Beleza, e aí? Depois de muito tempo como espectador, vou compartilhar umas experiências, espero que curtam, e desculpa se eu enrolo ou falta detalhes, é a primeira vez que escrevo.
Sou de Libertad, uma cidade pequena no sul do Uruguai, bem perto de Montevidéu. Como toda cidade do interior, é bem tranquilo e todo mundo se conhece, então as aventuras têm que ser feitas na maciota...
Essa situação rolou uns dias atrás. A gente se juntou na casa de um amigo pra tomar umas e comer um traquini. Tavam os donos da casa, dois casais de amigos, e um casal que era só conhecido dos donos.
A noite foi passando entre histórias e bebidas, como toda reunião de +30. Um dos casais foi embora, e ficamos só com os donos da casa e o casal desconhecido. Esse último tava tendo uma discussão baixinha, alguma coisa tava rolando, e de repente o cara se despede e vaza, deixando a mina com a gente e os donos. Começamos a perguntar, ver o que tava pegando, e descobrimos que o cara tava trocando mensagem com outra guria, e ela tinha achado os papos dias antes. Com o álcool naquela noite, botaram a fofoca na roda, como a gente diz aqui.
Continuamos bebendo e falando pra ela se valorizar, que se o relacionamento não prestava, era melhor cair fora. E passamos mais um tempão de boa.
Já tarde da madrugada, a guria quis ir embora. Como tinha ficado sozinha, queria chamar um táxi. Aí eu falei: "Também vou nessa, se quiser te levo no meu carro". Ela topou, nos despedimos e fomos.
Já no carro, andamos umas quadras e eu soltei: "Por que você não tira a vontade de dar o troco nele?" Ela respondeu que sim, que já tava pensando nisso. Mal terminou de falar, eu já tava beijando ela com tudo. Ela ficou de olhos arregalados, não esperava, mas no segundo seguinte já tava me beijando com muita vontade. Ninguém falava nada, só metíamos mão e língua pra todo lado, muita putaria que explodiu naquele beijo. Depois de uns minutos, falei que íamos pra minha casa. Ela só balançou a cabeça. E aí saímos.
Quando chegamos, foi tudo muito intenso, parecíamos namoradinhos. Fomos nos comendo e nos despindo. Ela se ajoelhou no meio da sala e começou a chupar minha rola com muita vontade. Fisicamente, ela é bem garotinha e pequena, 1,55 de altura, eu acho, eu tenho 1,85, com uma rola de 21cm, bem grossa. O contraste era muito excitante. Ela chupava e dizia que o corno do namorado tinha uma bem menor, e que por algo tudo aconteceu, pra ela poder comer uma rola tremenda. Ela falava entre as chupadas e me deixava louco de tesão.
Depois de um tempo, deito ela no sofá, tiro a calça que tinha ficado enroscada numa perna, e me jogo de cabeça nessa buceta linda, muito gostosa. Ela disse que tinha depilado à tarde, na esperança de transar com o outro, e ali estava eu. Chupei e chupei, até que ela começou a apertar minha cabeça contra ela, se arqueou e gozou na minha cara. Disse que fazia tempo que não gozava assim, que o namorado nunca chupou a buceta dela porque não gostava de fazer isso. Eu não podia acreditar.
Fui buscar água, dei um tempo pra ela se recuperar. Ela chupou minha rola mais um pouco, e eu montei nela de missionário. Brinquei um pouco com a cabeça enorme e dura naquela buceta bem molhada. Ela não tirava os olhos, queria ver o tempo todo como era ser comida por uma rola de verdade. Comecei a meter, devagar, entrava e saía, entrava um pouco e saía, entrava mais um pouco e saía. Ela pedia aos gritos pra eu comê-la, e eu continuava devagar, aos poucos. Adorava ver aquela cara de tesão misturada com desespero. Até que enfiei tudo, as bolas bateram na bunda dela, e ela soltou um grito que tentou abafar com meu bíceps, deixando uma marca com os dentes. Ela estava possessa, pedia rola e eu dava. Aquela química sexual que você sente com aquela pessoa, que conecta, que parece que foram feitos um pro outro. Minha rola na buceta dela, entra e parece algo único.
Depois de um tempo, ela gozou de novo e pediu pra subir. Me acomodei embaixo e ela montou em mim. começa a cavalgar, eu chupava os peitos dela e segurava as nádegas pra enterrar bem a pica, ela gritava e pedia mais, nessa posição foi tanta a tesão, que eu falei que ia gozar, e ela só disse, me enche de porra, os segundos seguintes foram uma montanha-russa de emoções, ela enfiando a pica cada vez mais fundo, eu gozando como nunca, e ela num gemido prolongado, gozando também.
Depois de um tempo, os dois mortos, combinamos que não ia se repetir, a menos que ela terminasse com o outro, spoiler, terminaram sim, e ainda rolou mais coisa...
Valeu por chegar até aqui, vêm mais relatos por aí, boas punhetas!!
Sou de Libertad, uma cidade pequena no sul do Uruguai, bem perto de Montevidéu. Como toda cidade do interior, é bem tranquilo e todo mundo se conhece, então as aventuras têm que ser feitas na maciota...
Essa situação rolou uns dias atrás. A gente se juntou na casa de um amigo pra tomar umas e comer um traquini. Tavam os donos da casa, dois casais de amigos, e um casal que era só conhecido dos donos.
A noite foi passando entre histórias e bebidas, como toda reunião de +30. Um dos casais foi embora, e ficamos só com os donos da casa e o casal desconhecido. Esse último tava tendo uma discussão baixinha, alguma coisa tava rolando, e de repente o cara se despede e vaza, deixando a mina com a gente e os donos. Começamos a perguntar, ver o que tava pegando, e descobrimos que o cara tava trocando mensagem com outra guria, e ela tinha achado os papos dias antes. Com o álcool naquela noite, botaram a fofoca na roda, como a gente diz aqui.
Continuamos bebendo e falando pra ela se valorizar, que se o relacionamento não prestava, era melhor cair fora. E passamos mais um tempão de boa.
Já tarde da madrugada, a guria quis ir embora. Como tinha ficado sozinha, queria chamar um táxi. Aí eu falei: "Também vou nessa, se quiser te levo no meu carro". Ela topou, nos despedimos e fomos.
Já no carro, andamos umas quadras e eu soltei: "Por que você não tira a vontade de dar o troco nele?" Ela respondeu que sim, que já tava pensando nisso. Mal terminou de falar, eu já tava beijando ela com tudo. Ela ficou de olhos arregalados, não esperava, mas no segundo seguinte já tava me beijando com muita vontade. Ninguém falava nada, só metíamos mão e língua pra todo lado, muita putaria que explodiu naquele beijo. Depois de uns minutos, falei que íamos pra minha casa. Ela só balançou a cabeça. E aí saímos.
Quando chegamos, foi tudo muito intenso, parecíamos namoradinhos. Fomos nos comendo e nos despindo. Ela se ajoelhou no meio da sala e começou a chupar minha rola com muita vontade. Fisicamente, ela é bem garotinha e pequena, 1,55 de altura, eu acho, eu tenho 1,85, com uma rola de 21cm, bem grossa. O contraste era muito excitante. Ela chupava e dizia que o corno do namorado tinha uma bem menor, e que por algo tudo aconteceu, pra ela poder comer uma rola tremenda. Ela falava entre as chupadas e me deixava louco de tesão.
Depois de um tempo, deito ela no sofá, tiro a calça que tinha ficado enroscada numa perna, e me jogo de cabeça nessa buceta linda, muito gostosa. Ela disse que tinha depilado à tarde, na esperança de transar com o outro, e ali estava eu. Chupei e chupei, até que ela começou a apertar minha cabeça contra ela, se arqueou e gozou na minha cara. Disse que fazia tempo que não gozava assim, que o namorado nunca chupou a buceta dela porque não gostava de fazer isso. Eu não podia acreditar.
Fui buscar água, dei um tempo pra ela se recuperar. Ela chupou minha rola mais um pouco, e eu montei nela de missionário. Brinquei um pouco com a cabeça enorme e dura naquela buceta bem molhada. Ela não tirava os olhos, queria ver o tempo todo como era ser comida por uma rola de verdade. Comecei a meter, devagar, entrava e saía, entrava um pouco e saía, entrava mais um pouco e saía. Ela pedia aos gritos pra eu comê-la, e eu continuava devagar, aos poucos. Adorava ver aquela cara de tesão misturada com desespero. Até que enfiei tudo, as bolas bateram na bunda dela, e ela soltou um grito que tentou abafar com meu bíceps, deixando uma marca com os dentes. Ela estava possessa, pedia rola e eu dava. Aquela química sexual que você sente com aquela pessoa, que conecta, que parece que foram feitos um pro outro. Minha rola na buceta dela, entra e parece algo único.
Depois de um tempo, ela gozou de novo e pediu pra subir. Me acomodei embaixo e ela montou em mim. começa a cavalgar, eu chupava os peitos dela e segurava as nádegas pra enterrar bem a pica, ela gritava e pedia mais, nessa posição foi tanta a tesão, que eu falei que ia gozar, e ela só disse, me enche de porra, os segundos seguintes foram uma montanha-russa de emoções, ela enfiando a pica cada vez mais fundo, eu gozando como nunca, e ela num gemido prolongado, gozando também.
Depois de um tempo, os dois mortos, combinamos que não ia se repetir, a menos que ela terminasse com o outro, spoiler, terminaram sim, e ainda rolou mais coisa...
Valeu por chegar até aqui, vêm mais relatos por aí, boas punhetas!!
2 comentários - Morena despeitada