Como tudo começa…

Olá, pessoal, sou o Ron, um cara de 28 anos, moro na cidade de Lima e, pra ser sincero, isso é novo pra mim, mas quero contar e assim desabafar tudo.


É verdade que, sexualmente, não sou muito ativo. Nunca tive vontade de penetrar uma mina; quando fiz, foi por curiosidade ou porque rolou sem planejar, mas não era algo que me atraísse ou me deixasse louco. Prefiro ficar na minha, de boa. Pois é, eu saía pra fazer as compras no mercado, meus avós ficavam em casa com minha tia. Tava com um moletom cinza claro que ficava meio apertado atrás — é que eu sou meio bundudo — e uma camisa de manga longa.


E aí fui no mercado que era um pouco longe, porque lá vendia mais variedade de coisas. Eu sempre ia andando uma vez por semana e, às vezes, quando precisava de alguma coisa na hora, levava a lista que minha tia me dava num papel. Era meio-dia, um pouco tarde, então fui com pressa. Quando cheguei no mercado, comecei a escolher verduras, me abaixei sem dobrar os joelhos e, ao recuar um pouco enquanto escolhia, esbarrei num senhor sem querer. Ele me segurou pela cintura e minha bunda ficou colada praticamente no pau dele. Senti uma corrente estranha atrás e falei "desculpa" e me lev meio sem graça. O senhor manteve as mãos segurando e, depois de uns segundos, me soltou dizendo "cuidado".


Eu continuei enrolando a verdade, mas tenho que admitir que gostei de sentir o volume dele colado na minha bunda, como ele estava de moletom deu pra sentir ainda mais. O senhor me olhou e foi mais pra dentro do mercado, na hora eu calculei que ele devia ter uns 55 anos ou talvez mais. Depois disso, terminei de comprar tudo que minha tia pediu na lista, só faltava a comida do meu cachorrinho, então fui até uma barraca que vendia de tudo pra animais. Tava parada lá quando o senhor de antes também chegou pra comprar, quando vi ele, fiquei sem graça de novo. A moça terminou de me entregar umas rações que pedi e um ossinho daqueles que vêm num pacote, foi aí que o senhor me perguntou sobre o ossinho e a gente começou a conversar.




Ele me contou que também tinha animais de estimação e queria castrar a cadela dele, mas desconfiava de um lugar seguro. Contei sobre o local onde castrei meu cachorrinho, ele me perguntou onde ficava, então tentei explicar, mas ele não entendia muito bem. Na minha cabeça, pensei: "deve ser a idade", mas tive paciência. Mais ou menos ele entendeu. Pude observá-lo melhor: era um pouco mais alto que eu — eu tenho 1,68 m —, assim como eu, era branquinho, não albino, só claro. Dava pra notar as rugas e um pouco de barba, o cabelo já estava caindo, com alguns fios grisalhos bem visíveis, mas tinha boa postura, não era corcunda. Conversamos mais um pouco enquanto caminhávamos para sair do mercado, e ele me agradeceu por tentar ajudar com o endereço. Me disse o nome dele (Álvaro), e então pediu meu número de celular para qualquer coisa me consultar. Como notei que era um senhor tranquilo e educado, aceitei. Ele me deu o celular dele, anotei meu número e me adicionei. Eu não estava com meu celular, tinha deixado em casa. Bom, foi assim que nos despedimos.


Finalmente cheguei em casa, meio cansado, fui tomar banho e ajudei minha tia em algumas coisas enquanto o almoço ficava pronto. Almoçamos todos juntos, cuidei do nosso cachorrinho e lavei a louça. Depois fui pro meu quarto, me deitei e fiquei ouvindo música. Comecei a lembrar do que aconteceu horas atrás com o senhor. Nunca tinha tido uma experiência assim. Bom, só quando era mais novo, tipo uns 16 anos, que masturbei um amigo da escola na casa dele enquanto a gente via pornô, mas depois disso foi tudo tranquilo. Sentia meu cu estranho, tipo um formigamento, não sei explicar direito. Talvez alguém que leia isso me entenda. A questão é que fiquei pensando e comecei a me tocar ali, me esfreguei um pouco e senti uma sensação gostosa. Nunca tinha sentido isso antes. Depois de algumas horas, recebi uma mensagem no WhatsApp: "Oi, sou o Álvaro do mercado, obrigado de novo pela ajuda." Respondi que não precisava se preocupar.


Foi assim que começamos a conversar. Ele me contou muita coisa sobre ele: era casado e tinha 62 anos. Respondi que não parecia. Ele me disse que morava com a esposa e uma das filhas, porque os outros filhos já viviam em outro lugar com as famílias deles. Contei também um pouco sobre mim. Na época, eu trabalhava remoto para um serviço telefônico da Espanha, só trabalhava 6 horas e meu turno rodava, assim como meu descanso. A gente continuou conversando de vez em quando até nos despedirmos pra dormir.
Continuamos conversando por dias, aos poucos a confiança foi aumentando, eu até que gostava dela, pra ser sincero. Ela adorava me mandar todo tipo de informação, links, vídeos de história e fotos. Até que um dia ela me contou que já tinha operado a buceta dela no lugar que eu indiquei e que tudo tinha dado certo. Disse que ia me mandar uma foto da buceta dela deitada. Nessa hora, meu celular estava do lado do teclado e, nas notificações, vi a mensagem dela. Pra não deixar no visto, só deslizei a mensagem pra ver o que era. Foi quando fiquei meio chocado: era uma foto do pau dela, e ela rapidamente apagou. Entrei no chat e falei: "O que foi? Apagou?" com um emoji de surpreso. Ela disse que não era nada, mas eu já tinha visto. Aí ela me mandou outra foto, dessa vez da buceta dela deitada na caminha dela. A gente conversou um pouco sobre o assunto, e eu fiquei pensando: por que ela me mandou aquilo? Será que se confundiu?


Naquela mesma noite, a esposa dele já tinha ido dormir, ele me contou, e a filha não estava em casa. Era mais ou menos umas 10 da noite, e a gente começou a falar sobre vários assuntos. Ele me disse que, quando jovem, sempre foi na dele, só tinha tido duas experiências antes de conhecer a esposa atual. Eu contei que também não tinha tido muitas experiências. Perguntei como estavam as coisas com a esposa, e ele falou que não rolava nada há muito tempo, que devia ser por causa da idade, que ela reclamava pra caralho e dormia. No meu pensamento, falei: "coitado do velho". No meu caso, tava de boa porque, como já falei antes, esse assunto não me interessava, não sentia vontade de penetrar. Ele continuou me contando um monte de coisas.


Eu tava pensando naquela foto e não sei por que minha pele ficou quente, meu rosto também, e meio que fiquei de pau duro pensando nisso, e aí falei mais solto, já que tava no meu quarto e meus avós e minha tia já tinham ido descansar normal. Falei pra ele que ainda parecia um senhor de boa aparência, ele me perguntou se eu achava mesmo, falei que sim, que era uma pessoa agradável e que a esposa dele devia valorizar isso, ele me agradeceu pelas palavras, embora não acreditasse nisso, e me mandou uma selfie dele, pude ver melhor porque no WhatsApp dele a foto era da buceta dele, e naquele dia no mercado, como a gente tava de máscara, só vi os olhos dele pra cima. Falei: "Viu só, cê tá bem pra sua idade, até parece mais novo" e coloquei um rostinho feliz. Ele me agradeceu e disse que eu também tava bem. "Sério?" respondi, "já não malho, tenho que malhar porque engordei", entre risadas, "tô pesando 74 agora, mas meu peso vai mais pras pernas e pra trás, acho, minha barriga é pouca, como trabalhava sentado era normal, pra que vou mentir.


Ele insistiu que eu estava bem, eu perguntei o que exatamente nele parecia bom e mandei uma foto minha de pé, ele viu e eu apaguei, a verdade é que não sei o que deu em mim, sempre tive uma vida hétero, machão perante todo mundo, embora não fosse sexualmente ativo como deveria, mas só me deixava levar pelo que sentia na hora. O Senhor (Álvaro) — embora eu o chamasse de senhor, não pelo nome, por respeito — reforçou que estava tudo bem e me pediu uma foto de costas, aí já achei estranho. Eu estava com um shortinho pequeno, por baixo minha cueca, uma camiseta bem larga que quase batia na coxa, o short estava meio apertado, então o que fiz — e não sei por quê, só me deixei levar — tirei minha cueca e vesti o short sem nada por baixo, apoiei o celular na cama e levantei a camiseta pra aparecer minha bunda, mandei a foto e ele ficou um tempo sem responder, apaguei a foto e ele disse que o short caía bem em mim, eu só agradeci.


Então ele me disse que ia ao banheiro por um tempo, eu falei ok. Depois de uns minutos, já era umas onze e meia da noite, ele me respondeu perguntando se eu queria ver algo. Eu, na real, estava me massageando o cu de vez em quando e falei "vamos ver". Aí ele mandou a foto do pau dele perguntando se eu gostava. Tinha pelos brancos por causa da idade, dava pra ver a cabeça e o tamanho, que pra mim era normal. Era branquinho, o segundo que eu via na vida. Então respondi que sim, só me deixei levar pelo que sentia. Meu rosto queimava mais e eu me tocava mais atrás, e gostava daquela sensação, verdade. Ele apagou a foto e disse que a filha dele tinha chegado, que amanhã a gente continuava conversando. Falei que estava bem, boa noite, e fiquei pensando. Não conseguia dormir direito, pensava muito no que estava acontecendo comigo. Tava confuso. Sou gay? Será que estava tudo certo com o que tava rolando? E acabei dormindo.


No dia seguinte, a gente se cumprimentou normal, mas eu tava meio pensativo, não tocamos no assunto da noite, conversamos de boa e ela falou que seria legal ver um filme juntos já que a gente se dava bem. Eu disse que sim, seria massa, mas os cinemas são muito cheios, ia ser suspeito. Foi aí que pensei em só me deixar levar mais e perguntei se a gente podia achar um lugar mais isolado pra ver o filme e de quebra conversar cara a cara, porque já fazia umas semanas que eu tinha conhecido ela, mesmo com medo por ela ser vulnerável entre risadas. Ela respondeu: "Onde seria?" Eu falei que ia dar um jeito e avisava, e ela respondeu: "Tá bom.


Era óbvio que era um hotel a minha proposta, embora não tenha dito diretamente. Meu rosto ainda tava quente enquanto procurava um lugar discreto, porque às vezes rolavam operações que davam treta nas notícias, e se isso acontecesse, minha família morria. Então, fui com calma procurando enquanto trabalhava, até que encontrei um. Copiei o link do lugar e mandei pro Senhor (Álvaro), com medo de enviar, porque a reação dele ia decidir o que ia rolar. Ele respondeu que tava de boa, e perguntou quando poderia ser. Justo no dia seguinte eu tava de folga, falei isso e que tinha que ser bem cedo porque precisava ajudar em casa à tarde. Pra ninguém desconfiar, combinamos que ele iria primeiro e eu depois. Às 7 da manhã a gente se encontraria num ponto pra ir juntos.


Eu tava nervoso, com medo e ansioso também, não sabia como ir, então fui comprar uma cueca preta, porque só tinha samba-canção, não tive coragem de comprar algo de mulher, me dava vergonha. Conversei mais um pouco com ele durante o dia e combinamos pra cedo, não dormi bem naquela noite também, acordei umas 5 e pouco da manhã, tomei banho e me depilei tudo. Na internet vi como depilar a parte de trás e fiz direitinho, com medo de me cortar, mas felizmente não aconteceu. Passei a lâmina nas nádegas também, só por precaução, só tinha pelos nas pernas e um pouco no meu pau, mas atrás tava lisinho, sem pelos. Fiz tudo isso enquanto continuava excitado. Me troquei, coloquei minha cueca preta, o moletom mais justo que eu tinha, cinza escuro, uma camiseta preta e tênis. Comprei camisinhas também por precaução e um lubrificante, tudo isso li na internet. E claro, lavei bem a parte de trás. Foi assim que mandei mensagem pra ele dizendo que já tava a caminho, ele respondeu que também tava indo, e eu saí.


Quando a gente se encontrou, demos um abraço como se conhecesse a vida inteira, e a mão dele agarrou minha cintura. A gente tava a umas quadras do hotel, então, como a gente tinha combinado, ele foi na frente. Uns 15 minutos depois, ele me avisa que já entrou, me passa os dados do quarto, e eu fui. Tava com um nervoso danado. Entrei na recepção e falei o número do quarto que ia. Tava uma senhora atendendo, mas como eu tava de máscara, de boa. Subi até o andar que ele falou e mandei mensagem pra ele abrir. Cheguei na porta, respirei fundo e falei pra mim mesmo: "que aconteça o que tiver que acontecer". Ele abriu e eu entrei. Ele fechou a porta com tranca. O quarto era bonito, bem iluminado porque tinha uma janela que dava pra rua. A TV não era muito grande. Fui no banheiro lavar as mãos e, quando saí, ele entrou no banheiro também.


Quando saí do banheiro, ele me disse que eu era gostoso, mas achei que era só conversa fiada. Ligamos a TV e sentamos na cama pra procurar algo pra assistir, o controle remoto tava meio falhando, eu continuava calado, então levantei pra mudar o canal manualmente. Aí, enquanto eu tava trocando, ele se levantou e me abraçou por trás, colando o pau na minha bunda. Eu não falava nada, só continuava mudando de canal. Ele agarrou meu peito com as duas mãos e me apertou junto dele. Eu encostei mais minha bunda e comecei a rebolar. De novo, senti o tesão, foi quando virei, olhei pra ele e nos beijamos. Foi estranho, mas eu me deixei levar. Ele metia a língua, e eu também. Ficamos nos beijando um tempão enquanto ele apertava minha bunda com força. Ele sentou na cama, e eu sentei no colo dele, continuando a nos beijar. Aos poucos, fomos deitando na cama. Ele me virou de costas e montou em cima de mim, se esfregando. Continuava me beijando, e eu correspondia. Aí ele perguntou se podia tirar meu moletom. Eu disse que sim. Ele tirou, e eu tava de cueca. Me deu um beijo na minha bunda, na parte que a cueca não cobre, e depois tirou a cueca também.


Ele beijou toda a minha bunda, abriu e deu um beijo no meu cu, foi gostoso pra caralho, me lambia desde o meu cu até a parte baixa das minhas costas e eu tava viajando de tão gostoso que era, era a primeira vez que eu experimentava aquilo. Ele continuava me beijando, eu rebolava a bunda na cara dele, não sei quanto tempo ele ficou me lambendo e me beijando atrás, acho que meia hora ou mais, talvez. Eu só curtia a língua dele e ele, o momento que era perfeito, o tesão, a putaria que eu sentia era algo que eu amava. Depois disso, terminei de tirar tudo que tava embaixo, dei outro beijo nele, tava completamente diferente, minha vida de hétero não existia naquele momento, me sentia como uma mulher. Toquei na calça dele na parte do pau, ele tirou tudo, eu só tava com minha camiseta preta e meias, até que vi o pau dele e peguei, tava meio mole, comecei a masturbar ele, do jeito que eu fazia comigo às vezes e ele gostou. Aí eu comecei a pensar: quem sabe melhor bater uma punheta num pau do que um próprio homem.


Continuei batendo punheta pra ele enquanto beijava ele e ele agarrava minhas nádegas, o pau dele soltava bastante líquido pré-seminal, tava molhado, e não sei o que deu em mim que lambi e meti na boca, primeira vez que fazia isso na vida, tem um gosto estranho e bem babento, tipo comer meleca, não pensava, só fazia, chupei ele todo até ficar molhado só da minha saliva, o pau dele já tava um pouco mais duro e perguntei se ele queria me pegar, entreguei as camisinhas, ele colocou, peguei o lubrificante e me virei de lado, ele começou a tocar meu ânus, e eu senti o pau dele na entrada com a camisinha, tentou várias vezes, mas só entrou a ponta da cabeça, acho que era porque ele tava mole, não duro de verdade, continuou tentando e já tava um tempão nessa, só doía um pouco a parte externa do meu ânus, quando peguei o pau dele e tentei meter eu mesmo, tava bem mole, acho que é por causa da idade, ele continuou tentando e se desculpou comigo, falei pra ele não se preocupar, olhando meu celular já era umas 9 e tanto, ele disse que deve ser porque tava nervoso, já que era novo pra ele, também porque não tinha intimidade há muito tempo e como o pau é um músculo, perde a rigidez, fiquei com pena porque ele falou triste.
Então tirei a camisinha e comecei a bater uma pra ele de novo, fui indo, fui indo e falei pra ele me avisar, minha mão já tava cansando, depois de um bom tempo ele falou que já ia gozar, mas o pau dele só endureceu um pouquinho, ainda meio mole, até que ele gozou, gozou pra caralho, quando gozou o pau dele praticamente morreu e eu achei engraçado ele gemer na hora, me deitei do lado dele, ele agradeceu falando que tava gostoso, e a gente continuou se beijando mesmo com minha mão toda cheia de porra, aí ele levantou e foi tomar banho, quando ele saiu eu também tomei uma ducha, meu cu tava encharcado de cuspe, a minha tesão baixou depois da chupada de cu que o Senhor me deu, então foi de boa, ele ficou se sentindo mal por não ter funcionado, mas curtiu a experiência, a gente se trocou de novo, ele me sentou no colo dele e a gente se beijou, combinamos de tentar de novo, já tava na hora de ir embora, a gente se despediu com um beijo que nunca vou esquecer, eu saí primeiro e depois ele, já chegando em casa a gente conversou um pouco sobre a experiência.


Assim passou o tempo e a esposa dele adoeceu, ele ficou deprimido, pouco tempo depois disso me mandou uma mensagem, resumindo dizia "é melhor cada um seguir seu lado pelo bem das nossas famílias", foi o que entendi e ele me bloqueou, desde aquele dia nunca mais soube dele, não tentei procurar nem nada porque foi decisão dele, não minha, não sei como ele está, só espero que esteja bem e desejo o melhor pra ele e a família dele. Depois disso até hoje não tive experiências parecidas, tive contato com pessoas em sites diferentes, mas tudo fica só no chat, são sem respeito, só querem transar e pronto, são rodados e isso não é saudável. Eu mesmo tentei colocar coisas no meu cu, mas sempre fico na dúvida de como é ser penetrado e se esse é meu caminho. Espero que tenham gostado da minha experiência.


Bom, se algum de vocês que estão me lendo se interessar em tentar algo diferente com toda discrição, claro, respeito muito as famílias, então não encho o saco, não passo número de celular nem peço número por discrição, é melhor assim. Mas tenho certeza de que, entre todas as pessoas desta cidade, deve ter alguém que queira ser ativo e experimentar algo novo juntos. Não ligo para o físico, mas sim para a sinceridade. Se são casados, viúvos ou têm filhos, não julgo, mas que sejam maiores de idade, alguém maduro para conversar e passar bons momentos (o tamanho, vocês sabem, quanto menor melhor, ainda sou virgem). Que seja tranquilo, sem vícios, alguém decidido como eu estou procurando. Não sou expert nisso, mas podemos virar experts juntos, sem riscos. Bom, desejo o melhor a todos e se cuidem.

0 comentários - Como tudo começa…