No parque

Saí da escola e comecei a caminhar rumo à minha casa. Só de pensar já era uma loucura. Ficava bem longe, mas não tava a fim de ver ninguém. Só queria esvaziar a mente e encontrar respostas. Não rolou. Enquanto andava, comecei a sentir de novo aquela cócega no fundo da minha buceta, um arrepio percorria meu corpo e no meu nariz ainda dava pra sentir o cheiro daquelas duas picas velhas e prontas pra quando eu quisesse. Decidi ir pra casa, mas não ia direto pra lá. Uma ideia doentia começou a se meter na minha cabeça. Conforme caminhava e sentia o roçar dos meus lábios na minha virilha, a luxúria aumentava sem controle. Vieram desejos dos mais baixos. Lembrei que perto da minha casa tem um parque e sempre que ia correr lá, tinha um velho que varria a pista e cuidava do lugar, que ficava me encarando morbidamente. Sempre vou de calça de moletom ou leggings esportivas e um top ou moletom, depende do clima, mas esse velho sempre fixava o olhar na minha buceta e na minha bunda. Um dia torci o tornozelo correndo e ele tava perto, se aproximou e perguntou se podia ajudar e, sem pedir, pegou meu pé e começou a massagear, mas subiu a mão até minha panturrilha e me deu um medo porque ele parecia tão doente que até pensei que podia me estuprar… Exatamente o que eu precisava agora. Peguei o ônibus e fui pro parque, rezando pro céu que esse velho estivesse lá. O trânsito pareceu eterno. Eu tava desesperada, sentia um formigamento nas mãos que não conseguia controlar. Minha respiração ficou ofegante e sentia que o ar faltava. Eram todos os sintomas de um ataque de pânico. Uma parte de mim (talvez minha consciência) dizia que era muito perigoso. Não sabia o que esse velho podia fazer comigo, além disso ficava perto de casa e algum conhecido podia me ver. Por outro lado, tinham as doenças ou infecções que eu podia pegar se continuasse com essas práticas com estranhos. Não sabia os Os hábitos do zelador nem do policial da escola. Não sabia se eles transavam com mais mulheres ou talvez até com putas, e eu chupando a rola deles e engolindo o leite… só de lembrar, meu outro eu começou a se agitar de novo. Sentia como se da minha bucetinha começasse a escorrer aquele líquido babento e grosso. O ônibus passou pelo trânsito e começou a andar mais rápido, o céu estava mais nublado e ameaçando chover. Isso era um ótimo sinal, porque se chovesse, o pessoal que estivesse no parque iria pra casa e eu poderia entrar do jeito mais discreto possível. Conforme o ônibus se aproximava do parque, umas gotas finas começaram a aparecer no para-brisa, anunciando uma brisa que tava começando, mas nem por isso era pouca coisa. Lá em casa, quando a brisa começa, é o prelúdio de um temporal daqueles, então tudo tava mais que perfeito. Como eu disse. Umas quadras antes de chegar no parque, a tempestade desabou. Gotas enormes de chuva começaram a bater ritmadamente na cobertura do ônibus, e curiosamente isso me molhou ainda mais. Levantei do meu banco, fui até a porta de trás e pedi a parada bem na entrada do parque. Desci do ônibus e saí correndo em direção à entrada. Encontrei duas senhoras que estavam saindo correndo pra pegar os carros delas. Uma delas me olhou e disse que eu já tava toda molhada, que não dava pra fazer exercício. Só sorri e continuei andando pra dentro. Me abriguei debaixo de uma árvore pra pegar um fôlego. Os banheiros públicos têm uma casinha pequena do lado que serve de lugar de descanso pro tal do guarda. Criei coragem e saí correndo. Quando cheguei no banheiro, vi o guarda bem encostado nas catracas, me olhando com cara de espanto, mas de um jeito bem safado, porque com a água, minha blusa molhou toda e dava pra ver perfeitamente o formato dos meus peitos, meus bicos já duros apareciam e convidavam a serem olhados. — Moça, o que a senhora tá fazendo aqui? O céu tá desabando e não dá pra fazer exercício agora nem passear. O parque. Capaz que cai um raio nela (ri sarcasticamente) - Sei disso, é que aqui eu desço do ônibus pra ir pra casa, tô voltando da escola, mas a chuva me pegou e não consegui chegar em casa. De qualquer jeito, já me molhei demais e não tenho nada pra trocar, e tô morrendo de frio. O senhor acha... Pude ver como os olhos dele se fixaram nos meus peitos. Aproveitei e puxei minha blusa pra baixo pra grudar ainda mais e ficar bem evidente. - Olha só como minha blusa molhou. - Tô vendo sim, tá até com os faróis acesos. - Ei... por que o senhor fala essas coisas? – Falei simulando um tom meio irritado. - É com respeito, mocinha, mas é que a senhorita tá muito gostosa toda molhada. - Não tem graça (fiz cara de brava, mas sorri de um jeito safado). O senhor não tem uma toalha ou um pano pra me emprestar pra ver se dá pra secar minha blusa? - Aqui na minha guarita tenho uma toalha e um moletom, se quiser e não se importar. Tá limpo, pode vestir enquanto a chuva passa, porque parece que vai demorar. - O senhor acha que demora muito pra parar de chover? Não vai vir muita gente agora, né? - Não, agora já dava até pra fechar o parque. Mesmo que pare de chover, com tudo encharcado e molhado, ninguém vem até amanhã. - Sério que dá pra fechar o parque? Seu chefe não vem ver o senhor? – Saber que podia ficar sozinha com ele, sem interrupções, me excitou demais. - Não vem ninguém. Só se tiver evento ou algo assim, mas ninguém me avisa nada... - E por que o senhor não fecha logo e me convida pra um café? Ele me olhou com os olhos arregalados e disse: - Mas se eu fechar, não vai pensar mal de mim. A gente ficaria sozinho e depois... imagina. - O senhor não lembra de mim? Um dia, correndo no fim de semana, eu torci o tornozelo e o senhor chegou bem gentil pra massagear. O rosto dele se iluminou e ele deu um sorriso. Vestiu a capa de chuva e disse que ia fechar o parque. porta principal pra ninguém atrapalhar aquele café. Fui quase correndo, mas isso não me impediu de observar ele bem. Media mais ou menos 1,60, quase da minha altura. Gordão, moreno, com uma careca estilo franciscano, mãos calejadas, com um cheiro meio azedo, tipo suor acumulado. Me fez fantasiar como seria a pica dele, como seria, de que cor, tamanho, textura, cheiro, gosto. Eu tava recém-comida. Ainda sentia o gosto da porra daqueles dois, mas já queria mais e tava certa que ia conseguir. Vi ele se aproximar correndo, pulando as poças de um jeito desengonçado até chegar onde eu tava. Me pediu pra segui-lo até a guarita dele. Não deu nem 10 passos e já estávamos entrando. O cheiro era de mofo e a iluminação era uma merda. Sem janelas, uma mesinha, um catre pequeno e um micro-ondas meio usado. As paredes de tijolo sem reboco nem nada, resumindo, muito simples. Ele tirou a capa de chuva e me estendeu a mão com uma toalha desbotada enquanto procurava no catre a tal blusa de moletom. Eu me enrolei na toalha e comecei a esfregar o cabelo pra secar. Ele ligou uma chapa elétrica pequena pra colocar uma caneca com água e esquentar pra fazer um café pra gente. Eu tava com toda a roupa molhada, então precisava dar um jeito de me trocar, mas ao mesmo tempo sem parecer tão oferecida. Precisava que ele tomasse a iniciativa. Não demorou muito pra isso. Ele sentou na cadeira dele e ficou me encarando os peitos, dava pra ver que já tava de pau duro porque o volume na calça dele era muito evidente. Tava sentado com as pernas abertas e totalmente recostado quando perguntou: — Não tem medo de ficar trancada no parque comigo? Você é muito gostosa e é tão pequenininha. — Ué, já tenho 18 e tô pra entrar na faculdade, mas não tenho medo não. Dá pra ver que o senhor é gente boa. Ou vai me machucar? — Não, de jeito nenhum. Não faria nada que você não quisesse. Por que não se troca? Tá com vergonha? Eu aqui? - Não, de jeito nenhum. Pelo contrário, agradeço sua hospitalidade. Naquele momento, me levantei. Comecei a desabotoar a blusa, botão por botão, até deixá-la completamente aberta. Não pude fazer mais nada. Sem aviso, ele se levantou do assento, veio muito rápido até mim e arrancou minha blusa de uma vez. Por reflexo, dei um passo para trás, mas fiquei colada na parede. Me abracei, cobrindo meus peitos e olhando para ele meio assustada, de verdade, mas ele não ligou. Ele me olhava, e eu podia sentir o tremor das mãos dele na minha cintura. Por alguns segundos, ele ficou paralisado, mas não tirava os olhos de mim. Eu disse para ele não me machucar, que não contaria a ninguém que ele me atacou, mas que, por favor, me deixasse ir. Sem pensar e sem saber por quê, as lágrimas brotaram dos meus olhos, escorrendo pelo meu rosto abundantemente. Comecei a soluçar, e ele só me olhava. Ele deu um passo para trás e tirou a pica. Uma pica não muito grande, mas grossa, cabeçuda, e quando ele puxou, pude ver e sentir o cheiro de que estava há dias sem lavar. De novo, via aquela massinha branca transbordando cobrindo a glande. Mas, diferente do zelador, essa estava mais coberta e cheirava muito mais azedo. Exagerei nos soluços, mas bem lá no fundo, eu queria me aproximar. - Vamos fazer uma coisa, mocinha. Eu vou deixar você ir depois de me chupar, mas se você disser algo ou eu tiver qualquer problema por causa disso, juro que você vai se arrepender. Está claro? - Sim, senhor, mas por favor, não me faça nada, juro que não vou contar pra ninguém. - Fica de joelhos. Obedeci. Fiquei de joelhos, levando minhas mãos para trás. Ele deu aquele passo que tinha recuado, e o pau dele ficou bem na altura da minha boca. O cheiro se intensificou, mas não me importei. Olhei nos olhos dele e abri minha boca. Ele se aproximou um pouco mais até que a glande dele roçasse meus lábios. Estiquei a ponta da língua e comecei a percorrer bem devagar, sem colocar na boca. Fui deixando meus lábios viajarem até a base da pica dele e coloquei as bolas dele na boca. minha boca, comecei a saboreá-los bem devagar, deixando minha língua brincar com eles. A respiração dele ficava cada vez mais ofegante, mas eu não tirava os olhos dele. Com uma mão, peguei aquela pica grossa e cabeçuda e puxei suavemente pela base pra deixar ela toda exposta. Enfiei minha boca com dificuldade e, com os dentes, raspei aquela massinha que tava grudada dentro de mim. Brinquei com ela dentro da minha boca, saboreei no meu paladar e, quando já tinha desgrudado, abri a boca e mostrei como minha língua tava branquinha de todo aquele esmegma. Com a outra mão, peguei ele pelos ovos e comecei a chupar que nem uma louca. Fechei os olhos, curtindo aquele cheiro forte e o gosto marcante. Ele me segurou pelo cabelo com força e começou a mexer minha cabeça pra, literalmente, me comer pela boca. Sem me dar tempo de nada, me puxou de pé, me virou, me curvou e levantou minha saia, abriu minhas nádegas e enfiou a língua até o fundo do meu cu. De susto e do jeito que ele tava abrindo minhas nádegas, sem pensar, soltei um peido involuntário. Ele se afastou de repente, e eu me desculpei, super envergonhada, mas ele só mandou eu calar a boca. Se ajoelhou de novo e repetiu a ação. Começou a gritar que queria que eu fizesse de novo. Soltei mais um, e ele enfiava a língua ainda mais fundo. A sensação de querer fazer cocô ficou insuportável, minhas pernas tremiam, e um jorro saiu da minha buceta, molhando o chão. Caí de joelhos, dominada pelo prazer e porque continuava vazando sem controle. Ele me pegou pelo cabelo, me deu um tapinha leve pra abrir minha boca. Eu abri, mas agora ele tava se masturbando na minha frente, bem perto da minha boca, até que um jorro grande e quente encheu meu rosto. Peguei a pica dele e levei à boca, igual bezerro faminto. Chupei até a última gota, limpei meu rosto com os dedos e levei o sêmen dele pra língua. Me levantei, arrumei minha roupa e perguntei se ele ia me deixar ir. — Vou deixar você ir, gatinha, só se prometer voltar. amanhã e me dar uma calcinha fio dental usada. - Assim será. Pode acreditar. A gente foi andando até a entrada do parque, a chuva já era só uma brisa besta, mas como o guarda tinha dito, não tinha ninguém na rua. Bem antes de sair, ele me deu um tapa na bunda e enfiou a mão debaixo da minha saia. Senti os dedos dele chegarem até minha buceta e passando pelo meu cu. Virei pra olhar ele, e ele tava chupando os dedos.

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