J.Lo e o Mendigo - Capítulo 2 Num bairro perdido, cheio de bandidos e maconheiros, a cantora curvilínea é pega por uma gangue de cafetões estupradores.
Jennifer agradeceu a Deus que a quadra destruída ainda estivesse fechada com cercas altas de arame, então deduziu que estava meio protegida, caso aqueles malandros tivessem as ideias loucas que o mendigo preto tinha dito pra ela há pouco.
Nisso, o marginal de idade indefinida, vestido igualzinho aqueles paramilitares de quinta categoria, com calça camuflada e tudo mais, já estava quase chegando ao lado da cerca de arame. A estrela pop exuberante, quase com a mente em branco, só andava com as duas mãozinhas nos bolsos da jaqueta leve o mais rápido possível pra se mandar de uma vez por todas, até que ele, já meio perto, finalmente resolveu falar com ela:
— E aí, mina…! Pra onde cê vai com tanta pressa…!?
Jennifer, sem dar bola, apressou o passo, sempre olhando pro chão. Tava tão assustada que nem coragem tinha de olhar pra ele.
— Tô te perguntando por que tanta pressa, garota, ou cê é surda!?
— Ehhh… eu só tô saindo daqui… — de canto de olho, a mulher apavorada notava que o cara, apesar da cara de bandido, usava o cabelo bem curtinho.
Foi então que o marginal a reconheceu. Ficou tão chocado que gaguejou por um instante.
— Vo-Vo-Você é a Jennifer Lopez, porra! É a gostosa da J.Lo, a puta, que surpresa! A mulher braba com a bunda linda aqui no nosso bairro, ninguém vai acreditar se eu contar.
Nisso, junto com ela levantar o olhar apavorada, percebeu que os outros bandidos, que também tinham notado a presença dela, tinham saído correndo pelo outro lado da quadra e estavam dando a volta pra encontrar ela. Com horror, viu que um deles usava aquele moicano típico na cabeça, e que seus… Rostos cheios de cicatrizes diversas só denotavam ferocidade e uma vida cheia de criminalidade.
—Vamos, não tenha medo de nós, putinha… Jejeje, é que não estamos acostumados a ver famosas tão gostosas como você por esses lugares, de quem você está se escondendo!? — perguntou de novo o marginal que a seguia.
Jennifer, sabendo que em poucos instantes aquele grupo de homens já estaria bem na frente dela, diminuiu o passo e resolveu responder ao marginal, mais por medo do que por querer manter conversa com ele:
—De ninguém…! Não estou me escondendo de ninguém…, é que eu furou o pneu na estrada e não consegui trocar, agora estou meio desorientada, queria saber como sair desse lugar. O senhor poderia me ajudar com isso.
—Quer dizer… até poderia, mas por que você não vem beber com a gente? A gente ia se divertir pra caralho, sabia? Assim você fica a salvo de quem tá te procurando. Que putaria você fez pra se atrever a entrar nesse lugar? — o marginal se segurava pra não exagerar no vocabulário, aquela mulher era dos sonhos e ele não podia deixar ela escapar antes que a cercassem e a tivessem encurralada.
—Nada… eu não fiz nada pra ninguém. Olha, seus amigos estão se aproximando, por favor, manda eles não fazerem nada de mal comigo.
O delinquente, calculando que seus camaradas já estavam se aproximando a passos rápidos, avaliou que aquela putinha já estava quase nas mãos dele.
—Desculpa, Jennifer, porque você é a JLo, né? — perguntou pra depois decidir abertamente dar a entender o que realmente a esperava. —Acontece que nossas noites aqui são as mais chatas que você pode imaginar, e eles, te vendo assim tão comportadinha com essa jaqueta curta que mostra essas pernudas enormes que você tem, com certeza vão querer que você faça companhia a noite toda com elas abertas, hahahaha…!!! O que você acha…? Topa vir na boa com a gente? — enquanto colocava a mão no ombro dela. Antecedentes das intenções fervorosas, o delinquente ordinário não parava de devorá-la dos pés à cabeça do outro lado da cerca, enquanto se embriagava de desejos carnais ao ficar de olho em como aqueles muslos poderosos e bem torneados se cruzavam no seu caminhar nervoso.
Jennifer teve que parar bruscamente, já que a apenas três metros dela estava o grupo de marginais que pouco antes estava ao redor da fogueira, percebendo também que os 15 olhares ardentes e sujos a despiam por inteiro pela forma descarada como a avaliavam e a devoravam imaginando todas as coisas que fariam com ela assim que a levassem até o barracão que usavam como esconderijo. A bela mulher achava sentir em cada poro como aqueles horrendos babacas a abduziam mentalmente, fantasiando e fazendo com ela todo tipo de perversidades, e não estava longe disso.
O grupo de marginais, que já percebeu na hora que a mulher que tinham na frente era nada mais nada menos que a famosa Jennifer Lopez, olhavam incrédulos que a estrela latina estivesse com eles. Um deles soltou um grito de júbilo que soava mais como um uivo e deram como certo que teriam uma longa noite com aquela mulher dos sonhos. Rapidamente foram cercando-a em um semicírculo, enquanto o delinquente que a havia interceptado inicialmente, como se fosse um verdadeiro puto de roça, subiu pela cerca até se jogar bem na frente da apavorada mulher, onde na hora sacou uma faca afiada do meio das roupas para dizer, enquanto a movia entre os dedos e apontava para ela:
— Ou você vai agora mesmo com a gente na boa, ou te rasgo aqui mesmo da buceta até os peitos, puta...!!!
Jennifer só ficou gesticulando e paralisada pelo pânico, dando pequenos passos para trás.
Os olhares frios e as risadas perversas do grupo de homens que a assediavam agora a tinham com o corpo tremendo sem controle, na mente dela só vinha maldição por ter viajado sozinha pelo deserto, e do mesmo jeito, estranhamente, até quase se arrependia de não ter ido com aquele preto mendigo, sem se importar com o custo sexual que ela agora nem pensaria duas vezes em pagar de olhos fechados em troca da proteção dele.
—Ô Freddy, que tal a gente dopar ela agora mesmo pra não ter trabalho de levar? Dá pra ver que essa gostosa escrota deve ser um tesão, o que cê acha!? — perguntava ao chefe um baita homem de olhos azuis, careca, que nos braços e atrás da orelha tinha tatuada a suástica que os nazistas usavam. Ele vestia uma camiseta branca que parecia mais ou menos limpa, jeans e coturnos militares.
—Mmmm… essa puta é bem gostosa, eu teria preferido ela no estado normal pra sentir os movimentos que ela deve fazer com esse quadrilão e essa bunda que a vagabunda tem, mas acho que sim, assim vai ser mais fácil na hora que a gente estiver estuprando ela. Prepara uma dose forte que tomara que dure a noite toda.
A exuberante Jennifer estava presa no meio daquela horda de marginais, sabia que aquela matilha de cães raivosos não teria consideração na hora que todos estivessem comendo ela. Com o coração batendo a mil por hora, só ficava olhando em volta.
O careca e fortão de olhos azuis tinha tirado do bolso uma colher onde colocou um negócio estranho e agora tava esquentando com um isqueiro enquanto ria de um jeito facínora, olhando pra ela e pros comparsas.
Jennifer agora sim tava quase se mijando de medo, porque aquele outro bandido com a seringa levantada se aproximava dela rindo maliciosamente. Ela sabia que não adiantava recuar, porque atrás dela também tava cheio de marginais, e foi como um milagre ou sei lá o quê que de repente, quando o malandro já tava quase em cima dela, Ela recuou para se posicionar quase em posição de combate.
A cantora latina não entendia nada, já que os outros ao redor também mudaram de posição e se colocaram na frente dela. Foi aí que o cara parecido com o do filme *Pesadelo* começou a negociar com alguém:
— Me escuta, Sato…! Eu não quero problema com você… a gente dividiu esse espaço por mais de três anos. Agora a gente pega a *slut*, vaza, e fica tudo na amizade como sempre.
— Ha…! A *foxy* tá na minha área, então quem leva ela somos nós. Além do mais, eu não sou seu amigo — respondeu o oponente, enquanto, junto com a última palavra, cuspiu de lado com desprezo.
Jennifer virou o corpo rapidamente pra ver quem era o tal Sato, e se deparou com a figura magricela de um homem na casa dos trinta, que claramente era um moreno de origem oriental. Ele andava sem camisa, de peito aberto, e ela viu que na pele do peito dele tinha um dragão tatuado bem no meio.
Jennifer até sentiu simpatia pelos seus salvadores, mas a simpatia foi pro caralho em segundos, porque atrás do grupo de orientais — que era mais de 20 — tinha um grupo de garotas, todas vestidas com minissaias curtas e pintadas de forma escandalosa. E a cada movimento que elas faziam, as coitadas eram corrigidas na porrada por alguns dos homens que trabalhavam pro tal Sato. As garotas choravam abertamente, e estavam todas amarradas em fila com correntes, provavelmente pra não escaparem, enquanto a discussão entre os dois líderes continuava.
O tal Sato já tava prestes a dar as primeiras ordens pra quem ele já considerava mais uma das suas putinhas:
— A *foxy* me pertence…!!
— Sua *slut*…!!! — o asiático agora falava diretamente pra Jennifer.
— Vai pro fundo e se coloca na fila com as outras putas, porque agora a gente vai fazer um trabalhinho — disse a cópia miserável do Bruce Lee pra ela. Mulheres escandalizadas.
—Nem pense em sair do lugar onde você está, putona, porque senão, assim que te encontrarmos, te esquartejamos e espalhamos todos os seus pedaços em diferentes pontos da capital pra sua família nunca mais saber de você — ordenou de novo o cara de cara queimada.
Então a briga dos bandidos começou. Vendo aquela batalha campal que se formou do nada, com chutes pra todo lado, socos com soqueiras e até golpes de ferro, a mulher chocada, novata como puta ou escrava sexual pra qualquer um dos dois lados, foi tirando discretamente seus sapatos femininos do lugar onde tinha ficado. Assim que ficou descalça, começou a andar na direção oposta à fileira de vadias que continuavam chorando pela desgraça delas. Quando se sentiu segura, saiu correndo como uma alma penada sendo perseguida pelo próprio capeta.
A exuberante Jennifer corria e corria, olhando pra trás de vez em quando do jeito que dava. E bem quando estava quase sumindo daquela cena brutal, um dos carecas percebeu e deu o alarme:
— A puta…!! Tá fugindo…!!!
Todos os combatentes suburbanos viram ela desaparecer numa esquina a umas três quadras de onde estavam, até que o Sato deu a ordem de perseguição:
— Vocês três fiquem com as putinhas, todo o resto vai caçar essa gostosa e depois a gente divide ela por semana.
O Freddy, que já não tinha nada a perder, achou justo o trato e também deu a ordem de perseguição pra sua tropa:
— É, vamos buscar a rabuda e depois todo mundo come ela, vamos fuder ela até pelo cu das orelhas hahahaha…!!! — bastaram essas últimas palavras de um dos comandantes pra que quase 40 homens saíssem correndo na mesma direção que a linda cantora tinha fugido.
Já sem tanta energia, a mulher, mais cansada do que nunca, avançava como podia. Seus pés já doíam, e suas sandálias tinham ficado abandonadas no lugar onde dois desconhecidos estavam decidindo qual seria seu destino. Foi no momento em que as vozes de seus perseguidores já se ouviam bem perto que ela viu ao longe a figura esfarrapada do mendigo preto com seu carrinho de madeira. Como pôde, saiu correndo na direção dele, pensando que aquela visão fantástica era o melhor dos milagres que poderia ter acontecido.O mendigo, que como sempre já tinha dado por perdida a chance de comer uma mulher, só de ouvir sua cadela latir, virou sua aparência triste para ver o que estava rolando. Foi nesse exato momento que Jennifer, já a uns três metros de onde ele estava, se jogou no chão, quase implorando por ajuda.
— Moço, pelo amor de Deus, me ajuda, tão me seguindo...!!! — foi o que Jennifer conseguiu falar, com o coração quase saindo pela boca.
— Ahhh... sim, lembro de você... você é a putinha de um tempo atrás, né? Lembro, sim, e muito bem, hehehe... o que aconteceu com você?
— Sim, senhor, sou eu de novo... pelo amor de Deus, me ajuda... tão me seguindo pra me estuprar e me transformar numa vagabunda...!!! — dizia a mulher apavorada, sem perceber que estava admitindo que era a putinha de antes, ao mesmo tempo em que se abria com aquele sujeito esfarrapado de raça negra que, estranhamente, inspirava mais confiança nela do que seus perseguidores.
— Mmmm... esses filhos da puta... sobe e deita no meu carrinho antes que te vejam... — o velho preto a guiou até o carrinho, notando que aquela mulher fantástica se deixava levar sem nenhuma objeção.
O indigente, por sua vez, tinha visto como um idiota o portento de coxas que a mulher tinha mostrado, presenteando-o com o melhor espetáculo de carnes femininas macias para seus olhos cansados de velho no momento em que ela se enfiou naquele veículo deplorável. Situações. Como é que tá, ou tipo o momento em que ele pegou na mão dela de um jeito estranho já revigorava ele.
—Desculpa, minha gatinha, mas isso é pro teu bem — e dito e feito, assim que rompeu o saco, espalhou tudo que tinha dentro por cima do corpo da Jennifer.
—Tamo prontos…! Você fica quietinha e não faz movimento… eu vou fingir que tô fazendo nada um pouco mais pra lá e quando não tiver mais perigo, te aviso.
—Pelo amor de Deus, senhor, me tira daqui…! — ela pedia quase cochichando, obviamente a mulher tava querendo dizer que o velho levasse ela pra onde ele quisesse, o importante era que os bandidos que queriam prostituir ela à força não encontrassem ela de jeito nenhum*.
—Fica tranquila, meu amor, que assim que tudo passar eu te levo comigo, cê topa?
A mulher exuberante, que tava completamente coberta de lixo doméstico, nem pensou duas vezes: com o rostinho de deusa agora meio tampado por porcaria, ela só balançou a cabeça. Bastou isso pro sujeito esfarrapado começar a sentir a roça endurecer como nunca na vida, de verdade que agora tava bem dura.
—E como foi com vocês…!
—Nada por aqui…! Essa puta parece que se evaporou…
—Não pode ser…!! Essa vagabunda deve tá escondida em algum canto, vamos revistar os galpões de novo e depois sair varrendo rua por rua…
Essa puta vale ouro, tem homem que pagaria uma fortuna pra passar um tempo com ela.
—Siiim… todo mundo atrás da vadiiiaaaa…!!! Quem achar primeiro tem direito de ser o primeiro a comer ela, ouviram? Vão procurar ela — eram os gritos que a apavorada Jennifer ouvia do esconderijo de lixo dela.
Os minutos pareciam eternos pra ninfa quase sufocada, mas ela preferia estar naquela condição do que ser descoberta pela gangue de bandidos, até que ouviu claramente uns passos molhados se aproximando do esconderijo todo cagado com rodas, graças a Deus foi o preto mendigo que ela viu por entre as folhas de alface.
—Já foram embora…?, —perguntou com sua vozinha quase inaudível.
—Por favor, senhor, me tira daqui, me leva o mais longe possível desses homens…, —pediu de novo, suplicante.
O negro vagabundo sabia que essa era a melhor chance que tinha pra levar aquela mulher de curvas poderosas e meter ela dentro do seu barraco.
—Bom, como eu te falei antes, minha rainha, qualquer lugar desse complexo é inseguro pra uma mulher tão gostosa como você, já viu o que quase te aconteceu por não me ouvir quando te avisei, jijiji, mas minha casinha ainda tá toda disponível pra você, docinho, ou prefere que, quando eles forem embora, você saia do meu carro e se vire sozinha?
—Nãoooo…!!!, não me deixa sozinha, por favor, eu imploro… não me deixa sozinha…!!!, —na mente de Jennifer ainda tava claro o que aquele miserável espantalho vivo tinha proposto antes, quente pra caralho.
O negro pedinte já esfregava as mãos pelo que tava prestes a rolar na sua existência miserável.
—Então… você prefere que eu te leve…?
A famosa cantante, de dentro do carrinho, achou que viu na cara do velho negro uns toques de safadeza começando a dominar de novo.
—S… simmmm… prefiro ir com o s…senhor do que ficar sozinhaaaa…!, —respondeu, sem se importar com as observações certeiras que acabara de fazer.
—Mmmm… não tenho problema em te levar comigo, mas bom, você já sabe…
—Por favor, me leva com o senhor, —cortou Jennifer de uma vez, e praquele homem indigente tirar ela dali o mais rápido possível, avisou sem nenhum rodeio, —Tô disposta a fazer aquilo que o senhor quer que a gente faça… mas repito, não me deixa sozinhaaaa…!!!
Só bastaram essas explicações doidas e ardentes da cantora latina exuberante pro mendigo sentir que, a qualquer momento, o pau dele ia estourar de tanto leite.
—Vai ser uma honra, gostosa… agora mesmo vamos embora… jijiji…
CONTINUA…
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