Num sábado à noite, tô com meus amigos num baile, já meio doidão, dançando e beijando umas minas que não conhecia. Depois de ir no bar pegar um drink, vejo uma baixinha gostosa com um vestido preto bem justinho que marcava uma bunda do caralho. A gente trocou olhar, mas não dei bola porque tava chapado. No meio da multidão, música e barulho, foi só coincidência. Voltei pros meus amigos e comecei a dançar com meu irmão e a galera. Do nada, sinto alguém esbarrar em mim por trás. Viro meio puto, mas me acalmo quando vejo que é a guria que tinha visto antes.— Ai, me desculpa, não te vi, foi mal — ela fala com o copo na mão, me encarando, claramente se fazendo de sonsa.
— Relaxa, sem problema — respondo normal, sabendo que não tenho chance com ela. Não conhecia bem, mas sabia que era streamer. Nunca vi ela na Twitch, mas já tinha batido uma pra umas fotos dela. Percebi que o copo dela tava vazio e, como não tinha nada a perder, chamei ela pra um drink. Ela aceitou e, sem saber por quê, ficou do meu lado. A gente conversou um pouco e dançou junto. Ela encostava a bunda disfarçadamente, e eu aproveitava pra passar a mão de leve enquanto a gente se beijava, ficando duro de tanto apalpar e apertar. Falava perto do ouvido dela por causa do som alto, sentindo o perfume e o cheiro gostoso do cabelo dela.
Lá pras quatro e meia, eu e meu irmão fomos embora. Quando fui me despedir da Shuli, ela perguntou se eu não ia chamar ela pra casa, já que passei a noite inteira apalpando a bunda dela.
— Que direta — falei rindo.
— Não gosto de enrolação. Além disso, dá pra ver que você tá afim — ela apertou meu volume de brincadeira.
Tempo depois, o Uber nos deixa em casa. Eu e a Shuli subimos as escadas abraçados, entramos no meu quarto, ela entra e eu fecho a porta. Ajudo ela a tirar o vestido e as botas, tiro meu tênis e deitamos na cama. Começamos a nos beijar e a passar a mão um no outro. Ela desce, desafivela meu cinto, abaixa um pouco meu jeans e minha cueca, pega no meu pau e começa a bater uma punheta pra ele, cuspindo pra lubrificar com saliva, puxando o prepúcio pra chupar tudo. Passa a língua no freio e na cabeça do meu pau. — Humm... que pau gostoso que você tem, mano (ela fala com fios de baba escorrendo da boca, chupando tudo e mamando minhas bolas, com as mãos nas minhas coxas, se segurando enquanto eu meto na boca dela). Ela enfia a mão por baixo da minha camiseta pra acariciar meu abdômen, me fazendo gemer igual um filho da puta com a chupada de pau que ela tá me dando, vendo o quanto ela deixou ele duro.
Ambos estamos pelados na cama, ela se encosta na cabeceira abrindo as pernas, com minha cabeça entre as coxas dela, tô chupando a buceta dela com muita vontade, ela se molhando toda e fazendo barulho enquanto enfio dois dedos lá dentro, estimulando o clitóris dela com a língua, beijando e chupando os lábios dela. Depois de um tempão, dá vontade de foder e eu pego uma camisinha no criado-mudo, tiro e coloco, ajustando bem, passo a cabeça do meu pau na buceta dela antes de meter, sentindo como ela tá molhadinha, mexo a cintura e enfio tudo lá dentro, começando a me mover, entrando e saindo, focado em rebolar, agarro as pernas dela sentindo ela apertar e vendo ela gemer, me olhando nos olhos e respirando ofegante. — Ai, porra, assim, assim, me come toda (ela fala gemendo e me abraçando enquanto meto de missionário, enfiando fundo e beijando o pescoço dela, beijando ela de boca enquanto seguro ela com força pelas costas, ela me agarra no pescoço e aperta minha cintura com as pernas pra não me soltar).
Tô sentado na cama com as pernas abertas, a shuli montada em mim, quicando com muita vontade, gemendo e me beijando com gosto. Agarro a bunda dela enquanto ela se espreme contra mim, se mexendo e me abraçando, amassando e acariciando a raba dela. Chupo os peitos dela enquanto mexo a cintura pra meter um pouco, os dois sentindo a vontade de gozar. — Ah, filha da puta, vai me fazer gozar (falo abraçando ela e nos movendo juntos, abraçando ela, lutando pra segurar a gozada).
Ela tá de bruços na cama, se tocando enquanto eu tô por cima dela comendo ela com minhas últimas forças, segurando ela pela cintura e dando tapas na bunda dela e me mexendo com vontade. Ela goza, mordendo o travesseiro, se agarrando nos lençóis, gemendo e gritando. Quando percebo que ela terminou, me deixo levar e gozo dentro dela, abraçando ela e enchendo a camisinha de porra, com a cabeça nas costas dela sentindo o cheiro da pele e do suor dela, beijando e mordendo de leve a orelha dela enquanto termino de gozar. Depois do orgasmo, eu tiro, tiro a camisinha, dou um nó e jogo no lixo. Ela vira e a gente deita junto.
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