Primeira partehttp://m.poringa.net/posts/relatos/5949086/Yoga-con-la-mami-del-jardin.htmlSexta-feira à noite. A sala de Verónica e Martín estava quentinha, cheia de risadas e cheiro de mussarela. As caixas de pizza se acumulavam na mesinha de centro, as taças de vinho meio cheias, e as crianças brincavam no escuro em um dos quartos, entre travesseiros e lanternas. Era um daqueles encontros que já tinham virado ritual: confortáveis, alegres, com uma confiança construída ao longo dos anos. Marco estava mais relaxado que o normal. O vinho, talvez. Ou o eco ainda presente da noite anterior com Clara. Agustina estava sentada perto, no chão, com as pernas cruzadas e uma taça na mão. Vestia uma calça de linho e uma regata justa que colava nela como uma segunda pele. Ria junto com os outros, solta, radiante. Em um momento, entre risadas, Fabián — o parceiro de Agustina — levantou pra buscar mais gelo, e Verónica, fofoqueira, aproveitou a brecha: — E aí, Marco, qual foi a dessa sua sessão de yoga com a Agus? Ela ajeitou suas costas e sua mente também? Todo mundo riu. Marco sorriu sem mostrar os dentes, como sempre fazia quando precisava falar de si mesmo. Mas dessa vez respondeu com uma desenvoltura inesperada. — Foi mais do que eu esperava. A Agustina é uma gênia. Ela tem um jeito de estar… muito preciso. Não só te ensina yoga. Ela te faz ouvir o que você não quer escutar. Sem dizer uma palavra a mais. O silêncio foi breve, mas pesado. Agustina baixou o olhar por um instante, como quem recebe um elogio que não quer aceitar totalmente. — Ah, não exagera — disse sorrindo —. O Marco tem muita sensibilidade, assim como vocês veem, mesmo se fazendo de durão. Foi uma sessão muito especial pra mim também. Tem pessoas que deixam você entrar… sem se defender. Isso não é tão comum assim. O comentário pairou no ar. Eles se olharam por um segundo mais longo que o necessário. E então Damián, meio bêbado, soltou de brincadeira: — Qual é, galera, não se faz de sonsos. Só te ensina yoga? Eu vi uns filmes que começam assim… Caíram na gargalhada. Até Fabián, que tinha acabado de voltar com o gelo, riu como se não tivesse escutado direito. Agustina riu. Marco também, com uma careta. Mas Clara, não. Clara ficou calada. Sorrindo só um pouco, com os lábios, enquanto o olhar dela se cravava na taça de vinho que girava entre os dedos. Ninguém notou. Ou ninguém quis notar. Mas do canto dela no sofá, Clara sentiu o chão mudar de forma. Não pelo que foi dito. Mas pelo que não foi dito. Pelo que riram alto demais. Pelo que não precisava ser esclarecido. A casa estava viva de vozes, risadas distantes e o barulho de passos infantis pelo corredor. Marco saiu da cozinha procurando o banheiro e virou na esquina bem na hora que Agustina vinha de frente. Se encontraram naquele espaço apertado, onde mal cabiam os dois corpos sem se tocar. Ela sorriu, baixinho, como se soubesse de algo que ele ainda não sabia. — Queria te dizer... gostei muito do que você falou. Sobre a yoga. Sobre mim. Marco sustentou o olhar. Tinha um brilho novo nos olhos dele, uma suavidade incomum. — Não falei nada que não sentisse. Você é muito foda, sério. Me ajudou pra caralho. Agustina baixou o olhar por um segundo, como se aquelas palavras tocassem ela mais do que queria admitir. Depois olhou pra ele de novo, já sem sorriso. Teve uns segundos de silêncio pesado. Os sons da casa pareceram sumir. Só eles dois, o corredor, e aquela eletricidade no ar entre os dois. — Te espero terça pra outra sessão — ela disse, com a voz mais baixa, quase um segredo. E naquele exato momento, Clara apareceu no fundo, com uma taça na mão e uma expressão neutra. — O banheiro tá ocupado? Marco se virou, assustado. Agustina deu um passo pro lado, como se fosse sumir. — Não — falou Marco rápido. — Pode entrar. Agustina, sem pedir licença, aproveitou a apertura do corredor e se esbarrou em Marco, fazendo ele sentir a firmeza dos peitos dela nas costas. Clara viu aquele gesto, registrou, guardou. E embora ninguém tenha dito mais nada, os três sabiam que algo tinha rolado. Algo que já não dava pra desfazer. Marco chegou na hora, como da outra vez. Tocou a campainha com uma certa segurança forçada, como se já conhecesse o terreno. Mas quando a porta se abriu, a surpresa foi total. Fabián. —E aí, Marco! —disse com um sorriso aberto, só um pouquinho forçado—. A Agus tá terminando uma aula online, entra, entra. Marco hesitou meio segundo, mas entrou. A casa tinha cheiro de incenso suave e a mesma música instrumental flutuando no ambiente. —Quer alguma coisa? Água? Tenho um suco de aipo com laranja que é muito bom… —Não, valeu. Tô de boa —respondeu Marco, sem jeito, parado na sala. Fabián foi pra cozinha. Ouviu-se uma porta de correr. Ele estava ali, mas não totalmente. Presente de fundo. Uns minutos depois, Agustina apareceu. Legging preta, top esportivo escuro, o cabelo preso num coque solto. A pele ainda úmida do esforço. E aquele corpo que parecia uma contradição: voluptuoso, flexível, firme. Impossível não olhar pra ela.
—Desculpa pela demora —disse ela, se aproximando sem pressa—. Vamos pro estúdio, tá? Marco a seguiu. No quarto montado como um pequeno santuário, a luz era fraca. Velas acesas, tapete, colchonetes. A porta ficou entreaberta. —Hoje vamos trabalhar o eixo —disse Agustina, sem mais. Mas a voz dela tinha um tom mais baixo, quase íntimo—. Força interna. Ativação do centro. Energia libidinal contida. Marco não disse nada. Só concordou com a cabeça. A aula foi mais puxada. Posturas mais físicas, respirações mais intensas. Agustina se aproximava mais, corrigia ele com as mãos, com o corpo. Como na primeira sessão, Marco sentiu várias vezes uma proximidade com Agustina que pra ele não era natural, mas que parecia rotineira nela. Agustina segurava ele com o corpo, apoiava os peitos nele, roçava os lábios de leve na orelha e sussurrava no pescoço como ele devia se posicionar, indicava com a palma da mão morna na barriga dele como fazer força, amolecia ele, envolvia ele como um feitiço. Numa torção, segurou o quadril dele com firmeza enquanto a parte interna da coxa dela se enfiava na virilha dele. Ainda nada explícito, nada indevido. Mas tudo carregado. Cada roçada, cada silêncio. O corpo dela tão perto, a voz sussurrada. Marco não sabia bem o que pensar; isso era normal? Será que ela era assim ou tava dando em cima? Será que era assim com todos os alunos? A resposta pras perguntas dele não demorou a chegar.
— Vou me dar umas liberdades com você, Marco, porque já tem intimidade. Você está muito tenso — disse Agustina com uma seriedade profissional. — Tira a camiseta, vamos te soltar. Marco obedeceu. — Hoje vamos trabalhar mais o centro. Respiração, controle… e entrega.
Com um gesto, Agustina indicou que ele se posicionasse no tapete em frente a ela. — Fecha os olhos. Relaxa. Eu cuido do resto.
Agustina conduzia a sessão com uma voz suave, quase hipnótica. As correções físicas dela agora eram mais demoradas. Quando Marco esticava os braços, ela se aproximava por trás e deslizava as mãos pelas costas dele, descendo devagar pelas costelas. Sussurrando, colada no ouvido dele, dizia: — Você está tenso… mas também na expectativa. Sinto isso em cada músculo seu.
Ela se movia ao redor dele como uma felina. Observava com um deleite contido. Numa torção, aproveitou para pegar o braço dele, guiá-lo por trás, e encostar os peitos nas costas dele. Marco sentiu a firmeza dos seios dela e a tensão dos bicos carnudos pressionando suas costas. Ele estava excitado e confuso. Adrenalina pura. Feito uma presa.
Naquela posição, com a respiração dela na nuca de Marco, Agustina seguiu com seu feitiço: — O corpo não mente, Marco. Você também não.
Marco fechou os olhos. Agustina estava atrás, os peitos dela firmes contra as costas nuas dele. A música tocando. O incenso queimando devagar. Marco não reagia, se deixava levar, a respiração cada vez mais ofegante. De repente, Agustina começou a tamborilar suavemente os dedos firmes no abdômen dele: — Quero que você respire fundo… assim… comigo. Sente isso.
Marco engoliu seco. Não conseguiu evitar que um gemido baixo escapasse quando ela se inclinou sobre ele para corrigir a postura da pélvis. Os quadris deles se roçaram. Agustina falava com uma voz cada vez menos profissional, era pura provocação.
Então ela disse com voz de puta: — Não resiste. É só energia… né?
Marco olhou para ela pela primeira vez direto nos olhos. Agustina sustentou o olhar, profundo, desafiador. —Essa sessão não vai ser fácil de esquecer — o tom provocador fez Marco tremer, respirando ofegante, sem se mexer. Com a voz embargada, ele se animou a dizer: — Quem disse que eu quero esquecer? Ela esboçou um sorriso quase imperceptível, entre cúmplice e perigoso. Lentamente, se levantou e estendeu a mão para ajudá-lo a ficar de pé. Marco pegou a mão dela e, quando se levantou, tentou soltá-la, mas Agustina não deixou. — Se você não quer que aconteça… tem que me pedir agora — disse com os lábios roçando a bochecha dele. Marco engoliu seco. Houve silêncio. A mão dele ainda estava na dela. Atônito com as palavras de Agustina, Marco não conseguia falar de tanta excitação. Só conseguiu dizer, quase se entregando: — É como você disse, só energia. Então ela o beijou de leve. Curto. Furtivo. Como uma faísca intermitente, mas explosiva o suficiente para acender o forno emocional que era Marco naquele momento. A ereção era evidente na calça de moletom que ele vestia. Umas gotas de pré-gozo tinham manchado e cobriam brilhantes toda a glande fibrosa dele. Ela se levantou com movimentos lentos, como se ainda dirigisse uma coreografia invisível. Passou por trás dele, roçando as costas com as mãos, como se corrigisse uma postura inexistente. Voltou a percorrer o abdômen trabalhado dele com as pontas dos dedos, mas dessa vez desceu até o púbis, enfiando as mãos dentro da calça de moletom. — Viu que você tá tenso? Mas não é o corpo — Agustina fez uma pausa carregada — é isso — disse enquanto pegava com a mão experiente o pau duro dele. Agustina começou a bater uma punheta por trás com maestria. Descia suavemente até o fundo e aproveitava a glande molhada para fazer círculos com o polegar. Marco virou o rosto, buscando os lábios dela de novo, e dessa vez o beijo foi profundo e longo. Agustina continuava batendo uma punheta nele com movimentos cada vez mais firmes enquanto o beijava. Passava a língua molhada e quente por ele. Marco se apressou pra se virar, e o beijo continuou no pescoço primeiro. e depois ele parou um segundo pra admirar aquele decote que tinha fascinado ele o tempo todo. Finalmente conseguiu pegar com as mãos os peitos durinhos da Agustina, e tirar eles daquele véu preto que era o top de yoga que ela tava usando. Parou mais um instante pra olhar os mamilos rosados e perfeitos, e sem pensar repetiu o jogo que dias antes tinha feito com a Clara, a mulher dele: — O que você quer? — perguntou a Agustina com a voz de puta. — Me dá um peito — e dessa vez a voz do Marco saiu grave e dominante. Agustina parou de bater uma pra ele por um momento, pegou o próprio peito e levou até a boca dele como se fosse uma oferenda. Marco percebeu na hora que não cabia nem metade do peito na boca dele, o peito durinho da Agustina era o dobro do tamanho do da mulher dele e transbordava. Era impossível segurar com os lábios. Quando Marco tava pronto pra ir mais fundo, Agustina cortou ele seco, se afastou um pouco, e de novo com a voz profissional falou: — Vamos alongar. De barriga pra cima, braços abertos. Marco obedeceu. Agustina então se sentou em cima dele com as pernas de cada lado e num movimento só esticou elas sobre a barriga dele com uma flexibilidade de dar inveja. — Tá sentindo como o corpo abre? — ela disse — Tem que soltar também o que tá preso por dentro. Marco entendeu a indireta e levantou o quadril pra baixar o moletom e a cueca. Na hora ficou de fora o pau duríssimo dele e ele sentiu o frescor da sala na glande brilhante e molhada. A barriga dele bateu na vulva da Agustina e ele sentiu a umidade através da legging. Ela aproveitou o contato e começou a esfregar a vulva na barriga trabalhada e firme do Marco. Ela se arqueava pra trás mostrando os peitos num balanço perfeito. Marco olhou fixo pra ela: — Você tá me deixando louco, Agustina. Agustina devolveu o olhar. — Não me olha assim — falou Marco. — Assim como? — respondeu a Agustina — Se solta, Marco. Me fala o que você quer. O que você deseja. — Te desejo. Desde sempre. Desde que te vi no primeiro dia na porta do jardim de infância — É? — Agustina tava disposta a levar ao limite e enquanto continuava se esfregando, disse —olha pra você, Marco. Você vai comer a mamãe gostosa do jardim. Essa frase explodiu como uma bomba libidinosa no corpo de Marco, que já morria de vontade de penetrá-la. Pegou a legging dela com as duas mãos e tentou puxar pra baixo, todo atrapalhado. —calma—disse Agustina, e se levantou o suficiente pra se livrar da roupa e ficar completamente nua na frente dele. —Você não me disse o que quer, Marco. Deixa fluir. —quero que você me coma, agora. Por favor. Mete. Agustina pegou a rola com a mão e se agachou, de jeito que a cabeça da pica encostasse na buceta molhada dela. Mas ainda não enfiava: —quero que você sinta como ela se abre, Marco, que esteja consciente desse momento. Agustina atrasava de propósito o máximo que podia a transa, com uma demora que doía de prazer. Nessa hora, Marco achou que alguém mais estava espiando eles, talvez o Fabián atrás da porta entreaberta, mas não ligou. A tesão que ele tava não deixava ele raciocinar. —mete logo, filha da puta —implorou—essa buceta quer rola. Foi então que Agustina se dignou a descer, passando devagar os lábios da buceta por todo o tronco venoso de Marco. Finalmente, enfiou. Suave. Até o fundo. Ficou parada uns segundos e ele sentiu toda a profundidade da boceta dela. Começou a marcar o ritmo. O compasso dos peitos dela quicando combinava com um gemido surdo e seco. Agustina se mexia como uma fera. E começando a perder o controle, disse: —olha como essa buceta come rola. Era isso que você queria, Marco? Os movimentos de Agustina ficavam cada vez mais rápidos e intensos, e os dois entraram num clímax desgraçado. —mais, não guarda nada. Goza tudo dentro de mim, filho da puta. Essas palavras foram demais pro êxtase de Marco, que gozou como nunca. Longo e grosso dentro de Agustina, que acompanhou com investidas firmes e parando um pouco em cada gozada, guiada pela pulsação da rola de Marco lá dentro. Depois, Agustina se levantou e foi pegar um cobertor que estava pendurado num cabideiro de madeira. Marco não conseguia se mexer, exausto, deitado no colchonete com braços e pernas abertos, ainda respirando ofegante e saboreando os resquícios do melhor orgasmo que já tinha tido. Agustina o cobriu com o cobertor. — Hora do Shavasana — disse ela. E saiu do quarto. Quando conseguiu se recuperar, Marco se vestiu e saiu do estúdio. Percorreu o corredor que o levava direto à porta da frente. Agustina tinha desaparecido. — Agus… — chamou. Mas quem apareceu descendo a escada foi Fabián. — Marco, achei que você já tinha ido embora. — Acho que acabei dormindo no shavasana. — Vejo que finalmente a Agustina conseguiu fazer você relaxar haha — soltou Fabián com um tom que não parecia inocente. — Parece que sim — respondeu Marco. — Vem, vou abrir a porta pra você. COMENTEM SE QUEREM QUE ESSA HISTÓRIA CONTINUE… parte 3http://m.poringa.net/posts/relatos/5951102/Yoga-con-la-mami-del-jardin-3.html
—Desculpa pela demora —disse ela, se aproximando sem pressa—. Vamos pro estúdio, tá? Marco a seguiu. No quarto montado como um pequeno santuário, a luz era fraca. Velas acesas, tapete, colchonetes. A porta ficou entreaberta. —Hoje vamos trabalhar o eixo —disse Agustina, sem mais. Mas a voz dela tinha um tom mais baixo, quase íntimo—. Força interna. Ativação do centro. Energia libidinal contida. Marco não disse nada. Só concordou com a cabeça. A aula foi mais puxada. Posturas mais físicas, respirações mais intensas. Agustina se aproximava mais, corrigia ele com as mãos, com o corpo. Como na primeira sessão, Marco sentiu várias vezes uma proximidade com Agustina que pra ele não era natural, mas que parecia rotineira nela. Agustina segurava ele com o corpo, apoiava os peitos nele, roçava os lábios de leve na orelha e sussurrava no pescoço como ele devia se posicionar, indicava com a palma da mão morna na barriga dele como fazer força, amolecia ele, envolvia ele como um feitiço. Numa torção, segurou o quadril dele com firmeza enquanto a parte interna da coxa dela se enfiava na virilha dele. Ainda nada explícito, nada indevido. Mas tudo carregado. Cada roçada, cada silêncio. O corpo dela tão perto, a voz sussurrada. Marco não sabia bem o que pensar; isso era normal? Será que ela era assim ou tava dando em cima? Será que era assim com todos os alunos? A resposta pras perguntas dele não demorou a chegar.
— Vou me dar umas liberdades com você, Marco, porque já tem intimidade. Você está muito tenso — disse Agustina com uma seriedade profissional. — Tira a camiseta, vamos te soltar. Marco obedeceu. — Hoje vamos trabalhar mais o centro. Respiração, controle… e entrega.Com um gesto, Agustina indicou que ele se posicionasse no tapete em frente a ela. — Fecha os olhos. Relaxa. Eu cuido do resto.
Agustina conduzia a sessão com uma voz suave, quase hipnótica. As correções físicas dela agora eram mais demoradas. Quando Marco esticava os braços, ela se aproximava por trás e deslizava as mãos pelas costas dele, descendo devagar pelas costelas. Sussurrando, colada no ouvido dele, dizia: — Você está tenso… mas também na expectativa. Sinto isso em cada músculo seu.
Ela se movia ao redor dele como uma felina. Observava com um deleite contido. Numa torção, aproveitou para pegar o braço dele, guiá-lo por trás, e encostar os peitos nas costas dele. Marco sentiu a firmeza dos seios dela e a tensão dos bicos carnudos pressionando suas costas. Ele estava excitado e confuso. Adrenalina pura. Feito uma presa.
Naquela posição, com a respiração dela na nuca de Marco, Agustina seguiu com seu feitiço: — O corpo não mente, Marco. Você também não.
Marco fechou os olhos. Agustina estava atrás, os peitos dela firmes contra as costas nuas dele. A música tocando. O incenso queimando devagar. Marco não reagia, se deixava levar, a respiração cada vez mais ofegante. De repente, Agustina começou a tamborilar suavemente os dedos firmes no abdômen dele: — Quero que você respire fundo… assim… comigo. Sente isso.
Marco engoliu seco. Não conseguiu evitar que um gemido baixo escapasse quando ela se inclinou sobre ele para corrigir a postura da pélvis. Os quadris deles se roçaram. Agustina falava com uma voz cada vez menos profissional, era pura provocação.
Então ela disse com voz de puta: — Não resiste. É só energia… né?
Marco olhou para ela pela primeira vez direto nos olhos. Agustina sustentou o olhar, profundo, desafiador. —Essa sessão não vai ser fácil de esquecer — o tom provocador fez Marco tremer, respirando ofegante, sem se mexer. Com a voz embargada, ele se animou a dizer: — Quem disse que eu quero esquecer? Ela esboçou um sorriso quase imperceptível, entre cúmplice e perigoso. Lentamente, se levantou e estendeu a mão para ajudá-lo a ficar de pé. Marco pegou a mão dela e, quando se levantou, tentou soltá-la, mas Agustina não deixou. — Se você não quer que aconteça… tem que me pedir agora — disse com os lábios roçando a bochecha dele. Marco engoliu seco. Houve silêncio. A mão dele ainda estava na dela. Atônito com as palavras de Agustina, Marco não conseguia falar de tanta excitação. Só conseguiu dizer, quase se entregando: — É como você disse, só energia. Então ela o beijou de leve. Curto. Furtivo. Como uma faísca intermitente, mas explosiva o suficiente para acender o forno emocional que era Marco naquele momento. A ereção era evidente na calça de moletom que ele vestia. Umas gotas de pré-gozo tinham manchado e cobriam brilhantes toda a glande fibrosa dele. Ela se levantou com movimentos lentos, como se ainda dirigisse uma coreografia invisível. Passou por trás dele, roçando as costas com as mãos, como se corrigisse uma postura inexistente. Voltou a percorrer o abdômen trabalhado dele com as pontas dos dedos, mas dessa vez desceu até o púbis, enfiando as mãos dentro da calça de moletom. — Viu que você tá tenso? Mas não é o corpo — Agustina fez uma pausa carregada — é isso — disse enquanto pegava com a mão experiente o pau duro dele. Agustina começou a bater uma punheta por trás com maestria. Descia suavemente até o fundo e aproveitava a glande molhada para fazer círculos com o polegar. Marco virou o rosto, buscando os lábios dela de novo, e dessa vez o beijo foi profundo e longo. Agustina continuava batendo uma punheta nele com movimentos cada vez mais firmes enquanto o beijava. Passava a língua molhada e quente por ele. Marco se apressou pra se virar, e o beijo continuou no pescoço primeiro. e depois ele parou um segundo pra admirar aquele decote que tinha fascinado ele o tempo todo. Finalmente conseguiu pegar com as mãos os peitos durinhos da Agustina, e tirar eles daquele véu preto que era o top de yoga que ela tava usando. Parou mais um instante pra olhar os mamilos rosados e perfeitos, e sem pensar repetiu o jogo que dias antes tinha feito com a Clara, a mulher dele: — O que você quer? — perguntou a Agustina com a voz de puta. — Me dá um peito — e dessa vez a voz do Marco saiu grave e dominante. Agustina parou de bater uma pra ele por um momento, pegou o próprio peito e levou até a boca dele como se fosse uma oferenda. Marco percebeu na hora que não cabia nem metade do peito na boca dele, o peito durinho da Agustina era o dobro do tamanho do da mulher dele e transbordava. Era impossível segurar com os lábios. Quando Marco tava pronto pra ir mais fundo, Agustina cortou ele seco, se afastou um pouco, e de novo com a voz profissional falou: — Vamos alongar. De barriga pra cima, braços abertos. Marco obedeceu. Agustina então se sentou em cima dele com as pernas de cada lado e num movimento só esticou elas sobre a barriga dele com uma flexibilidade de dar inveja. — Tá sentindo como o corpo abre? — ela disse — Tem que soltar também o que tá preso por dentro. Marco entendeu a indireta e levantou o quadril pra baixar o moletom e a cueca. Na hora ficou de fora o pau duríssimo dele e ele sentiu o frescor da sala na glande brilhante e molhada. A barriga dele bateu na vulva da Agustina e ele sentiu a umidade através da legging. Ela aproveitou o contato e começou a esfregar a vulva na barriga trabalhada e firme do Marco. Ela se arqueava pra trás mostrando os peitos num balanço perfeito. Marco olhou fixo pra ela: — Você tá me deixando louco, Agustina. Agustina devolveu o olhar. — Não me olha assim — falou Marco. — Assim como? — respondeu a Agustina — Se solta, Marco. Me fala o que você quer. O que você deseja. — Te desejo. Desde sempre. Desde que te vi no primeiro dia na porta do jardim de infância — É? — Agustina tava disposta a levar ao limite e enquanto continuava se esfregando, disse —olha pra você, Marco. Você vai comer a mamãe gostosa do jardim. Essa frase explodiu como uma bomba libidinosa no corpo de Marco, que já morria de vontade de penetrá-la. Pegou a legging dela com as duas mãos e tentou puxar pra baixo, todo atrapalhado. —calma—disse Agustina, e se levantou o suficiente pra se livrar da roupa e ficar completamente nua na frente dele. —Você não me disse o que quer, Marco. Deixa fluir. —quero que você me coma, agora. Por favor. Mete. Agustina pegou a rola com a mão e se agachou, de jeito que a cabeça da pica encostasse na buceta molhada dela. Mas ainda não enfiava: —quero que você sinta como ela se abre, Marco, que esteja consciente desse momento. Agustina atrasava de propósito o máximo que podia a transa, com uma demora que doía de prazer. Nessa hora, Marco achou que alguém mais estava espiando eles, talvez o Fabián atrás da porta entreaberta, mas não ligou. A tesão que ele tava não deixava ele raciocinar. —mete logo, filha da puta —implorou—essa buceta quer rola. Foi então que Agustina se dignou a descer, passando devagar os lábios da buceta por todo o tronco venoso de Marco. Finalmente, enfiou. Suave. Até o fundo. Ficou parada uns segundos e ele sentiu toda a profundidade da boceta dela. Começou a marcar o ritmo. O compasso dos peitos dela quicando combinava com um gemido surdo e seco. Agustina se mexia como uma fera. E começando a perder o controle, disse: —olha como essa buceta come rola. Era isso que você queria, Marco? Os movimentos de Agustina ficavam cada vez mais rápidos e intensos, e os dois entraram num clímax desgraçado. —mais, não guarda nada. Goza tudo dentro de mim, filho da puta. Essas palavras foram demais pro êxtase de Marco, que gozou como nunca. Longo e grosso dentro de Agustina, que acompanhou com investidas firmes e parando um pouco em cada gozada, guiada pela pulsação da rola de Marco lá dentro. Depois, Agustina se levantou e foi pegar um cobertor que estava pendurado num cabideiro de madeira. Marco não conseguia se mexer, exausto, deitado no colchonete com braços e pernas abertos, ainda respirando ofegante e saboreando os resquícios do melhor orgasmo que já tinha tido. Agustina o cobriu com o cobertor. — Hora do Shavasana — disse ela. E saiu do quarto. Quando conseguiu se recuperar, Marco se vestiu e saiu do estúdio. Percorreu o corredor que o levava direto à porta da frente. Agustina tinha desaparecido. — Agus… — chamou. Mas quem apareceu descendo a escada foi Fabián. — Marco, achei que você já tinha ido embora. — Acho que acabei dormindo no shavasana. — Vejo que finalmente a Agustina conseguiu fazer você relaxar haha — soltou Fabián com um tom que não parecia inocente. — Parece que sim — respondeu Marco. — Vem, vou abrir a porta pra você. COMENTEM SE QUEREM QUE ESSA HISTÓRIA CONTINUE… parte 3http://m.poringa.net/posts/relatos/5951102/Yoga-con-la-mami-del-jardin-3.html
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