Oi, meu nome é Cristina, tenho 48 anos, olhos castanhos claros, pele clara, 1,53 de altura, bunduda, tenho peitos pequenos, mas no lugar certo. Bom, hoje vou contar uma fantasia de tantas que tenho, esperando que vocês gostem.Meu marido e eu tínhamos um relacionamento muito bom nos 30 anos de casados, com dois filhos: a mais velha, Maria José, de 25 anos, e o Diego, meu filho de 23. Os dois já casados e com famílias. Minha filha mora em Los Angeles com o marido, ela é formada e ele é advogado. Pra falar a verdade, eles vão muito bem, e ela me manda dinheiro todo mês. Meu filho mora em outra cidade aqui mesmo no México e, igual à minha filha, me manda dinheiro também. São filhos muito bons. Mas tudo mudou na relação íntima com meu marido depois do acidente que ele teve, que o deixou inválido por causa de ter bebido e dirigido. E o pior de tudo é que ele vinha com duas mulheres e um amigo, que também tiveram consequências graves: uma delas morreu e a outra ficou em estado grave, mas sobreviveu. E, mesmo assim, passei os anos cuidando dele, apesar do que ele me fez, e mais ainda por causa da minha filha, que o ama.
Passou um ano, e eu continuei cuidando dele, mas nada de sexo nem intimidade, já que a parte masculina dele não funcionava mais. No começo, isso não me importava. Tinha vezes que eu colocava minha buceta na boca dele pra ele me fazer sexo oral, e ele me fazia gozar gostoso pra caralho. Mas eu também queria sentir e ter uma rola dura na minha boca e na minha buceta, que me fizesse sentir viva, que me fizesse sentir mulher. Passou um mês, e minha cunhada, irmã do meu marido, ligou pra ele pedindo um favor: se a gente podia receber o filho dela (sobrinho do meu marido) em casa por um tempo. Ele me perguntou se a gente podia recebê-lo, e eu disse que sim, sem problema nenhum, porque assim ele me ajudaria com as coisas da casa que eu não conseguia fazer por serem pesadas.
Três dias depois, meu sobrinho Luís já estava em casa. Mostrei pra ele o quarto que era do meu filho, ele tomou banho e eu perguntei se ele podia me ajudar a levar o tio dele pra sala de jantar pra gente jantar. E o Luís, muito prestativo, ajudou. Jantamos. Vimos um filme na sala e já era meia-noite quando eu perguntei se podia subir o tio dele pro quarto. Ajudei a subir ele, agradeci, dei os remédios e ele dormiu. E como toda noite, sentei no sofá do quarto e me masturbei, pensando em algum homem — às vezes no açougueiro, no mecânico, em quem viesse na cabeça. Eu achei que tinha fechado bem a porta do quarto, mas quando olhei, lá estava o Luis me vendo bater uma e gemendo o nome de algum homem enquanto me masturbava com a escova de cabelo, imaginando uma pica boa me comendo. Não soube o que fazer, só tapei minha buceta e ele foi pro quarto dele. Fechei a porta e fui deitar na cama junto com meu marido, pensando no que o Luis ia achar de mim, e acabei dormindo até o dia seguinte.
E lá estava o Luis na cozinha preparando o café da manhã. Eu falei: "Deixa que eu preparo o café, o seu e o do seu tio". Ele respondeu "ok", me olhando dos pés à cabeça, e eu percebi, mas não falei nada. Terminei de fazer o café e falei: "Aqui está, Luis. Vou levar o do seu tio e depois desço pra conversar com você, se você não for sair ainda, me espera". Luis: "Ok, tia".
Depois de alguns minutinhos, desci e fui direto onde o Luis estava. "Olha, Luis, quero esclarecer o que você viu ontem. Não é o que você tá pensando." Luis: "E o que a senhora acha que eu tô pensando, tia?" Eu: "Bom, que eu sou uma pessoa ruim, que faço seu tio sofrer fazendo aquilo que você viu à noite. Desde o acidente, faz mais de um ano que o pinto dele não fica duro, e a verdade é que só assim consigo aliviar minha vontade. Sou uma mulher madura e tenho desejo também, e só assim consigo me satisfazer." Luis: "Ah, ok, tia. E a senhora é uma mulher muito gostosa, tem um corpo lindo." Eu: "Ah, Luis, para com isso, não tenho um corpo tão bom assim."
Ele se aproximou de mim e disse: "Claro que tem, tia. Tem uma bunda linda e uns peitos de chupar." "Luis, que coisas você fala!" "É verdade, tia, tem um corpo de dar água na boca."
Minha calcinha começou a molhar com as coisas que ele tava falando. Ele passou a mão no meu ombro, me abraçou e disse: Verdade, tia, é sério. Eu olho pra entreperna do Luis e vejo o volume que tá, aí olho nos olhos dele e ele nos meus, e um silêncio cai entre o olhar dele e o meu, até que a gente se beija na boca. Eu enfio a língua na boca dele e ele na minha, enquanto ele tira minha blusa e meu sutiã, deixando meus peitos à mostra, e os bicos tão duros. Os dedos dele apertam um mamilo, me fazendo gemer, enquanto eu passo a mão no volume dele, que já quer sair. Com um sinal, ele me manda descer até a entreperna dele, e sem pensar, já tô lá, tirando a calça e a cueca dele como se fosse um presente. Quando sai um pauzão de 18 cm, grosso e meio preto, com uma cabeça vermelhinha e grande como um cogumelo, passo a língua na pontinha, e aquele gosto que eu não provava há anos me fez lembrar da minha juventude. Sem pensar, enfiei na boca metade dessa porra gostosa, fazendo engasgar, mas com prazer, e tirava e colocava de novo até a metade, pra depois chupar as bolas deliciosas dele e masturbar ele, vendo o Luis fechar os olhos e curtir. E eu continuava no meu, feito uma criança com brinquedo novo, enfiando até a metade, até sentir as mãos dele na minha nuca fazendo pressão pra entrar mais. O que mais me excitou foi quando ele disse: "Tia, não coloca a mão, deixa entrar tudo." Olhei pra ele com o pau na boca, tirei a mão, e senti o pau dele entrando até minha garganta, me fazendo dar umas engasgadas cheias de saliva e gemidos. Tirava pra respirar e de novo ele penetrava minha boca do mesmo jeito. Enquanto sentia ele comendo minha boca, meus dedos foram procurar minha buceta, que já tava super molhada com meus fluidos, e enfiei dois dedos, me masturbando e gemendo enquanto dava engasgadas com o pau todo do Luis na boca. Ele tirou, se acomodou no sofá de barriga pra cima, com o pau apontando pro céu, e eu sabia o que ele queria, igual eu. Então montei nele, encaixei o pau na entrada da minha buceta, que já tava toda lubrificada pelos meus fluidos, e só sentei em cima dele, sem deixar nada pra fora. Minha buceta tinha devorado ele todo. Essa porra de pau gostoso e eu comecei a subir e descer sentindo o pau do Luis até o fundo de mim, eu abraçada no pescoço dele, gemendo e pedindo pra ele me comer gostoso aahhh ahhh ahhh ahhh ahhh nossos gemidos se misturaram num prazer só do orgasmo quando senti que ele ia gozar, sentei mais forte em cima dele, fazendo o pau inteiro ficar dentro de mim e não vazar nada daquele néctar que eu tanto esperava ter dentro de mim, sentir o quentinho e grosso da porra de macho dentro de mim. Luis tremia igual a mim, deixando o pau dele molhado da minha gozada. Ficamos ali, eu com o pau do Luis dentro até ele amolecer, aí desci dele, arrumei minha calcinha fio dental, vesti meu sutiã e blusa, dei um beijo na boca do Luis e subi a escada olhando pra ele feito uma colegial apaixonada. Depois de uns minutos, mandei mensagem pro Luis: "Oi Luis, obrigada por esse momento tão gostoso que você me proporcionou e obrigada por me fazer sentir viva, por me fazer sentir mulher de novo..." Continua... Espero que tenham gostado do meu relato e espero respostas boas, obrigada. Depois vou postar fotos minhas nos meus relatos. Valeu.
5 comentários - Meu sobrinho me faz sentir gostosa
BEsos