Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (3)

Depois do que aconteceu, não dava pra ficar tranquilo, eu precisava falar com a Cinthya sobre o que rolou naquele bar com o Dom Ernesto.
— Cinthya, não tem nada que você queira me contar? — falei, parado na porta, olhando pra ela.
— Não, amor, por que você diz isso? — respondeu, indo em direção ao banheiro.
— Pelo que aconteceu hoje enquanto você "dançava" com o Dom Ernesto.
— Mmh, tá bom, amor, me desculpa, não devia ter feito aquilo.
— Então por que... — ia perguntar por que ela deixou o velho apalpar ela daquele jeito, mas o que ela disse em seguida me calou.
— Não devia ter bebido daquele jeito, quase me acidento.
— É só isso que te incomodou?
— Sim, amor, por que você diz isso? — Ela falou me olhando direto nos olhos com aquele olhar meigo que ela sempre faz quando não entende alguma coisa. Tinha que estar no meu lugar pra ver como a Cinthya consegue te desarmar só com o poder dos olhos castanhos dela.
— Por nada, amor, da próxima vez toma cuidado.
— Sim, meu bem, mas ainda bem que o Dom Ernesto estava lá pra me salvar, haha.
— Bom, sim, mas você sabe que eu também podia ter te salvado se estivesse lá — tentando me fazer de importante.
— Sei disso, amor, embora talvez você não tivesse me segurado igual ele, haha, dá pra ver que o Dom Ernesto tem muita energia apesar da idade.
— Acho que é porque ele cresceu no campo.
— Foi o que ele me disse, amor, jeje. Na verdade, ele falou que adoraria me ensinar a montar, haha. Sabe, amor, eu nunca montei num cavalo, mas não descarto a gente ir um dia, sim. — Ela disse alegremente.
"Talvez, amor", respondi enquanto pegava ela pela cintura e puxava pra perto pra dar um beijo, que ela respondeu com uma suavidade meiga, mas que rapidamente virou uma pressão intensa. No começo, é um roçar delicado, como se a gente estivesse explorando um território desconhecido da intimidade. Mas logo a faísca da atração acende, e o beijo fica mais profundo e urgente. A Cinthya mantinha os olhos fechados por um momento, mas parou o beijo, ofegante e sorrindo. - Amor, me dá um minuto pra tomar um banho, sim.
- Ah, amor, vou junto? - esperando uma resposta positiva
- Haha, bobinho, não vou demorar, sim.

A espera foi curta e finalmente estávamos os dois na nossa cama, nos beijando apaixonadamente. Eu não conseguia controlar minhas mãos com a Cinthya nua ao meu lado. Os peitos dela, redondos e firmes, eram meu capricho naquele momento, e eu dava atenção especial, chupando os biquinhos arrepiados que estavam desafiadores na minha frente, enquanto ela soltava gemidinhos baixos. Ela pegava meu pau com as mãos delicadas, que já estava no máximo.

Depois de mais algumas carícias, me posicionei sobre ela pra meter e fiz isso rápido. Os dois curtíamos o momento, enquanto estávamos na posição de papai e mamãe, nos beijando, e assim ficamos até eu gozar dentro dela.

Claro que eu queria que nossos momentos fossem mais longos e variados, mas com a Cinthya não dava. Tê-la nua, vendo os peitos dela balançando no ritmo das metidas, não era tarefa fácil, pelo menos pra mim. E olha que nem preciso falar das variações; até agora eu não tinha coragem de mencionar sexo oral com medo dela se chocar e me largar. Talvez pudesse rolar uma briga daquelas, e eu não queria.

Quando conheci os pais dela, percebi que eram pessoas muito apegadas às crenças deles, e foi aí que entendi por que a Cinthya não tinha namorados na escola e por que era tão educada e confiava nos outros. Na real, eu fui o primeiro parceiro dela, e assim dá pra entender por que casamos quando eu tinha 27 e ela 24. Enfim, depois da nossa sessão de casados, eu capotei.

Na manhã seguinte, acordei com a luz que entrava pela janela. A Cinthya já tinha acordado e estava tomando banho. Ela saiu enrolada nas toalhas e me apressou pra entrar no chuveiro. A primeira coisa era tomar café, então fomos pra um dos restaurantes do clube.

No caminho, dava pra notar que várias mulheres olhavam pra Cinthya com um certo... Inveja e alguns homens ficavam olhando pra ela com desejo e anseio. Cinthya, que tinha vestido roupas esportivas, um moletom jogger cinza que não escondia a bunda firme e de formas perfeitas, uma camisa polo branca que marcava perfeitamente sua cintura fina, dava pra ver um pouco da barriga tanquinho e, por último, seus tênis brancos. Tudo nela era perfeito, as roupas realçavam sua silhueta esbelta e, somado a isso, seu rosto lindo com traços delicados e o cabelo preso num coque. Minha mulher era o centro das atenções.

Enquanto tomávamos café da manhã, Cinthya e eu conversávamos sobre o que faríamos hoje e, claro, o combinado ontem ainda estava de pé, já que eu não estava mais puto com a dança e, com o sexo marital, fiquei mais tranquilo. "Minha esposa me ama", eu pensava. Enquanto estávamos na mesa, chegou o senhor Ernesto para nos cumprimentar.

— Bom dia, jovens, já recuperando as energias, haja.
— Bom dia, senhor Ernesto, sim, já estamos tomando café.
— Assim que eu gosto, hehe. Então, às 10 horas, vejo vocês na piscina.
— Sim, senhor Ernesto, estaremos lá — respondeu minha esposa.
— Epa, Cinthya, então outro desafio? Haha.
— Ah, o senhor sabe que eu não me deixo — enquanto ria.

Depois dessa conversa rápida, o senhor Ernesto foi embora e nós continuamos tomando café. Depois disso, demos uma volta pelos diferentes ambientes e fomos para o quarto. Já eram quase 10 da manhã.

— Bem, amor, então você tem certeza que não vai?
— Não, querida, não quero ser o palhaço da vez.
— Sabe que não seria, amor — enquanto me dava um beijo carinhoso. Mas tudo bem, então vou me trocar pra alcançar o senhor Ernesto, não quero que ele espere e pense mal.

Enquanto ela se trocava, aproveitei pra sair do quarto pra ver minhas mensagens e fazer umas ligações. Levei uns 10 minutos nisso. Quando Cinthya saiu pronta pra ir pra piscina, ela tinha vestido um biquíni azul de uma peça que se ajustava perfeitamente ao corpo e cobria quase completamente os peitos majestosos dela. Obviamente, ela não andaria com aquela roupa. No caminho todo pra piscina, ela colocou uma saia branca curtinha como se fosse um pareô e as sandálias de tiras deixavam ela espetacular.
— Então vou, querido.
— Sim, daqui a meia hora apareço por aí. A gente se despediu com um beijo e eu fiquei vendo ela se afastar.

Fiquei vendo TV enquanto matava o tempo esperando a hora de ir pra piscina, como combinei com a Cinthya. Enquanto esperava, bateram na porta: era um funcionário do clube. Ele disse que eu precisava ir até a recepção porque teve um problema com o registro de ontem. Quis fazer barraco, mas como eu era convidado, não podia me arriscar, então fui resolver a parada. Com tudo isso, já tinha passado quase uma hora desde que a Cinthya foi com o seu Ernesto.

Quando cheguei na piscina, procurei a Cinthya, mas não tinha sinal dela nem do meu chefe. Comecei a ficar preocupado e aquela sensação estranha voltou. Dei uma volta pelos vestiários e nada. Enquanto continuava procurando, ouvi a conversa de uns caras que estavam lá e se referiam a uma mulher: “Viu a rabeta da branquela?”, “Que sortudos esses velhos”, “E que par de peitão que ela tinha” — foram algumas coisas que eles falaram. Quis perguntar sobre quem estavam falando, mas ia ser muito estranho.Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (3)Continuei procurando e ligando no celular, mas ninguém atendia. Quando eu ia voltar pro quarto, passou um funcionário e me falou que tinha outra piscina, mas só pra sócios "especiais". Ele me disse onde ficava e eu fui pra lá. A piscina era num ambiente fechado, quatro paredes, acho que era daquelas aquecidas. Quando cheguei na porta, ouvi umas risadas conhecidas. Era a Cinthya, sem dúvida. Devia estar com o Dom Ernesto, mas tinha mais alguém que eu não reconhecia na hora. Tentei entrar, mas a porta tava trancada, claro, era só pra sócios importantes. Chamei, mas não me ouviram por causa da música baixa que tava tocando lá dentro.

Procurei um jeito de chamar eles e entrar, mas nada. Aí percebi que nos chuveiros de lá tinha uma janelinha lá em cima, do tamanho de um quadro, mas dava pra ouvir e ver o que rolava.

Quando coloquei o olho pra ver o que tava acontecendo, fiquei sem fôlego. A Cinthya tava deitada numa espreguiçadeira passando creme nas pernas, mas não era isso que me chocou. Era o fato de que ela não tava usando o biquíni azul de uma peça com que tinha saído do quarto. Ela tava usando um biquíni laranja de duas peças, mais curto do que ela costumava usar. Cobria exatamente os peitos dela e deixava tudo no lugar perfeito.

— Haha, viu, Cinthya? Esse biquíni fica espetacular em você. — ele disse, olhando pra ela de cima a baixo.
— Obrigada, é que não tô acostumada a usar biquíni desse tipo, hehe. — ela respondeu, sorrindo e continuando a passar creme.
— Pois é, tô te falando que fica ainda melhor do que o que você tava usando antes. Claro, com os dois você fica divina.
— Hehe, para que você vai me fazer corar. — ela disse, baixando a cabeça.

Por que ela trocou de biquíni? E por que vieram parar aqui? Enquanto eu pensava nisso, Dom Mario se aproximou com uma bebida. Era a voz dele que eu não tinha reconhecido.

— Aqui estão as bebidas.
— Sério que vamos beber antes de nadar? — questionou a Cinthya.
— Ué, claro, Cinthya. Bem, se você quiser... não quer, não faz, acho que vamos te dar vantagem pra você ganhar hahaha - ele ria que nem um sem-vergonha junto com o dom Mario. -ah é, claro, depois vocês vão usar isso de desculpa, né? Haha -não, Cinthya, como é que pode -respondeu dom Mario. -bom, vou beber também pra ficar nas mesmas condições hehe -enquanto tomava aquele gole. -você tá em "muito boa" condição -disse dom Ernesto com segundas intenções. -eu me exercito quando dá, então sim, tô em forma hehe -enquanto se levantava e tentava passar creme nas costas, claro, sem sucesso. Vendo isso, dom Ernesto na hora aproveitou. -Cinthya, posso ajudar, não quero que você se queime. -agradeceria, dom Ernesto, o Héctor sempre faz isso, mas ele não chega. Tavam me esperando? Como assim? Seriam perguntas que seriam respondidas no tempo certo. -você tem que deitar, Cinthya, pra ficar mais fácil. Cinthya, obediente, se deitou de bruços na espreguiçadeira, deixando aquele rabo delicioso na cara dos dois velhos, que tinham uma careta grotesca, cheia de luxúria. Os dois se olhavam como quem sabe o que cada um pensa e o que vai rolar, tendo aquela forma majestosa na frente deles, simples mortais. A tanga do biquíni era engolida pelos glúteos de Cinthya, que nem desconfiava das expressões e dos pensamentos dos velhos. Dom Ernesto tentou se acalmar, mas era óbvio que não conseguia, igual ao amigo. Os dois estavam com uma ereção considerável nas bermudas. Acho que agradeciam que Cinthya estivesse de bruços e não fosse se escandalizar. Dom Ernesto começou a passar creme nas costas e nos quadris da minha esposa, dando massagens que iam além de um simples toque. As mãos do velho chegavam bem na curva onde começava aquele bundão da minha mulher. Eu via que Cinthya sorria, mas pra minha surpresa, percebi que ela estava ofegante. O que tá rolando?, pensei, enquanto continuava observando. De novo, o olhar dos velhos se encontrou e eles sorriram com malícia. -pronto, Cinthya hehe -disse meu chefe Cinthya demorou uns segundos pra reagir, "mmh sim hehe, bom" enquanto Ela sorria e olhava pro chão. —Bom, vamos entrar na água — disse seu Mário, enquanto tirava a camisa que já estava aberta. —Então vamos, Cinthya — seu Ernesto tirava a camisa, deixando à mostra o corpo peludo no peito e a barriga de tamanho não tão grande. —Vamos sim, jeje — enquanto se abanava com a mão. Os velhos entraram na piscina e chamavam a Cinthya pra se juntar a eles. —Vem, Cinthya, não me diga que a bebida te bateu, hahaha. —Não, nada disso, jeje. —Com certeza vai ser sua desculpa — dizia seu Mário num tom sarcástico. Parece que isso fez Cinthya reagir, que se jogou na piscina, dando um mergulho. Ao sair de baixo d'água, Cinthya tava espetacular, a água batia um pouco abaixo dos peitos e dava pra ver perfeitamente enquanto a água escorria por eles.vadia- Cê é boa nadadora, Cinthya? - comentou seu Ernesto.
- Boa pra caralho, eu diria - secundou seu Mário, olhando descaradamente pras tetas da Cinthya.
- Ehh, sempre fui boa nos esportes, hehe - Cinthya tava meio distraída.
- Mas não melhor que eu, claro.
- Vai me desafiar, seu Ernesto? Kkk - Cinthya se animou.
- Pois claro, por isso viemos, né? Hehe.
- Qual vai ser o desafio então? - perguntou minha esposa.
- Pois é, como cê vê, eu e o Mário não podemos ganhar de você assim. Tem algum problema se a gente for time? Ou vai se acovardar? Kkk.
- Kkkk claro que não, é melhor assim, a vitória vai valer mais, hehe. - Enquanto observava eles, me pareceu que tinha um brilho no olhar da Cinthya.
- Isso aí, Cinthya, cê topa tudo mesmo, kkk.
- Então vai ser fácil. Vamos te dar 2 chances: cê tem que sair da piscina e a gente tem que impedir. Sem mais. - Olhando nos olhos da Cinthya.
- Que isso, kkk? Só isso? Ah, vai ser muito fácil.
- Bom, se cê tá tão segura, tenta aí.
- Tá bom, então vou pro fundo da piscina.
Cinthya nadou pra parte mais longe da piscina e os velhos se posicionaram. Cinthya ajeitou o top do biquíni pra ficar mais segura. E então começaram. Cinthya nadou pra parte rasa da piscina e os velhos já tavam esperando. Ela chega bem na frente do seu Ernesto, mas ele pega ela pelo braço e não solta. Cinthya ri, mas começa a tentar se soltar jogando água na cara dele, coisa que não funciona, e seu Ernesto começa a arrastar ela de volta pro fundo. Num ato desesperado, vejo que ela tenta fazer cócegas nele e funciona: seu Ernesto solta ela, mas não por muito tempo.
Quando Cinthya tá no meio do caminho, seu Ernesto pega ela de novo, mas dessa vez pela cintura. Ela grita "não vale, kkkk" e de novo ele começa a levar ela pra trás. Leva ela pra um canto e prende ela lá. Cinthya tenta escapar, mas não consegue. É aí que ela tenta fazer cócegas de novo, mas seu Ernesto dessa vez também faz. O pouco que vejo, as mãos do velho brincam com o corpo dela. Da Cinthya debaixo d'água e ela só ri. Eles param porque a Cinthya fala pra começar de novo, ela tá ofegante, mas se divertindo. Dom Ernesto volta pra onde tá o Dom Mario, passa do lado dele e fala "já foi", e ele só confirma, e se coloca no lugar onde tava no começo.

— Cinthya, nem precisei intervir, haha — falou Dom Mario.
— É, já sei, mas ainda tenho uma chance e dessa vez vou ganhar, hehehe.
— A Cinthya tava ofegante e estranha.
— Vamos ver, mocinha — falou Dom Mario.

Assim, a Cinthya começou de novo a se aproximar da parte mais funda da piscina pra poder sair, mas dessa vez foi o Dom Mario que foi segurar ela. Na hora, Dom Mario foi agarrar ela, a Cinthya vendo isso tentou se afastar, mas era inútil, ele já tinha ela presa. "De novo não, haha" — ela falou rindo.

Dessa vez foi o Dom Mario quem começou a fazer "cócegas" nela, ela tentava escapar e num momento, tentando fugir, se soltou do agarre. Parecia que dessa vez ia ganhar, já dava pra ver o corpo majestoso dela escorrendo água, mas não, bem na hora o Dom Mario pega ela por trás, envolvendo ela com os braços, e começa a levar ela de novo pra parte funda da piscina. Ela, na tentativa de escapar, começa a rebolar o corpo, eu pude ver a bunda suculenta dela esfregando na pica do Dom Mario. Por causa disso, o Dom Mario começa a soltar ela, a Cinthya percebe isso e, com um sorriso, agora faz de propósito: esfrega aquele rabo poderoso no Dom Mario, que começa a perder a força por causa das investidas que a Cinthya dá.

— O que foi, Mario, vai perder? Haha — falou Dom Ernesto, tirando o Mario do transe. Tentando se manter de pé, Dom Mario leva a Cinthya pro fundo da piscina, mas ela não desiste, continua com as brincadeiras tentando se soltar, mas é inútil. "Se rende?" — pergunta Dom Mario pra Cinthya. Ela, com um olhar perdido e de satisfação, fala que sim. Dom Mario liberta ela da prisão e deixa ela sair da piscina.

— Perdeu, Cinthya, haha — Dom Ernesto olhando pra ela.
— É, já sei, mas quase consegui ganhar, haha. precisava de um pouquinho mais de tempo e conseguia, hehe. —Quer mais uma chance? —disse seu Ernesto.vadia— Sim, vocês vão ver que eu ganho deles.
— Bom, a gente te dá uma chance, mas com uma condição.
— Sim, o que for, hehe — disse minha esposa, confiante na vitória.
— Tá bom, então. Se perder, vai ter um castigo, hein.
— Qual vai ser o castigo?
— Depois a gente te conta, é surpresa, haha.
— Aceita ou não? — Os dois velhos olhavam pra ela, esperando a resposta.
— Hum, tá bom, já que vou ganhar, aceito, haha.
— Epa, Mário, a donzela tá muito segura, hehe. Dessa vez a gente tem que ir junto.
— Não importa, vou ganhar do mesmo jeito, hehe. — Enquanto se levantava e passava na frente deles, que a olhavam com tesão.

Então os três tomaram o que restava das bebidas e voltaram pra piscina. Cinthya ia começar de novo do fundo, mais uma vez parecia “estranha”, mas já ia começar sua última chance. “Já tá pronta, Cinthya?” — disse seu Mário, e ela respondeu com um gesto de aprovação.

Cinthya fez seu movimento, começou a nadar pra parte mais funda, conseguiu desviar habilmente de seu Mário, que queria pegá-la, mas na frente dela estava seu Ernesto, pronto pra impedir a fuga e, por consequência, a vitória dela.

Quem diria que alguém como ele teria tanta vitalidade pra acompanhar o ritmo de Cinthya? Ela olhou nos olhos dele com cumplicidade e tentou desviar, mas seu Ernesto foi mais esperto e segurou o braço dela mais uma vez. Cinthya forcejou pra se soltar, mas ele não largava. Tanto esforço deu resultado: ela já conseguia ver as pernas de Cinthya, tava perto da saída. Mas ela tinha esquecido de seu Mário, que entrou na “briga” pegando ela por trás. Cinthya já sabia da “fraqueza” de seu Mário e aproveitou: mexeu a bunda no volume do velho, e claramente quem tava mais curtindo era ele, que suspirou com o ato. Eu conseguia ver perfeitamente que era ela quem fazia tudo.

Seu Ernesto vendo isso disse pra Cinthya: “Não importa o que você faça, eu não vou te soltar” — com um sorriso cheio de cumplicidade pra ela. Num ato de total descaramento, ela se afastou de seu Mário e fez o mesmo com seu Ernesto: começou a esfregando a bunda dela no seu Ernesto, mas alguma coisa a fez se surpreender porque ela fez uma cara de espanto virando pra olhar pro seu Ernesto, mas mesmo assim não parou. Aí seu Ernesto, aproveitando junto com seu Mário, levaram ela pra parte funda da piscina, onde dava pra ver pouco do que rolava debaixo d'água. As mãos da Cinthya se mexiam debaixo d'água, não dava pra ver o que ela tava fazendo.

Seu Ernesto falou naquele momento: "Também sei brincar assim hehe". Eu vi que ele tava brincando com os peitos dela por cima do top, mexendo pra cima e pra baixo, e ela só ria. Minha esposa não reclamava de nada do que tava rolando. Seu Mário também aproveitava a situação, tinha a Cinthya na mão dele, se esfregando nela. Num momento, ela soltou um leve "mmm", "Seu Ernesto, não sei o que tá acontecendo comigo hehe", enquanto olhava diretamente pra ele com um olhar cheio de malícia, e ele sorria descaradamente.

"Fica tranquila, Cinthya, a gente só tá brincando hehe" — foi o que o velho respondeu. "Além disso, você já perdeu, tem que cumprir o castigo." Enquanto estavam presos naquele momento, ouviram umas vozes se aproximando, eram outros sócios. Na hora, a Cinthya se separou dos velhos amigos que estavam segurando ela. Aos poucos, o clima foi esfriando, e a Cinthya saiu da água, dava pra ver que ela tava feliz. Os velhos também saíram e estavam com uma ereção violenta, era óbvio que a Cinthya tinha causado aquilo, mas ela não se escandalizou e, claro, deve ter sentido.

Na hora, aproveitei a chegada dos outros sócios e entrei rapidamente. A Cinthya se assustou ao me ver: "Finalmente chegou, amor". Já tô aqui. Pude notar que minha esposa tava mudando.esposa puta

1 comentários - Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (3)