Me chamo Rodrigo e tô de férias no Brasil com minha família, dias de praia e um calor do caralho. Uma noite, enquanto me arrumava pra sair, minha irmã bate na porta e entra no nosso quarto de hotel, e me apresenta a nova amiga dela, Rocío, uma mina argentina que também tá de férias com a família. Uma gata linda, com dreads, peitões e uma bunda impressionante de passar o dia inteiro nela, vestida com um shortinho jeans e uma camiseta branca justa. Nós três saímos pra uma festa na praia. Quando acabou, voltamos pro hotel, bem doidões. Subimos, e a Cande, minha irmã, deita na cama e apaga. Emprestei um moletom pra Rocío e saímos pra caminhar, nós dois sozinhos na praia, curtindo o vento frio. Aproveitamos a situação pra conversar e nos conhecer, andando de mãos dadas, vendo as ondas e as estrelas.
Nos sentamos na areia, abraçados, a cabeça dela no meu ombro, finjo saber as constelações só pra aproveitar e abraçar ela, rindo e trocando beijos. — Você se divertiu hoje? (Ela fala entre beijos, passando a mão no meu cabelo) — Sim, não saio muito, mas curti pra caralho, adorei te conhecer (arrumo o cabelo dela enquanto beijo ela com gosto). Com os beijos, a gente começa a esquentar, eu vou por cima dela, levanto o moletom e encho ela de beijos do pescoço até o umbigo. Quando chego embaixo, tiro o shortinho dela e afasto a calcinha, começando a acariciar a buceta, beijo e lambo os lábios, enfiando um dedinho pra dentro, começando a masturbar ela e meter a língua. — Tá gostando? — Ah, sim... devagarzinho (ela fala gemendo e tapando a boca, rebolando e abrindo as pernas, segurando no meu cabelo). Depois de chupar a buceta dela por vários minutos, deito na areia do lado dela. Ela se enfia entre minhas pernas e começa a me masturbar, puxando a pele pra trás e começando a chupar a cabeça, cuspindo pra lubrificar, tentando engolir até o fundo. — Não entra (ela ri enquanto me masturba e chupa minhas bolas). — Você vai se engasgar, burra (falo rebolando, enfiando um pouco na boca dela).
Vendo como meu pau tá durão, ela procura e tira uma camisinha do bolso do short dela, tentando colocar com a boca, puta da vida ao ver que eu tô me segurando pra não rir.
— Não ri, seu idiota…
— Você deixa eu colocar? (falo depois da tentativa falha dela de me surpreender)
Ela solta meu pau e me dá a camisinha. Eu coloco e vejo se tá bem ajustada. Ela sobe em cima de mim e senta devagar, indo até o fundo. Quando ela tá toda dentro, a gente se beija enquanto começa a se mexer. Ela me abraça pelo pescoço, rebolando, sugando meu pau completamente duro, entrando e saindo, me beijando e respirando ofegante no meu pescoço, focada em mexer a cintura. Minhas mãos tão na bunda dela, apertando e dando tapas, deixando a raba vermelha, abrindo as nádegas pra entrar fundo nela.
Estamos fodendo como missionário, ela prende meu cu com as pernas pra eu não parar, metendo até o fundo, me concentrando pra não gozar e continuar curtindo a buceta molhada e quente dela, chupando os peitos dela e abraçando ela pela cintura, comendo ela cada vez mais forte, diminuindo a velocidade pra não soltar a porra. _ai, porra, continua, continua, assim, come minha buceta (ela geme me abraçando com força) _você gosta, porra? (falo pra ela, comendo ela o mais forte que posso, segurando ela pelo cu)
Tô metendo nela de quatro, dando as últimas estocadas antes de gozar, batendo na bunda dela até deixar vermelha, segurando ela pela cintura e beijando o pescoço dela. _Vou gozar (falo com a testa franzida, segurando a gozada). Tiro de dentro, tiro a camisinha, bato uma rapidão e jogo a porra no cu dela, respinga até nas costas e esfrego a cabeça entre as nádegas dela terminando de gozar. Ela vira e chupa meu pau mole pra limpar e engolir o resto da porra. _Como você acabou, idiota? (ela ri, brincando com meu pau, esfregando ele na cara e nos lábios dela, lambendo pra sentir o gosto). _Te ajudo? (falo, me metendo entre as pernas dela, batendo uma pra ela e chupando a buceta dela até fazer ela gozar, engolindo os fluidos dela).
Quando a gente terminou, a gente se vestiu e voltou pro hotel pra dormir um pouco, já que são quase 5 da manhã. Entramos de mãos dadas e nos beijando no quarto, deitamos na minha cama e caímos no sono.
Nos sentamos na areia, abraçados, a cabeça dela no meu ombro, finjo saber as constelações só pra aproveitar e abraçar ela, rindo e trocando beijos. — Você se divertiu hoje? (Ela fala entre beijos, passando a mão no meu cabelo) — Sim, não saio muito, mas curti pra caralho, adorei te conhecer (arrumo o cabelo dela enquanto beijo ela com gosto). Com os beijos, a gente começa a esquentar, eu vou por cima dela, levanto o moletom e encho ela de beijos do pescoço até o umbigo. Quando chego embaixo, tiro o shortinho dela e afasto a calcinha, começando a acariciar a buceta, beijo e lambo os lábios, enfiando um dedinho pra dentro, começando a masturbar ela e meter a língua. — Tá gostando? — Ah, sim... devagarzinho (ela fala gemendo e tapando a boca, rebolando e abrindo as pernas, segurando no meu cabelo). Depois de chupar a buceta dela por vários minutos, deito na areia do lado dela. Ela se enfia entre minhas pernas e começa a me masturbar, puxando a pele pra trás e começando a chupar a cabeça, cuspindo pra lubrificar, tentando engolir até o fundo. — Não entra (ela ri enquanto me masturba e chupa minhas bolas). — Você vai se engasgar, burra (falo rebolando, enfiando um pouco na boca dela).
Vendo como meu pau tá durão, ela procura e tira uma camisinha do bolso do short dela, tentando colocar com a boca, puta da vida ao ver que eu tô me segurando pra não rir. — Não ri, seu idiota…
— Você deixa eu colocar? (falo depois da tentativa falha dela de me surpreender)
Ela solta meu pau e me dá a camisinha. Eu coloco e vejo se tá bem ajustada. Ela sobe em cima de mim e senta devagar, indo até o fundo. Quando ela tá toda dentro, a gente se beija enquanto começa a se mexer. Ela me abraça pelo pescoço, rebolando, sugando meu pau completamente duro, entrando e saindo, me beijando e respirando ofegante no meu pescoço, focada em mexer a cintura. Minhas mãos tão na bunda dela, apertando e dando tapas, deixando a raba vermelha, abrindo as nádegas pra entrar fundo nela.
Estamos fodendo como missionário, ela prende meu cu com as pernas pra eu não parar, metendo até o fundo, me concentrando pra não gozar e continuar curtindo a buceta molhada e quente dela, chupando os peitos dela e abraçando ela pela cintura, comendo ela cada vez mais forte, diminuindo a velocidade pra não soltar a porra. _ai, porra, continua, continua, assim, come minha buceta (ela geme me abraçando com força) _você gosta, porra? (falo pra ela, comendo ela o mais forte que posso, segurando ela pelo cu)
Tô metendo nela de quatro, dando as últimas estocadas antes de gozar, batendo na bunda dela até deixar vermelha, segurando ela pela cintura e beijando o pescoço dela. _Vou gozar (falo com a testa franzida, segurando a gozada). Tiro de dentro, tiro a camisinha, bato uma rapidão e jogo a porra no cu dela, respinga até nas costas e esfrego a cabeça entre as nádegas dela terminando de gozar. Ela vira e chupa meu pau mole pra limpar e engolir o resto da porra. _Como você acabou, idiota? (ela ri, brincando com meu pau, esfregando ele na cara e nos lábios dela, lambendo pra sentir o gosto). _Te ajudo? (falo, me metendo entre as pernas dela, batendo uma pra ela e chupando a buceta dela até fazer ela gozar, engolindo os fluidos dela).
Quando a gente terminou, a gente se vestiu e voltou pro hotel pra dormir um pouco, já que são quase 5 da manhã. Entramos de mãos dadas e nos beijando no quarto, deitamos na minha cama e caímos no sono.
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