Depois da primeira entrevista, me senti muito satisfeita comigo mesma. Apesar de estar bem nervosa, a conversa foi bem descontraída e relaxante.
O entrevistador sabia que eu era a mulher do Charly. De forma cúmplice, ele me deu a entender que eu tinha mais chances que as outras candidatas. Alguns dias depois, tive a segunda entrevista, que foi com uma série de responsáveis de diferentes setores. No final, me informaram que a vaga de secretária estava entre eu e outra jovem candidata. Ambas seríamos entrevistadas por Juan, que decidiria quem ficaria com o cargo. Eu precisava conseguir esse emprego a qualquer custo. Por isso, decidi dar uma virada no meu visual e ser muito mais provocante. Abandonei a calça preta sem graça e optei por uma saia curta e justa, que destacava as curvas do meu quadril. Completei com uns sapatos de salto alto. Para maximizar essa loucura, vesti uma camisa branca que abotoei só até a metade, deixando boa parte do meu generoso decote à mostra. Já que meu marido nunca vai ler esse relato, acho que não preciso confessar que, por baixo da saia, eu não estava usando calcinha. Pronta para a guerra.
Foi assim que me apresentei diante do Juan em seu escritório. Sem rodeios, estávamos só ele e eu. Ele era uma pessoa muito jovem. Que não parava de olhar meus seios. Seus olhos libidinosos pareciam me estuprar repetidamente na cadeira em que eu estava sentada. Seu olhar me percorria de baixo para cima sem parar. Enquanto eu quase podia supor que ele estava tendo uma ereção. Saber que meu corpo produzia aquele efeito começou a me excitar. A entrevista durou menos de 10 minutos. Onde ele rapidamente me comunicou que eu não era a selecionada para a vaga de secretária. Uma grande decepção percorreu todo o meu corpo. O desânimo me invadiu por completo. Eu realmente acreditava que aquele cargo era meu. Milhares de perguntas passavam pela minha mente. Juan, de modo muito cavalheiro, levantou-se de sua cadeira para lembrar-me cordialmente onde era a saída. Quase sem conseguir assimilar o que estava acontecendo, entendi que eu tinha que ir embora.
Levantei da cadeira e peguei minha bolsa. Fiquei de costas pro Juan quase sem querer. Ele rapidamente enfiou a mão inteira por baixo da minha saia curta, apertando minha bunda. As garras dele cravavam nas minhas nádegas, enquanto eu ficava imóvel. O chefe do meu marido apertava minha raba com as duas mãos enquanto começava a beijar meu pescoço, algo que me deixava com muito tesão. As mãos dele não tinham vergonha nenhuma. Uma foi direto pros meus peitos, e a outra começou a mexer na minha intimidade.
A pouca roupa que eu usava facilitava todo esse prelúdio. Habilmente ele desabotoou minha blusa para brincar com meus mamilos longos, que ficaram duros instantaneamente. Com certeza eu não era a única nem a primeira candidata que ia transar rápido com Juan em seu escritório. Sua língua percorria meu pescoço, no mesmo ritmo em que eu já conseguia sentir uma a uma suas falanges dentro de mim. Cada vez que ele me tocava, eu ficava mais e mais molhada. Eu tentava entender como podia me entregar tão facilmente a um homem, mas o tesão do momento estava nublando minha razão. Rapidamente ele me virou de costas e começou a me beijar. Com a blusa completamente aberta, meus seios ficavam expostos diante dele. Até que, momentos depois, ele me jogou sobre a mesa, onde caí toda espalhada. Instintivamente, abri as pernas para que Juan posicionasse o rosto na altura da minha buceta.
Ele começou a me fazer sexo oral, como um animal. Uma máquina que só se dedicava a me dar prazer com a língua. Eu não conseguia lembrar fazia quanto tempo que ninguém me chupava daquele jeito? Talvez, Raúl (o melhor amigo do meu marido, mas isso é outra história). Cada impacto direto da língua dele no meu clitóris me levava a um clímax sem precedentes, me fazendo gozar como nunca em uma traição. Não demorei muito para vir com sua habilidade oral, que pude resumir em um grito quase dilacerante que ecoou pelas quatro paredes daquele escritório. Esse foi o momento em que Juan colocou minhas pernas sobre seus ombros. Rapidamente tirou seu pau da calça e começou a me penetrar sem trocar uma palavra. Eu conseguia sentir o couro duro dele, já que ele não estava usando camisinha. Seu pau era, de longe, muito maior que o do meu marido.
Ele me fazia ver estrelas quando chegava até o fundo. Minhas pernas tremiam. Sua penetração profunda me tirava o fôlego, mas lembro de ter implorado por favor que não parasse. Seu quadril empurrava todo aquele membro venoso para dentro do meu ser. Sua rola batia de novo e de novo nas minhas nádegas. Enquanto isso, ele me segurava pela cintura, me pregando contra a mesa. Meus peitos pulavam para todos os lados com a violência dos seus movimentos. A mesa parecia estar no meio de um terremoto, saltando de um lado para o outro. O chefe jovem me usava de um jeito rápido e descarado, enquanto eu gozava que nem uma louca com cada um dos seus movimentos.


Seus movimentos ficaram mais brutos e a frequência da sua respiração foi aumentando. Agarrando meus peitos com as duas mãos como se fossem duas alças, ele me sacudia sem piedade. Desse ângulo, eu podia ver em primeiro plano como ele também estava gozando enquanto me fazia de mulher dele... No meio da performance espetacular e com o membro dele completamente dentro de mim, ele parou para dar toda a porra nos meus peitos.
desci minha saia até os valores lógicos de uma dama, fechei minha blusa como a moral de uma mulher casada digna indica e me retirei daquele escritório com a cabeça erguida.
Naquela noite, já em casa, transei várias vezes com meu marido imaginando e desejando que ele fosse o Juan.
Hoje, faz 6 meses que sou secretária.
O entrevistador sabia que eu era a mulher do Charly. De forma cúmplice, ele me deu a entender que eu tinha mais chances que as outras candidatas. Alguns dias depois, tive a segunda entrevista, que foi com uma série de responsáveis de diferentes setores. No final, me informaram que a vaga de secretária estava entre eu e outra jovem candidata. Ambas seríamos entrevistadas por Juan, que decidiria quem ficaria com o cargo. Eu precisava conseguir esse emprego a qualquer custo. Por isso, decidi dar uma virada no meu visual e ser muito mais provocante. Abandonei a calça preta sem graça e optei por uma saia curta e justa, que destacava as curvas do meu quadril. Completei com uns sapatos de salto alto. Para maximizar essa loucura, vesti uma camisa branca que abotoei só até a metade, deixando boa parte do meu generoso decote à mostra. Já que meu marido nunca vai ler esse relato, acho que não preciso confessar que, por baixo da saia, eu não estava usando calcinha. Pronta para a guerra.
Foi assim que me apresentei diante do Juan em seu escritório. Sem rodeios, estávamos só ele e eu. Ele era uma pessoa muito jovem. Que não parava de olhar meus seios. Seus olhos libidinosos pareciam me estuprar repetidamente na cadeira em que eu estava sentada. Seu olhar me percorria de baixo para cima sem parar. Enquanto eu quase podia supor que ele estava tendo uma ereção. Saber que meu corpo produzia aquele efeito começou a me excitar. A entrevista durou menos de 10 minutos. Onde ele rapidamente me comunicou que eu não era a selecionada para a vaga de secretária. Uma grande decepção percorreu todo o meu corpo. O desânimo me invadiu por completo. Eu realmente acreditava que aquele cargo era meu. Milhares de perguntas passavam pela minha mente. Juan, de modo muito cavalheiro, levantou-se de sua cadeira para lembrar-me cordialmente onde era a saída. Quase sem conseguir assimilar o que estava acontecendo, entendi que eu tinha que ir embora.
Levantei da cadeira e peguei minha bolsa. Fiquei de costas pro Juan quase sem querer. Ele rapidamente enfiou a mão inteira por baixo da minha saia curta, apertando minha bunda. As garras dele cravavam nas minhas nádegas, enquanto eu ficava imóvel. O chefe do meu marido apertava minha raba com as duas mãos enquanto começava a beijar meu pescoço, algo que me deixava com muito tesão. As mãos dele não tinham vergonha nenhuma. Uma foi direto pros meus peitos, e a outra começou a mexer na minha intimidade.
A pouca roupa que eu usava facilitava todo esse prelúdio. Habilmente ele desabotoou minha blusa para brincar com meus mamilos longos, que ficaram duros instantaneamente. Com certeza eu não era a única nem a primeira candidata que ia transar rápido com Juan em seu escritório. Sua língua percorria meu pescoço, no mesmo ritmo em que eu já conseguia sentir uma a uma suas falanges dentro de mim. Cada vez que ele me tocava, eu ficava mais e mais molhada. Eu tentava entender como podia me entregar tão facilmente a um homem, mas o tesão do momento estava nublando minha razão. Rapidamente ele me virou de costas e começou a me beijar. Com a blusa completamente aberta, meus seios ficavam expostos diante dele. Até que, momentos depois, ele me jogou sobre a mesa, onde caí toda espalhada. Instintivamente, abri as pernas para que Juan posicionasse o rosto na altura da minha buceta.
Ele começou a me fazer sexo oral, como um animal. Uma máquina que só se dedicava a me dar prazer com a língua. Eu não conseguia lembrar fazia quanto tempo que ninguém me chupava daquele jeito? Talvez, Raúl (o melhor amigo do meu marido, mas isso é outra história). Cada impacto direto da língua dele no meu clitóris me levava a um clímax sem precedentes, me fazendo gozar como nunca em uma traição. Não demorei muito para vir com sua habilidade oral, que pude resumir em um grito quase dilacerante que ecoou pelas quatro paredes daquele escritório. Esse foi o momento em que Juan colocou minhas pernas sobre seus ombros. Rapidamente tirou seu pau da calça e começou a me penetrar sem trocar uma palavra. Eu conseguia sentir o couro duro dele, já que ele não estava usando camisinha. Seu pau era, de longe, muito maior que o do meu marido.
Ele me fazia ver estrelas quando chegava até o fundo. Minhas pernas tremiam. Sua penetração profunda me tirava o fôlego, mas lembro de ter implorado por favor que não parasse. Seu quadril empurrava todo aquele membro venoso para dentro do meu ser. Sua rola batia de novo e de novo nas minhas nádegas. Enquanto isso, ele me segurava pela cintura, me pregando contra a mesa. Meus peitos pulavam para todos os lados com a violência dos seus movimentos. A mesa parecia estar no meio de um terremoto, saltando de um lado para o outro. O chefe jovem me usava de um jeito rápido e descarado, enquanto eu gozava que nem uma louca com cada um dos seus movimentos.


Seus movimentos ficaram mais brutos e a frequência da sua respiração foi aumentando. Agarrando meus peitos com as duas mãos como se fossem duas alças, ele me sacudia sem piedade. Desse ângulo, eu podia ver em primeiro plano como ele também estava gozando enquanto me fazia de mulher dele... No meio da performance espetacular e com o membro dele completamente dentro de mim, ele parou para dar toda a porra nos meus peitos.
desci minha saia até os valores lógicos de uma dama, fechei minha blusa como a moral de uma mulher casada digna indica e me retirei daquele escritório com a cabeça erguida.
Naquela noite, já em casa, transei várias vezes com meu marido imaginando e desejando que ele fosse o Juan.
Hoje, faz 6 meses que sou secretária.
2 comentários - Segunda Entrevista com Sexo Puro