Olá a todos, obrigado por me lerem. Tenho uma história pendente de vocês, algum relato sobre minha irmãzinha. Mas antes de chegar nessa história, quero compartilhar mais uma ou outra anedota.Durante a adolescência, minha irmã e eu vivíamos com uma tensão sexual enorme e constante. Como lembrete, e pra você que está lendo pela primeira vez: Laura, minha irmãzinha, desde cedo foi uma grande promessa de ser uma mulher muito gostosa. Aos 14 anos, já andava por aí parando paus e roubando suspiros. Até me acostumei a ouvir comentários sobre ela, porque, no fim das contas, sempre fomos respeitosos em público. O que ninguém imaginava é que tínhamos uma relação com ares bem incestuosos.
Ela era um cuzão, branquinha e com uma carinha linda (isso que na família as mulheres são lindas e os caras são bem bonitos também). Media 1,60, nem alta nem tão baixinha, magrinha de cintura e com os peitos bem empinados, médios, mas daqueles com bico bem definido, rosadinhos e pele firme. E, por sorte, esses peitos exalavam um aroma doce e feminino que instantaneamente fazia meu pau pulsar de prazer. Tinha umas pernas branquinhas e compridas. Como era novinha, virgem, o corpinho dela era bem torneado, as bundinhas bem redondinhas e empinadas. Era daquelas meninas que rebolam muito, que se encostam em qualquer lugar e, naturalmente, andam parando a bunda. Tenho boas lembranças de como ela se espreguiçava de manhã, vestida só com uma legging que deixava ver as dobras dos lábios da buceta, e aquela parte onde tem a risca das costas, que se perdia na bundinha deliciosa dela, e normalmente aparecia a tirinha da calcinha, como insinuando algo sexual. Ela sempre me excitava, não havia um momento em que eu não a assediasse com os olhos. Conhecia todas as calcinhas dela, até tinha as minhas favoritas. Sempre aproveitava qualquer desculpa para tocá-la, para encostar meu pau nela, esperando que ela notasse minhas ereções e começasse a me olhar com os mesmos olhos. Um dia, planejamos em família ir... acampar. No começo, ir era opcional, e todo mundo tinha topado. Mas uns dias antes, a gente tinha recebido visitas direto, além de que ela e eu tínhamos passado um tempão naquela tensão, nos provocando ou vendo filmes cheios de cenas de sexo e um monte de referência. Então, eu tava há dias e dias sem ter muita privacidade e tava explodindo de vontade. Dois dias antes do acampamento, resolvi falar que não ia. Na real, queria ficar e aproveitar a casa vazia pra extravasar essa perversão e essa vontade, sabendo que teria tudo dela só pra mim. Além disso, já desconfiava que ela fazia umas coisas quando tava sozinha, tinha certeza de que ela tinha um consolo e queria achar pra cheirar e sei lá, na verdade o que eu ia fazer, mas a pura ideia já me martelava a cabeça. Então avisei que não iria, e levei a surpresa de que, quando ela soube, também decidiu não ir. Foi uma notícia que me deixou super feliz e me encheu de perversão. Ela e eu sabíamos do que se tratava, e que, se a gente ainda não tinha transado, essa ia ser a nossa grande chance. Meus pais iam acampar com o resto da família e meu irmão mais velho tava viajando. Durante os dois dias antes da viagem, ela e eu estávamos muito animados e muito próximos, passávamos horas juntos e nos provocávamos, enquanto via TV ou revistas, a gente focava muito nas coisas sexuais. Ela, até uma dessas tardes, entrou e, de propósito, vestiu um short bem justinho, deixando a calcinha aparecendo e até o zíper deixou pra baixo, bem óbvia que queria me provocar, porque sentou bem de ladinho na cama, onde, mesmo que eu quisesse, não conseguia evitar de cruzar o olhar nela. Me deixou tão excitado, porque a calcinha que ela usava era a minha favorita, uma meia-thong vermelha com bordas de renda e só era maior na parte da buceta. Além disso, já tinha enchido ela de porra mil vezes e conhecia bem o cheiro daquela vagininha, era uma loucura de mulher e a melhor parte. que ainda era virgem e só eu a tinha, só eu sabia do seu desejo sexual e só eu conhecia o glorioso cheiro do seu corpo, além dela mesma e da chefe, eu era o único homem que conhecia sua nudez e intimidade. Naquela noite não conseguíamos dormir, eu não parava de pensar nela, e claro que a Lau também estava hormonal, fomos para o quarto e enquanto preparávamos nosso lugar. Ela disse de repente, que se eu não queria ficar um tempo acordado com ela para olhar pela janela para ver se a gente via algo estranho, coisa que foi só o pretexto. Já de pijama os dois, subimos na cama dela e abrimos a cortina, ela estava de legging branca e uma blusinha curta sem sutiã e depois de um tempo percebi que ela não estava de calcinha. Em momentos ela ficava de frente e se inclinava fingindo que era para ver melhor, eu, atrás dela, aproveitava cada momento para ver aquela bunda divina, rebolando e se inclinando na minha frente, com o pau duríssimo, nas distrações dela eu dava umas roçadas e meu pau ficava mais molhado ainda e estava tão duro que também em cada descuido dela, eu tentava ajeitar para ela não notar. Aquela noite terminou assim, indo para a cama pensando no que seria a noite seguinte em que estaríamos totalmente sozinhos. Eu já tinha planejado e estava disposto a falar na cara que a gente transasse. Que eu estava morrendo de vontade dela e pensava, que melhor do que perder a virgindade entre irmãos. Chegou aquele sábado, durante o dia enquanto se preparavam para ir embora, ela e eu estávamos muito ansiosos, desejando já ficar sozinhos. Até nas nossas interações, indiretamente a gente dizia coisas tipo, hoje à noite a gente consegue. Então, óbvio que ela já sabia das minhas intenções e era claro que era mútuo. De manhã fizemos a limpeza em casa, até mexemos em coisas, e no momento em que tocou mexer na cama dela e nos móveis do quarto, encontrei algo que há tempos eu achava que ela tinha. Ao mexer no colchão dela, descobri que tinha um buraco incomum, ao fuçar descobri algo que me deixou louco. Num saquinho resealável, bem Enrolada e escondida, estava o brinquedo sexual dela. Uff, manos, não tenho palavras pra explicar o gostoso que foi aquela descoberta. Pouco maior que um polegar normal, lembro perfeitamente, era roxo, não era uma grande arma, mas tinha uma função que com certeza já tinha feito ela delirar de prazer muitas vezes... vibrava. A primeira coisa que fiz foi abrir o saquinho e aproveitar aqueles minutos só pra me trancar no banheiro. Como tava muito tarado, peguei três ou quatro calcinhas dela e até um sutiã. Uma vez trancado, comecei meu delírio. O brinquedo dela cheirava a glória, tanto quanto as calcinhas, mas esse tinha um cheiro muito profundo dela, de menina virgem que se masturbava, era esse o cheiro. Até tinha dentro do saquinho uma certa umidade que impregnava ainda mais o cheiro dela de femeazinha sedenta de pica, que com certeza na noite anterior tinha se esbaldado. Eu lambia, cheirava as calcinhas dela, pra mim foi uma festa de gozar, até o saquinho do brinquedo eu lambia e cheirava enquanto gemia e batia uma com perversão. Só ela conseguia levar meu pau a esse nível de prazer, fazer ele pulsar como se tivesse coração próprio, e ele ficava roxo de tanto sangue que corria a cada segundo que meu prazer aumentava. Só de pensar que aquela gostosa tava desejosa, saber que era virgem e pensar que naquela mesma noite eu podia finalmente meter nela e que o sim já tava mais que garantido. Terminei e voltei pro quarto, a Laura ainda não tinha voltado, então rapidamente devolvi as roupas íntimas dela pro lugar, já bem gozadinhas. Na minha mente, eu delirava com o cheiro dela, tinha o gosto dela na língua e tinha passado na cabeça do meu pau cheio de porra o brinquedo dela, que coloquei de volta no saquinho, e bem quando ia devolver pro lugar, ela entrou!!! Eu disfarcei e escondi na minha bolsa, mas tinha um detalhe... esqueci de tampar o buraco de onde tirei. Ao entrar e ver que eu ainda tava fazendo algo, ela rapidamente notou que o esconderijo dela tava exposto, disfarçadamente se aproximou pra verificar se o amiguinho tava lá. Salvo, eu tava ligado nisso e quando ela viu que não tava, ficou nervosa e tentou desviar a atenção, era óbvio que eu tinha pegado. Como a gente nunca tinha sido tão direto, ela se segurou e seguiu como se nada tivesse acontecido, e eu mal consegui devolver pro lugar sem ela ver. Ajeitamos tudo e finalmente chegou a hora da família partir pra noite de acampamento. Já ansiosos pra vê-los ir embora, esperamos pacientes até eles entrarem no carro e sumirem. A gente tava nervoso, os dois sabiam que era aquele o dia em que finalmente íamos nos comer, e tava tanta vontade que, sem nem precisar falar, a gente sabia que queria transar e que só precisava daquela noite pra rolar. Foi uma tarde longa, mas pra nossa má sorte, a chuva começou a cair forte. Aí no quarto, a gente ficou conversando sobre isso, esperando dar uma certa hora pra começar nossos jogos secretos e perversos. Laura me dizia que eles iam voltar se chovesse mais, e eu tava confiante de que não ia ser assim. Ficamos umas horas batendo papo, ela tava curiosa pra saber quem eu gostava na escola, e insistia muito que não tinha namorado e que tava super curiosa sobre as coisas de adulto. Bem que eu sabia que quase adorava a bunda e o corpo dela. Ela tinha vestido o pijama de novo, uma calça bem justa que deixava ver a marca da calcinha, e como a gente tava bem à vontade, ela usava um top pequeno sem sutiã. Mais uma vez eu via os bicos dos peitos dela, que dessa vez tinham um detalhe especial: estavam inchados e já fazia um bom tempo que tavam assim. Dava até pra ver que a pele dela tava arrepiada e que onde marcava a buceta, tinha uma mancha de umidade que crescia aos poucos. Quando vi aquilo, meu pau ficou duro que nem titânio, até dava uma sensação de coceira e pontadas, que eu curtia porque era de prazer. Senti que logo saiu líquido da ponta do meu pau e dava pra perceber a umidade na minha cueca, enquanto eu já não conseguia disfarçar. A ereção... Ela estava com uma cara de tesuda, ruiva, e mexia muito as pernas, como se estivesse apertando a bucetinha dela pra se estimular, porque a cada vez a mancha de umidade crescia mais e mais até ficar tão evidente quanto minha ereção. Dava pra ver que ela estava tão molhada que a umidade já tinha escorrido até a linha das bundinhas dela, e na parte da vulva era um borrão bem evidente. A gente tava vendo TV lado a lado, então num momento foi minha vez de trocar o canal, tinha que levantar porque o controle não funcionava. Aproveitei pra deixar minha ereção bem visível. Virei sem dar a cara pra ela e fiquei de pé, me colocando bem no meio da visão dela pra que, quando eu ficasse de perfil, ela notasse como o pau tava duro... E eu soube que ela notou porque chegou num ponto que, depois que troquei o canal, ela se levantou e veio sentar na beira da cama. Eu me deitei de novo e ela me pediu pra emprestar meu celular pra ver o Facebook dela, já que ela não tinha internet. Naquela época eu já trabalhava e podia pagar minhas coisas, enquanto ela dependia dos meus pais. Eu deixei, e o que ela fez foi se ajeitar, levantando a bunda. Ficou bem na altura da minha virilha, e numa dessas a gente continuava nossa conversa enquanto a TV passava um filme. Ela disse: "Olha!!!" Eu insisti naquele momento, ou melhor, tive a intuição de me aproximar, porque nossos genitais estavam a uma distância de um corpo. Pra não errar, em vez de me levantar, eu me virei e me estiquei pro lado dela. Desse jeito, meu pau bem duro ficou totalmente encostado na bunda dela!!!! Ela disfarçadamente se esfregava e ficava cada vez mais vermelha. Num momento, nossa conversa se resumiu a uma única pergunta... "Você acha que eles voltam?" Ela dizia, e como ainda estava chovendo, nós dois tínhamos medo que fosse assim, principalmente porque o tempo ia passar e a gente ainda não tinha partido pra ação de verdade... Então, pra quebrar essa tensão de sermos pegos, ela começou: "E a gente vai brincar de quê?" E imediatamente eu comecei com o clássico que a gente fazia de começar com as letras do alfabeto e parar numa. Obviamente nós dois paramos na n e eu falei pra ela... "eu sei de um jogo com n". Ela responde: "Não vai dizer 'os noivos', vai?" Eu concordei com o olhar e ela me encarou de um jeito que, juro, me fez ter uma pequena gozada e ficar igual um touro fervendo de prazer. "Ah", ela diz, "a chuva não parou, acho que eles vão voltar..." Pois é, pensei a mesma coisa, falei pra ela, enquanto de novo ela se ajeitava e, já sem disfarçar, esfregava a bunda no meu pau através da nossa roupa, que estava molhada das nossas partes, a ponto de eu sentir o cheiro dela. Confiante, comecei a passar a mão nas bundinhas dela e a brincar com meus dedos nas coxas dela. Laura só dizia: "Tomara que eles não venham, que a chuva pare". E mesmo assim, continuamos. Passaram vários minutos, quase uma hora, quando de repente ouvimos o barulho do carro chegando em casa. Rápido, levantamos e colocamos um filme pra disfarçar o que tava rolando ali. E assim, mesmo que dessa vez não tenha rolado, passamos uma tarde quente pra caralho. E desde então, nossa intenção sexual ficou bem clara. Até hoje, mais de 10 anos depois, eu ainda continuo desejando a Laurita.
1 comentários - Segredos de irmãos (fotos reais dela)