No sábado, a gente se arrumou e foi pra um bar. Lá a gente tomou umas cervejas e mais tarde ela pegou na minha mão e disse: "vamos pra rua".
Em poucos segundos, ela se colocou numa esquina pra se passar por uma puta de rua, porque essa era minha fantasia. Depois de uns 5 minutos, parou um carro branco, e ela tava falando comigo no viva-voz. Ela disse: "Tá vindo um carro devagar". Eu falei: "Não desliga a chamada, quero ouvir tudo". Quando ela chegou perto, um cara perguntou: "Quanto é, amor?" Minha mulher respondeu, e o cara pediu pra ela dar uma voltinha e mostrar um peito. Ela fez isso. Depois de uma conversinha, ela falou baixinho: "Subo?" Nessa hora, fiquei nervoso e mandei: "Vai fundo". Ela entrou no carro. Eu segui eles até o hotel e esperei. Mil coisas passaram pela minha cabeça, e por uns momentos não sabia o que fazer. Mas ela tinha deixado o celular ligado, e eu ouvi o cara dizer: "Vou te arrombar toda, amor". Ela só sorriu. O cara foi pro banheiro. Quando a Andrea falou no telefone: "Amor, não sei o que fazer", eu respondi: "Foda-se, vai se quiser". Ela disse: "Tá bom, amor, aproveita também, já que era isso que você queria". Quando o cara saiu, ela entrou no banheiro e, pelo visto, ligou a TV. Quando ela saiu, o cara falou: "Vou te dar mais grana e te amarrar na cama". Ela aceitou.
Houve silêncio por uns 5 minutos e de repente ouvi a Andrea gemer muito, e cada vez ela gemia mais. Escutei umas batidas, tipo tapas na bunda, e depois de uns 15 minutos ouvi que tudo ficou em silêncio e abriram a porta do quarto onde eles estavam. O cara me viu e com a mão me chamou: "vem cá". Quando cheguei onde ele estava, ele abriu um pouco mais a porta e disse: "com você aí embaixo, olha essa buceta que eu tô comendo". Vi a Andrea amarrada nas pernas da cama, de bruços, com uma venda nos olhos. O cara tava falando no telefone com alguém e depois vi ele tirar umas fotos dela amarrada e pelada. Naquela hora, minha pica ficou tão dura que quase gozei. O cara entrou e disse: "vou deixar ela assim pra você ver como se fode uma puta". Na hora, ele meteu a pica sem piedade. Por um momento, não soube o que fazer, e nisso passou um casal que olhou pra dentro do quarto. A mulher disse: "essa puta tá levando até no cu". Depois o cara fechou o quarto e fiquei escutando pelo celular a Andrea dizer: "termina logo, já passou meia hora". O cara respondeu: "já tô quase indo". De repente, tudo ficou calmo.
Depois o cara saiu e a Andrea me chamou, e eu encontrei ela se masturbando com os dedos, e ela disse: "Me deram uma foda que até minhas pernas tão doendo." E depois disso a gente não conversou até chegar em casa.
Em poucos segundos, ela se colocou numa esquina pra se passar por uma puta de rua, porque essa era minha fantasia. Depois de uns 5 minutos, parou um carro branco, e ela tava falando comigo no viva-voz. Ela disse: "Tá vindo um carro devagar". Eu falei: "Não desliga a chamada, quero ouvir tudo". Quando ela chegou perto, um cara perguntou: "Quanto é, amor?" Minha mulher respondeu, e o cara pediu pra ela dar uma voltinha e mostrar um peito. Ela fez isso. Depois de uma conversinha, ela falou baixinho: "Subo?" Nessa hora, fiquei nervoso e mandei: "Vai fundo". Ela entrou no carro. Eu segui eles até o hotel e esperei. Mil coisas passaram pela minha cabeça, e por uns momentos não sabia o que fazer. Mas ela tinha deixado o celular ligado, e eu ouvi o cara dizer: "Vou te arrombar toda, amor". Ela só sorriu. O cara foi pro banheiro. Quando a Andrea falou no telefone: "Amor, não sei o que fazer", eu respondi: "Foda-se, vai se quiser". Ela disse: "Tá bom, amor, aproveita também, já que era isso que você queria". Quando o cara saiu, ela entrou no banheiro e, pelo visto, ligou a TV. Quando ela saiu, o cara falou: "Vou te dar mais grana e te amarrar na cama". Ela aceitou.
Houve silêncio por uns 5 minutos e de repente ouvi a Andrea gemer muito, e cada vez ela gemia mais. Escutei umas batidas, tipo tapas na bunda, e depois de uns 15 minutos ouvi que tudo ficou em silêncio e abriram a porta do quarto onde eles estavam. O cara me viu e com a mão me chamou: "vem cá". Quando cheguei onde ele estava, ele abriu um pouco mais a porta e disse: "com você aí embaixo, olha essa buceta que eu tô comendo". Vi a Andrea amarrada nas pernas da cama, de bruços, com uma venda nos olhos. O cara tava falando no telefone com alguém e depois vi ele tirar umas fotos dela amarrada e pelada. Naquela hora, minha pica ficou tão dura que quase gozei. O cara entrou e disse: "vou deixar ela assim pra você ver como se fode uma puta". Na hora, ele meteu a pica sem piedade. Por um momento, não soube o que fazer, e nisso passou um casal que olhou pra dentro do quarto. A mulher disse: "essa puta tá levando até no cu". Depois o cara fechou o quarto e fiquei escutando pelo celular a Andrea dizer: "termina logo, já passou meia hora". O cara respondeu: "já tô quase indo". De repente, tudo ficou calmo.
Depois o cara saiu e a Andrea me chamou, e eu encontrei ela se masturbando com os dedos, e ela disse: "Me deram uma foda que até minhas pernas tão doendo." E depois disso a gente não conversou até chegar em casa.
1 comentários - A fantasia de ver ela de puta