A nave Valquíria atravessava a nebulosa de Tyros a uma velocidade impossível quando uma explosão de energia escura a partiu ao meio. Xander, o capitão de olhar duro e corpo esculpido por anos de treino na federação, mal conseguiu ejetar antes que tudo virasse fogo e vazio. Acordou horas depois num mundo desconhecido. O céu era de um azul violeta, e as plantas exalavam uma fragrância doce que embriagava. Mal se pôs de pé, ele a viu. Ela emergia de um lago cristalino, a água escorrendo por cada curva como se adorasse sua pele. Cabelo longo, loiro como uma aurora solar, olhos de um azul profundo que pareciam perfurar sua alma. Estava nua, sem um único pelo no corpo, e seus peitos grandes e firmes balançavam suavemente a cada passo. Sua buceta lisa brilhava sob a luz estranha do planeta. —Sou Zarah—sussurrou, e sua voz era como um canto antigo, carregado de desejo—. Estive esperando por você, viajante das estrelas.
Xander quis falar, mas a língua travou. O corpo ardia, o pau duro como pedra, dominado por uma luxúria primitiva. Zarah não esperou. Chegou perto, empurrou ele de leve contra uma pedra quente e se ajoelhou. Tirou o pauzão dele da calça. A boca dela se abriu, e ele sentiu os lábios molhados engolirem ele com uma maestria quase divina. Ela chupava com uma mistura de ternura e fome, os olhos azuis fixos nele, como se lessem cada canto do desejo dele. Quando ele ficou à beira do delírio, ela montou nele. A buceta molhada envolveu ele, quente, pulsante, escorregando até o fundo com um gemido grave. Ela cavalgou devagar no começo, como marcando o ritmo de uma dança cósmica, e depois mais rápido, mais forte, os peitos dela quicando no peito dele. — Quero que você me encha — ofegou Zarah —, pela buceta, pelo cu, como os homens do seu mundo fazem com fúria e entrega. E ele deu o que ela pedia, penetrando ela por trás enquanto ela se arqueava e gemia com um prazer avassalador, o corpo dela tremendo a cada estocada. O universo sumiu para os dois num estouro de carne, suor e estrelas. Xander mal podia acreditar no que estava vivendo. O corpo de Zarah parecia feito para o prazer, uma obra de arte viva feita para envolver, provocar e adorar ele. A pele dela era macia como seda dos campos de Velyra, e cheirava a uma mistura doce e animal que deixava ele louco. Ela levou ele para uma caverna quente iluminada por cristais que pulsavam com uma luz violeta. A superfície era macia, como musgo quentinho, perfeita para deitar. Zarah empurrou ele no leito natural e se colocou entre as pernas dele, o cabelão escorrendo como uma cortina dourada sobre a barriga dele. A boca dela voltou a procurar o pau dele, que ainda pulsava faminto por mais. Dessa vez, ela lambeu devagar, da base até a ponta, com a língua larga e molhada. Envolvia ele com os lábios, chupando com força medida, deixando ele à beira do desmaio. A mão direita dele massageava os testículos dela, enquanto a esquerda deslizava entre as próprias pernas dela, acariciando o clitóris com dedos suaves e experientes. — Adoro o teu gosto — sussurrou entre chupadas —. Podia me alimentar só disso. Xander se levantou e agarrou ela pela cintura, invertendo as posições. Ela riu, encantada, enquanto ele abria ela com as mãos, admirando a perfeição molhada da buceta dela. Primeiro apertou os peitos dela e chupou os mamilos. Se abaixou e passou a língua com força, fundo, devagar, saboreando cada gota do fluido dela. Zarah gemia alto, o corpo se arqueando como se oferecesse mais, exigindo. Quando ele fez ela gozar pela primeira vez, o grito dela ecoou entre as paredes de vidro. Mas ela não tinha terminado. — Agora, me come pelo cu — disse com um sorriso perverso, os olhos brilhando de desejo —. Quero sentir você bem no fundo, me enchendo como se fosse o último homem do universo. Ela se virou, ficou de quatro, abrindo bem as pernas, arqueando as costas. O cu dela era rosado, fechado e perfeito. Xander cuspiu na palma da mão, se lubrificou e começou a penetrar ela devagar, deixando a glande entrar com suavidade, fazendo cada centímetro valer. Zarah gemia com força, apertando contra ele, se movendo como se o corpo dela conhecesse todos os segredos do prazer masculino. Quando ele estava completamente dentro, ela começou a se mexer, empurrando pra trás, batendo a bunda contra o quadril dele, fazendo ele perder o controle. — Mais forte — gemeu —. Quero que você goze dentro, que me use como sua escrava estelar. Ele comeu ela com força, como um animal possesso, cada estocada ecoando na caverna, enchendo eles de gemidos molhados, ofegos selvagens, batidas de carne contra carne. Quando ele gozou, foi com um rugido, enterrado até o fundo, derramando dentro dela com uma descarga ardente que pareceu acender os cristais ao redor. Zarah caiu exausta, sorrindo, o corpo tremendo. — E isso… — sussurrou — é só o começo. Xander respirava ofegante, o corpo ainda tremendo depois de ter gozado tudo dentro daquela deusa alienígena. Zarah, deitada ao lado dele, parecia brilhar por dentro. A pele dela resplandecia fracamente, como se estivesse se carregando com o prazer que ele dava. — O que você é… exatamente? — ele perguntou, sem conseguir desviar o olhar do corpo perfeito dela. Zarah virou-se para ele, apoiando a cabeça no peito dele, com um sorriso lascivo mas doce. — Sou uma Eria, uma espécie criada pelas energias deste planeta. Nos alimentamos de desejo, de prazer… mas também podemos concedê-lo. Não só com o corpo, mas com a mente. Ela se aproximou e colocou os dedos na têmpora de Xander. Imediatamente, a visão dele se distorceu, e o corpo inteiro acendeu num espasmo de luxúria tão intenso que ele pensou que ia gozar sem nem ser tocado. Sentiu mil línguas acariciando ele, milhões de carícias simultâneas em cada centímetro da pele. Era irreal. Zarah montou nele de novo, mas dessa vez não só com o corpo físico. A mente dela entrou na de Xander, e cada investida do quadril dela provocava ecos mentais: imagens dela em formas diferentes, tamanhos, posições. Zarah cavalgava o pau dele enquanto outra versão dela lambia os mamilos dele, e uma terceira chupava as bolas dele com uma língua longa e quente. — Posso me multiplicar nos seus sentidos — disse ela, ofegante, enquanto cavalgava com a buceta apertada e molhada, sugando ele até a raiz —. Cada vez que você me penetra, sinto tudo, vejo tudo, multiplico. Xander estava fora de si. O prazer se transformava numa onda que o arrastava uma e outra vez. Não sabia se era real ou se estava sonhando. Cada gemido de Zarah era uma ordem direta pro pau dele, uma ordem pra continuar, pra empurrar mais forte, pra explodir. Quando ele gozou de novo, foi entre gemidos e espasmos. Zarah também tremia, as costas arqueadas, os olhos virados, os peitos pulando com força enquanto a buceta dela ordenhava ele com espasmos doces e úmidos.
Mas então, algo mais aconteceu. O sêmen de Xander foi absorvido dentro dela e Zarah estremeceu de prazer, brilhando ainda mais intensamente. Seu corpo se elevou alguns centímetros do chão, levitando por segundos. Quando caiu, ofegante, olhou para ele com intensidade.
— Sua energia é pura. Você está me fortalecendo. Em breve poderei te mostrar coisas… que nenhum ser humano jamais experimentou.
Ela se abaixou e voltou a chupar seu pau, já duro de novo, enquanto seus olhos brilhavam como estrelas. E Xander soube, sem entender por quê, que já não poderia escapar dela. E que não queria.
O corpo de Xander não descansava. Ele estava há horas — dias, talvez? — num turbilhão de prazer ininterrupto, alimentado pela energia de Zarah. Seu pau parecia incansável, sua resistência sobre-humana. Ele já não sentia fome, nem frio, nem dor. Só desejo, poder e uma conexão profunda com aquela criatura celestial.
Zarah estava sentada sobre ele, com a pélvis colada na dele, sua buceta pulsante apertando o pau dele como se nunca quisesse soltar. Enquanto se movia devagar, como numa dança ritual, suas mãos acariciavam o peito e o pescoço dele, traçando símbolos invisíveis que ardiam na pele.
— Você está mudando, Xander — sussurrou ela, lambendo a orelha dele —. Sua essência já não é completamente humana. Cada vez que você goza dentro de mim, me dá um pouco de você… e eu te devolvo um pouco de mim.
Um formigamento elétrico percorreu a espinha dele. Zarah apertou mais forte com a buceta, e uma onda de energia ardente explodiu no ventre dele. Ele gritou, mas não de dor. Era um orgasmo diferente, mais profundo, mais denso, como se a alma dele estivesse gozando junto com o corpo.
Então a pele dele começou a brilhar.
Músculos, nervos e ossos se inflamaram. A respiração dele ficou profunda, animal. Os sentidos se aguçaram. Ele conseguia ouvir o zumbido de cristais a quilômetros, sentir a temperatura exata da umidade de Zarah com cada milímetro do pau, cheirar os químicos invisíveis que ela liberava. o corpo dela quando se aproximava do clímax. —Seu sêmen despertou um núcleo latente —explicou ela, enquanto sua buceta o devorava ainda mais fundo—. Alguns humanos têm um potencial adormecido. Só uma Eria pode ativá-lo.
Os corpos deles começaram a sincronizar. Cada batida do coração dela coincidia com o dele. Cada gemido de Xander a deixava mais molhada, e a umidade dela aumentava a potência das suas estocadas, fazendo seus peitões balançarem. O ciclo era perfeito. Um loop de luxúria e despertar.
O pau dele cresceu ainda mais, pulsante, duro como metal e quente como carne viva. O esperma dele ficou grosso, brilhante, uma substância quase luminosa que Zarah absorvia com devoção.
—Você está se tornando um Erix, um amante celestial. Os poucos que existem são capazes de dar e receber prazer além da compreensão humana.
Zarah sentou completamente no pau duro dele, começou a se mover com frenesi. Xander segurou ela pelos quadris e meteu na buceta dela com uma força que fez o chão tremer.
E então veio a transformação completa.
Um orgasmo simultâneo percorreu os dois. Uma luz surgiu entre os sexos unidos. Ambos gritaram como se estivessem se partindo por dentro, mas foi a criação que emergiu. O pau de Xander vibrava com uma luz azulada. O prazer o tinha transcendido, o tinha transfigurado.
Zarah beijou ele suavemente e disse:
—Agora você é meu… e meu para sempre.
Mas nos olhos dela havia algo mais: medo. Porque até uma Eria sabia que um Erix recém-nascido podia se tornar mais poderoso que suas próprias criadoras.
E Xander sentiu isso também: um desejo imenso… por mais.
Xander quis falar, mas a língua travou. O corpo ardia, o pau duro como pedra, dominado por uma luxúria primitiva. Zarah não esperou. Chegou perto, empurrou ele de leve contra uma pedra quente e se ajoelhou. Tirou o pauzão dele da calça. A boca dela se abriu, e ele sentiu os lábios molhados engolirem ele com uma maestria quase divina. Ela chupava com uma mistura de ternura e fome, os olhos azuis fixos nele, como se lessem cada canto do desejo dele. Quando ele ficou à beira do delírio, ela montou nele. A buceta molhada envolveu ele, quente, pulsante, escorregando até o fundo com um gemido grave. Ela cavalgou devagar no começo, como marcando o ritmo de uma dança cósmica, e depois mais rápido, mais forte, os peitos dela quicando no peito dele. — Quero que você me encha — ofegou Zarah —, pela buceta, pelo cu, como os homens do seu mundo fazem com fúria e entrega. E ele deu o que ela pedia, penetrando ela por trás enquanto ela se arqueava e gemia com um prazer avassalador, o corpo dela tremendo a cada estocada. O universo sumiu para os dois num estouro de carne, suor e estrelas. Xander mal podia acreditar no que estava vivendo. O corpo de Zarah parecia feito para o prazer, uma obra de arte viva feita para envolver, provocar e adorar ele. A pele dela era macia como seda dos campos de Velyra, e cheirava a uma mistura doce e animal que deixava ele louco. Ela levou ele para uma caverna quente iluminada por cristais que pulsavam com uma luz violeta. A superfície era macia, como musgo quentinho, perfeita para deitar. Zarah empurrou ele no leito natural e se colocou entre as pernas dele, o cabelão escorrendo como uma cortina dourada sobre a barriga dele. A boca dela voltou a procurar o pau dele, que ainda pulsava faminto por mais. Dessa vez, ela lambeu devagar, da base até a ponta, com a língua larga e molhada. Envolvia ele com os lábios, chupando com força medida, deixando ele à beira do desmaio. A mão direita dele massageava os testículos dela, enquanto a esquerda deslizava entre as próprias pernas dela, acariciando o clitóris com dedos suaves e experientes. — Adoro o teu gosto — sussurrou entre chupadas —. Podia me alimentar só disso. Xander se levantou e agarrou ela pela cintura, invertendo as posições. Ela riu, encantada, enquanto ele abria ela com as mãos, admirando a perfeição molhada da buceta dela. Primeiro apertou os peitos dela e chupou os mamilos. Se abaixou e passou a língua com força, fundo, devagar, saboreando cada gota do fluido dela. Zarah gemia alto, o corpo se arqueando como se oferecesse mais, exigindo. Quando ele fez ela gozar pela primeira vez, o grito dela ecoou entre as paredes de vidro. Mas ela não tinha terminado. — Agora, me come pelo cu — disse com um sorriso perverso, os olhos brilhando de desejo —. Quero sentir você bem no fundo, me enchendo como se fosse o último homem do universo. Ela se virou, ficou de quatro, abrindo bem as pernas, arqueando as costas. O cu dela era rosado, fechado e perfeito. Xander cuspiu na palma da mão, se lubrificou e começou a penetrar ela devagar, deixando a glande entrar com suavidade, fazendo cada centímetro valer. Zarah gemia com força, apertando contra ele, se movendo como se o corpo dela conhecesse todos os segredos do prazer masculino. Quando ele estava completamente dentro, ela começou a se mexer, empurrando pra trás, batendo a bunda contra o quadril dele, fazendo ele perder o controle. — Mais forte — gemeu —. Quero que você goze dentro, que me use como sua escrava estelar. Ele comeu ela com força, como um animal possesso, cada estocada ecoando na caverna, enchendo eles de gemidos molhados, ofegos selvagens, batidas de carne contra carne. Quando ele gozou, foi com um rugido, enterrado até o fundo, derramando dentro dela com uma descarga ardente que pareceu acender os cristais ao redor. Zarah caiu exausta, sorrindo, o corpo tremendo. — E isso… — sussurrou — é só o começo. Xander respirava ofegante, o corpo ainda tremendo depois de ter gozado tudo dentro daquela deusa alienígena. Zarah, deitada ao lado dele, parecia brilhar por dentro. A pele dela resplandecia fracamente, como se estivesse se carregando com o prazer que ele dava. — O que você é… exatamente? — ele perguntou, sem conseguir desviar o olhar do corpo perfeito dela. Zarah virou-se para ele, apoiando a cabeça no peito dele, com um sorriso lascivo mas doce. — Sou uma Eria, uma espécie criada pelas energias deste planeta. Nos alimentamos de desejo, de prazer… mas também podemos concedê-lo. Não só com o corpo, mas com a mente. Ela se aproximou e colocou os dedos na têmpora de Xander. Imediatamente, a visão dele se distorceu, e o corpo inteiro acendeu num espasmo de luxúria tão intenso que ele pensou que ia gozar sem nem ser tocado. Sentiu mil línguas acariciando ele, milhões de carícias simultâneas em cada centímetro da pele. Era irreal. Zarah montou nele de novo, mas dessa vez não só com o corpo físico. A mente dela entrou na de Xander, e cada investida do quadril dela provocava ecos mentais: imagens dela em formas diferentes, tamanhos, posições. Zarah cavalgava o pau dele enquanto outra versão dela lambia os mamilos dele, e uma terceira chupava as bolas dele com uma língua longa e quente. — Posso me multiplicar nos seus sentidos — disse ela, ofegante, enquanto cavalgava com a buceta apertada e molhada, sugando ele até a raiz —. Cada vez que você me penetra, sinto tudo, vejo tudo, multiplico. Xander estava fora de si. O prazer se transformava numa onda que o arrastava uma e outra vez. Não sabia se era real ou se estava sonhando. Cada gemido de Zarah era uma ordem direta pro pau dele, uma ordem pra continuar, pra empurrar mais forte, pra explodir. Quando ele gozou de novo, foi entre gemidos e espasmos. Zarah também tremia, as costas arqueadas, os olhos virados, os peitos pulando com força enquanto a buceta dela ordenhava ele com espasmos doces e úmidos.
Mas então, algo mais aconteceu. O sêmen de Xander foi absorvido dentro dela e Zarah estremeceu de prazer, brilhando ainda mais intensamente. Seu corpo se elevou alguns centímetros do chão, levitando por segundos. Quando caiu, ofegante, olhou para ele com intensidade. — Sua energia é pura. Você está me fortalecendo. Em breve poderei te mostrar coisas… que nenhum ser humano jamais experimentou.
Ela se abaixou e voltou a chupar seu pau, já duro de novo, enquanto seus olhos brilhavam como estrelas. E Xander soube, sem entender por quê, que já não poderia escapar dela. E que não queria.
O corpo de Xander não descansava. Ele estava há horas — dias, talvez? — num turbilhão de prazer ininterrupto, alimentado pela energia de Zarah. Seu pau parecia incansável, sua resistência sobre-humana. Ele já não sentia fome, nem frio, nem dor. Só desejo, poder e uma conexão profunda com aquela criatura celestial.
Zarah estava sentada sobre ele, com a pélvis colada na dele, sua buceta pulsante apertando o pau dele como se nunca quisesse soltar. Enquanto se movia devagar, como numa dança ritual, suas mãos acariciavam o peito e o pescoço dele, traçando símbolos invisíveis que ardiam na pele.
— Você está mudando, Xander — sussurrou ela, lambendo a orelha dele —. Sua essência já não é completamente humana. Cada vez que você goza dentro de mim, me dá um pouco de você… e eu te devolvo um pouco de mim.
Um formigamento elétrico percorreu a espinha dele. Zarah apertou mais forte com a buceta, e uma onda de energia ardente explodiu no ventre dele. Ele gritou, mas não de dor. Era um orgasmo diferente, mais profundo, mais denso, como se a alma dele estivesse gozando junto com o corpo.
Então a pele dele começou a brilhar.
Músculos, nervos e ossos se inflamaram. A respiração dele ficou profunda, animal. Os sentidos se aguçaram. Ele conseguia ouvir o zumbido de cristais a quilômetros, sentir a temperatura exata da umidade de Zarah com cada milímetro do pau, cheirar os químicos invisíveis que ela liberava. o corpo dela quando se aproximava do clímax. —Seu sêmen despertou um núcleo latente —explicou ela, enquanto sua buceta o devorava ainda mais fundo—. Alguns humanos têm um potencial adormecido. Só uma Eria pode ativá-lo.
Os corpos deles começaram a sincronizar. Cada batida do coração dela coincidia com o dele. Cada gemido de Xander a deixava mais molhada, e a umidade dela aumentava a potência das suas estocadas, fazendo seus peitões balançarem. O ciclo era perfeito. Um loop de luxúria e despertar.
O pau dele cresceu ainda mais, pulsante, duro como metal e quente como carne viva. O esperma dele ficou grosso, brilhante, uma substância quase luminosa que Zarah absorvia com devoção.
—Você está se tornando um Erix, um amante celestial. Os poucos que existem são capazes de dar e receber prazer além da compreensão humana.
Zarah sentou completamente no pau duro dele, começou a se mover com frenesi. Xander segurou ela pelos quadris e meteu na buceta dela com uma força que fez o chão tremer.
E então veio a transformação completa.
Um orgasmo simultâneo percorreu os dois. Uma luz surgiu entre os sexos unidos. Ambos gritaram como se estivessem se partindo por dentro, mas foi a criação que emergiu. O pau de Xander vibrava com uma luz azulada. O prazer o tinha transcendido, o tinha transfigurado.
Zarah beijou ele suavemente e disse:
—Agora você é meu… e meu para sempre.
Mas nos olhos dela havia algo mais: medo. Porque até uma Eria sabia que um Erix recém-nascido podia se tornar mais poderoso que suas próprias criadoras.
E Xander sentiu isso também: um desejo imenso… por mais.
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