Já faz um tempão que passei da minha fase de punheteiro com as milfudas, no meu caso devo ter tido entre os 19 e 24, mais ou menos. Não sei se vocês querem me contar com que idade tiveram a de vocês. E a real é que fazia muito tempo que eu não imaginava, nem pensava em realizar essa fantasia. E sem procurar, aconteceu neste último fim de semana, aos 31, por isso que tô contando, porque tá bem fresquinho.
Tava numa viagem de pré-temporada com um time juvenil que sou professor. Uma das poucas coisas boas disso é que às vezes tem alguma mãe interessante na delegação. Com a Gise, nos dois primeiros dias, mal trocamos palavra, mas tinha um contato mínimo porque, apesar de ser mãe, ela foi na viagem pra dar uma mão como médica. No segundo dos quatro dias, já acomodados com a loucura da viagem e de cruzar com ela tanto, ela parou de me chamar pelo característico "professor" e começou a me tratar por "você", e eu automaticamente copiei. Embora tenha deixado passar na hora, foi um sinal.
No terceiro dia, passamos uma manhã inteira tomando chimarrão no campo, às vezes com outros professores ou outras mães. Foi durante essa manhã que percebi que ela tava pra frente, ficamos sentados conversando um tempão sobre a vida e o que cada um faz, bem próximos um do outro. Já tinha notado, apesar de ela usar roupa esportiva bem largada, que era muito boa na parte da frente, claramente tinha algum retoque naquelas tetas, que várias vezes estavam com os bicos durinhos. Mas achei ela um pouquinho gordinha, de barriga e rabeta. De rosto, ao falar tão perto, vi que tinha olhos lindos, castanho escuro, e poucas e finas rugas, cabelo liso comprido com aquela mistura de tintura entre castanho claro e loiro acinzentado. Chutei uns 41 anos.
Ela me contou rapidinho que era divorciada do pai do meu aluno, mas tava namorando alguém há um tempo, mas não pensava em casar de novo. "Já era, tenho que dar um jeito de jogar a isca com um certo cuidado", pensei depois desse comentário. Mas como caralhos eu ia fazer, se ela tava em outro hotel a umas cinco quadras? No quarto e Último dia, ela passou o tempo todo perto de mim, toda vez que a gente se cruzava tinha um comentário ou pelo menos um roçado. Eu precisava dar um jeito de vê-la a sós. À noite, umas 22h, fui até o hotel dela deixar umas coisas dos alunos, já que no dia seguinte de manhã a gente voltava. Encontrei ela terminando de jantar com outra mãe no lobby, e já fui puxar conversa. Depois de uns minutos, não achava um jeito de despachar a outra mãe, mas o filho dela apareceu desesperado atrás do celular e ela foi ajudar. Ficamos sozinhos. Como é que eu ia fazer pra tentar ver se rolava algo? Falei umas merdas sobre a viagem, e decidi desistir. Levei as coisas pros caras, demorei uns 10 minutos. Passei de novo pelo lobby, torcendo pra ela ainda estar lá, e tinha me ocorrido um jeito de tentar tirar ela do hotel. Por sorte, ela ainda estava lá, tomando um café, mexendo no celular. — Então, sem sono? Falei de passagem, indo pra porta da rua. — É, não sei como, com tudo que a gente andou hoje. Ela respondeu. Cheguei perto da mesa dela e falei: — Quer dar uma volta na praça? Soltei o convite. Ela olhou pros lados pra ver se tinha alguém perto e disse: — Fechou, em 5 minutos me espera na outra esquina pra não se entregar tanto. A gente riu com o comentário. Esperei ela, demorou um pouco menos. Assim que se trocou, só vestiu um body preto bem justo no corpo que me fez perceber que eu tinha me enganado sobre a suposta barriga dela. Tava uma gostosa. — Vamos na praça que é mais longe, nessa daqui deve ter alguém, com certeza. Ela disse. Caminhamos duas quadras quase sem falar, meio separados. — Onde cê vai tão apressada? Falei, já que ela tava andando pra caralho. — Aqui a uma quadra, virando a esquina, vi que tem um motel. Entra daqui a 10 minutos, fala que vai no quarto da Yesi. Fiquei perplexo, a gata não perdia tempo. — Não vai me deixar na mão, otário. Ela disse. — Nem fodendo. Respondi. Em 10 minutos, tava entrando no motel. Perguntei em que quarto estava a Yesi. — No paixão, segundo andar, me respondeu a recepcionista. Atendi. Subi as escadas com o pau já bem preparado. Entrei no quarto, tava iluminado com luzes vermelhas, não fui em muitos, mas o hotel era bem bom. Quarto médio, com frigobar também, cama grande com espelho em cima e outro numa parede perto. Fechei a porta e ela saiu do banheiro. De lingerie, se aproximou e disse: — Quer foder isso, professor?
- Muito. Falei. Ela se agarrou em mim e passou a mão na minha rola por cima da calça.
- Nossa, já tá dura. Vai segurar um pouco? Vai me fazer gozar? Ela perguntou.
- Claro que vai gozar, gostosa. Respondi.
- Como? Ela perguntou.
Na hora desci pra chupar a buceta dela, abri um pouco as pernas, depois a calcinha fio dental e comecei a lamber e chupar devagar.
- Uff, era isso que eu queria. Ela reagiu. Rapidamente começou a gemer e a se molhar toda, a putinha.
- Vai fundo, professor. Ai que delícia, professor!
Durante a chupada, comecei a pegar na bunda dela. Pareceu adorar, então comecei a enfiar um dedinho na buceta dela e outro no cu. Comecei devagar, mas ela logo pediu mais.
Aí parti pra dedada com força, dois dedos de uma mão no cu e três na buceta. Puta merda, a quantidade de líquido que essa mulher soltou foi incrível, acho que nunca vi uma buceta tão molhada. Ela ficou meio exausta, deitada na cama. Então tive que partir pro ataque, pra não ficar sem nada.
- No final, quem não aguentou foi você. Falei pra ela.
Ela não disse nada, me olhou com cara de safada. Virou, ficou de quatro e falou:
- Me come o cu e enche de porra.
Obedeci na hora, mas fui com a cara, lambi um pouco o cu dela, lubrifiquei bem com saliva, enfiei mais uns dedos. Depois de uns minutos, voltei com a língua e saliva, tocando um pouco na buceta, que continuava ou ficava bem molhada de novo. Aí optei por usar um dos melhores lubrificantes pra comer o cu dela. Me ajoelhei, encostei um pouco a ponta da minha rola no cu dela, já no ponto de explodir, e fui e meti até o fundo na buceta. Ela gemeu e me xingou um pouco, eu enfiei umas vezes, tirei ela toda molhada e fui meter na bunda. A cabeça entrou perfeito e depois o resto, claramente era um cu bem comido. Mas também bem apertado, comi devagar uns 5 minutos, várias vezes tirando tudo e metendo de novo até o fundo. Ela tava tipo Louca, mas corto essa sequência com um: - Emprenha minha bunda. A frase dela me deixou louco, na hora comecei a meter com tudo, mas não ia aguentar muito. Não sei quanto tempo, mas gozei na hora, mesmo tentando aguentar mais uns dois minutos com a pica já gozada e a bunda dela cheia de porra. Isso fez com que ela gozasse mais uma vez. Ver ela deitada na cama com minha porra escorrendo da bunda dela me deixou com tesão rápido. Já queria começar a segunda transa, então me aproximei, tirei o sutiã dela e fui chupar aqueles peitões com uns bicos enormes. - Já vamos começar de novo? Que delícia que é transar com caras, puta que pariu. Disse a putinha. Chupei os peitos dela por um tempo e ela me fala: - Deixa eu limpar um pouco essa pica. Fica de pé. Ela mandou. Obedeci, ela se ajoelhou e começou a chupar. Gostei do jeito dela, chupando, sugando e beijando muito a cabeça da minha pica. Ela ficou nessa por uns 10 ou 15 minutos e me diz: - Você vai me foder a boceta agora? Ou quer gozar na minha boca? Ela disse, enquanto me batia uma punheta forte. - Vou te foder. Respondi. Ela se posicionou de missionário, enquanto eu ia pegar uma camisinha. - Para. Me fode sem. Eu hesitei, nem fodendo que ia arriscar deixar um filho dentro dela, claramente era uma gostosa fértil. Ela percebeu e falou com voz de puta e implorando: - Vai, faz tempo que não me enchem. Faz isso, tomo a pílula do dia seguinte, qualquer coisa. Porra, que difícil recusar um convite desses. Subi em cima dela, beijamos, desci pra chupar mais um pouco os peitos, enquanto ainda estava na dúvida, mas com a pica morrendo de vontade de entrar. Ela pediu mais algumas vezes e eu fui e meti. Como eu curti aquela imagem dos peitos dela balançando a cada estocada, eles tinham um movimento muito bom, apesar de claramente serem siliconados, nem fodendo que uma coroa de quarenta que já deu pra dois caras tem eles tão bonitos assim. Trocamos de posição várias vezes, a segunda transa é minha especialidade, se eu controlar bem os ritmos e a respiração. Então fiquei um bom tempo metendo, até que percebi que ela Várias vezes gozei, meio cansado e seco, acelerei a foda e me preparei pra encher ela de porra. — Uuuh, Sweetie, você gozou mesmo! Como eu amo sentir a porra quente na minha buceta, faz um tempão que não acontecia comigo. Tem um pouco mais de história, mas acho que já ficou bem longo até aqui. Se essa parte for bem, continuo com a próxima. A foto é puramente ilustrativa, a mais parecida que achei por aí. Tomara que eu consiga trabalhar nela pra ela topar tirar umas fotos. Abraços.
Tava numa viagem de pré-temporada com um time juvenil que sou professor. Uma das poucas coisas boas disso é que às vezes tem alguma mãe interessante na delegação. Com a Gise, nos dois primeiros dias, mal trocamos palavra, mas tinha um contato mínimo porque, apesar de ser mãe, ela foi na viagem pra dar uma mão como médica. No segundo dos quatro dias, já acomodados com a loucura da viagem e de cruzar com ela tanto, ela parou de me chamar pelo característico "professor" e começou a me tratar por "você", e eu automaticamente copiei. Embora tenha deixado passar na hora, foi um sinal.
No terceiro dia, passamos uma manhã inteira tomando chimarrão no campo, às vezes com outros professores ou outras mães. Foi durante essa manhã que percebi que ela tava pra frente, ficamos sentados conversando um tempão sobre a vida e o que cada um faz, bem próximos um do outro. Já tinha notado, apesar de ela usar roupa esportiva bem largada, que era muito boa na parte da frente, claramente tinha algum retoque naquelas tetas, que várias vezes estavam com os bicos durinhos. Mas achei ela um pouquinho gordinha, de barriga e rabeta. De rosto, ao falar tão perto, vi que tinha olhos lindos, castanho escuro, e poucas e finas rugas, cabelo liso comprido com aquela mistura de tintura entre castanho claro e loiro acinzentado. Chutei uns 41 anos.
Ela me contou rapidinho que era divorciada do pai do meu aluno, mas tava namorando alguém há um tempo, mas não pensava em casar de novo. "Já era, tenho que dar um jeito de jogar a isca com um certo cuidado", pensei depois desse comentário. Mas como caralhos eu ia fazer, se ela tava em outro hotel a umas cinco quadras? No quarto e Último dia, ela passou o tempo todo perto de mim, toda vez que a gente se cruzava tinha um comentário ou pelo menos um roçado. Eu precisava dar um jeito de vê-la a sós. À noite, umas 22h, fui até o hotel dela deixar umas coisas dos alunos, já que no dia seguinte de manhã a gente voltava. Encontrei ela terminando de jantar com outra mãe no lobby, e já fui puxar conversa. Depois de uns minutos, não achava um jeito de despachar a outra mãe, mas o filho dela apareceu desesperado atrás do celular e ela foi ajudar. Ficamos sozinhos. Como é que eu ia fazer pra tentar ver se rolava algo? Falei umas merdas sobre a viagem, e decidi desistir. Levei as coisas pros caras, demorei uns 10 minutos. Passei de novo pelo lobby, torcendo pra ela ainda estar lá, e tinha me ocorrido um jeito de tentar tirar ela do hotel. Por sorte, ela ainda estava lá, tomando um café, mexendo no celular. — Então, sem sono? Falei de passagem, indo pra porta da rua. — É, não sei como, com tudo que a gente andou hoje. Ela respondeu. Cheguei perto da mesa dela e falei: — Quer dar uma volta na praça? Soltei o convite. Ela olhou pros lados pra ver se tinha alguém perto e disse: — Fechou, em 5 minutos me espera na outra esquina pra não se entregar tanto. A gente riu com o comentário. Esperei ela, demorou um pouco menos. Assim que se trocou, só vestiu um body preto bem justo no corpo que me fez perceber que eu tinha me enganado sobre a suposta barriga dela. Tava uma gostosa. — Vamos na praça que é mais longe, nessa daqui deve ter alguém, com certeza. Ela disse. Caminhamos duas quadras quase sem falar, meio separados. — Onde cê vai tão apressada? Falei, já que ela tava andando pra caralho. — Aqui a uma quadra, virando a esquina, vi que tem um motel. Entra daqui a 10 minutos, fala que vai no quarto da Yesi. Fiquei perplexo, a gata não perdia tempo. — Não vai me deixar na mão, otário. Ela disse. — Nem fodendo. Respondi. Em 10 minutos, tava entrando no motel. Perguntei em que quarto estava a Yesi. — No paixão, segundo andar, me respondeu a recepcionista. Atendi. Subi as escadas com o pau já bem preparado. Entrei no quarto, tava iluminado com luzes vermelhas, não fui em muitos, mas o hotel era bem bom. Quarto médio, com frigobar também, cama grande com espelho em cima e outro numa parede perto. Fechei a porta e ela saiu do banheiro. De lingerie, se aproximou e disse: — Quer foder isso, professor?
- Muito. Falei. Ela se agarrou em mim e passou a mão na minha rola por cima da calça. - Nossa, já tá dura. Vai segurar um pouco? Vai me fazer gozar? Ela perguntou.
- Claro que vai gozar, gostosa. Respondi.
- Como? Ela perguntou.
Na hora desci pra chupar a buceta dela, abri um pouco as pernas, depois a calcinha fio dental e comecei a lamber e chupar devagar.
- Uff, era isso que eu queria. Ela reagiu. Rapidamente começou a gemer e a se molhar toda, a putinha.
- Vai fundo, professor. Ai que delícia, professor!
Durante a chupada, comecei a pegar na bunda dela. Pareceu adorar, então comecei a enfiar um dedinho na buceta dela e outro no cu. Comecei devagar, mas ela logo pediu mais.
Aí parti pra dedada com força, dois dedos de uma mão no cu e três na buceta. Puta merda, a quantidade de líquido que essa mulher soltou foi incrível, acho que nunca vi uma buceta tão molhada. Ela ficou meio exausta, deitada na cama. Então tive que partir pro ataque, pra não ficar sem nada.
- No final, quem não aguentou foi você. Falei pra ela.
Ela não disse nada, me olhou com cara de safada. Virou, ficou de quatro e falou:
- Me come o cu e enche de porra.
Obedeci na hora, mas fui com a cara, lambi um pouco o cu dela, lubrifiquei bem com saliva, enfiei mais uns dedos. Depois de uns minutos, voltei com a língua e saliva, tocando um pouco na buceta, que continuava ou ficava bem molhada de novo. Aí optei por usar um dos melhores lubrificantes pra comer o cu dela. Me ajoelhei, encostei um pouco a ponta da minha rola no cu dela, já no ponto de explodir, e fui e meti até o fundo na buceta. Ela gemeu e me xingou um pouco, eu enfiei umas vezes, tirei ela toda molhada e fui meter na bunda. A cabeça entrou perfeito e depois o resto, claramente era um cu bem comido. Mas também bem apertado, comi devagar uns 5 minutos, várias vezes tirando tudo e metendo de novo até o fundo. Ela tava tipo Louca, mas corto essa sequência com um: - Emprenha minha bunda. A frase dela me deixou louco, na hora comecei a meter com tudo, mas não ia aguentar muito. Não sei quanto tempo, mas gozei na hora, mesmo tentando aguentar mais uns dois minutos com a pica já gozada e a bunda dela cheia de porra. Isso fez com que ela gozasse mais uma vez. Ver ela deitada na cama com minha porra escorrendo da bunda dela me deixou com tesão rápido. Já queria começar a segunda transa, então me aproximei, tirei o sutiã dela e fui chupar aqueles peitões com uns bicos enormes. - Já vamos começar de novo? Que delícia que é transar com caras, puta que pariu. Disse a putinha. Chupei os peitos dela por um tempo e ela me fala: - Deixa eu limpar um pouco essa pica. Fica de pé. Ela mandou. Obedeci, ela se ajoelhou e começou a chupar. Gostei do jeito dela, chupando, sugando e beijando muito a cabeça da minha pica. Ela ficou nessa por uns 10 ou 15 minutos e me diz: - Você vai me foder a boceta agora? Ou quer gozar na minha boca? Ela disse, enquanto me batia uma punheta forte. - Vou te foder. Respondi. Ela se posicionou de missionário, enquanto eu ia pegar uma camisinha. - Para. Me fode sem. Eu hesitei, nem fodendo que ia arriscar deixar um filho dentro dela, claramente era uma gostosa fértil. Ela percebeu e falou com voz de puta e implorando: - Vai, faz tempo que não me enchem. Faz isso, tomo a pílula do dia seguinte, qualquer coisa. Porra, que difícil recusar um convite desses. Subi em cima dela, beijamos, desci pra chupar mais um pouco os peitos, enquanto ainda estava na dúvida, mas com a pica morrendo de vontade de entrar. Ela pediu mais algumas vezes e eu fui e meti. Como eu curti aquela imagem dos peitos dela balançando a cada estocada, eles tinham um movimento muito bom, apesar de claramente serem siliconados, nem fodendo que uma coroa de quarenta que já deu pra dois caras tem eles tão bonitos assim. Trocamos de posição várias vezes, a segunda transa é minha especialidade, se eu controlar bem os ritmos e a respiração. Então fiquei um bom tempo metendo, até que percebi que ela Várias vezes gozei, meio cansado e seco, acelerei a foda e me preparei pra encher ela de porra. — Uuuh, Sweetie, você gozou mesmo! Como eu amo sentir a porra quente na minha buceta, faz um tempão que não acontecia comigo. Tem um pouco mais de história, mas acho que já ficou bem longo até aqui. Se essa parte for bem, continuo com a próxima. A foto é puramente ilustrativa, a mais parecida que achei por aí. Tomara que eu consiga trabalhar nela pra ela topar tirar umas fotos. Abraços.
2 comentários - Minha Primeira Milf Gostosa