Fala, galera! Uma nova história🙈, novos personagens, uma temática muito pedida, espero que vocês gostemDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Desde que voltou pra casa da mãe, a Abril sentia que a vida pesava no corpo dela.
Só um mês tinha passado desde que ela deu à luz o filho dela, um bebê pequeno e frágil que dependia dela pra tudo.
O peito dela continuava tenso, pesado, jorrando porra quase sem parar, uma sensação que incomodava e ao mesmo tempo deixava ela mais vulnerável.
A relação com Franco, o pai do bebê, tinha sido um erro desde o começo.
Uma noite de tesão, uma série de decisões erradas... e quando a Abril engravidou, sentiu que tinha que "fazer a coisa certa".
Ela tentou formar uma família com ele.
Franco aceitou, mesmo sem estar convencido. Eles se mudaram juntos, mas ele nunca parou de tratá-la como um peso.
E assim que o bebê nasceu, Franco sumiu.
Que nem um covarde.
Sem outra opção, Abril voltou pra casa, envergonhada, destruída.
A mãe dela, mesmo irritada com as escolhas da filha, abriu a porta de novo pra ela.
O problema é que não tinha espaço: o quarto da Abril agora estava ocupado.
A única solução foi mudar o Mateo, o meio-irmão dela, pra salinha de estar e jantar.
Um sofá desconfortável virou a cama improvisada dela.
Ninguém protestou.
Mateo, como sempre, aceitou em silêncio.
Ele sempre foi assim: reservado, calmo. Um garoto magro, de sorriso tímido e olhos escuros cheios de ternura.
Tinha dezoito anos, apenas um ano mais novo que a Abril, e tava no último ano do ensino médio, sonhando calado com alguma faculdade que desse pra escapar daquela rotina sufocante.
No começo, morar juntos foi estranho.
Mateo evitava olhar muito para ela, como se a nova condição de mãe a tornasse algo sagrado.
Abril, por sua vez, estava retraída, envergonhada da sua situação.
Às vezes, quando se cruzavam no corredor ou na cozinha, trocavam sorrisos tímidos e frases curtas.
Uma ternura tímida, quase infantil, flutuava entre eles.
Mas conforme os dias passavam, os pequenos atritos se tornavam inevitáveis.
Um roçar de mãos ao passar, um cruzamento de olhares sustentado um segundo a mais do que devia.
Mateo começava a ver ela de outro jeito, sem querer.
Não igual à irmã de criação dela.
Só como... como uma mulher.
Era impossível ignorar: Abril ainda tinha um corpo gostoso, apesar de tudo.
A figura dela continuava magra, os quadris macios, a bunda redonda.
E os peitos dela... Meu Deus.
Os peitos dela, antes perfeitos, agora estavam ainda mais, mais pesados, mais caídos por causa da maternidade, pareciam pedir pra ser tocados, lambidos, amados.
Mateo se sentia um monstro por pensar nisso.
Mas era inevitável.
Abril, por sua vez, notava seus olhares rápidos, o nervosismo dele quando acidentalmente roçava o corpo dela ao passar.
Não dizia nada.
Talvez, no fundo, ela gostasse de não se sentir invisível.
O dia que Franco apareceu de novo em casa foi um sábado quente pra caralho.
A mãe do Mateo e da Abril tava trabalhando em três casas diferentes naquele dia e só voltava de noite.
Quando a campainha tocou, a Abril tava sozinha na cozinha, dando a teta pro bebê dela.
Mateo, largado no sofá da sala, folheava distraidamente uns cadernos.
Eles se olharam.
A campainha tocou de novo.
Abril empalideceu.
— Deve ser o Franco — murmurou ela, com a voz trêmula.
— Quer que eu cuide disso? — perguntou Mateo, franzindo a testa.
Ela negou devagar.
—Não... tá tudo bem. Só preciso falar com ele... um momento.
Mateo hesitou, mas no fim concordou com a cabeça.
Sabia que a mãe dela tinha proibido o Franco de botar o pé na casa.
Mas também sabia que a Abril era boa demais, mole demais pra encarar ele.
Com um suspiro resignado, Mateo foi abrir.
Franco estava na porta, encostado no batente, com aquela cara de arrogante que sempre teve.
Camiseta justa no corpo, tatuagem nos braços, um sorriso safado que já causava repulsa na hora.
— O que cê tá fazendo aqui? — disse ela da cozinha.
— Vim pra conversar — respondi — O que cê tá fazendo, cara? — disse ele, entrando sem esperar convite.
Mateo olhou pra ele com desprezo, mas não falou nada.
Franco atravessou a sala direto pra ela, que já tava esperando, nervosa, abraçando o bebê.
—Vamos pro quarto, quero falar direito —ele disse pra ela, sem olhar nos olhos.
Ela hesitou.
Olhou para Mateo, que parecia prestes a se meter.
Mas no final, baixou a cabeça, entregue, e seguiu ele.
A porta do quarto se fechou.
Mateo sentiu um nó no estômago.
Não sabia por que, mas algo dizia pra ela que tinha que ficar de olho.
Que não podia confiar no Franco.
Então, depois de pensar um pouco, segurando a respiração, ela foi na ponta dos pés até a porta do quarto.
Ela se agachou, aproximando o ouvido.
No começo, só ouviu murmúrios. Discussão. Vozes se levantando.
E depois...
Um som molhado, um gemido abafado.
Mateo, num impulso que não conseguiu controlar, aproximou um olho da pequena fresta que a moldura da porta deixava.
E o que ele viu o deixou gelado.
O quarto tava mergulhado numa luz fraca, mal iluminado pelo sol que entrava pela janela.
O bebê dormia tranquilão no berço, sem saber nada do mundo dos adultos.
Abril sentou na beira da cama, nervosa, enquanto Franco ficava de pé na frente dela, braços cruzados, encarando ela com um desprezo mal disfarçado.
—Você não faz ideia do tesão que me deu quando te vi, como você recuperou o peso rápido —ele disse, sorrindo de lado, com aquela voz rouca que tanto a intimidava—. Olha como ficaram essas tetas... —completou, percorrendo ela com o olhar.
Abril baixou a cabeça, apertando as mãos sobre os joelhos.
—Franco, por favor... —murmurou, tremendo—. Deixei você entrar pra gente conversar sobre... o moleque. Não sobre isso.
Ele soltou uma risada seca, dando mais um passo pra perto.
—Do que você quer falar? De como você fodeu minha vida? —cuspil—. De como você me enfiou um filho que nem sei se é meu?
Abril engoliu saliva, as lágrimas queimando atrás dos olhos, mesmo sem cair.
Não dava pra discutir com ela.
Não tinha forças.
—Não quis... eu só... —sussurrou, sem ousar levantar o olhar.
Franco bufou, irritado.
—Para de chorar que nem uma otária. Sabe que se eu quiser, te destruo em dois segundos. —O tom dele era tão brutal que Abril se encolheu ainda mais sobre si mesma.
—Mas… já que estamos aqui, por que não nos divertimos um pouco? —continuou, sorrindo de forma sinistra—.
Ela olhou pra ele, horrorizada.
—O quê? Não, Franco, não...
—Não o quê? —Ele se abaixou, apoiando uma mão na coxa dela, subindo devagar em direção à virilha—. Vai, não se faz de santa. Olha só como teu leite tá escorrendo, como essas tetas tão explodindo. —Apontou pra camiseta justa, onde marcavam pequenas manchas úmidas ao redor dos mamilos inchados—. Sabia que eu podia aparecer hoje e olha como você se vestiu. —Enquanto uma das mãos apertava um peito dela.
Abril ficou vermelha de vergonha, cruzando os braços instintivamente. Naquela tarde, ela vestia uma camiseta branca bem justa que marcava seu corpo harmonioso, completando o visual com uma calça jeans preta apertada também.
—Vai, putinha... —murmurou Franco, aproximando o rosto do dela—. Faz uma punheta com essas tetas que você tem. Pra alguma coisa servem, né?
Ela ficou parada, tremendo.
O coração dela tava batendo desenfreado.
Sabia que devia gritar, expulsar ele, procurar o Mateo.
Mas não conseguia.
O medo paralisava ela.
Franco se levantou e desabotoou a calça, puxando o pau meio duro pra fora. Era comprido, fino, cheio de veias.
—Tira a camiseta —ordenou de forma autoritária.
Abril hesitou.
Olhou pro berço, onde o bebê dela dormia tranquilão.
Olhou para a porta fechada.
Sentiu o peso da humilhação nos ombros.
Finalmente, com movimentos desajeitados, ela levantou a camiseta, deixando à mostra os peitos pesados, túrgidos, de mamilos sensíveis e escuros, perlados de gotas de porra fresca. Ela não estava de sutiã.
Franco suspirou, excitado.
—Caralho, que peitos, garota... — suspirei —. Olha só isso... como ficaram, filha da puta. — Enquanto com uma das mãos apertava um dos peitos dela.
Abril abaixou ainda mais a cabeça, completamente humilhada.
Franco se levantou e se aproximou, guiando o próprio pau em direção aos peitos dela.
—Abraça ele com esses peitos, faz uma boa punheta pra mim, gostosa. Isso, assim... —ele indicou, pegando as mãos dela pra envolver ele.
Abril tremia. Os bicos dos peitos roçavam a pele, enquanto apertava os seios em volta da pica do Franco, que se esfregava entre eles com movimentos lentos.
—Que tesão, filha da puta... — ele grunhiu —. Se eu soubesse que iam ficar assim, não tinha vindo. — Ela disse rindo.
Abril fechou os olhos.
As bochechas dela queimavam de vergonha.
Uma gota de porra escorreu pelo mamilo ereto dela, molhando a pica do Franco, que gemeu de prazer.
—uffff, isso, sim, que saia porra—gemeu—.
Ela apertou um pouco mais, submissa, obediente. O gozo chovia sobre o tronco.
Franco gemia e se mexia cada vez mais rápido.
De repente, ele segurou a cabeça dela com uma mão e empurrou pra baixo.
—Chupa ela, vai —ordenou, com voz rouca.
Abril engoliu saliva, hesitando só um segundo.
Então ela abriu os lábios e lambeu sem jeito a ponta da glande, toda melada de porra e líquido pré-ejaculatório.
Franco grunhiu de prazer de novo.
—Assim, mamãe... assim —ele ofegava—. Dá seu gozo pra mim, mamãe…
Ela continuou, humilhada, movendo seus lábios trêmulos sobre o pau dele, enquanto continuava apertando os peitos em volta.
Foi nesse momento que Mateo, curioso e preocupado, se aproximou em silêncio do corredor.
Ela se agachou perto da porta.
Primeiro ouviu gemidos.
E aí, vencido pela tentação, espiou com um olho pela fresta.
O que ele viu deixou ele sem fôlego.
Abril, sua doce Abril, estava sentada na cama na frente do Franco, os peitos enormes, balançando, pesados, cobrindo quase toda a pica dele, enquanto lambia com timidez.
A buceta gotejava lentamente dos mamilos dela, manchando a pele deles.
Mateo sentiu uma pulsada violenta na virilha.
O pau dele reagiu na hora, endurecendo por baixo da calça.
Um calor safado subiu pela espinha dela.
Quis desviar o olhar.
Quis correr.
Mas não conseguiu.
Ficou ali, olhando besta, o coração martelando no peito, a culpa e a excitação se enroscando como veneno.
Abril, sua doce Abril, estava punhetando o Franco com os peitos dela, bem na frente dos olhos dele.
Ele gemia cada vez mais alto.
—Isso, gostosa, vai, continua... —ofegava—. Faz eu gozar toda a porra nesses peitos lindos...
Abril fechou os olhos, resignada, esfregando os peitos contra a piroca sem jeito, chupando a ponta como dava.
—sim, mamãe, que peitos lindos, não para.
Mateo apertou os punhos.
As calças dela estavam insuportavelmente apertadas.
O desejo o consumia, mas ele não conseguia se mexer, não conseguia parar de olhar.
E aí, Franco grunhiu forte, o corpo dele se sacudindo em espasmos.
Abril mal teve tempo de reagir antes de sentir a explosão quente espirrando na boca dela, no queixo, no canal entre os peitos, se misturando com as gotas de porra.
—ahhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, putaaaa... —ele ofegou, enquanto continuava se esfregando preguiçosamente contra a pele molhada dela.— que punheta gostosa você me fez, filha da puta, olha como você tá cheia de porra!
Abril ficou imóvel, humilhada, corada, coberta de porra e sêmen escorrendo pelos peitos.
Mateo, do corredor, sentiu o pau pulsar dolorosamente, tentado a fazer algo que não ousava.
O coração dela explodia no peito.
Sabia que algo, a partir daquele momento, tinha mudado pra sempre.
Desde que voltou pra casa da mãe, a Abril sentia que a vida pesava no corpo dela.
Só um mês tinha passado desde que ela deu à luz o filho dela, um bebê pequeno e frágil que dependia dela pra tudo.
O peito dela continuava tenso, pesado, jorrando porra quase sem parar, uma sensação que incomodava e ao mesmo tempo deixava ela mais vulnerável.
A relação com Franco, o pai do bebê, tinha sido um erro desde o começo.
Uma noite de tesão, uma série de decisões erradas... e quando a Abril engravidou, sentiu que tinha que "fazer a coisa certa".
Ela tentou formar uma família com ele.
Franco aceitou, mesmo sem estar convencido. Eles se mudaram juntos, mas ele nunca parou de tratá-la como um peso.
E assim que o bebê nasceu, Franco sumiu.
Que nem um covarde.
Sem outra opção, Abril voltou pra casa, envergonhada, destruída.
A mãe dela, mesmo irritada com as escolhas da filha, abriu a porta de novo pra ela.
O problema é que não tinha espaço: o quarto da Abril agora estava ocupado.
A única solução foi mudar o Mateo, o meio-irmão dela, pra salinha de estar e jantar.
Um sofá desconfortável virou a cama improvisada dela.
Ninguém protestou.
Mateo, como sempre, aceitou em silêncio.
Ele sempre foi assim: reservado, calmo. Um garoto magro, de sorriso tímido e olhos escuros cheios de ternura.
Tinha dezoito anos, apenas um ano mais novo que a Abril, e tava no último ano do ensino médio, sonhando calado com alguma faculdade que desse pra escapar daquela rotina sufocante.
No começo, morar juntos foi estranho.
Mateo evitava olhar muito para ela, como se a nova condição de mãe a tornasse algo sagrado.
Abril, por sua vez, estava retraída, envergonhada da sua situação.
Às vezes, quando se cruzavam no corredor ou na cozinha, trocavam sorrisos tímidos e frases curtas.
Uma ternura tímida, quase infantil, flutuava entre eles.
Mas conforme os dias passavam, os pequenos atritos se tornavam inevitáveis.
Um roçar de mãos ao passar, um cruzamento de olhares sustentado um segundo a mais do que devia.
Mateo começava a ver ela de outro jeito, sem querer.
Não igual à irmã de criação dela.
Só como... como uma mulher.
Era impossível ignorar: Abril ainda tinha um corpo gostoso, apesar de tudo.
A figura dela continuava magra, os quadris macios, a bunda redonda.
E os peitos dela... Meu Deus.
Os peitos dela, antes perfeitos, agora estavam ainda mais, mais pesados, mais caídos por causa da maternidade, pareciam pedir pra ser tocados, lambidos, amados.
Mateo se sentia um monstro por pensar nisso.
Mas era inevitável.
Abril, por sua vez, notava seus olhares rápidos, o nervosismo dele quando acidentalmente roçava o corpo dela ao passar.
Não dizia nada.
Talvez, no fundo, ela gostasse de não se sentir invisível.
O dia que Franco apareceu de novo em casa foi um sábado quente pra caralho.
A mãe do Mateo e da Abril tava trabalhando em três casas diferentes naquele dia e só voltava de noite.
Quando a campainha tocou, a Abril tava sozinha na cozinha, dando a teta pro bebê dela.
Mateo, largado no sofá da sala, folheava distraidamente uns cadernos.
Eles se olharam.
A campainha tocou de novo.
Abril empalideceu.
— Deve ser o Franco — murmurou ela, com a voz trêmula.
— Quer que eu cuide disso? — perguntou Mateo, franzindo a testa.
Ela negou devagar.
—Não... tá tudo bem. Só preciso falar com ele... um momento.
Mateo hesitou, mas no fim concordou com a cabeça.
Sabia que a mãe dela tinha proibido o Franco de botar o pé na casa.
Mas também sabia que a Abril era boa demais, mole demais pra encarar ele.
Com um suspiro resignado, Mateo foi abrir.
Franco estava na porta, encostado no batente, com aquela cara de arrogante que sempre teve.
Camiseta justa no corpo, tatuagem nos braços, um sorriso safado que já causava repulsa na hora.
— O que cê tá fazendo aqui? — disse ela da cozinha.
— Vim pra conversar — respondi — O que cê tá fazendo, cara? — disse ele, entrando sem esperar convite.
Mateo olhou pra ele com desprezo, mas não falou nada.
Franco atravessou a sala direto pra ela, que já tava esperando, nervosa, abraçando o bebê.
—Vamos pro quarto, quero falar direito —ele disse pra ela, sem olhar nos olhos.
Ela hesitou.
Olhou para Mateo, que parecia prestes a se meter.
Mas no final, baixou a cabeça, entregue, e seguiu ele.
A porta do quarto se fechou.
Mateo sentiu um nó no estômago.
Não sabia por que, mas algo dizia pra ela que tinha que ficar de olho.
Que não podia confiar no Franco.
Então, depois de pensar um pouco, segurando a respiração, ela foi na ponta dos pés até a porta do quarto.
Ela se agachou, aproximando o ouvido.
No começo, só ouviu murmúrios. Discussão. Vozes se levantando.
E depois...
Um som molhado, um gemido abafado.
Mateo, num impulso que não conseguiu controlar, aproximou um olho da pequena fresta que a moldura da porta deixava.
E o que ele viu o deixou gelado.
O quarto tava mergulhado numa luz fraca, mal iluminado pelo sol que entrava pela janela.
O bebê dormia tranquilão no berço, sem saber nada do mundo dos adultos.
Abril sentou na beira da cama, nervosa, enquanto Franco ficava de pé na frente dela, braços cruzados, encarando ela com um desprezo mal disfarçado.
—Você não faz ideia do tesão que me deu quando te vi, como você recuperou o peso rápido —ele disse, sorrindo de lado, com aquela voz rouca que tanto a intimidava—. Olha como ficaram essas tetas... —completou, percorrendo ela com o olhar.
Abril baixou a cabeça, apertando as mãos sobre os joelhos.
—Franco, por favor... —murmurou, tremendo—. Deixei você entrar pra gente conversar sobre... o moleque. Não sobre isso.
Ele soltou uma risada seca, dando mais um passo pra perto.
—Do que você quer falar? De como você fodeu minha vida? —cuspil—. De como você me enfiou um filho que nem sei se é meu?
Abril engoliu saliva, as lágrimas queimando atrás dos olhos, mesmo sem cair.
Não dava pra discutir com ela.
Não tinha forças.
—Não quis... eu só... —sussurrou, sem ousar levantar o olhar.
Franco bufou, irritado.
—Para de chorar que nem uma otária. Sabe que se eu quiser, te destruo em dois segundos. —O tom dele era tão brutal que Abril se encolheu ainda mais sobre si mesma.
—Mas… já que estamos aqui, por que não nos divertimos um pouco? —continuou, sorrindo de forma sinistra—.
Ela olhou pra ele, horrorizada.
—O quê? Não, Franco, não...
—Não o quê? —Ele se abaixou, apoiando uma mão na coxa dela, subindo devagar em direção à virilha—. Vai, não se faz de santa. Olha só como teu leite tá escorrendo, como essas tetas tão explodindo. —Apontou pra camiseta justa, onde marcavam pequenas manchas úmidas ao redor dos mamilos inchados—. Sabia que eu podia aparecer hoje e olha como você se vestiu. —Enquanto uma das mãos apertava um peito dela.
Abril ficou vermelha de vergonha, cruzando os braços instintivamente. Naquela tarde, ela vestia uma camiseta branca bem justa que marcava seu corpo harmonioso, completando o visual com uma calça jeans preta apertada também.
—Vai, putinha... —murmurou Franco, aproximando o rosto do dela—. Faz uma punheta com essas tetas que você tem. Pra alguma coisa servem, né?
Ela ficou parada, tremendo.
O coração dela tava batendo desenfreado.
Sabia que devia gritar, expulsar ele, procurar o Mateo.
Mas não conseguia.
O medo paralisava ela.
Franco se levantou e desabotoou a calça, puxando o pau meio duro pra fora. Era comprido, fino, cheio de veias.
—Tira a camiseta —ordenou de forma autoritária.
Abril hesitou.
Olhou pro berço, onde o bebê dela dormia tranquilão.
Olhou para a porta fechada.
Sentiu o peso da humilhação nos ombros.
Finalmente, com movimentos desajeitados, ela levantou a camiseta, deixando à mostra os peitos pesados, túrgidos, de mamilos sensíveis e escuros, perlados de gotas de porra fresca. Ela não estava de sutiã.
Franco suspirou, excitado.
—Caralho, que peitos, garota... — suspirei —. Olha só isso... como ficaram, filha da puta. — Enquanto com uma das mãos apertava um dos peitos dela.
Abril abaixou ainda mais a cabeça, completamente humilhada.
Franco se levantou e se aproximou, guiando o próprio pau em direção aos peitos dela.
—Abraça ele com esses peitos, faz uma boa punheta pra mim, gostosa. Isso, assim... —ele indicou, pegando as mãos dela pra envolver ele.
Abril tremia. Os bicos dos peitos roçavam a pele, enquanto apertava os seios em volta da pica do Franco, que se esfregava entre eles com movimentos lentos.
—Que tesão, filha da puta... — ele grunhiu —. Se eu soubesse que iam ficar assim, não tinha vindo. — Ela disse rindo.
Abril fechou os olhos.
As bochechas dela queimavam de vergonha.
Uma gota de porra escorreu pelo mamilo ereto dela, molhando a pica do Franco, que gemeu de prazer.
—uffff, isso, sim, que saia porra—gemeu—.
Ela apertou um pouco mais, submissa, obediente. O gozo chovia sobre o tronco.
Franco gemia e se mexia cada vez mais rápido.
De repente, ele segurou a cabeça dela com uma mão e empurrou pra baixo.
—Chupa ela, vai —ordenou, com voz rouca.
Abril engoliu saliva, hesitando só um segundo.
Então ela abriu os lábios e lambeu sem jeito a ponta da glande, toda melada de porra e líquido pré-ejaculatório.
Franco grunhiu de prazer de novo.
—Assim, mamãe... assim —ele ofegava—. Dá seu gozo pra mim, mamãe…
Ela continuou, humilhada, movendo seus lábios trêmulos sobre o pau dele, enquanto continuava apertando os peitos em volta.
Foi nesse momento que Mateo, curioso e preocupado, se aproximou em silêncio do corredor.
Ela se agachou perto da porta.
Primeiro ouviu gemidos.
E aí, vencido pela tentação, espiou com um olho pela fresta.
O que ele viu deixou ele sem fôlego.
Abril, sua doce Abril, estava sentada na cama na frente do Franco, os peitos enormes, balançando, pesados, cobrindo quase toda a pica dele, enquanto lambia com timidez.
A buceta gotejava lentamente dos mamilos dela, manchando a pele deles.
Mateo sentiu uma pulsada violenta na virilha.
O pau dele reagiu na hora, endurecendo por baixo da calça.
Um calor safado subiu pela espinha dela.
Quis desviar o olhar.
Quis correr.
Mas não conseguiu.
Ficou ali, olhando besta, o coração martelando no peito, a culpa e a excitação se enroscando como veneno.
Abril, sua doce Abril, estava punhetando o Franco com os peitos dela, bem na frente dos olhos dele.
Ele gemia cada vez mais alto.
—Isso, gostosa, vai, continua... —ofegava—. Faz eu gozar toda a porra nesses peitos lindos...
Abril fechou os olhos, resignada, esfregando os peitos contra a piroca sem jeito, chupando a ponta como dava.
—sim, mamãe, que peitos lindos, não para.
Mateo apertou os punhos.
As calças dela estavam insuportavelmente apertadas.
O desejo o consumia, mas ele não conseguia se mexer, não conseguia parar de olhar.
E aí, Franco grunhiu forte, o corpo dele se sacudindo em espasmos.
Abril mal teve tempo de reagir antes de sentir a explosão quente espirrando na boca dela, no queixo, no canal entre os peitos, se misturando com as gotas de porra.
—ahhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, putaaaa... —ele ofegou, enquanto continuava se esfregando preguiçosamente contra a pele molhada dela.— que punheta gostosa você me fez, filha da puta, olha como você tá cheia de porra!
Abril ficou imóvel, humilhada, corada, coberta de porra e sêmen escorrendo pelos peitos.
Mateo, do corredor, sentiu o pau pulsar dolorosamente, tentado a fazer algo que não ousava.
O coração dela explodia no peito.
Sabia que algo, a partir daquele momento, tinha mudado pra sempre.
10 comentários - Love de Hermanos - Grávida
Mi poringuera preferida!