Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (4)

Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (4)— Acabei de chegar, amor. Não sabia que tinha outra piscina aqui — respondi irritado.
— É, eu também não sabia, mas o Dom Ernesto mandou alguém te avisar — ela disse, desviando o olhar.
— Héctor, finalmente chegou, rapaz. Achamos que você não vinha mais — ele disse enquanto se aproximava com Dom Mario, os corpos molhados da batalha que tinham acabado de ter com minha esposa.
— Não sabia que vocês estavam aqui.
— Como não, pô? Mandei um funcionário te avisar.
— Ninguém me avisou.
— Pô, que azar. A gente já ia indo embora, não é, Cinthya? — o velho disse, enquanto passava os olhos por ela.
— Ah, sim, já estávamos cansados da piscina, hehe.
— Bom, então vamos — falei, pegando as coisas dela e levando-a para o nosso quarto.
— Até mais, Cinthya — foi a última coisa que Dom Ernesto disse.
— Ah, sim, depois, Dom Ernesto, hehe.

No caminho para o quarto, perguntei o que tinha acontecido com o biquíni dela, já que o que ela estava usando não era o mesmo com que saiu do quarto. Ela então me contou o que tinha rolado: um dos caras que servia bebidas tinha sujado o biquíni dela, e Dom Ernesto “gentilmente” se ofereceu para comprar outro para que eles pudessem curtir a piscina. Curiosamente, o mesmo funcionário foi o encarregado de me avisar onde eles estariam.

Quando chegamos ao quarto, Cinthya foi direto para o chuveiro. Demorou mais do que o normal, mas finalmente saiu.
— Precisava me refrescar, hehe.
— Você ficou na piscina um tempão, não se refrescou?
— Ah, seu bobinho, mas não é a mesma coisa.
— E o que vocês fizeram tanto na piscina?

Parece que minha pergunta a surpreendeu, e ela demorou para responder.
— Bom, você sabe, nadar, haha.
— E mais o quê?
— Hmm... nadar, e Dom Ernesto e Dom Mario me desafiaram, haha. Você sabe que eu não me deixo, amor.
— É? Como foi o desafio? — enquanto esperava a resposta, dava para ver que ela evitava me olhar na cara.
— Só quem nadava mais rápido, hehe.

Fiquei olhando para ela por alguns segundos. Não podia acreditar que ela estava me... Mentindo, nunca tinha feito isso, mas entendi por que ela fazia. Olhando pra trás, foi ela quem, usando aquela figura gostosa, forçou os velhos a agirem daquele jeito. Ela esfregou a bunda neles, ela começou os jogos de mão, ela foi quem agiu de forma estranha. O que eu podia dizer pros velhos? "Por que deixaram minha esposa passar a mão em vocês?" Isso seria algo louvável? Como é que eu ia ficar? Decidi deixar pra lá por enquanto, não queria um confronto com a Cinthya naquele lugar. O escândalo podia escalar pra algo maior. Por sorte pra mim, durante a tarde não teve sinal do seu Ernesto nem do amigo dele, o que me tranquilizou. E minha esposa também estava "tranquila", embora eu visse que, de vez em quando, ela se perdia nos pensamentos. Aproveitamos pra dar um passeio pela lagoa artificial que tinha no clube, deitamos na grama e conversamos sobre o que faríamos à noite.

— Que planos você tem pra noite, amor?
— Não sei, você quer fazer alguma coisa?
— Hmm, ir dançar? Haha
— Você não cansa, não, amor? — falei sorrindo.
— Não, love, jeje. Mas podemos fazer algo que você goste.

Cinthya é sempre assim, tenta me agradar como uma boa esposa. Quando não tô a fim de algumas atividades, ela se segura e não faz. Aconteceu a mesma coisa outro dia: ela queria que a gente fizesse aulas de salsa de casal, mas eu recusei, usando de desculpa o trabalho e que não tinha tempo. Ela me ouviu e só falou "você tem razão, amor" e nunca mais tocou no assunto. Me senti mal por não ter dado o gosto dela naquela hora, e agora tava acontecendo a mesma coisa. E eu não queria me sentir assim de novo.

— Vamos dançar, amor.
— Sério? Hmm, não quero que você se sinta obrigado, love.
— Claro que não tô obrigado. Além disso, quero dançar com a minha esposa. Tem algo de errado nisso?
— Claro que não, bobinho — enquanto nossos lábios se encontravam num beijo carinhoso.

Assim passamos o dia tranquilo, fazendo outras atividades, até que o sol se pôs e a noite chegou. Estávamos no nosso quarto, nos preparando. Pra ir dançar, mas somos interrompidos pelo som da porta. Fui atender enquanto a Cinthya tava ocupada com o cabelo dela.
— Héctor, rapaz.
— Dom Ernesto, boa noite — fiquei surpreso de ver ele na porta —. O que o senhor tá fazendo aqui?
— Pois é, vim fazer um convite pra vocês, hehe.
Nisso, a Cinthya saiu pra ver quem tinha batido na porta.
— Boa noite, Cinthya — disse o velho, mostrando um sorriso maravilhado.
— Dom Ernesto! — respondeu minha esposa, nervosa, desviando o olhar na presença dele.
— Pois é, como eu tava dizendo pro Héctor, vim fazer um convite.
— Hum, sim, sim, nos diga, do que se trata? — dava pra notar o nervosismo dela.
— Bom, vão ver, eu e meu compadre Martín távamos pensando em umas partidas de pôquer, o que acham, hehe?
— É, bom, dom Ernesto, é que a gente ia... — eu ia dizer que não dava porque tínhamos planos, mas minha esposa me interrompeu.
— Sim, dom Ernesto, a gente aceita. — Ela falou com tanta segurança que fiquei olhando pra ela confuso, já que tínhamos outros planos.
— Então tá resolvido, hehe. Esperamos vocês no quarto do Martin.
— Por que no quarto dele? Não tem área de jogos no clube?
— Tem sim, rapaz, mas a gente não quer mais tanto barulho, é chato, hahaha. Vai ser mais confortável lá.
Dom Ernesto nos deu o número do quarto e disse como chegar, depois disso foi embora. Comecei a reclamar com a Cinthya por que ela aceitou se já tínhamos planos, e ela se desculpou dizendo que era pra fazer algo diferente e que ia ser mais divertido. Continuei puto, mas ela pediu desculpas até eu me acalmar, mas não entendia o porquê da decisão dela, principalmente por querer ficar perto deles depois do que aconteceu.
Enfim, depois de tanto papo, já estamos na porta do quarto do dom Mario. Batemos na porta e ele mesmo veio nos receber.
— Ei, já chegaram, entrem rápido, hehe.
— Boa noite, dom Mario, e obrigada. — respondeu minha esposa com um sorriso encantador.
— Obrigado, dom Mario — falei seco.
Percebi que o quarto era bem espaçoso, cheio de... Conforto, ele nos levou direto pra salinha que tinha e sentamos no sofá. Enquanto a gente conversava, apareceu o seu Ernesto.
—Epa, então fui o último a chegar, haha. —olhando pra todo mundo, mas especialmente pra Cinthya, que desviou o olhar.
—A gente pensou que você não vinha mais, haha. —respondeu seu Mário.
—Hahaha, quem dera, haha —enquanto ria que nem um sem-vergonha.
Na hora, seu Ernesto sentou com a gente, do lado da Cinthya, que ainda não conseguia encarar ele. Enquanto isso, seu Mário tava noutro cômodo onde ficava o minibar dele, pegando umas bebidas. Deixou as bebidas na mesinha e disse que tinha esquecido uma coisa e que já voltava, saindo do lugar.
A gente continuou batendo papo, e seu Ernesto falou que já voltava e foi na direção do banheiro, que ficava perto do minibar, segundo nos disseram. Uns segundos depois, Cinthya levantou, foi no minibar pegar água e saiu atrás do seu Ernesto. Eu não conseguia ficar tranquilo depois do que tinha rolado no dia anterior na piscina, então fui e, sem fazer barulho, me aproximei um pouco pra ver o que tava rolando, mas não dava pra ver nada sem ser descoberto, então só consegui ouvir o que eles falavam. Seu Ernesto tava saindo do banheiro e Cinthya tava no minibar.
—Ei, seu Ernesto! —Cinthya chamou ele.
—Cinthya, hehe, fala, o que foi? Hehe.
—Hmm, então, queria falar com o senhor, não sei como dizer, mas... queria pedir desculpas.
—Ah, e por que isso?
—É... pelo que aconteceu ontem, o senhor me entende —a voz da Cinthya tava meio trêmula, nervosa.
—Ah, olha, não sei que mal você fez, haha.
—Eu não devia ter agido daquele jeito, vocês são uns senhores e foi minha culpa o que aconteceu. —a voz da Cinthya finalmente ficou firme.
—Fica tranquila, Cinthya, falo por mim e pelo Mário, você não tem que se desculpar por nada, a gente só tava se divertindo, hehe. E se te incomodou o que rolou, eu que peço desculpas pra você, Cinthya. —nunca tinha ouvido a voz do meu chefe tão trêmula e fraca.
—Não, seu Ernesto! Digo, não tem problema. nada, hehe, não fica assim não - Cinthya de novo tava alegre, do jeito que ela sempre era. - Ah, agora sim te veo como sempre, assim que você tem que ficar, Cinthya, você é alegre e divertida, pô, não gosto de te ver toda murcha, hehe. - Obrigada, seu Ernesto, já tirei esse peso das costas. - Ah, então deixa isso pra trás e vamos nos divertir. - Sim, hehe, com certeza você vai perder, hahaha. Fiquei tranquilo, Cinthya já tava mais calma e, principalmente, ela aceitou a culpa do que aconteceu. Enquanto eu tava ali, ouvi a porta, era seu Mario voltando, então sentei de novo na hora. Cinthya também voltou, e atrás dela seu Ernesto. Minha esposa tava com outra cara e agora sim trocava olhares com seu Ernesto e com seu Mario. Acho que a culpa não deixava ela em paz, e era isso que causava a atitude dela antes.vadiaFinalmente estávamos nós 4 sentados ao redor da mesa, cada um com uma cerveja, mas a Cinthya, a pedido dela, só tinha água, e o dom Mario explicava como funcionaria o jogo enquanto embaralhava as cartas. A gente tinha que fazer sequência de números consecutivos ou conseguir 4 cartas do mesmo número. Obviamente, a Cinthya já estava acostumada a jogar esses jogos, então a primeira rodada foi tipo um treino pra ela se adaptar. Depois da primeira rodada, a Cinthya já sacou como jogar e na terceira já ganhou.

— Pois olha como você joga bem, Cinthya, já nos venceu, hahaha. — elogiou o dom Ernesto.

— Jeje, obrigada, dom Ernesto, aprendo rápido, haha. — todos nós rimos.

— Pois é, dá pra ver, haha.

— Bom, então agora vamos jogar pra valer, o que acham, haha?

— Vamos apostar? — perguntei.

— Hahaha, não, Héctor, nada de dinheiro, fica tranquilo, haha.

— Então? Jeje — perguntou a Cinthya.

— Mario, traz a bandeja, jeje — e o dom Mario se levantou e foi buscar uma bandeja com vários copinhos cheios. A Cinthya e eu olhamos estranhando.

— Pois olha, cada vez que alguém ganha uma partida, escolhe quem bebe. Como vocês veem, cada um tem 6 copinhos. Quem ficar sem copos perde, jeje. O que acham?

— Gostei, haha, é emocionante — Cinthya animada.

— Sim, pra mim tá de boa — respondi.

— Que bom, então vamos jogar, haha.

Assim começamos. Eu tava decidido que tinha que ganhar pra fazer os velhos ficarem bêbados. Tava seguro que a Cinthya não ia me mandar beber, então fiquei tranquilo. A primeira partida eu ganhei e escolhi meu chefe pra tomar o primeiro copo, e ele assim fez, entre risadas, bebeu tudo. A segunda partida o dom Mario ganhou e, como era de se esperar, fui eu que tomei o copo. Senti que a bebida era bem forte e bateu na cabeça na hora. Eles riram da minha cara, mas continuamos. Muitas partidas depois, só me restavam dois copos, o dom Mario tinha um, o dom Ernesto tinha 4 e a Cinthya, 3.

Todo mundo tava bem animado, rindo. A Cinthya tava... abanicava com a mão, parecia bem claro que eu não sentia nada.
— Me dá um segundo, já volto, kkk. — Disse minha esposa enquanto ia pro banheiro.
— Claro, Cinthya, fica à vontade, kkk. — Respondeu seu Ernesto. Enquanto olhava ela se afastar, ele tava com os olhos grudados nas pernas dela. Cinthya tava de short jeans justo e um suéter creme folgado que escondia a silhueta, mas marcava os peitos dela.

Enquanto esperávamos, seu Mario tava com a cabeça na mesa, e eu tava sentado sem falar nada. As bebidas tinham me afetado pra caralho, mas seu Ernesto ainda tinha 4 copos na conta, então tava melhor. Cinthya voltou meio cambaleando e sentou.
— Então, vamos continuar, kkk. — O sorriso dela tava cheio de malícia.

A gente continuou jogando, e seu Ernesto ganhou a rodada de novo. Ele me escolheu pra beber, e minha cabeça já tava pesada, mas os três praticamente me obrigaram a encher o copo. Entre risadas, Cinthya me olhava, e até seu Mario pareceu se animar pro último gole. Na rodada seguinte, eu e seu Mario já não participamos direito, mesmo tendo um copo cada um. De novo, seu Ernesto ganhou e, me vendo todo acabado, falou: “Cinthya, escolho você, haha. Olha só, nem o Mario nem o Héctor aguentam mais, hahaha.” Eu ouvia a risada dele.

Nisso, Cinthya bebeu e eu vi ela se abanando com as mãos. Seu Mario apagou sentado, e a gente riu, mas eu também não aguentava mais. Só escutava o que eles falavam.
— O que foi, Cinthya? — Perguntou meu chefe.
— É que tô com calor, kkk. — Respondeu minha esposa.
— Então tira o suéter, ué, é por isso, haha.
— Kkk, é verdade.

Cinthya pegou o suéter pelos dois lados e começou a tirar. O velho olhava besta pra ela, babando com a delicadeza e a sensualidade do movimento. Ela terminou de tirar, deixando à mostra um top curto. Ficou tudo à mostra, aquela peça mínima abraçando as curvas dela e as esferas redondas que, no menor movimento, ameaçavam mostrar demais. Ela levantou os braços, e o tecido... Subiu um pouco mais, deixando ver a lisura da barriga dela, o umbigo sexy fazia imaginar a infinidade de carícias que ela merecia. Enquanto isso, observei meu chefe, o rosto dele era de puro desejo safado, com ela de lado, o corpo da Cinthya podia ser visto em todo seu esplendor, o short e o top ficavam um escândalo, vi que o dom Ernesto engoliu seco ao ter uma mulher tão gostosa do lado dele. Quando terminou, a Cinthya virou, e eu percebi um sorriso brincalhão nos lábios dela, não sei se era de propósito, não quis pensar nisso. A rodada de jogos continuou, mas agora só iam ser eles.
-ah, agora sim me sinto mais livre hehe.
-que bom, Cinthya hehe -ele tava com os olhos cravados nos peitos da minha esposa.
-bom, vamos continuar jogando, dom Ernesto hehe, ou já vai se render? -minha esposa falava animada.
-hahaha, de jeito nenhum, mocinha, vamos nessa.
A partida seguiu e dom Ernesto ganhou, Cinthya tomou a taça dela e ele tava com uma cara de satisfeito.
-haha, que forte que tão os drinks -Cinthya se abanava de novo com as mãos.
-pois é, é melhor assim, né haha, mas e aí, que tal fazer algo diferente, Cinthya?
-amm hehe, tipo o quê?
-continuar bebendo já não é divertido, melhor a gente fazer uns desafios hehe -disse o velho enquanto olhava pra ela.
-adoro a ideia hehe.
-hahaha, já sabia que você topa tudo haha.
-claro que sim hehe, mas me dá um minuto, já volto.
Cinthya foi pro banheiro, eu quis me levantar, mas não conseguia, nunca tinha me acontecido isso, não tinha forças, e acabei dormindo uns segundos. Dava pra ouvir o que meu chefe falava: "Pela puta que pariu, Mário, como é que você vai dormir hahaha, você é um otário" "Vou aproveitar essa rabuda, uff, se você visse como os peitões dela são gostosos" "Já tá com calorzinho a danada hahaha" dava pra ouvir a risada desgraçada dele.
Cinthya voltou e isso me acordou, mesmo sem conseguir me mexer, dava pra ver o que tava rolando.
-uff, que calor que faz hehe -disse minha esposa.
-se quiser, pode tirar mais alguma coisa hahaha -falou o velho.
-haaha, você é engraçado -disse minha esposa enquanto dava uma risadinha. um toquinho no ombro.
—pois é, a oferta tá aí, dona, hehe —e os dois riram
—e se a gente deixar pra outro momento? é que meu marido tá dormindo, melhor levar ele pra descansar, hehe.
—não se preocupa, dona, deixa ele aí, tá sossegado igual o Mário, haha.
—mas melho...
—ah, já sei, cê tá com medo, haha, não vai cumprir os desafios, hahaha, tá bom, dona, vai lá —o velho já sabia como a Cinthya funcionava.
—claro que não, hehe, vamos jogar, dá as cartas.
—caramba, assim que se fala.
O velho distribuiu as cartas e o jogo começou.
—cê sabe, Cinthya, vale tudo, hehe.
—claro, só não fica com medo —o olhar da Cinthya tinha um brilho estranho.
Passaram uns minutos e Cinthya ganhou a primeira.
—ganheeei! Hehe
—hahaha, qual vai ser meu desafio?fotos caseiras-ammm bom, então me conta uma piada haha
-Só isso? Hahaha que falta de imaginação você tem, mocinha, meus desafios vão ser mais complicados hahaha.
Dom Ernesto contou uma piada e Cinthya soltou uma gargalhada, e entrou na brincadeira. A próxima rodada quem ganhou foi meu chefe.
-Bom, qual vai ser seu desafio? Hahaha
-Já fala logo hehe
-Quero que você dance hehe
-Dançar? Haha faço com prazer.
Dom Ernesto colocou música no celular, uma lenta, Cinthya começou a se mexer no ritmo da música devagar e de forma sensual, dava pra ver que o velho não tirava os olhos daquele show magnífico, nunca tinha visto Cinthya tão disposta. Ela deu meia-volta deixando a bunda redonda à mostra pro velho, que estava sentado, hipnotizado pelos movimentos dela. A música acabou e Cinthya tinha cumprido o desafio.
-Você dança bem gostosa, mocinha
-Hehe obrigada, Dom Ernesto — pensei que Cinthya fosse se irritar com o comentário, mas longe disso, ela agradeceu. Dava pra ver que estava acalorada e já tinha tirado o suéter.
-Então vamos continuar — disse o velho.
A próxima partida quem ganhou foi Cinthya.
-Hahaha agora é minha vez
-Tá bem, mocinha, me diz qual é o desafio
-Ammm bom, você tem que me fazer massagem hehe.
-Que desafio complicado haha — respondeu o velho com sarcasmo.
Cinthya ficou sentada e meu chefe se posicionou atrás dela, pegou nos ombros dela e começou a fazer movimentos leves, e Cinthya respondeu com um sorriso de satisfação.
-Você faz muito bem hehe.
-Sou muito habilidoso com as mãos, mocinha — da posição dele, o velho conseguia ver os peitos da minha esposa sem nenhum pudor.
As mãos do velho foram subindo e descendo, a respiração de Cinthya começou a ficar ofegante e Dom Ernesto percebeu isso, então continuou com a tarefa. As mãos dele deslizaram até os limites dos seios de Cinthya e continuaram massageando, ela fechou os olhos por causa disso, mas não reclamou de nada. Num momento, o velho desce até a cintura de Cinthya, o que a surpreende.
-Haha Dom Ernesto, isso me faz cócegas.
-Você disse massagem, mas não especificou onde. que parte kkkkk —o velho ria maquiavelicamente. —kkkk já terminei o desafio, seu Ernesto kkkk —Cinthya estava toda acalorada, tinha umas gotinhas de suor na testa, quase imperceptíveis. Seu Ernesto largou ela, mas Cinthya tava mais animada e dava pra ver que ela tava bem excitada com o que tinha rolado. O velho parecia mais animado também e acho que resolveu tentar a sorte. —Cinthya, tu tem umas pernas sexys kkkk. —o senhor acha? kkkk —Cinthya tava imersa no momento. —pois é, cê tá bem gostosa, mocinha. —hmm obrigada kkkk só faço um pouco de exercício. —ah, então é por isso que cê é tão bonitona kkkk se me permite dizer, cê tá uma verdadeira mamacita —disse o velho olhando pra ela com um tom sugestivo. —kkkk ai, o que cê tá dizendo, seu Ernesto, não exagera kkkk. —não exagero não, só falo o que vejo kkkk. Será que não deu pra perceber na piscina? Kkkk —ai, seu Ernesto, pelo amor de Deus, não me faz lembrar disso kkkk. —pois é, foi assim que cê deixou eu e meu compadre kkkk. É o que seu corpinho provoca, Cinthya. —mm bom, é... acho que é verdade kkkk —ela tava presa no momento. —kkkk lembro que cê me deve um castigo kkkk. —amm, eu sei —ela tentava se controlar. —Então acho que é hora de pagar kkkk. —kkkk já, seu Ernesto, agora mesmo? —pois é, mocinha, ou vai negar? kkkk. —claro que não, eu tenho palavra kkkk. —bom, então seu castigo vai ser fazer a mesma coisa que fez na piscina kkkk. —ai não, seu Ernesto, isso não kkkk pelo amor. —aa, cê sabe do que eu tô falando kkkk, sinto muito, mocinha, castigo é castigo kkkk. Mas claro, cê pode recusar kkkk. Vai recusar? —kkkk mm bom, mas como a gente vai fazer? Kkkk —Cinthya aceitou fazer o que o velho mandava, queria parar, mas não conseguia. —bom, eu vou sentar, cê se vira kkkk. —o velho tava feliz e foi sentar no sofá. —amm bom, mas só uns minutinhos kkkk. Seu Ernesto se acomodou, colocou os braços atrás do sofá, mostrando uma postura de controle enquanto olhava pra Cinthya, que tava com um sorriso. travessa nos lábios. —tô pronto, dona, hehe. —ahh sim hehe, deixa eu botar uma música. —como quiser, mamacita. —parece que a Cinthya gostou do que o velho disse, porque deu um sorriso pra ele.esposa puta—só pra você saber, essa música foi recomendação da minha amiga Anahí hehe pra quando eu tivesse com o Héctor, mas fazer o quê, já vai ter oportunidade hehe.
—haha me sinto lisonjeado pela sua primeira vez hehe. Dançando essa música, claro hehe.
—haha engraçado, bom, já foi hehe.

A música começou a tocar, e eu consegui perceber que era aquela parada que se ouve hoje em dia, ride or die. A Cinthya começou a se aproximar do seu Ernesto, que esperava atento, quase babando. Ela ficou na frente dele, rebolando no ritmo da música. “Que yummy você tá, Cinthya”, saiu da boca do meu chefe. Cinthya só sorriu e virou de costas, deixando aquela bunda enorme na cara do velho. Aos poucos, foi descendo até sentar no pau do seu Ernesto, que curtiu a sentada da minha esposa. Ela mordeu o lábio inferior, claramente tava adorando o momento.

Meu chefe tava com a cabeça jogada pra trás, e minha esposa começou a mexer a bunda em cima do volume dele, fazendo movimentos circulares, rebolando gostoso. Cada vez os movimentos dela aceleravam mais, então ela apoiou as mãos nas pernas do velho pra se firmar. Com isso, seu Ernesto olhou pra ela surpreso, ela virou e os olhares se cruzaram, dava pra sentir a faísca safada nos olhos deles.

—Que gostoso você se mexe, mamacita.
—O senhor tá gostando, seu Ernesto? —o olhar da Cinthya era de entrega total.
—Você não sente como me deixou?
—Sinto sim, hehe.

O velho não aguentou mais e agarrou os peitos da Cinthya, o que a surpreendeu.
—Mmm, seu Ernesto, isso não era o castigo hehehe. —enquanto se deixava apalpar.
—Quer que eu pare?
—Mm, é que não sei, ummm, não.

Meu chefe e a Cinthya estavam no descontrole. Ela tava entregue ao momento, rebolando a bunda, enquanto ele amassava os peitos dela sem vergonha nenhuma, fazendo ela soltar uns gemidinhos leves.
—Ah, seu Ernesto, é gostoso hehe.
—E você vai se sentir melhor ainda, big booty.
—Mm, sim, mas uhmm —Cinthya ofegava.

Em seguida, seu Ernesto se levantou junto com ela e, enquanto continuavam no Os apalpadelas safadas a levaram para o quarto. Continua...

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