15/2đź“‘Marea de Placer-Parte 2

Tempestade de corpo e fogo
Naquela noite, o céu rugia com relâmpagos ao longe. A tempestade ainda não tinha chegado, mas o vento já tinha carregado o ar de eletricidade. A praia estava escura, selvagem, completamente deserta. Lúcia sentiu na pele: o momento pedia algo mais. Algo brutal. Algo sujo.15/2📑Marea de Placer-Parte 2Estavam de pé em frente ao mar, pelados, encharcados pela brisa úmida.
—Tá pronta? —ele perguntou, segurando ela pela nuca.
—Me faz tua —ela sussurrou—. Mas não tem pena de mim.

Ele levou ela contra uma árvore a poucos metros da beira, as costas dela batendo na casca molhada. Se abaixou e abriu as pernas dela com violência. Lambeu a buceta dela com fúria, a língua invadindo sem controle, fazendo ela gritar a cada movimento. Chupava o clitóris dela como se quisesse arrancar de tanto prazer.

—Aí... sim... assim, mais, não para! —Lucia se contorcia, com as mãos agarradas na cabeça dele.

Quando gozou, tremeu inteira, num espasmo que deixou ela vibrando da cabeça aos pés. Mas não teve trégua. Ele se levantou, pegou ela no colo, colou o corpo dela no dele e enfiou de uma vez na buceta dela, contra o tronco.

Ela gritou. Era dor, prazer, loucura. Ela sentia tudo.

Ele metia como um bicho selvagem, com as mãos firmes nos peitos dela, chupando eles, empalando ela a cada estocada do pau dele. Os galhos rangiam lá em cima, as ondas batiam mais forte. Tudo rugia ao redor, como se o mundo fosse quebrar no orgasmo dos dois juntos.

Lucia arranhava ele, mordia, provocava.
—Mais forte... mais. Me faz gritar!!

Ele grunhiu como uma fera ferida e baixou ela de uma vez. Virou ela de costas, colocou de quatro na areia molhada, e meteu de novo por trás, enfiando o pau no cu dela até o fundo, rápido, sem descanso.vadia— Era isso que você queria, putinha gostosa? Sentir eu te arrebentar?
— Sim! Arrebenta minha buceta! Me come até eu não conseguir andar!

Os corpos se chocavam com fúria, com paixão incendiária. O mar já batia nos joelhos deles, mas nem ligavam. Ele gozou fundo, despejando tudo dentro dela enquanto apertava o pescoço dela com uma mão e a cintura com a outra. Lúcia sentiu o orgasmo explodir dentro dela, quente, molhado, brutal.

CaĂ­ram na areia molhada, ofegantes, sem conseguir falar.

A tempestade finalmente desabou sobre o mar. E eles, ainda pingando desejo, nĂŁo pensavam em parar.

A tempestade tinha passado. O amanhecer pintou o céu de fogo de novo, e Lúcia dormia nua, enroscada nos lençóis manchados de suor e porra. O corpo descansava, mas a alma, não. Ela sonhava com gritos, portas quebradas, passos apressados, promessas que não conseguiu cumprir.quentesEle olhava pra ela da cozinha rústica, preparando café, quando ouviu o motor de um carro. Não tinha estrada perto. Ninguém chegava naquela praia por acaso. Saiu na areia com a testa franzida. Uma jeep preta parou na frente da cabana. Desceu um cara alto, de terno, óculos escuros e uma cicatriz na bochecha. Vinham mais dois com ele, armados.

— Tá procurando alguma coisa? — perguntou ele, com a voz tensa, sem mostrar medo.

— Tô procurando Lucía Calderón — disse o cara de terno, olhando pra cabana —. Ela tá aí, né?

O nome caiu como uma pedra. Lucía acordou ouvindo as vozes e espiou, enrolada só num lençol. Os olhos dela se encontraram com os do homem. Ela ficou pálida. Os lábios tremeram.

— Não… não pode ser.

Ele olhou pra ela, sem entender.

— Quem são eles?

— Ele… é meu marido.

O silĂŞncio foi um tapa.

— Não sabia como te contar. Fiz coisas… coisas ruins. Fiz negócio com ele. Tava presa. Fugir. Mas não é só pelo casamento… é tudo que ele representa. Ele é perigoso.

O cara de terno deu um passo Ă  frente.

— Te avisei que não podia fugir, Lucía. E você… — olhou pro cara da cabana —. Não faz ideia do que se meteu.

Lucía se agarrou no braço do amante.

— Não vou com ele. Não agora. Não depois do que você me deu. Do que me fez sentir.

Ele olhou pra ela. O corpo dela ainda tinha as marcas do tesão: mordidas, arranhões, o gozo que ainda escorria entre as pernas dela. Era dele. Por desejo. Por instinto. Por escolha.

E ele nĂŁo ia entregar.

— Você tem três segundos pra dar meia-volta — disse ele, com uma calma perigosa.

Os homens riram. Lucía foi arrastada de volta pro mundo que ela fugiu. Mãos ásperas seguraram ela, cobriram ela, jogaram ela na jeep à força. Ele lutou, mas eram muitos. Deixaram ele desmaiado na areia, sangrando, com o eco dos gritos dela se perdendo na brisa salgada.

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Aqui los que solo se pajearon con las imágenes y no leeron ni una sola palabra