De peguete a namorado (relato gay) parte 1

Um dia apareceu uma mensagem no Instagram de um ex-colega do meu irmão mais velho do colégio, que eu não via há uns dois anos. Era o Juan Pablo, falando pra gente se encontrar, porque ele tinha voltado de uma viagem. Quando conheci ele, eu tava começando o colégio e ele já tava terminando. Com ele tive minha primeira e única experiência com um homem, quando uma noite, bêbado e com meu irmão dormindo, ele me pediu pra masturbar ele. Eu bati uma pra ele até ele gozar, e isso se repetiu mais algumas vezes em outras ocasiões, mas nunca passou disso. Hoje em dia, mesmo estando de namorado com uma gostosa, sempre fico com aquela curiosidade de sentir um pau na mão de novo. Então combinei da gente se encontrar, e ele falou pra eu ir naquela mesma noite na casa dele, que iam comer umas pizzas com os amigos da viagem. Fiquei meio decepcionado, porque não achei que ia rolar de novo. Mas aceitei ir mesmo assim. Quando cheguei, o Juan Pablo me recebeu. Ele tem uns 1,70m, mas é bem largado de costas, corpo bonito, aquele típico que malha mas não faz dieta. Tava de camiseta e short cinza, e me apresentou os três amigos dele. Tinha o Lucas, o mais alto e magro dos quatro, de camiseta e short vermelho, moreno, meio trigueiro. O Gustavo, "o urso", um cara de 1,80m, peludo que só, robusto e com uma barriguinha, tava de camiseta e short preto. E o Daniel, que era mais parecido com o Juan Pablo, vestindo uma camisa polo e short. Todos tinham entre 28 e 35 anos. Me chamou a atenção que a TV tava ligada num pornô, mas com o volume baixo. Brinquei sobre isso, eles entraram na brincadeira e depois explicaram que é costume, que pra eles é super normal. Não me incomodou, então deixei quieto. Comemos e bebemos de tudo, eu já tava meio alto. Mas como eles continuavam bebendo, não ia ficar pra trás. Depois de um tempo, enquanto comentavam sobre a posição da gostosa na TV, o Daniel fala: "Daniel: - Bora de predas?" Eu pensei: que porra é essa? Mas todo mundo topou. "Daniel: - Vai encarar? A parada é: a gente tira uma rodada de cartas pra cada um, e quem tirar... A mais baixa tem uma prenda mais ousada, que tem que ser cumprida de olhos vendados. Eu: - Prenda? Que tipo de prenda? Comer algo apimentado, ou sair pelada na rua ou algo assim? Respondi com curiosidade, enquanto imaginava algo mais louco. Daniel: - Não, não, soltando uma gargalhada, embora também possa ser. Quem fizer mais pontos manda quem fez menos pontos cumprir uma prenda. Juan Pablo: - Pode ser que você beije alguém e tenha que adivinhar quem foi, ou que você apalpe o pau dele e tenha que adivinhar de quem é, a gente deixa rolar, mas tudo fica aqui. Agora, se te derem uma prenda que você não pode ou não quer cumprir, vai mudando e aumentando o nível. E se você também não cumprir, continua subindo o nível ou repetindo até acertar. Eu só tinha uma coisa na cabeça: a chance remota de, por acaso, eu ter que apalpar o pau do Juan Pablo. Então respondi: - E tá, já estamos aqui e bem doidões. Eles começaram a zuar e gritar de empolgação porque eu aceitei, enquanto íamos para a sala onde tem vários sofás de casal e uma mesinha no meio. Assim a gente ficaria mais confortável. Começou a primeira rodada e o Oso perdeu, e eu ganhei, então vendaram ele. Mas, pra bancar o corajoso e mostrar que tava tudo bem pra mim, apontei pro Daniel e falei: - Você tem que adivinhar quem te beija na boca. Daniel se levantou e comeu a boca dele, não, comeu mesmo a boca dele. O Oso se jogou pra trás como se estivesse enojado, mas falou na hora: Oso: - Esse é o Daniel. Sempre tão sem noção, hahaha. E todo mundo caiu na risada de novo. Jogaram as cartas de novo e dessa vez eu perdi e o Daniel ganhou. Enquanto me vendavam, Daniel comentou: Daniel: - Você gosta de jogar sujo, hein, jeje. Você tem que apalpar um volume por 30 segundos por cima da calça e adivinhar de quem é. Eu, criando coragem pra não acharem que eu tava com medo e torcendo pra ser o Juan Pablo, me ajoelhei no chão. Eu: - Ok, bora. Sei que consigo adivinhar. Daniel: - Você não pode tirar a mão durante os trinta segundos e tem três tentativas. Se não adivinhar, o nível sobe. interessante hehehe. Estendi a mão, sinto que alguém se aproxima e começo a apalpar o volume, e todo mundo contando em voz alta, enquanto eu sentia o pau dele endurecendo. Quando chegou aos trinta, eu falei Gustavo. Todo mundo morre de rir, mas negam, e em coro gritam "mais trinta" uma e outra vez. Estendo a mão de novo e tive a impressão de que era diferente, eles contam de novo e, embora parecesse outro, acho que é minha imaginação e falo João Paulo, de novo todo mundo cai na risada mais forte, mas negam de novo. Só sobravam Daniel ou o Urso. Apalpo o volume de novo e o pau tava duríssimo, eu xingava e todo mundo ria enquanto contavam até trinta, e falo Daniel, e pela terceira vez errei e mais risadas. Ainda vendado, eu falo: - Já foi, é o Urso. Daniel: - Errou três vezes, te falei que só tinha três tentativas e o teste esquenta hehehe a apalpação é sem calça e por um minuto. E no final você pode falar o nome. Eu: - a puta mãe. Quase sem pensar, estendi a mão e sinto o pau grosso e mole. Começo a apalpar com timidez, porque não deixava de ser um pau e bem grosso e peludo, mas o Urso comenta: Urso: - Você já sabe que sou eu, então vamos aproveitar. E pega minha mão com a dele e me manipula pra apertar e solta o pau e as bolas com força. Eu aguentando, pensando "só é um minuto". Depois de um bom tempo, percebo que ninguém tava contando, e já não era mais apalpação, já tava virando uma punheta com a minha mão, parecia que ele tava bem perto de mim. E eu falo: - Ei, que onda a contagem?! Por que não tão contando?! Entre risadas, João Paulo responde: JP: - Faltam 20 segundos. Pra mim tinham passado uns 5 ou 6 minutos, enquanto ele começava a contar regressiva de 10 até 0. Eu: - O Urso! Quando tirei a venda, ele tava parado na minha frente com o pau duríssimo, venoso e grosso a 30 centímetros do meu rosto, solta minha mão e eu vou pra trás. Todo mundo ri concordando, fiquei meio confuso por um momento, mas todos... Garantiram que foram meus nervos, mas que não passou de um minuto. Acreditei e continuamos jogando, foram se tocando entre eles, mas faziam prendas e adivinhavam de primeira quem era a outra pessoa. Em um momento, é minha vez de dar a prenda de novo e falo: "Daniel, abaixa a calça do Lucas pela virilha usando só a boca". Entre gritos e risadas, ele conseguiu e baixou a calça até os joelhos, mesmo com o Lucas de pau bem duro. Depois de mais algumas rodadas, perco de novo e dessa vez é o Juan Pablo que dá a prenda. JP: "Você tem que beijar a cabeça da pica e adivinhar de quem é, mas se errar, a intensidade sobe." Com uma risada cúmplice, ele continua: "Lembra que se não conseguir ou não tiver coragem... a prenda aumenta." Com um tom manipulador e me provocando pra fazer. Eu: "Fala, aceito." Pensando comigo: é um beijo, só um beijo. Dei o beijo porque foi quase na hora de colocar a venda nos olhos e tinha certeza que era o próprio Juan Pablo. Mas todos riem e negam. JP: "Uhju ju, te falei que se não adivinhar, intensifica. Vamos ver... Ah, já sei... Enfia a cabeça inteira da pica na boca por 30 segundos e depois adivinha quem é." Eu: "Fala, já foi, porque se eu pensar, levanto e vou pro caralho." E todos vibram e riem de novo. Era a primeira vez que tinha uma pica na boca, tentei tocar o mínimo possível, só com os lábios, enquanto todos contavam em voz alta. Quando terminaram, me joguei pra trás e falei de novo, por nervosismo: "Juan Pablo". Todos caem na risada e negam, zoando que eu tinha acabado de falar esse nome. JP: "Não me facilita assim, hahahahaha. Agora a mesma coisa, mas antes você encosta a língua na glande e massageia a cabeça enquanto tá na boca, 1 minuto, tira 10 segundos e volta, 4 vezes." Eu, xingando por dentro, aceito de má vontade. Estico a língua de joelhos, enquanto ele apoia a pica e começo a massagear a cabeça. com suavidade enquanto enfia em minha boca, mas somado ao fato de que se balançava pra fazer a rola entrar e sair. Entre os gritos e aplausos de todos, depois de um bom tempo bem maior que um minuto começa a contagem regressiva, tira de mim e respira dez segundos, vai de novo. Mas não tinham passado nem cinco quando diz, abre que vem a porra e tinha a rola apoiada nos lábios. Tiro a língua e começo com o mesmo, mas percebo que a rola não tá babada e tava bem diferente. Depois de um bom tempo de novo, movo as mãos pra indicar que contem. Entre risadas e gritos só falam "vai que falta", contei mentalmente tipo um minuto e meio e começaram com a contagem regressiva. Tira a rola de mim, eu queria reclamar e os gritos e risadas e zoação abafam minhas reclamações. E de novo tinha a rola nos lábios, e começo o "3º minuto" dos 4 que já tava na aposta. De novo a rola não tava babada e até parecia mais fina que antes, dessa vez me segurava pela nuca e empurrava pra dentro, me dando ânsia. Mas se eu recuasse, a aposta ia começar de novo, então aguentei como pude. Dessa vez contei até 300 e o "minuto" não terminava. As risadas continuavam e continuavam. Quando tira de mim, eu já queria tirar até a venda dos olhos, mas já tinha a rola de novo no rosto e com os gritos de todos "continua, continua". De novo a rola seca, mas parecia grossa e duríssima. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca devagar, mas quando começou a aumentar o ritmo, coloquei minhas mãos nas coxas dele pra aguentar um pouco e percebi que era o urso. Mas ele pegou minhas mãos e prendeu na minha nuca e continuou comendo minha boca até cansar. Eu: - é o urso, falei entre engasgos. E todos riram concordando. Continua...

3 comentários - De peguete a namorado (relato gay) parte 1

Ayyy quiero ir a esas reuniones y perder siempre
GIEGUI
Ojalá me pasara algo así en mis reuniones