Eu escutava com atenção o que minha namorada tava me dizendo no áudio. Tenho que admitir que tava com uma ereção do caralho e morria de vontade de me masturbar, mas quis me segurar, porque assim que a excitação passasse, eu não ia mais querer ouvir aquele áudio. Enquanto o velho caminhava na minha direção, comecei a ficar muito nervosa. Principalmente por causa do olhar daquele velho, que não desgrudava dos meus peitos. Imaginei que seria a primeira coisa que ele ia apalpar, e foi exatamente isso. Ele andou até ficar colado no meu corpo. Senti a ereção dele batendo na minha barriga e as mãos dele rodeando meus ombros. Não entendia por que eu não fazia nada pra impedir. Por que não fiz nada no ônibus. — Porque meu namorado mandou? — pensei naquele momento. A verdade é que ele não me atraía nada, mas a situação me dava muito tesão, e sei que em você também. Com certeza, se eu tivesse ido sozinha naquele ônibus, sem a nossa brincadeira no meio, nunca teria deixado aquele velho me tocar. — Você é uma gostosa pra caralho — disse o velho, interrompendo meus pensamentos e me trazendo de volta praquele momento. Eu não falei nada, só me deixei levar. Tinha decidido continuar e tentar aproveitar. Então ele começou a mover as mãos dos meus ombros até meus peitos e ficou um tempão se deliciando com aquele par apetitoso. Ele beliscava meus bicos enquanto me olhava direto nos olhos e sorria, mostrando aquela dentadura nojenta que, naquela altura, já não me dava mais nenhum asco. Pegou um dos meus peitos e começou a chupar por cima do vestido. A sensação era muito gostosa e eu não queria que parasse. Devagar, ele começou a morder o bico, que já tava durinho por causa do tecido fino. Não sentia dor, então não fiquei tensa. Quando ele parou de brincar com meu bico, aquele velho horrível colocou a língua pra fora e começou a lamber do meu peito, subindo pelo meu pescoço até chegar no meu rosto. Quando ele chegou perto dos meus lábios, tentei beijá-lo, mas ele me afastou. — Ele realmente ia recusar um beijo meu? — Me perguntei indignada. Mas o velho tinha outros Planos pra mim: Enquanto eu estava confusa, o velho se moveu rápido pra ficar atrás de mim. Sem perder tempo, ele colou o corpo no meu, igual tinha feito antes de descer do ônibus. Apesar da pessoa horrível que estava atrás de mim, eu adorava as preliminares que ele tinha começado há alguns minutos. Senti a ereção dura dele entre minhas nádegas enquanto ele apertava meus peitos de novo com as mãos, babando no meu pescoço e rosto. Ele começou um movimento que imitava uma penetração. Mexia os quadris contra minha bunda, me fazendo sentir uma excitação tremenda, enquanto eu começava a gemer de um jeito bem óbvio pra ele. Nessa altura, meu amor, eu queria que o velho simplesmente me fodesse. O velho me pegou pela cintura e aumentou a pressão da ereção dele contra minhas nádegas. Comecei a empurrar minha bunda pra trás. Queria mostrar que ele podia fazer o que quisesse comigo e que eu seria submissa. Devagar, o velho começou a levantar meu vestido. Não me importava, só levantei meus braços pra facilitar o movimento. Me virei pra ele e lá pude ver meus peitos nus. O velho tava com uma cara de tarado. Com certeza fazia tempo que ele não tinha uma mulher jovem só pra ele. — Seu corpo é uma delícia, putinha — ele disse, enquanto apertava uma das minhas nádegas. — Obrigada — respondi, piscando um olho e sorrindo por ele ter me chamado daquele jeito. Por dentro, eu queria que ele usasse palavras mais obscenas comigo. Que as palavras dele fossem tão nojentas quanto a aparência dele e tão humilhantes quanto a mãozada que ele tinha dado no meu corpo. Dito isso, aproveitei minha posição pra começar a acariciar aquela ereção dura que inchava a calça dele. Envolvia com meus dedos e sentia o tronco do pau dele enquanto apertava com a palma da minha mão. O velho me olhou fixamente e eu entendi que agora ele ia deixar. Aproximei meu rosto do dele e juntei meus lábios com os dele. Senti o hálito nojento de novo e senti minha buceta ficar molhada de novo. Aproveitei o Momento de amassar as bolas dele. Dava pra sentir que eram grandes e cheias, mesmo com a calça ainda vestida. -Vou ter bastante pra provar- pensei. E beijei ele com ainda mais paixão, passando minha língua pelos dentes dele, incluindo os espaços onde já tinham caído. Ele colocou a língua pra fora e comecei a chupar ela. Mais do que uma língua vermelha, ela tava branca. Quem sabe quando foi a última vez que ele se preocupou com a higiene da boca. Quis surpreender ele, então me esforcei pra dar uma boa chupada na língua dele. Por causa disso, sentia minha boca se enchendo de saliva. Era uma mistura dos meus fluidos com os daquele velho. Parei de amassar as bolas dele pra me grudar no corpo dele e mexer minha pélvis contra a dele. Movimento que o velho gostou, já que ele pegou minhas nádegas com as duas mãos e as separava enquanto puxava minha calcinha de lado e começava a passar os dedos entre meu cu e o começo da minha buceta. Me surpreendeu ele me acariciar ali, mas simplesmente deixei. Enquanto nos beijávamos, eu o abraçava com meus braços pra colar o rosto dele na minha boca. Queria que ele devorasse ainda mais meus lábios, mesmo que fosse impossível. Ele já tava fazendo isso e o próximo nível seria ele começar a me morder, o que obviamente não ia rolar. Depois de passar os dedos entre meus buracos apertados, finalmente ele começou a enfiar um dedo dentro de mim. Era o que eu precisava, porque no ônibus tinha ficado na vontade. Ele mexia o dedo em círculos ao redor da minha buceta e me provocava com os movimentos. Já não dava mais pra esperar, então tive que pedir. -Por favor, faz isso- falei, enquanto minhas palavras eram abafadas por gemidos. O velho sorriu colado nos meus lábios e começou a enfiar não um, mas dois dedos dentro de mim. A mão dele era grossa e áspera, além de ter dedos gordos. A sensação foi tão gostosa quanto qualquer outra vez que tive um pau dentro de mim. No começo, aquele velho fazia de um jeito suave e devagar. Sentia cada centímetro dos dedos dele entrando e depois saindo. Não Consegui abafar meus gemidos e mantive minha boca aberta colada na dele. Depois de ficar assim por uns segundos, o velho começou a mexer os dedos muito mais rápido. Era uma metida e tirada brutal enquanto me beijava, que me levou a um orgasmo que eu nunca imaginaria ter quando começamos nosso jogo no ônibus. Depois disso, tive que me segurar no pescoço dele para não ceder e cair, já que minhas pernas fraquejavam enquanto aquelas sensações gostosas continuavam me satisfazendo. Mas foi o velho que fez eu ir pro chão. Ele pegou meus braços e pressionou pra baixo enquanto minhas pernas simplesmente cediam. Fiquei de joelhos sentada sobre meus tornozelos e olhei pra cima. Não era a melhor visão. Via a papada dele aparecendo entre a barba longa, o torso obeso adornado por uma camiseta com manchas amareladas na borda de baixo. Não sabia o que fazer, mas o velho não demorou a quebrar o gelo. Colocou a mão na minha cabeça, agarrou violentamente meu cabelo e começou a aproximar meu rosto daquele volume que se destacava na calça dele. Comecei a sentir um cheiro nauseabundo, onde só reconhecia um forte odor de urina. Foi fácil me concentrar naquele cheiro, já que tive que aguentar aquele volume se movendo de cima pra baixo por todo o meu rosto. Depois começou a se mover da esquerda pra direita. Podia sentir todo o comprimento do membro dele se movendo na altura dos meus lábios, mas tinha algo que impedia o contato direto pele a pele, e isso o velho sabia. — Você gosta? — perguntou o velho de forma seca. Olhei nos olhos dele e simplesmente assenti. Não quis falar. Ele soltou meu cabelo e notei que tinha me levantado levemente, já que senti como se caísse sentada novamente sobre meus tornozelos. Em seguida, era óbvio o que ia acontecer, então pensei que o velho ia me fazer abaixar a calça dele, mas não foi assim, e ele mesmo a abaixou. Senti meu coração acelerar. Estranhei, já que antes tínhamos feito várias coisas e não tive essa sensação. Entendi claramente que estava morrendo de vontade de ver o pau dele. pau diretamente nos meus olhos. Ele começou a baixar lentamente a calça e, em vez de começar a ver o que aparecia, eu ficava seguindo aquele jeans com o olhar até perceber que tinha chegado nos tornozelos dele. Levantei a vista e comecei a notar que ele não estava usando cueca. Tinha bastante pelo nas pernas e, acima delas, encontrei o que estava esperando. Finalmente pude ver os ovos dele pendurados e me chamou a atenção o quanto eram peludos. Mas eu sabia que não era aquilo que teria minha maior atenção, então meu olhar se moveu de novo e ali, finalmente, pude ver ela. Minha boca e meus olhos se abriram juntos. Definitivamente era a maior buceta que eu já tinha visto até agora e mil pensamentos passaram pela minha cabeça. Imaginava todas as possibilidades que poderiam acontecer a seguir e, se ainda restava alguma dúvida em mim, nesse ponto ela se dissipou completamente. Não esperei ordem do velho e aproximei meu rosto daquela buceta. Ela parecia bem dura, já que fazia uma linha reta perfeita para frente, terminando com uma cabeça digna de um tronco tão longo. Não sei por que fiz isso, mas aproximei meu nariz e cheirei. Tinha um cheiro forte, mas a única coisa em que eu pensava era que aquele velho era um macho com quem eu poderia aproveitar como nunca. O velho não dizia nada, só me olhava de um jeito lascivo. Aproximei minha mão da buceta dele e puxei a pele que cobria a glande para trás. O cheiro ficou ainda mais forte, mas pelo menos era só isso. Segurei ela pela base e levei meus lábios até a cabeça. Dei um beijo na ponta e comecei a mover minha língua até tocar a mão que segurava aquele falo. Beijava várias vezes o tronco dela até que me decidi e comecei a introduzir na minha boca. Antes de fazer isso, mordi meus lábios imaginando que era um doce. É difícil de explicar, mas naquele momento aquela buceta parecia a coisa mais gostosa que eu já tinha provado. Abri minha boca o máximo que pude para dar espaço à glande. Depois, passei a envolver o falo dele com meus lábios. Não quis esperar mais e comecei a Chupei o mais rápido que consegui. Queria aproveitar aquela vara velha, mas deliciosa. Me senti uma puta e gostei disso. Era muito erótico ter o olhar lascivo daquele velho me encarando enquanto eu limpava a ferramenta suja dele. Minha mão acompanhava o movimento da boca e na base eu fazia uma punheta pra poder saborear a ponta. Fiquei assim por uns minutos até perceber que o velho colocou as duas mãos na minha cabeça e, antes que eu pudesse reagir, aquele velho nojento apertou minha cabeça e o pau dele ao mesmo tempo, enquanto eu via meus olhos se aproximando cada vez mais do torso obeso dele e da moita de pelos grisalhos que rodeava o membro. Tentei empurrar com os braços nas pernas dele pra me jogar pra trás e tirar o pau da boca, mas não fui rápida o suficiente e ouvia o velho gemer como um touro velho enquanto me chamava de puta e mandava eu engolir tudo. Hesitei em fazer o que ele mandava, mas o pau dele não esperou e começou a jorrar, fazendo minha boca encher rapidamente de porra. Os jatos não paravam. Parei de contar no quarto jato porque não conseguia me concentrar. As bolas dele estavam tão cheias quanto eu imaginava. Senti que tava me afogando enquanto um gosto desgraçado me dava vontade de vomitar. Já não conseguia respirar e engolir não era mais suficiente. Minha garganta tava completamente cheia. O pior de tudo é que o pau dele servia como um tampão. Não sei exatamente quando aconteceu, mas uma quantidade de porra começou a escorrer pelas minhas narinas. O velho percebeu e me soltou, e eu comecei a tossir enquanto um jato de porra saía disparado do meu nariz no chão. Eu tinha dado àquele velho a mesma visão que um cavaleiro tem diante de um dragão que solta fogo violentamente pelas narinas. A diferença é que aquele dragão era eu e, em vez de fogo, eu tinha cuspido um jato de porra que pertencia a um velho nojento. Não tinha conseguido descansar totalmente quando ouvi o velho falar de novo. —Olha a merda que você fez, puta de merda— ele gritou. Agarrou meu cabelo e levou minha cabeça até o chão. Começou a esfregar minha cara no piso, enchendo minhas bochechas com a porra nojenta dele. Quando fez isso, comecei a sentir medo. Minhas dúvidas voltaram mais fortes do que nunca e, se antes a única coisa que eu queria era ter aquela rola dentro de mim, agora eu só queria sair dali. Sentia aquele líquido viscoso começando a secar nas minhas bochechas. O cheiro era nojento e eu sentia meu cabelo grudando no meu rosto por causa da pele pegajosa. Me senti humilhada... e ainda assim precisava confirmar uma coisa. Levei uma das mãos até minha entreperna e, ainda no chão, enfiei dois dedos na minha buceta. Estava muito quente e molhada. Não tinha dúvida, eu ficava excitada em ser humilhada daquele jeito. Sim, podia ser por causa das preliminares e do boquete que eu tinha dado naquele velho. Mas não pensei nisso e simplesmente aceitei que gostava de estar assim. Sorri e olhei o velho nos olhos. —Me fode— falei do jeito mais sensual que consegui. Aquele velho nojento não falava muito. Parecia um ermitão vivendo no meio de uma cidade grande. Ele só abriu a boca fazendo um barulho que em qualquer outro momento teria me parecido desagradável, mas naquele momento eu nem liguei. Ele se aproximou de mim e com uma das mãos segurou meu queixo, depois cuspiu na minha cara. Não esperava por isso, mas não me desagradou. Eu só me sentia como uma boneca de pano. Depois disso, ele agarrou um dos meus braços e me arrastou até o único sofá que tinha na casa. Era bem velho, marrom escuro, com manchas de cerveja e queimaduras de cigarro. Me esticou de bruços, colocando meus joelhos no chão e meu torso num dos assentos. Tentei provocá-lo e levantei meus quadris o máximo que pude, depois balancei de um lado para o outro. Senti um arrepio na espinha quando o velho se ajoelhou. atrás de mim e começou a passar a língua na minha entreperna, se demorando mais do que devia no meu buraco traseiro. Percebi as tentativas dele de enfiar a língua no meu cu, mas não conseguia. Tava muito apertado por causa do pouco uso que a gente deu, meu amor. Lembro que uns dias atrás a gente foi naquele sexshop comprar lubrificante. Sei o quanto você queria estrear a última parte virgem que ainda me restava. Comecei a gemer quando ele passou um dos dedos na minha buceta, pegando todo o líquido possível. Levou aquele dedo molhado pro meu outro buraco e começou a pressionar de leve até conseguir enfiar ele por completo. Sentia a respiração dele batendo na minha lombar. Tava gostando. Me sentia presa de um bicho e queria que ele continuasse fazendo o que bem entendesse. Ter um dedo dentro de mim era muito excitante, mas quando comecei a sentir um segundo dedo se abrindo caminho no meu buraco foi que minhas dúvidas sumiram e eu entendi as intenções daquele velho... ele queria me comer no cu. Naquela hora não aguentei mais e gozei. Não lembro a última vez que explodi daquele jeito, mas pensar que não seria eu quem ia tirar a virgindade anal dela me excitou ainda mais. Só que a ereção tinha ido embora e a putaria começou a sumir, me deixando só com o nervosismo e o ciúme. Pausei o áudio pra me limpar e não deixar minha cama toda bagunçada. Não pude evitar reparar que o áudio tava na metade. Comecei a imaginar o que mais eles tinham feito pelas minhas costas... se só na metade já tinham rolado um monte de coisas. Pensar na minha namorada sendo humilhada e ela gostando disso me deixou preocupado, mas sem saber se era ciúme de verdade ou se eu tava só me enganando. Mas uma coisa era certa. Eu precisava estar com ela enquanto ouvisse o resto, e foi isso que eu deixei claro.
1 comentários - Dando 3 pra minha gostosa