Quando o SOL nasce

Olá, poringas boys, voltei com outro relato real... Tinha passado de 2001... Eu recém-formado. E fico sem trampo. Tudo errado. Em março, abril... Ainda um caos total, minha namorada termina comigo. Então, se eu achava que tava tudo ruim, nada podia ser pior... A única coisa positiva era que eu tinha um apartamento que a gente tava pagando. E minha ex pede a parte dela, então, entre as economias e o carro, fico com o apartamento... Ativei comprando umas paradas, uns contatos e comecei a lavar estofados e interiores de carros. Tinha um conhecido (hoje amigão) que tinha uma loja de lubrificantes e me arrumou um monte de trampo. Foi aí que conheci a Analía, uma coroa de 45 anos, eu com 24. Ela me oferece fazer viagens pra Ezeiza e Aeroparque. Naquela época, era uma grana boa, muito boa. Mas eu não tinha carro. Então, pedi pra minha velha, tirei um plano de carro, um Mégane a diesel 0km... E realmente mudou minha vida. Em seis meses, já tinha três carros trabalhando full time. Me sentia milionário, sério. Tinha passado de ganhar na época 500 dólares por mês pra 5 mil... Vivia na farra e quase nem dirigia mais. Tinha uma vizinha, Roxi, do apê em frente ao meu, recém-separada com dois adolescentes. Roxi, quarentona já avançada, magrinha, muito gente boa, não parava de me dar em cima e pedir coisas no horário escolar. Pra trocar uma lâmpada, o interruptor, essas merdas. Eu me fazia de besta. Nunca curti coroas, nem magricelas. Uma noite, a Analía, a mina que me arrumou o trampo, me pede pra jantar, que tinha um negócio pra me oferecer. Fomos a um restaurante, ela me oferece um ponto totalmente montado e funcionando, que era da filha dela. Tava muito carinhosa e sensual, ela queria cobrar minha mudança de vida. Fomos pra minha casa, mal entramos e já nos beijamos, amassamos e metemos uma trepada do caralho. Ela se contorcia de prazer quando eu passava a mão na bunda dela, deixando bem claro que queria que eu comesse ela. Então, chupei a bunda gigante que a Analía tem e meti uma sentada fudida nela... Ela delirou e gritou de prazer. Acabamos, continuamos transando mais um pouco. Tomamos banho e, ao sair do apartamento, minhas vizinhas (Florzinha) estavam na escada cochichando. Levei ela pra casa dela e, na volta, encontro a Flor, minha vizinha, uma morena que me deixava a pica dura toda vez que eu via ela... Subimos no elevador, ela me diz, bem fria e sensual: "Como eu queria que você me fizesse passar uma noite igual à que a velha que você trouxe hoje passou..." Não soube o que responder na hora... Abri o elevador, deixei ela passar. E peguei na mão dela e entramos na minha casa... Acho que nem beijei ela, puxei a calça de ginástica e a calcinha dela, a buceta tinha um monte de pelo pubiano bem aparado, e dei uma chupada na buceta de mais de meia hora. Ela gozou umas 3 ou 4 vezes, inundou minha cara... Se contorcia, gemia, gozava e continuava curtindo. Enfiei a pica, que tava dura igual aço, e levei ela até a cama. E que transa a gente teve... A mina era bem virgem, mas naquela noite se mexia igual uma gata no cio. Desde aquele dia, por uns anos, a gente se divertiu pra caralho. Uns dias depois, lembro de um domingo, minha vizinha, a mãe da Flor. Meio-dia, toca a campainha e pergunta se eu tava sozinho, e me convida pra almoçar... Não era incomum, mas era raro quando as meninas iam com o pai. Comemos, tava vendo um filme, e ela confessa que tava muito difícil com as meninas sem a ajuda do ex, sozinha, sem um parceiro, e que fazia um ano que não transava, que tava a mil. Pergunta se eu queria um mate. Vai no banheiro e aparece de conjuntinho preto transparente, dança sexy pra mim, coloca a mão no meu peito, me empurra pra trás. Eu sentado no sofá, ela se ajoelha, abre meu zíper, tira a pica e começa a chupar a pica igual uma profissional... Tenta me beijar, e eu falo sutilmente no ouvido dela: "Só chupa minha pica." Afastei ela um pouco e fiz uma punheta, meti dedos na buceta e no cu dela. Ela gozou igual uma gostosa e tomou toda a porra. Ela foi embora. Fui pro banheiro e fui pra minha casa, tinha transado sem querer com a mãe da mina que eu era apaixonado. Tomei um banho. E fui falar com a Roxi. Expliquei que não queria foder a boa relação de vizinhos que a gente tinha e que não tinha comido ela por esse motivo, e que o que aconteceu morria ali, que foi o que foi. E que se ninguém ficasse sabendo, seria muito melhor. Então, tudo certo, de boa. As minas chegaram e fomos os quatro comer pizza. Com a Flor, cada dia que passava era melhor que o outro. A gente ia todo dia pra um motel diferente. Ela tirava litros de porra de mim com a boca, a raba e a buceta. Um dia fomos num baile com umas amigas e eu fui com um amigo que engatou uma novinha e sumiu. A Flor tinha falado pra mãe dela que ia dormir na casa da amiga, então tava tudo tranquilo. A gente saiu, as minas foram indo embora e ficamos só eu, a Yami e a Flor. Subimos no carro, perguntei pra onde levar e a mina, sem vergonha nenhuma, deu um beijo de língua pornô na Flor que me fez subir o pau na hora. Então fui direto pra rodoviária, que tem vários motéis... Umas três ou quatro quadras depois, começaram a me bater uma, chupar meu pau, se beijavam... Não sei como não bati o carro... Assim que entramos no quarto, as novinhas ficaram peladas sem parar de se pegar um segundo. Enquanto isso, fui enchendo a hidromassagem e pedi champanhe... O champanhe chegou e sentei as duas na borda do hidro, elas se beijavam com as pernas abertas e eu comi a buceta das duas, intercalando com punheta e chupada de buceta... As duas gozaram e começou uma trepada lésbica, sexo sem controle. Sentei na borda do hidro e as duas chuparam meu pau juntas, intercalando beijos de língua entre elas, com a cabeça do meu pau dentro das bocas delas... A sensação mais gostosa que eu já tinha sentido até aquele momento... A Yami começou a chupar a buceta da Flor e eu enfiei o pau até o fundo e comi ela com toda força, bem bruto. A Yami não aguentou e gozou em um minuto. Fiz elas se intercalarem e agora a Flor tava chupando a buceta da Yami. Chupei o cu da Florzinha e meti na bunda dela, e ela tava adorando, quanto mais gozava, mais gritava e mais forte eu comia ela. Meti um ritmo bem descontrolado até encher o cu dela de porra... Chamei a Yami, tirei a pica do cu da Flor e fiz ela chupar o cu da Yami... Limpou a porra e a gente se beijou os três... As vadias estavam delirando. A gente riu e tomou champanhe. Depois de um tempo, fiz a Yami sentar com a garrafa no cu e comecei a comer ela, a Flor em pé, de pernas abertas, com a buceta na boca da Yami, que começou a gozar sem parar... Tirei ela de lá e enquanto a Yami fechava as pernas, comecei a comer a Flor de quatro, que também começou a gozar que nem uma loba no cio... As duas chuparam minha pica juntas, me fizeram gozar e se beijaram dividindo a porra... A gente foi embora e deixei elas na casa da Yami... Esse foi o começo de dois anos de sexo sem controle que a gente viveu os três.

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