Em casa a gente se comportava quando nossos pais estavam por perto, ou pelo menos era o que eu achava, porque na real, toda vez que eles se distraíam a gente se beijava, se apalpava um ao outro, ou até transava rápido quando eles não estavam olhando, ou só chupava ele ou ele me fazia oral, mas enfim. O negócio é que a gente sempre foi muito tarado, e numa ocasião, meus pais convidaram uns tios (irmãs da minha mãe) pra passar um tempo em família. Por parte delas, vieram as irmãs com os maridos, uma prima dois anos mais velha e um primo da idade do meu irmão. Chegaram, comeram e ficaram conversando sobre trabalho, enquanto meu irmão jogava com meu primo e eu conversava com a Yesi (minha prima) sobre como tava a faculdade, o trabalho e o serviço social. A conversa ficou meio estranha, tipo eu queria ir embora mas ficava só pra não ser mal-educada, até que mudou de assunto e ela perguntou do meu namorado. Sem eu responder logo, ela começou a falar de um cara que ela tava afim mas que não tava rolando nada. Aí eu contei de um cara que eu tava saindo e que a gente fazia umas coisas juntos. Ela perguntou se eu já tinha tido intimidade, e eu falei o básico: beijos e uns amassos (óbvio que não ia contar que eu tava comendo meu irmão). No fim, ela me deu umas dicas pra melhorar a tensão e a ação. Quando a conversa tava ficando boa, meus tios foram embora porque no dia seguinte a gente tinha que ir pra escola. Fiquei pensando no que minha prima tinha me falado, e comecei a considerar usar roupas mais justas e lingerie mais sexy. Na real, só de pensar em fazer isso e em como meu irmão reagiria já me deixava toda excitada. Acabei pegando no sono. No dia seguinte, acordei e no café da manhã falei pra todo mundo que ia chegar tarde porque ia passar no centro pra comprar umas coisas. Minha mãe perguntou se eu queria que ela passasse pra me pegar, já que ia sair mais cedo, mas eu falei que não, que ia só rapidinho com umas amigas da escola e podia demorar. Foi na correria. Só tomei uma xícara de café e fui embora, entrei nas minhas aulas e, quando terminei, fui pro centro comprar roupa íntima e roupas mais ousadas. Comecei procurando saias, leggings e blusas de botão, porque seriam roupas bem provocantes que eu usaria só em casa (ou pelo menos era o que eu pensava). Acabei comprando saias tipo vinil, blusas tipo top e leggings bem justinhos. Ainda tinha que comprar lingerie. Procurando entre todas as coisas, gostei de umas tangas que mal se seguravam com um fiozinho, mas na frente eram largas, e também outras tangas que ajustam dos lados e no centro têm o formato de uma borboleta. Já não dava mais pra perder tempo, então saí correndo pra casa, porque sabia que minha mãe ia estar lá. E sim, ela estava fazendo comida, e meu irmão estava fazendo algumas tarefas domésticas. Subi, vesti uma das calcinhas que tinha comprado e coloquei uma saia das que já tinha (uma comprida, mas que deixava transparecer um pouco, com uma minissaia por baixo) e uma blusa de alcinha bem justa que deixava a barriga de fora, obviamente sem sutiã. Desci pra colocar roupa pra lavar e fazer alguns serviços de casa, me abaixando pra provocar ele, deixando ver minha calcinha. Eu me ajoelhava demais ou, em alguns momentos, abria as pernas. Não demorou muito pra ele se excitar, quando me puxou pra área de lavagem, se abaixou e começou a chupar minha buceta. Minha mãe estava no outro cômodo fazendo comida, e eu com as pernas tremendo, tentando não gemer muito alto. Só dei uma espiada pra ver se minha mãe não vinha, quando de uma só vez ele enfiou o pau inteiro em mim. Foi algo muito prazeroso, excitante e perigoso pelo medo de sermos descobertos. Não sei se era a adrenalina correndo pelo meu corpo, mas nem percebi que estava quase nua, com a blusa levantada e a saia também. Eu só aproveitava como o pau dele entrava e saía, quando, sem aviso, ouvimos minha mãe se aproximando. Rápido, nos arrumamos como deu, porque minha mãe entrou pra nos avisar. que a comida já estava pronta, e perguntando o que a gente tava fazendo, meu irmão respondeu que a gente tava lavando roupa, porque minhas calças e um moletom estavam rasgados. Minha mãe se retirou e meu coração tava batendo muito forte e rápido, então a gente parou e foi comer. Já na mesa, a gente continuava se tocando por baixo. Não sei como, mas de algum jeito aquele perigo de ser descoberta me deixava muito excitada. Eu abria as pernas pra ele meter os dedos, tentando comer e não gemer. Minha mãe perguntou se eu tava bem, ou o que tava rolando, só falei que a comida tava meio apimentada, porque minha cara tava toda vermelha. Não demorou muito e meu pai chegou. A gente levantou, minha mãe serviu ele, e nós fomos pro meu quarto. Obviamente pra continuar o que a gente tinha começado. Eu me encostei na porta, levantando a perna pra facilitar ele meter. E foi assim, ele metia o pau inteiro e ao mesmo tempo chupava meus peitos. Eu tava muito molhada, segurando os gemidos e tentando não fazer barulho, e ele só continuava me comendo. Ele me virou, me colocou de quatro, me apoiando na porta caso alguém aparecesse. Quando a gente ouviu alguém subindo, ele se escondeu rápido. Ouvi baterem na porta, era meu pai. Eu falei que tava me trocando. Ele disse que precisava me falar uma coisa. Abriu a porta quando eu terminei de vestir um shorts. Ele falou que minha mãe me achou muito estranha, que se eu tava doente. Só falei que era por causa da pimenta. A conversa tava normal até ele sentir um cheirinho. Não falou nada, mas olhou pro quarto inteiro. Eu falei que ia tomar banho, porque tinha feito tarefa e alguns serviços de casa. Ele entendeu, saiu, e eu fui tomar banho. Mais tarde, mandei mensagem pro meu irmão falando que a gente devia ter cuidado, porque em casa alguém podia nos descobrir. Então a gente decidiu que só ia fazer quando meus pais não estivessem em casa, ou em outros lugares. Valeu por nos ler, vou dar menção com foto pros primeiros que deixarem pontos
Em casa a gente se comportava quando nossos pais estavam por perto, ou pelo menos era o que eu achava, porque na real, toda vez que eles se distraíam a gente se beijava, se apalpava um ao outro, ou até transava rápido quando eles não estavam olhando, ou só chupava ele ou ele me fazia oral, mas enfim. O negócio é que a gente sempre foi muito tarado, e numa ocasião, meus pais convidaram uns tios (irmãs da minha mãe) pra passar um tempo em família. Por parte delas, vieram as irmãs com os maridos, uma prima dois anos mais velha e um primo da idade do meu irmão. Chegaram, comeram e ficaram conversando sobre trabalho, enquanto meu irmão jogava com meu primo e eu conversava com a Yesi (minha prima) sobre como tava a faculdade, o trabalho e o serviço social. A conversa ficou meio estranha, tipo eu queria ir embora mas ficava só pra não ser mal-educada, até que mudou de assunto e ela perguntou do meu namorado. Sem eu responder logo, ela começou a falar de um cara que ela tava afim mas que não tava rolando nada. Aí eu contei de um cara que eu tava saindo e que a gente fazia umas coisas juntos. Ela perguntou se eu já tinha tido intimidade, e eu falei o básico: beijos e uns amassos (óbvio que não ia contar que eu tava comendo meu irmão). No fim, ela me deu umas dicas pra melhorar a tensão e a ação. Quando a conversa tava ficando boa, meus tios foram embora porque no dia seguinte a gente tinha que ir pra escola. Fiquei pensando no que minha prima tinha me falado, e comecei a considerar usar roupas mais justas e lingerie mais sexy. Na real, só de pensar em fazer isso e em como meu irmão reagiria já me deixava toda excitada. Acabei pegando no sono. No dia seguinte, acordei e no café da manhã falei pra todo mundo que ia chegar tarde porque ia passar no centro pra comprar umas coisas. Minha mãe perguntou se eu queria que ela passasse pra me pegar, já que ia sair mais cedo, mas eu falei que não, que ia só rapidinho com umas amigas da escola e podia demorar. Foi na correria. Só tomei uma xícara de café e fui embora, entrei nas minhas aulas e, quando terminei, fui pro centro comprar roupa íntima e roupas mais ousadas. Comecei procurando saias, leggings e blusas de botão, porque seriam roupas bem provocantes que eu usaria só em casa (ou pelo menos era o que eu pensava). Acabei comprando saias tipo vinil, blusas tipo top e leggings bem justinhos. Ainda tinha que comprar lingerie. Procurando entre todas as coisas, gostei de umas tangas que mal se seguravam com um fiozinho, mas na frente eram largas, e também outras tangas que ajustam dos lados e no centro têm o formato de uma borboleta. Já não dava mais pra perder tempo, então saí correndo pra casa, porque sabia que minha mãe ia estar lá. E sim, ela estava fazendo comida, e meu irmão estava fazendo algumas tarefas domésticas. Subi, vesti uma das calcinhas que tinha comprado e coloquei uma saia das que já tinha (uma comprida, mas que deixava transparecer um pouco, com uma minissaia por baixo) e uma blusa de alcinha bem justa que deixava a barriga de fora, obviamente sem sutiã. Desci pra colocar roupa pra lavar e fazer alguns serviços de casa, me abaixando pra provocar ele, deixando ver minha calcinha. Eu me ajoelhava demais ou, em alguns momentos, abria as pernas. Não demorou muito pra ele se excitar, quando me puxou pra área de lavagem, se abaixou e começou a chupar minha buceta. Minha mãe estava no outro cômodo fazendo comida, e eu com as pernas tremendo, tentando não gemer muito alto. Só dei uma espiada pra ver se minha mãe não vinha, quando de uma só vez ele enfiou o pau inteiro em mim. Foi algo muito prazeroso, excitante e perigoso pelo medo de sermos descobertos. Não sei se era a adrenalina correndo pelo meu corpo, mas nem percebi que estava quase nua, com a blusa levantada e a saia também. Eu só aproveitava como o pau dele entrava e saía, quando, sem aviso, ouvimos minha mãe se aproximando. Rápido, nos arrumamos como deu, porque minha mãe entrou pra nos avisar. que a comida já estava pronta, e perguntando o que a gente tava fazendo, meu irmão respondeu que a gente tava lavando roupa, porque minhas calças e um moletom estavam rasgados. Minha mãe se retirou e meu coração tava batendo muito forte e rápido, então a gente parou e foi comer. Já na mesa, a gente continuava se tocando por baixo. Não sei como, mas de algum jeito aquele perigo de ser descoberta me deixava muito excitada. Eu abria as pernas pra ele meter os dedos, tentando comer e não gemer. Minha mãe perguntou se eu tava bem, ou o que tava rolando, só falei que a comida tava meio apimentada, porque minha cara tava toda vermelha. Não demorou muito e meu pai chegou. A gente levantou, minha mãe serviu ele, e nós fomos pro meu quarto. Obviamente pra continuar o que a gente tinha começado. Eu me encostei na porta, levantando a perna pra facilitar ele meter. E foi assim, ele metia o pau inteiro e ao mesmo tempo chupava meus peitos. Eu tava muito molhada, segurando os gemidos e tentando não fazer barulho, e ele só continuava me comendo. Ele me virou, me colocou de quatro, me apoiando na porta caso alguém aparecesse. Quando a gente ouviu alguém subindo, ele se escondeu rápido. Ouvi baterem na porta, era meu pai. Eu falei que tava me trocando. Ele disse que precisava me falar uma coisa. Abriu a porta quando eu terminei de vestir um shorts. Ele falou que minha mãe me achou muito estranha, que se eu tava doente. Só falei que era por causa da pimenta. A conversa tava normal até ele sentir um cheirinho. Não falou nada, mas olhou pro quarto inteiro. Eu falei que ia tomar banho, porque tinha feito tarefa e alguns serviços de casa. Ele entendeu, saiu, e eu fui tomar banho. Mais tarde, mandei mensagem pro meu irmão falando que a gente devia ter cuidado, porque em casa alguém podia nos descobrir. Então a gente decidiu que só ia fazer quando meus pais não estivessem em casa, ou em outros lugares. Valeu por nos ler, vou dar menção com foto pros primeiros que deixarem pontos
2 comentários - A calentura da p4