Maru, minha namorada gostosa (14)

Boa noite, amigos do P! Espero que tenham tido um fim de semana lindo. Agradeço como sempre por toda a boa energia, as mensagens, os pontos e os comentários que vocês deixam. Já sabem que se quiserem conversar, compartilhar, etc, podem me mandar um privado sem problema nenhum.

Hoje não tenho muito o que dizer, só que aproveitem esse novo capítulo e comentem o que acharam!

---------------------------------------------- Maru e a cum 14 --------------------------------------------

A luz da manhã entrava só um pouquinho pela cortina entreaberta da cozinha. A gente já tinha levantado fazia um tempo com a Maru e tava tomando café da manhã em silêncio, cada um com sua caneca na mão, até que a Maru largou a dela na mesa, olhou nos meus olhos e falou:

(M:) Eu... fiquei pensando no que a gente conversou ontem à noite. Naquela parada de brincar... mas também no que anda rolando comigo ultimamente.
(Y:) E o que que tá rolando?
(M:) Não sei como explicar sem parecer estranho ou... muito extremo. É tipo uma ansiedade que eu tenho, um desejo. Tipo, às vezes sinto um impulso muito forte por... você sabe... por aquilo que você sabe que me deixa louca... pela cum

Ela me olhou, medindo minha reação, mas eu só concordei, em silêncio. Olha, eu gostava desse lado nela, mesmo que às vezes me descontrolasse e eu não soubesse como lidar.

(M:) É como... algo físico, entende? Tipo uma sede, mas não sede de água, ou líquido. Às vezes acontece quando tô sozinha ou quando saio. Olha, não é que eu queira fazer algo real. Também não preciso disso. Mas minha cabeça... ativa, saca? E aí começo a fantasiar com tudo.
(Y:) Ok. E o que você quer fazer com isso?
(M:) Quero usar pra brincar com você. Mas também preciso saber se você vai me aguentar se um dia... me der um tesão de verdade. Se uma noite eu sair, tipo essa que vem, com minhas amigas... e me der vontade com essa ideia. Você vai conseguir seguir o jogo?

Engoli seco, com aquela mistura de excitação e ciúme que ela sabia despertar tão bem. Ela tava me pedindo permissão pra se comportar mal ou fazer algo? 
(Y:) Mas... e você vai se comportar bem?

Maru sorriu, brincalhona, mas com um toque sincero nos olhos.

(M:) Sim. Quero me comportar bem. Mas se eu brincar um pouco com a fantasia... se eu inventar alguma coisa na volta, você vai topar?
(Y:) Se você me contar do jeito que você sabe contar... acho que sim.

Ela se aproximou, sentou no meu colo, me abraçou pelo pescoço e sussurrou no meu ouvido:

(M:) Então, deixa que nessa noite eu brinque, gordão. Depois você me dá toda a porra que eu precisar, tá?

Ela começou a me beijar devagar e se levantou pra se trocar. Quando saiu do quarto, já pronta pra sair, parou na porta. Tinha aquele sorriso tão perigoso, que eu conheço tão bem, e disse:

(M:) Vou me comportar bem, love. Prometo. Mas se na volta eu falar que escapou alguma coisa... você vai acreditar que foi só uma fantasia?

E antes que eu pudesse responder, ela piscou um olho e fechou a porta atrás de si.

Desde que ela foi, o apartamento parecia maior, mais silencioso. Naquela noite, tentei fazer a minha parte: ver alguma coisa, me distrair no computador, até responder uns e-mails. Mas nada adiantava. De vez em quando, pegava o celular e olhava se a Maru tinha me mandado alguma mensagem, mas eu sabia que ela estava com as amigas, que não era um rolê diferente dos outros, mas... dessa vez, o contexto mudava tudo.

Lembrei do que ela tinha dito antes de sair. Do jeito que ela me olhou e daquela promessa ambígua: "vou me comportar bem... mas se escapar alguma coisa, você vai acreditar que foi só uma fantasia?"

A cabeça enchia de imagens, de cenários impossíveis de parar. E se ela se empolgasse? E se ela fizesse acontecer de verdade e depois viesse me contar? Eu ia conseguir separar o real do inventado? O que mais mexia comigo nisso tudo era que... eu gostava de não saber. Me deitei na cama sem conseguir dormir, com a pica dura e o coração na garganta, preso de um desejo que não era só sexual, era algo mais profundo. Era a minha mina e o jogo dela. E eu... já estava quase rendido a eles como um viciado.
Maru se vestia devagar, mas com uma intenção bem clara: brincar. Escolheu uma saia curtinha, justa, que mal cobria aquela bunda tão chamativa. Se olhou no espelho e mordeu o lábio inferior. Adorava como se via. Era provocante sem esforço. Em cima, escolheu um top meio decotado, sem sutiã, e sabia que isso bastava. Um perfume suave, meio doce, e um toque de gloss nos lábios.
Enquanto se arrumava, pensava em mim. No que tinha deixado instalado no meu cérebro antes de sair. "Será que ele tá pensando que vou me comportar mal? Será que ele tá se tocando?". Essa possibilidade a excitava ainda mais. Não precisava que acontecesse nada com ninguém, bastava saber que eu, o amor da vida dela, ficava louco pensando no que ela poderia estar fazendo. Além disso, se na volta ela me contasse algo… como eu reagiria?. Isso já não dava mais culpa, a excitava ainda mais. Era uma sensação única, ela gostava do poder que isso dava; porque se sentia desejada, livre, possuída por um fogo novo.

Chegada a hora, Maru saiu com as amigas, rindo. Por dentro, sabia que aquela noite era para nós dois. Mesmo que eu estivesse sozinho em casa.
Maru já estava naquela parte da noite onde tudo parecia mais intenso. A balada estava lotada, vibrante. As luzes estroboscópicas faziam brilhar os corpos suados, e o grave da música batia no peito dela. As amigas a rodeavam, mas ela já estava em outro plano. Tinha tomado uns drinks, o suficiente pra relaxar sem perder o controle, e se sentia leve, sensual, completamente no eixo… e fora dele ao mesmo tempo.
Dançava com os olhos semicerrados, roçando o próprio corpo no ritmo da música. Sabia que muitos estavam olhando pra ela. Era fácil perceber. Homens que se aproximavam, que falavam coisas no ouvido, tentando chegar mais perto do que era permitido. Ela brincava, respondia com um sorriso ambíguo, e depois os despistava com elegância. Não tinha intenção de fazer nada. Mas isso não significava que não estivesse Esquentando.
Porque ela fazia aquilo. Porque sabia que eu, o namorado dela, estava em casa, provavelmente imaginando tudo isso e mais. Pensando se algum daqueles caras estava se aproveitando, se alguém tinha passado a mão na bunda dela ou se ela estava deixando uns caras cochicharem no ouvido dela e proporem coisas obscenas. E Maru… sim, ela deixava tudo isso acontecer. Porque quanto mais acontecia, mais excitada ela ficava. Mais queria voltar e me contar tudo. Real ou não.

Até que um cara, diferente dos outros, se aproximou dela. Era grandão, não tão bonito, mas com uma confiança que a desconcertou. Não dançou com ela, não insistiu, nem pegou na mãozinha dela, não. Só chegou por trás enquanto ela se mexia e falou com a voz rouca, quase um grunhido:

— Tô morrendo de vontade de encher essa bunda pequena de porra, mamãe.

Maru ficou paralisada. O corpo tremeu de repente, ecoando as palavras daquele homem. Não respondeu nada, só virou o rosto, olhou pra ele com uma mistura de raiva, surpresa… e tesão. Mas o cara já estava indo embora, como se não ligasse pra resposta. Como se tivesse jogado a bomba e saído fora.

Ela se afastou, precisava espairecer e foi direto pro banheiro. Se olhou no espelho, tinha as pupilas dilatadas como se tivesse fumado, os lábios molhados e sentia a buceta pulsando. O cara não tinha encostado um fio de cabelo nela, mas… aquela frase… aquela vulgaridade dita com tanta confiança… “Encher sua bunda de porra”. Fazia o corpo dela queimar.

E o pior… ou o melhor… é que ela pensou em mim. Em me contar isso. Em me falar como um cara aleatório, um homem qualquer, tinha dito o que faria com ela no meio da pista. Em me dizer que por um segundo, um único segundo, ela imaginou como seria se o cara tivesse tornado aquilo real. Se ele tivesse levado ela pro banheiro pra foder ela e deixado ela escorrendo; fazendo ela voltar pra casa com a calcinha molhada pra me contar tudo entre gemidos.

Maru respirou fundo, ajeitou um pouco o top e lavou o rosto. Sorriu, percebeu que com isso, já era hora de voltar.

Ela saiu do banheiro, caminhando. Sem pressa, como se flutuasse. O calor úmido do banho ainda ardia nas bochechas dela e a frase que tinham dito há alguns minutos não parava de girar na cabeça dela como um loop viciante. "Encher sua buceta de porra". O corpo inteiro pulsava.
O corredor para os reservados, que ficava bem ao lado, estava mal iluminado por luzes vermelhas fracas que mal marcavam os cantos. Ninguém a seguiu. Ninguém... exceto ele.

Uma mão apareceu de repente, apoiando-se com suavidade firme no quadril dela, parando-a bem quando ela passava por um canto mais escuro. Ela virou só o rosto, sem se assustar, reconhecendo a voz na hora:

(X:) —Achei que você tinha fugido.
(M:) —Não fugi... só fui respirar um pouco. —disse nervosa—

Ele se aproximou sem invadir, sem pressionar, mas com uma energia que empurrava o ar. Maru se encostou na parede, os olhos semicerrados, olhando pra ele. Ele tinha aquele sorriso safado de quem não vai embora, mas também não vai entregar nada.

(X:) —Você tá gostosa demais pra não querer um pouco de ação essa noite.
(M:) —Você é sempre tão direto assim com todas?
(X:) —Não. Mas você tem algo... Essa bundinha minúscula que você tem aí, rebolando, pede pra ser preenchida. Dá pra ver, mamãe.

Maru engoliu seco. Odiava e amava tudo o que ele dizia, sem filtro, na mesma medida. Aquela cara de pau. Aquela segurança de macho que não precisa implorar. Ela baixou o olhar só um pouco, como se observasse algo na calça dele. Ele tava bem armado. Dava pra sentir.

(M:) —E se eu te dissesse que já tô cheia?
(X:) —Tá mentindo. Você tá vazia e dá pra ver na sua cara. Te falta algo. Te falta tirar essa vontade com uma boa rola, quem sabe nessa bundinha minúscula?

Ele deslizou um dedo por cima da saia, mal tocando a borda. Não tocou diretamente. Só sugeriu.

(M:) —Ah é? E me diz... como você me daria?
(X:) —Faria você ficar de costas contra essa parede. Ia puxar sua calcinha fio dental sem tirar a saia. Cuspiria no seu buraquinho, passando a ponta da rola devagar e depois enfiaria. Sem perguntar se você quer, nada. Devagar no começo, forte depois. Até você tremer toda. Até me implorar por gozo, e eu te dar... tudo.

Maru estava ofegante, sem perceber. Agarrou a saia com força, como se fosse cair. O cara se aproximou ainda mais. Não tocou nela, mas o ar entre eles ardia. A respiração dele chegava ao pescoço dela, úmida, densa.

(M:) —E depois?
(X:) —Depois eu vou embora, sem dizer nada. Que nem um filho da puta. Te deixo cheia. Suja. Ainda quente, com vontade de mais.

Ela não respondeu. O homem sorriu com arrogância, como se soubesse que tinha vencido, mesmo sem fazer nada.

(M:) —E se eu dissesse que não posso? Que estão me esperando...
(X:) —Acreditaria em você. Mas isso não significa que você não voltaria pra sua casa, com seu namorado ou marido, cheia. Ou não significa que você não possa pensar em mim enquanto te comem depois...

Isso quebrou ela. Aquela frase atravessou o corpo dela como um choque elétrico. O cara estava indo embora, igual antes. Não forçava, não insistia. Só deixava bombas pra trás, frases impossíveis de esquecer. Maru não disse nada. Viu ele se afastar, sumir entre as sombras. Ficou ali, respirando ofegante, com as pernas meio bambas.

Minha namorada voltou pra pista com as amigas, mas não era a mesma. As luzes coloridas pareciam lentas, distantes, como se se movessem debaixo d'água. As vozes das amigas eram só um murmúrio e tudo o mais tinha se borrado. A única coisa que sentia com força era a umidade quente entre as pernas e aquela frase que tinha ficado tatuada no ouvido dela:
"Te deixo cheia. Suja. Ainda quente."

Dançou um pouco, mas já não ria, já não falava. Só se mexia procurando entre a multidão aquela silhueta que a tinha deixado à beira do abismo. Andou até o balcão pra procurar ele sem perceber, mas não estava lá. Deu a volta nos reservados por fora, esperando encontrar ele fumando ou esperando... nada.

Voltou a passar perto do banheiro, mas já não tinha ninguém nos corredores. Até se animou a espiar Na saída, olhando entre os táxis, como se ele pudesse estar esperando ela num daqueles carros, pronto pra abrir a porta e repetir tudo que tinha dito… mas não. Não estava.
Maru sentiu um desespero silencioso. Tipo uma frustração física, uma falta de ar, uma necessidade incompleta. Ficou parada no meio da balada, apertando as pernas, o coração acelerado, se sentindo mais gostosa do que tinha se sentido em muito tempo. Como se o corpo gritasse algo que a cabeça ainda não conseguia organizar.
Ela tocou a barriga, pra se acalmar, mas foi pior. Fechou os olhos. A imagem apareceu na hora: ela contra a parede do reservado, a pica dele empurrando, o gozo escorrendo pelas pernas dela.
Abriu os olhos rápido, mordendo o lábio pra não gemer. Se sentiu ridícula, molhada, cheia de fantasias de um desconhecido que tinha falado com ela como se a conhecesse a vida inteira. Como se soubesse exatamente o que ela precisava ouvir.
E o pior era que… ele tinha razão.

Maru tinha desejado aquilo. Desde que ouviu aquela frase, "tô morrendo de vontade de encher essa sua buceta de porra", alguma coisa se quebrou e alguma coisa acendeu. Ele tinha visto ela. Não como a namorada boazinha. Não como a estudante. Ele tinha visto ela como o que às vezes ela também sentia que era: uma puta faminta. Uma que precisava de gozo em lugares que ninguém olhava. Uma que ia dormir molhada se não levasse.

Por fim, voltou pras amigas, sorriu pra elas e fingiu que tava tudo bem. Ninguém percebeu. Mas ela não tava ali, não… ela continuava procurando. Não o cara, mas a promessa. Aquela promessa de que alguém um dia — talvez naquela noite, talvez outra — tivesse coragem de fazer com ela aquilo que o namorado dela, às vezes, nem tinha coragem de imaginar.

Maru não conseguia ficar parada. Depois de percorrer a balança toda procurando aquele cara, percebeu que não ia encontrá-lo. Mas alguma coisa dentro dela se recusava a apagar. Continuava pulsando, vibrando, pedindo mais. Ela tomou outro drink, um terceiro, um quarto, já tinha perdido a conta. Eram doces, fortes. Sentia o formigamento do álcool descendo pela garganta até o estômago… e depois direto pra sua buceta. Bateu uma pontada de tesão, uma necessidade urgente de se sentir desejada, de brincar mais um pouco com aquele fogo que ela tinha acendido.

Voltou pra pista, sozinha. Sabia que as amigas estavam por perto, mas não tava nem aí. Começou a dançar como se tivesse as mãos de alguém por cima dela. Fechava os olhos de vez em quando, inclinava a cabeça, abria a boca de leve. Se sentia… solta. Uma puta solta na noite.

Não demorou pra chegarem perto. Um primeiro, meio tímido. Colou por trás e começou a rebolar junto com ela. Maru não falou nada. Continuou dançando, como se não tivesse notado. Mas se inclinou um pouco mais, roçando a raba na pica do cara. Sentiu ele endurecer na hora. Mordeu o lábio. É. Aquilo gostava.

Depois vieram outros dois. Um mais ousado, que pegou ela pela cintura e virou pra encarar. Era moreno, tatuado, com barba fechada. Sorriu pra ela como se já tivesse comido.

(M): —Tá olhando o quê? — perguntou ela, desafiadora, com meio sorriso.

(?): —Cê tem cara de quem precisa de companhia, aqui ou lá nos reservados.

Maru sentiu um choque no corpo todo. O que que dava nos homens naquela noite? Como conseguiam ler ela tão bem?

(M): —É? E você daria conta?

(?): —Claro, tô te vendo dançar que nem gatinha no cio faz tempo. Olha como cê me deixa, gostosa — falou ele, pegando a mão dela e levando direto pro pau, por cima da calça. Tava duro.

Maru apertou de leve. Fechou os olhos por um segundo.

(M): —Não é bom me esquentar assim…

(?): —Por quê? Vai gozar aqui na pista?

Riu. Deu um passo pra trás. Deixou ele plantado, sozinho, e foi pra outro lado. Mas continuava procurando.

Cruzou olhares com um careca de camisa justa. Depois com um que seguiu ela pela pista toda até que ela chegou de repente e sussurrou: “Tá procurando algo especial, você também quer me comer no reservado ou cê vai Perderam os olhos na minha bunda?" O cara ficou paralisado. Ela riu e deixou ele plantado.

Maru tava brincando. Se deixava apalpar de leve, sentia mãos roçando nela, uma atrás da outra. Todas ali, colidindo com a bunda dela, com as costas, tipo uma promessa muda de algo que não ia rolar. E ela continuava dançando, cada vez mais molhada, cada vez mais tesuda. Como se aquela noite inteira falasse a mesma língua: a da porra que ela tanto procurava, a da pele, a dos corpos que se buscam sem pensar.

Num momento, até se agachou no ritmo da música, descendo até o chão enquanto um magrelo colava por trás. Sentiu o volume dele entre as pernas, empurrando ela. Não falou nada. Só deixou rolar. Por um instante só. Pelo tesão. Mas não deixou ninguém levar ela embora. Ninguém tocou nela de verdade.

Só ela sabia o que queria. E ninguém tava à altura do que ela tinha imaginado.

Já tinham passado quase duas horas desde aquele primeiro encontro com o desconhecido que disse que morria de vontade de encher a buceta dela de porra. Maru já tinha dado ele como perdido. Tava saindo da pista, sozinha, quando lembrou de novo dos reservados. Aquela área entre cortinas pesadas, com sofás quebrados e sombras que se moviam devagar, quase invisíveis. Entrou lá sem pensar. Algo dentro dela dizia que ainda tinha jogo pra rolar.

Caminhou devagar, sentindo o calor pesado no ar. A música tava abafada, os graves pulsavam mais do que soavam. E aí, sentiu. Uma mão na cintura dela.

Ela se virou e era ele. Olhou pra ela com a mesma intensidade de antes, sem dizer uma palavra. Maru engoliu seco. Não sabia se queria que ele falasse ou não. Mas ele falou.

(X): — Ainda procurando porra?

Maru sentiu o corpo inteiro se apertar.

(M): — Talvez... e você ainda com vontade de dar?
(X): — Você não faz ideia do que eu te daria se me deixasse.

Ele pegou a mão dela, suave mas firme, e levou ela até um canto escuro, entre duas cortinas. Ninguém via eles. Ninguém procurava por eles.

(X): — Você tá toda molhadinha, —Não?
(M:) —Não vou te dizer isso…
(X:) —Não precisa. Dá pra perceber.

Ele apoiou a palma da mão entre as pernas da Maru, por cima da saia. Ela não se mexeu. Não o impediu. Deixou ele fazer. A pressão era suave, mas clara. Um roçar que mal tocava, mas incendiava tudo.

De repente, ele abaixou o zíper e puxou o pau pra fora, sem vergonha, sem pressa. Maru olhou. Era grosso, bonito e brilhava com líquido pré-gozo. Mostrou pra ela assim, sem dizer nada, e ela engoliu seco.

(M:) —O que cê pretende fazer com isso?
(X:) —Esfregar em você até te deixar marcada.

E foi o que ele fez. Pegou ela pela cintura, virou e levantou a saia dela. Maru não o impediu. Sentia a música vibrando nas costas, as luzes dançando ao longe, que se infiltravam como pontinhos dentro do reservado. Apoiou as mãos na parede, tremendo. E ele começou a se esfregar na bunda dela, na lombar, no tecido da calcinha dela, encharcado.

(X:) —Assim que eu te quero, suja, apertadinha, pedindo gozo sem falar.

Maru fechou os olhos. Sentia o pau dele deslizando pela pele, deixando rastros molhados, quentes. Mas ele não penetrava, nem tocava mais do que o permitido, só marcava. Fazia ela se sentir dele sem ser. De repente, um dedo atrevido passou por baixo do tecido, mal roçando a beirada do cuzinho dela. Um toque. Nada mais. Mas o suficiente pra Maru soltar um gemido abafado.

(M:) —Mmmmf… filho da puta… cê tá me deixando louca.
(X:) —Então vou embora.
(M:) —O quê?
(X:) —É, se eu ficar, não vou me segurar. E você… ainda não tá pronta.

Guardou o pau. Baixou a saia dela e, sem dizer mais uma palavra, foi embora caminhando entre as sombras. Maru ficou ali, parada, com a respiração ofegante, com a pele quente, com a calcinha colada no corpo. Não sabia o nome dele. Não sabia se ia vê-lo de novo.

Mas agora, desejava ele mais do que nunca.

Voltou pra pista como se nada tivesse acontecido. Ajeitou a roupa, passou os dedos no cabelo pra disfarçar e ninguém notar o que acabara de viver. Ninguém, exceto Ela. O corpo dela ainda vibrava com aquele roçar sujo na bunda. Mas não parou.
Começou a dançar com as amigas, mas algo tinha mudado. Os movimentos dela agora eram mais lentos, mais insinuantes. Cada passo parecia dizer "me toca", "me roça", "me prova". E não demorou pra acontecer.
Um grupo de caras se aproximou. Um deles — alto, barba por fazer, braços marcados — colou atrás dela. Ela não saiu. Sentiu o volume duro dele pressionando bem onde antes tinha estado a pica do outro. O cara colocou as mãos na cintura dela e acompanhou o ritmo. Não conversaram. Só se moveram juntos.

Maru, naquela hora, pensou em mim. Em como ia me contar tudo isso depois, em como ia me excitar até eu enlouquecer, sem saber o que era real e o que não era. Isso a excitava ainda mais.
"Vou dizer pra ele que senti várias picas. Que todas se esfregavam em mim. Que estavam duras. Que uma se enfiou tanto que senti minha calcinha abrindo."

O cara que dançava com ela aproveitou e começou a beijar o pescoço dela. Maru se deixou, só uns segundos, antes de se virar e parar ele com um sorriso.

(M:) — Não, love. Tô comprometida.

E se afastou, sabendo que ele ficou olhando com cara de "que porra foi essa?".
Chegou no balcão, pediu outra bebida. Vodka com grapefruit. Bem forte. Tomou de uma vez e voltou pra pista.

Dessa vez foi ela quem escolheu. Se aproximou de outro, um mais novo, com cara de menino mas olhos famintos. Agarrou a camiseta dele e começou a dançar. Provocou, fez ele se sentir o rei. E quando ele tentou beijá-la, ela sussurrou no ouvido dele:

(M:) — Não posso, bebê, você é muito novinho e eu sou comprometida.

O cara ficou duro. Não soube o que responder. Ela riu e foi embora.
Naquela noite, Maru era um furacão. E quanto mais excitada ficava, mais pensava no que ia rolar depois. Em mim, na minha cara quando ela me contasse tudo. Em como eu ia ficar duro enquanto ela falava das picas que não provou, mas sentiu. Na goza que não engoliu, mas desejou. Nos homens que tocaram ela. Com os olhos, com o corpo, com a intenção.
E em como, no final, guardou tudo aquilo só pra mim.

Maru estava na borda da pista, com o copo vazio pendurado na mão, o corpo quente, a mente acelerada. Sentia o ritmo ainda nas pernas, mas algo dizia que a noite já tinha dado tudo… ou quase. Virou-se pra procurar as amigas, quando viu ele. Sim, ele, o homem X.

Estava encostado na parede dos reservados, bem onde antes tinham se cruzado com ele olhando pra ela. Com uma cerveja na mão, a camisa aberta e aquela expressão que ela já conhecia: mistura de luxúria, perigo e desejo contido.

Maru sustentou o olhar por uns segundos. Não disse nada, mas caminhou até ele.

(M:) — Qual é, tá muito olheiro, ficou me encarando um monte?
(X:) — A noite toda.

Maru sorriu, inclinando a cabeça.

(M:) — E o que você viu?

Ele se aproximou. Muito perto. O murmúrio da balada sumiu ao redor deles.

(X:) — Vi como te esfregavam. Como apertavam essa buceta como se fosse deles. Como você brinca com a raba, mas não dá pra ninguém.
(M:) — Mmmm, capaz que pra você sim.
(X:) — Já sei.
(M:) — Ah, é? E por que não pede?
(X:) — Porque prefiro ver você me pedindo.

Teve um silêncio. Maru engoliu seco. A música tocava ao fundo, mas ali, entre eles, tinha outra frequência. De repente, ele se inclinou um pouco pra ela e, sem tocar, sussurrou:

(X:) — Quando estiver pronta pra eu meter tudo, vem com menos roupa dançar e sem medo. Dá pra ver de longe que você não tem coragem… ainda… pelo menos…

Ela ficou parada, olhando fixo pra ele. Nem uma palavra saiu da boca dela, só aquele sorriso de lado que usava quando algo ferve por dentro. Ele se afastou andando, tranquilo e sem olhar pra trás. E minha namorada ficou lá, tremendo, se sentindo desejada, aberta, na beira. Mas sem ter cruzado a linha.

Pelo menos ainda não.

___________

Naquela noite a gente tinha combinado que, na volta, ela viria direto pra casa pra não acordar os velhos. Aquele fim de semana eu tava sozinho, então que dei um jogo de chaves pra ela, assim entrava sem problema.
A fechadura girou devagar. Maru empurrou a porta só com os dedos, deixando entrar uma brisa noturna que arrastava o perfume da rua molhada e o próprio suor seco misturado com álcool e cigarro dos outros. A cidade tava em silêncio, mas ela não.

Fechou devagar, tirou os saltos, e andou descalça pelo corredor. A saia quase não cobria a bunda e a regata colada no corpo ainda cheirava a fumaça e perfume vagabundo. Na barriga dela, algo pulsava. Um fogo que não tinha apagado. Uma ansiedade vibrante.

Maru me encontrou no quarto dormindo de lado, com uma perna de fora e o peito nu aparecendo debaixo do lençol. A luz fraca da janela entrava só um pouco. Maru me olhou por uns segundos e mordeu o lábio.

(M:) — Ei... gordiii, cheguei. — sussurrou baixinho, tocando meu ombro.
(Y:) — Humm... Maru?
(M:) — Sim. Voltei, amor.

Virei devagar, meio dormindo, piscando.

(Y:) — Que horas são?
(M:) — Tarde... ou cedo, depende de como você vê.

Ela se deitou do meu lado depois de tirar a saia e o top, mas não se cobriu. A pele quente batia contra o frescor do quarto.

(M:) — Quer que eu conte como foi a noite?
(Y:) — Aconteceu alguma coisa?

Maru sorriu. Os olhos dela brilharam igual os de uma menina que vai contar uma travessura.

(M:) — Depende. Quer ouvir tudo?
(Y:) — Fala.

Ela acariciou meu peito, suave, como se quisesse abrir caminho pra se enfiar dentro de mim.

(M:) — Dancei pra caralho. Bebi um pouco mais... me senti desejada. Me esfregaram bastante, amor, mas não fiz nada, fica tranquilo. Só que...

Pausa.

(M:) — Só que... teve alguém.

Esse comentário me fez ficar tenso na hora.

(Y:) — Como assim "alguém"?
(M:) — Um cara. Alto, grandão, com um sorriso daqueles que já te molha sem falar nada. A gente se cruzou na entrada dos reservados... e ele me falou umas coisas...
(Y:) — Que coisas?

Maru riu. Desceu a mão até minha barriga e acariciou devagar, como se tivesse lembrando com o corpo. corpo.

(M:) —Ele me disse que tava morrendo de vontade de encher minha buceta de porra. Que eu tava provocante, como se tivesse pedindo pra ser usada. E eu... fiquei toda molhada, amor. Ali, parada... M-mas não fiz nada, juro. Só fiquei ouvindo ele... precisava... sei lá, ouvir ele falando assim comigo. Sentir que alguém mais podia me dar porra.

(Y:) —Sério? E depois?

(M:) —Depois eu fui embora. Mas ele me seguiu a noite toda com o olhar. Num momento... ele falou comigo de novo. Me disse que quando eu quisesse, era só ir com menos roupa e sem medo. Que ele ia me encher. Toda. Por dentro.

Engoli seco. Agora sim eu tava completamente acordado.

(M:) —Quer que eu te conte o que imaginei enquanto voltava no táxi?

(Y:) —Sim...

Ela se inclinou sobre mim, lambendo meu lóbulo da orelha, enquanto uma das mãos dela descia pra acariciar meu pau por cima da calça.

(M:) —Imaginei que aquele cara me pegava pelo pescoço, me enfiava contra uma parede, levantava minha saia e me fazia dele. Sem pedir. Só foder e me dar porra. Imaginei a porra escorrendo pela minha buceta, minha barriga, minha língua... toda dele. E depois... eu vinha aqui. Pra você. Carregada. Cheia. Tremendo.

(Y:) —Isso foi verdade ou foi imaginação sua?

Ela olhou nos meus olhos.

(M:) —Importa?

Ela beijou meu peito.

(M:) —Talvez tenha sido tudo um jogo pra você me fazer amor pensando que eu tô cheia de outro. E você me encher com sua porra, como se me marcasse sua de novo. Quer?

Não cheguei a responder, e já tava com ela em cima, tremendo.

Maru montou em mim com suavidade, como se cada centímetro de pele que se encontrava reativasse um feitiço antigo. A luz da rua passava pela persiana, desenhando sombras sobre nossos corpos entrelaçados. Eu olhava pra ela de olhos abertos, esperando respostas, mas Maru só sorriu pra mim. Era um sorriso de bruxa, daqueles que escondem verdades atrás do desejo.

(M:) —O que te excita mais...? Pensar que eu tô te contando isso pra te esquentar... ou que fosse real?

(Y:) —Não sei... não sei, Maru. Você tá enlouquecendo.
Ela se inclinou mais e começou a se mover, devagar, profundo, como se estivesse se masturbando com meu pau. Mas não buscava só prazer: buscava o controle.

(M:) — Quer que eu te diga, love…? Quer saber se eu deixei?

Apertei os quadris dela com força, dividido entre o fogo e o ciúme.

(M:) — Aquele cara, love… Deus, tinha um pau tão quente. Não vi direito, mas senti. Ele falava perto, respirava no meu pescoço… e eu molhada, escorrendo igual uma puta no cio. Ele dizia que ia me encher, que ia me fazer transbordar.

Ela acelerou um pouco o ritmo, gemendo baixinho.

(M:) — Ele disse que o leite dele não era comum. Que ia me deixar tremendo. Que eu ia sentir descendo pela minha garganta, pelo meu cuzinho, pela buceta… como se fosse lava.
(Y:) — Você fez, love? Deixou ou não?
(M:) — Não, bebê… não fiz… ou será que sim?

Ela me beijou forte, com língua, com fome. Como se quisesse me devorar inteiro.

(M:) — Love… sentiu um gostinho estranho na língua? E se quando eu te beijei, ainda tinha o leite dele rodando na minha boca?

As palavras dela eram facas e carícias ao mesmo tempo.

(Y:) — Maru, me fala a verdade…
(M:) — A verdade é que não sei quanto tempo mais vou aguentar sem leite. Preciso de mais. Muito. Quero me sentir cheia por todos os lados. Às vezes sonho com isso, sabia? Sonho que deito do seu lado, cheia de porra. Mas não a sua… de outros. De vários. Que você toca minha barriga inchada e sabe que não é sua… mas mesmo assim me diz que sou sua, sua namorada, seu love. Você seria capaz disso?

Eu fechei os olhos, gemendo, sem conseguir evitar empurrá-la mais forte no meu pau. Já não sabia mais se estava com ciúme, doente ou completamente rendido a ela.

(M:) — Quer que a gente imagine que eu engoli tudo? Quer que eu te diga que o cara da balada me pegou no banheiro, me ajoelhei e ele encheu toda minha boquinha igual uma putinha boazuda? Quer que eu te fale isso enquanto te faço gozar?
(Y:) — Sim… me fala… — falei sem pensar nas consequências.

Ela desceu, me olhou de baixo enquanto eu… masturbava devagar, com os lábios mal tocando a ponta.

(M:) —Mmmm.. sabe.. naquele banheiro sujo, love... enquanto você tava aqui dormindo, esse senhor x enfiou a rola na minha boca, bem fundo… como se quisesse me marcar pela garganta. E quando gozou, foi tanto, tanto… que senti encher meu estômago. Por isso voltei assim… com essa barriguinha inchada. Porque tô cheia de porra. Cê não tá vendo?

Ela tocou a barriga, enquanto continuava se masturbando num ritmo constante, os olhos fixos nos meus.

(M:) —Cê quer ficar sabendo como eu me encho de outros…? Ou quer ser você quem vai me encher de novo agora?
(Y:) —Quero te encher eu…
(M:) —Então faz. Mas me olha nos olhos… e pensa nesse homem. Pensa que eu tô usando seu pau pra tirar o gosto desse senhor.

Não aguentei muito mais. Comecei a tremer, meu pau inchou e a Maru, sabendo o que vinha, aproximou a boca. Gozei, igual um louco, tremendo. E a Maru engoliu de olhos fechados, como se fosse um ritual, sorrindo a cada gole.

(M:) —Mmmm tão gostoso sempre! Valeu pela porra, gordão… mas… acho que ainda tô com fome. Viu o que eu te falei…? Sua porra me acalma um pouco… mas não é suficiente.

Maru passou a língua pelos lábios, devagar, saboreando o que restava de mim como se ainda sentisse o gosto na garganta. Levantou, subiu por cima de mim e apoiou a cabeça no meu peito, mas sem ficar parada. Os dedos já estavam se acariciando entre as pernas e a outra mão, safada, descia pela minha barriga, brincalhona.

(M:) —Cê não sabe o que é ficar a noite inteira com tesão, love… sentir que minha boca tá vazia, minha bucetinha vazia… e o estômago sem porra. Saí do rolê pensando nisso, sabe? No que teria rolado se eu deixasse ir um pouco mais longe… se não tivesse medo…

Os dedos dela se moviam no clitóris num ritmo calmo, mas constante. O olhar fixo no meu.

(M:) —Quero que você me olhe enquanto eu me encho sozinha, love. Mas não com os dedos… com fantasias. Com porra. imaginária.
(Y:) —Maru, você tá doente…
(M:) —Não… eu tô acordada. Acordada pra tudo que eu quero. E o que eu quero é me sentir cheia o tempo todo. Ser sua… mas com a permissão de brincar que não sou.

Ela abriu mais as pernas, procurando a posição favorita, sem parar de se tocar. A voz dela era um sussurro e um chicote ao mesmo tempo.

(M:) —Cê quer saber como seria… se um desses caras de hoje tivesse me pegado num reservado.. ou talvez esse homem x? Cê ia gostar de saber que ele me empurrou contra a parede, levantou minha saia e enquanto enfiava um dedo na minha tiny ass e me dizia: “vou encher essa buceta como ninguém nunca fez antes”.

A respiração dela acelerava a cada palavra. A cena se montava sozinha na cabeça dela, e eu, olhava ela… entre a fascinação, o tesão e o ciúme mais incendiário.

(M:) —Imagina… que enquanto você dormia, eu escapava pro banheiro de uma balada pra chupar a cock de alguém. Que ele gozava dentro e eu não cuspia, pelo contrário, engolia tudo… e voltava, com a cum ainda quente na barriga, pra te beijar.

Ela acariciou a barriga, bem abaixo do umbigo, enquanto a outra mão não parava de fazer círculos.

(M:) —Eu quero ficar assim, love… cheia. De cum, da sua, deles, de todo mundo. Quero ter a tiny ass tremendo, o estômago inchado de tanto engolir… e você sabendo de tudo. Sempre sabendo… sabendo que sou sua… mas viciada em outros.

Engoli seco e não consegui evitar ficar duro de novo. Ela percebeu.

(M:) —O que foi, love? Quer me dar mais? Ou prefere que essa slut saia de novo… pra buscar cum em outro lugar?
(Y:) —Cala a boca… cala a boca porque vou te fuck you agora mesmo…
(M:) —Vai… mas só se enquanto você me come, me deixar continuar te contando o que eu faria. Ou o que eu fiz. Quer saber se algum deles realmente tirou a cock e esfregou na minha barriga? Quer saber se alguém enfiou um dedo onde você devia estar agora?

Nessa altura, eu já tinha virado ela de bruços, levantado os quadris dela e agarrado ela pela cintura.
(Y:) —Não me importa se foi verdade ou não. Mas me conta. Enquanto te fodo, me conta.
M: —Eu imaginava que um me agarrava pela cintura e me empurrava contra o balcão, outro metia a mão por baixo da saia, e eu, entregue. Aberta. Com a bunda minúscula pronta… pra todos me tocarem, me usarem.
(Y:) —Maru…
M: —Não, espera… deixa eu contar direito, love —ela dizia enquanto subia e descia, devagar, acariciando meu peito com a ponta dos dedos—. Sabe o que eu teria feito se me pegassem todos juntos? Eu me deixava. Me abria toda. Tirava a calcinha no meio da pista. Deixava eles me comerem, me encherem. Um na boca, outro na bunda, mais um na buceta… queria voltar pra sua casa assim, toda usada, toda de outros…

Eu a agarrei mais forte pela cintura, girando ela, colocando ela de barriga pra cima sem sair de dentro dela. Não conseguia dizer nada, só olhava pra ela. Não sabia se queria que continuasse… ou que parasse.

M: —O que foi, love? Dói imaginar isso? Cê pensa em mim, dançando apertada, sentindo eles baixarem meu top por trás? Como o rímel escorria enquanto um gozava na minha boca? Porque eu sim. Eu pensei em tudo, love. Com detalhes. Imaginei a porra descendo pela minha garganta, caindo na minha barriga como se fosse a sua. Mas não era sua. Era deles. E eu… tão feliz.
(Y:) —Você… você é doente, Maru… —falei sem parar de foder ela.
M: —E você? Olha como tá seu pau, love… tão duro, tão ciumento… tão tesudo. Quer que eu te diga no que eu pensei de verdade quando tava falando tudo isso?

Eu não respondia, respirava ofegante com as estocadas. Meus quadris já se moviam sozinhos, buscando entrar nela uma e outra vez.

M: —Ahhh… ahhh… pensava no cara do reservado. Aquele que me parou quando eu saía do banheiro. O que disse que queria encher minha bunda minúscula de porra. E sabe o que eu fiz, love? Fiquei quietinha… deixando ele fazer…
(Y:) —E depois?
M: —Depois não aconteceu nada. Ou sim. Talvez ele roçou na minha bunda minúscula. Talvez encostou o pau na minha barriga. Talvez ele enfiou um dedo na minha bunda minúscula. Ou foi só minha cabeça? Não sei. Mas eu tava tão molhada, amor. E dessa vez não era por você. Era pelo tesão proibido.

A gente começou a se beijar como se nossas bocas estivessem brigando. Como se a gente precisasse daquilo pra nos acalmar ou pra nos incendiar de vez.

(M:) —Agora me fode, amor. Me faz tua. Mas pensa no que eu te falei... pensa que eu estive com ele... que eu venho usada... que talvez, amor... talvez a porra que eu tenho na barriga não seja só tua.

Apertei ela contra mim com mais força. Sentia o calor da Maru colado na minha pele, a voz dela sussurrando no meu ouvido como um veneno doce. Meu corpo tremia, mas não de frio, e sim de desejo, era uma raiva ciumenta que se misturava com a luxúria mais selvagem. E a Maru... a Maru sabia disso.

(M:) —Quer saber o pior de tudo, amor? —ela sussurrou no meu ouvido enquanto se roçava suave e devagar, feito uma menina brincando—. Que enquanto você me fode, com todo esse amor e toda essa entrega... eu fantasio com esse tal de homem X... imagino ele entrando no rolê, me achando dançando, e me levando sem perguntar pros reservados.
(Y:) —Ah é? E você, o que faz?
(M:) —Eu sigo ele. Me deixo levar como uma putinha obediente. E sabe pra onde ele me leva, amor? Pro banheiro de deficiente. Me aperta contra a parede, levanta minha saia curta e me abre toda com a pica linda dele.

Ela disse com uma calma perturbadora, como se descrevesse uma cena de filme, enquanto eu enfiava mais fundo.

(M:) —Eu me seguraria firme na pia, enquanto olho pra ele pelo espelho... e diria: “Me dá seu leite, agora”. E sabe o que ele faria? Ele tiraria a pica encharcada de mim, passaria no meu rosto, me fazendo cheirar, desejar, e diria: “Agora você vai engolir tudo, puta”.

Meu corpo se tensionou. A pica pulsava dentro da Maru, mas eu não conseguia parar de foder ela.

(M:) —E eu abria a boca, amor. Bem grande. Porque eu tava com fome. Não aquela fome que se mata com comida... não... fome de porra. Da porra dele, da que não é sua.
(Y:) —Maru...
(M:) —E quando eu gozar... ai, love... ia me encher todinha. Tanto que ia escorrer pelo canto da boca, pelo queixo, e eu ia colocar de volta na boca pra limpar tudo. Depois ia me olhar no espelho, com a porra escorrendo, e pensar em você. Em como você me olharia se me visse assim. Você ia gostar?

Já não conseguia falar, só gemia. E ela se mexia como uma cobra debaixo de mim, devagar, cada vez mais fundo, como se a pélvis dela desenhasse círculos de fogo.

(M:) —Mmmm... love... e se em vez de na boca, eu deixasse a porra dentro? E se eu ficasse de quatro, naquele banheiro sujo, com a cara no azulejo frio, e pedisse pra ele encher minha buceta? E se eu voltasse pra sua casa com a calcinha toda molhada e um fiozinho descendo pela minha perna?

Eu grunhi, cravando os dedos no quadril dela, perdendo o controle, já.

(M:) —E se não foi fantasia, gordi? E se aconteceu de verdade? E se você tá comendo agora uma buceta cheia de porra alheia? Você sentiria? Ia te excitar? Ou te enlouquece?

Empurrei ela pra baixo, enfiando até o fundo, enquanto ela gemia com força.

(M:) —Vai, love! Me come forte! Me enche você também! Não quero ter só a porra de um dentro de mim! Quero a de todos! Quero ser sua puta, sua doente, sua suja... mas também a deles!
(Y:) —Cala a boca, Maru! Quem vai te encher agora sou eu! Eu!
(M:) —Sim, me enche! Fala que sou sua! Mente pra mim, love! Fala que sou sua mesmo sabendo que talvez não seja!
(Y:) —Você é minha, sua puta... minha!

E eu gozei, bem naquele último "minha", com um rugido abafado, mordendo o pescoço dela, enquanto ela se sacudia também com um orgasmo brutal. Ficamos abraçados, colados, respirando como se o ar não desse pra encher os pulmões. Um silêncio pesado se instalou. Até que Maru, ainda tremendo, soltou uma risadinha suave.

(M:) —Tá bem?
(Y:) —Tô... destruído. Mas sim. Bem.

Ficamos em silêncio mais um tempo. Maru levantou o olhar, e os olhos dela tinham aquele brilho ambíguo, entre ternura e picardia. Ela adorava brincar comigo até na calmaria.

(M:) — Você pensa muito nisso? No que eu conto? Se aconteceu ou não?
(Y:) — Sim. Não consigo evitar. Fode minha cabeça… o que você diz, como você diz. Me destrói. Me excita. Mas também me dá medo às vezes. Pensar que… talvez tenha acontecido.
(M:) — E se aconteceu?
(Y:) — Não sei. Eu enlouqueceria. Mas… ainda assim te escolheria. Mesmo que morresse de ciúmes. Mesmo que doesse.

Ela subiu um pouco mais e me beijou no queixo, com suavidade. Depois me olhou de novo, séria por um segundo.

(M:) — Quer saber de uma coisa?
(Y:) — O quê?
(M:) — Não sei o que é pior… se nunca aconteceu… ou se uma parte de mim deseja que aconteça.

Silêncio. Eu engoli seco. Ela disse isso sem raiva, sem deboche, mas com uma doçura perturbadora, como se estivesse se confessando de verdade.

(Y:) — E por que você desejaria isso?
(M:) — Porque quando me sinto desejada… desejada de verdade… é como se algo em mim acendesse. E depois, quando eu venho e te conto, e vejo como te afeta, como te consome… me deixa louca de felicidade… porque sinto que você me escolhe de novo do mesmo jeito. Como se você fosse capaz de aguentar tudo isso, só pra me ter.
(Y:) — E você gosta disso?
(M:) — Me faz sentir… poderosa. Doente, mas viva. E me excita. Você não tem ideia do quanto.
(Y:) — Você é um fogo, Maru. Você é um puta fogo.
(M:) — E você é o único que me aguenta assim, inteira. Por isso você é meu e eu amo te provocar desse jeito, mesmo que morra de vontade de provocar o mundo inteiro também… é você quem me conhece, quem me ama, quem me come, quem me escolhe.

Fechei os olhos, sem soltá-la, e ela se acomodou ainda mais, deixando um suspiro manso escapar dos lábios.

(M:) — Não se preocupa com a balada, tá? Me comportei. Por enquanto…

Maru piscou um olho pra mim, mordendo o lábio com aquela mistura de ternura e loucura tão dela. E eu soube que essa história… ainda não tinha acabado.

15 comentários - Maru, minha namorada gostosa (14)

Excelente geniooooo!!! La mejor manera de terminar un dom. Con un nuevo capítulo de maru,!!!! Aplaudo de pie..👏👏👏👏👏
Por lo menos y lo veo del punto de vista del gorriado....creo que aún no lo es..... que se está maquinando mal la cabeza por la trola de su dulce novia 🤣. Esta historia me parece que sigue para largo y es un ida y vuelta coger y se hace como un cliché.
Lpm jajaja pobre Chavón jajaja y cuando vuelve mati?? 😂😂 , abrazo
ya va a llegar esos cuernos... ya vas a probar lechita de macho de la concha de Maru
Yo por las dudas te escribo........usas correo electrónico??? Y cuando volves por acá???
Al fin volviste!! es imporesionate el desarrollo, como calienta maru, la tentación y el morbo!!
yo se que por ahi se puede desviar pero me pareceria interesante que él tome un rol similar al de ella y le juegue con los celos para despues cogerla como ella quiere. Es una idea, por ahi no gusta el giro pero como para sumarle a la trama.
me lei todo de prepo, tengo la pornonga que me explota, caundo sigue esto o pincho?
una genialidad hasta ahora +10