não tinha me tocado de um jeito sexual, mas já tava tão excitada que era a única coisa que eu queria. Ele chegou perto do meu ouvido e falou: "vou cobrar de você o que sua companhia aérea tá me fazendo perder". E sem mais, enfiou os dedos das duas mãos no espaço entre os botões da minha camisa, abriu ela de uma vez só, e continuou me devorando com os olhos. Mal roçava a ponta dos polegares na textura do meu sutiã, até que, de novo, com violência, arrancou ele. Eu amava aquela sensação.
Na mesma hora, colocou a mão esquerda num dos meus peitos e começou a beijar meu pescoço, mordia minha orelha e beliscava meus bicos. Foi descendo com os lábios devagar, chegou nos meus peitos, deu uma chupada neles... Olhou mais um pouco e começou a beijá-las. Passava a língua pela auréola, pelos mamilos, enquanto com as mãos já tinha começado a procurar o fecho da minha calça. Sem muita dificuldade, abriu e puxou o zíper, só o suficiente pra enfiar a mão. Ainda sem fazer isso, continuou o caminho com a boca, descendo pro meu abdômen e, quando ficou de joelhos, começou a puxar minha calça até ela cair no chão, tirou ela completamente enquanto me dava umas mordidas nas pernas e me deixou só de fio-dental. Ele se levantou, e eu tirei a camiseta que ele tava usando. Ele desabotoou a calça, deixou ela cair junto com a cueca. Naquele momento, vi o pau dele ereto, tão excitado que uma gotinha saía da ponta. De novo, de forma violenta, ele me virou, deixando minha cara contra a parede, me abraçou por trás e colocou as duas mãos nos meus peitos. Instintivamente, levantei minha bunda, buscando aquele pau que, sem mais, pousou entre minhas nádegas.
Comecei o movimento próprio pra masturbar ele com minhas bochechas enquanto ele repetia "Que bunda gostosa você tem". Só alguns segundos depois, a mão direita dele desceu pra procurar meu clitóris enquanto a outra cuidava dos dois seios. Ele puxou o fio-dental pro lado e começou a me masturbar com tanta firmeza que dava pra ver que sabia o que tava fazendo. Meus gemidos ficavam cada vez mais altos e mais seguidos. Joguei minha cabeça pra trás e apoiei no ombro dele enquanto ele apertava meu pescoço com uma mão e me levava ao céu me masturbando com a outra. Levei minha mão pra trás e agarrei o pau dele, comecei a masturbar ele, tava molhado das gotas de porra que tinham saído de excitação. Ele não me deixou fazer isso por muito tempo, tirou minha mão, puxou minha calcinha pra baixo e apontou a arma dele por trás na entrada da minha buceta.
Bastou um empurrãozinho e eu levantar minha bunda pra enfiar o pau dele inteiro. A mão dele largou meu clitóris e foi de novo pros meus peitos enquanto ele começava o vai e vem. Entrava e saía de mim de um jeito tão gostoso que, se ele... Eu queria que tivesse terminado assim, eu não teria parado ele. Uns orgasmos depois, ele me levou pra cama e me colocou de quatro, se ajeitou de novo pra continuar com a tarefa dele. Eu já gemia que nem uma puta, pedia mais, de vez em quando ele soltava minhas cadeiras, que tava segurando firme, pra me dar um tapa na bunda.
Quando estava quase gozando, ele parou, se levantou e me pediu pra sentar em cima dele. Fiz isso, peguei o pau dele e levei até a entrada da minha buceta e simplesmente me deixei cair. Comecei a cavalgar devagar, e ele segurava minha cintura. Eu sabia que ele tava perto de terminar, então qualquer movimento, por mais suave que fosse, logo faria ele me encher de esperma. Fiz uma coisa que eu amo, mas meu marido não: subi e desci tão devagar que queria prolongar ao máximo aquele instante depois do ponto sem volta, enquanto ele punha as mãos nos meus peitos e eu via a cara que ele fazia enquanto o semen começava a jorrar do pau dele. Eu sentia dentro de mim cada jato saindo, e aos poucos eles não cabiam mais dentro de mim. Acho que ele nem tinha terminado de gozar direito quando já começou a escorrer por cima dele. Quando acabou, fiquei uns segundos em cima do meu amante, recuperando o fôlego.Me senti uma puta mesmo quando me recusei a ficar mais tempo. Pedi pra ele me dar o dinheiro do táxi e fui embora, ainda sentindo o semen dele escorrendo entre minhas pernas. Quando cheguei em casa, meu marido acordou e me perguntou por que eu tava chegando tão tarde. Simplesmente respondi, com um tom de raiva, que a operação tinha sido muito pesada, que me trataram mal e que não consegui sair até acomodar uns passageiros que perderam as conexões, que tava estressada e só queria tomar banho e dormir.
Nos dias seguintes, sentia uma culpa enorme por ter traído meu marido. Não é que eu nunca tivesse sido infiel, mas nunca pensei em fazer isso com ele.
5 comentários - Tremenda foda e traição pro meu marido