Vi ele se levantar com uma decisão que não deixava espaço para dúvidas. O corpo dele, alto, firme, parecia se tensionar desde a base. Quando desabotoou os primeiros botões, minha respiração já tinha ficado superficial. Não era só desejo… era admiração. Como se o corpo que eu só intuía até agora finalmente se revelasse diante de mim, sem restrições.
E aí, eu vi ele.
O pau dele, a princípio contido, começou a se erguer devagar, com aquele peso desafiador que só as coisas vivas têm. A base era grossa, como o caule de uma planta robusta que cresceu solta, sem podas, sem vergonha. A pele estava esticada, percorrida por uma rede de veias visíveis, como raízes que o alimentavam por dentro.
—Marco… —murmurei, mas minha voz travou.
A ereção não era só um ato. Era uma presença. Uma coluna de carne pulsante que parecia alheia a qualquer timidez. Eu observei com o olhar de quem já viu muitos corpos, mas nunca um assim — não só pelo tamanho, mas pelointençãoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Cada centímetro que aparecia falava. E eu, sentada na frente dele, me vi sem palavras. Só com sons entrecortados. A boca entreaberta. As palavras querendo sair e se afogando na garganta.
—É… —tentei dizer algo, mas meu olhar já tinha se fixado na coroa, redonda, lisa, tensa, com aquele tom profundo de pele irrigada—. É como um fruto… mas um que se impõe. Que não se oferece… se exige.
Passei uma mão na minha própria coxa, como se precisasse me tocar pra não esquecer que isso tava acontecendo. E naquele instante eu soube que nada,nadado que eu tinha vivido antes com meu marido se parecia com isso.

Não por comparação. Mas porque o que tinha antes era ausência.
E isso… isso era excesso. Plenitude. Carne viva que pedia passagem.
—Quero que você plante —sussurrei por fim, com voz grave—. Que crie raízes tão profundas que quando eu me tocar sozinha, a única coisa que eu sinta… seja você.
E aí, eu vi ele.
O pau dele, a princípio contido, começou a se erguer devagar, com aquele peso desafiador que só as coisas vivas têm. A base era grossa, como o caule de uma planta robusta que cresceu solta, sem podas, sem vergonha. A pele estava esticada, percorrida por uma rede de veias visíveis, como raízes que o alimentavam por dentro.
—Marco… —murmurei, mas minha voz travou.
A ereção não era só um ato. Era uma presença. Uma coluna de carne pulsante que parecia alheia a qualquer timidez. Eu observei com o olhar de quem já viu muitos corpos, mas nunca um assim — não só pelo tamanho, mas pelointençãoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Cada centímetro que aparecia falava. E eu, sentada na frente dele, me vi sem palavras. Só com sons entrecortados. A boca entreaberta. As palavras querendo sair e se afogando na garganta.
—É… —tentei dizer algo, mas meu olhar já tinha se fixado na coroa, redonda, lisa, tensa, com aquele tom profundo de pele irrigada—. É como um fruto… mas um que se impõe. Que não se oferece… se exige.
Passei uma mão na minha própria coxa, como se precisasse me tocar pra não esquecer que isso tava acontecendo. E naquele instante eu soube que nada,nadado que eu tinha vivido antes com meu marido se parecia com isso.

Não por comparação. Mas porque o que tinha antes era ausência.
E isso… isso era excesso. Plenitude. Carne viva que pedia passagem.
—Quero que você plante —sussurrei por fim, com voz grave—. Que crie raízes tão profundas que quando eu me tocar sozinha, a única coisa que eu sinta… seja você.
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