Para as férias da Semana Santa deste ano, planejamos com uma amiga dar umas férias deliciosas, celebrando a despedida de solteira dela viajando para Cuba, uma viagem só de amigas. Sabíamos que aquele país tinha situações imbatíveis, tanto turísticas quanto econômicas, pra curtir "pra valer", já que algumas amigas minhas tinham me contado os prazeres que tinham vivido na ilha, onde tudo parece girar em torno da sensualidade. Sinceramente, não deu outra: assim que desci no aeroporto, minha buceta começou a vibrar e a ficar molhada, é que tudo naquele lugar chama pra sexo. Desde a primeira noite que chegamos, as duas começamos a dar gosto pra nossa libido, apesar dela estar prestes a casar e eu ser casada e com filhos, porque naquela mesma noite me entreguei inteira pra um italiano fogoso que meteu até pelas orelhas, hahaha. Minha amiga não se deu melhor, "ou pior", já que o espanhol que comeu ela deixou ela com um sorriso que não saiu do rosto o dia todo. Na noite seguinte, voltei a aproveitar as técnicas sexuais daquele italiano maravilhoso de quarenta e poucos anos, mas que tinha energia de adolescente. Infelizmente, no dia seguinte bem cedo tivemos que nos despedir porque ele voltava pro país dele, mas o tempo que ficou, ele aproveitou muito bem de mim e me detonou de um jeito bem gostoso. Pra sorte da minha amiga, o espanhol dela ainda ia ficar na ilha por mais dois dias, claro que esses dias passaram trancados no quarto "metendo como se não houvesse amanhã". Mas eu, na terceira noite, estava sozinha, triste e abandonada, e enquanto jantava, lembrava do meu maravilhoso amante europeu. Naquela noite, fui até a praia do hotel, coloquei meu biquíni e um vestido tipo rede pra ficar transparente e chamar a atenção de machos procurando putas no cio, onde tinha uma festa noturna ao ar livre. Ali pude confirmar ao vivo e a cores o quanto os cubanos são atraentes e sensuais, seus corpos em movimento cadenciosos e brilhando de suor, eram um verdadeiro convite ao prazer.
Tinha vários caras muito gostosos, mas meus olhos grudaram especialmente num negão de traços mulatos, que fazia ele parecer ainda mais sensual. Além disso, pra ser sincera, o volume que ele guardava na entreperna era visivelmente impressionante, e sempre me atraíram os negros. Como toda mulher, eu já tinha fantasiado até cansar de transar com um negão e já tinha tido experiência com negros antes, e tinha adorado, porque todo mundo falava do quanto os caras dessa raça são bem dotados, e eu já tinha comprovado também. Era uma das fantasias mais recorrentes que eu queria reviver enquanto planejava a viagem. Eu adoro chupar e lamber até cansar uma piroca gostosa, principalmente se for enorme, grossa e cabeçuda. Homens com paus grandes me fascinam, especialmente os que têm membros bem grossos. Embora eu esteja convencida de que o tamanho só tem a ver com o tesão, e não com o prazer. A verdade é que as duas coisas juntas são dinamite pra mim. Fiz ele sentir que eu tava afim, com gestos provocantes e olhares sensuais. Não demorou muito até ele sentar do meu lado. Como todo cubano, Pepe era muito alegre, divertido e liberal, mas acima de tudo, muito sensual. Depois de conversar e flertar um tempão, foi ele quem quebrou o gelo, falando na lata: — Olha, querida, por um agrado ou uma atenção, posso fazer tudo o que você quiser! A frase foi mágica, minha cabeça encheu de fantasias. Não conseguia tirar da mente a ideia de ter naquela noite um escravo sexual, e pra completar, era um "negão", do jeito que escravos devem ser. Seguindo o fio das minhas fantasias, respondi: — E que tipo de agrado a gente tá falando? Ele sorriu e, bem solto, respondeu: — Olha, moça, com 20 dólares, eu mesmo compro o presente que preciso! Não acreditei: por apenas 20 dólares, eu podia realizar de novo todas as minhas fantasias com um negão forte. Pra controlar meu sorriso safado, falei: —Bom, vem comigo pro meu quarto buscar teu presente! Ele explicou que não podia subir comigo, mas que se eu desse o número do quarto, ele logo se juntava a mim. Assim que entrei no quarto, minha buceta já tava tão excitada que minha calcinha recolheu toda a prova molhada do meu tesão. Resolvi tomar um banho e me preparar pra receber "meu negão". Nem tinha terminado de me vestir, quando ouvi baterem na porta. Mal abri, ele tava ali na minha frente. Me olhou e disse: —Pelo que vejo, gata, já adiantou o serviço! Veio na minha direção, fechou a porta do quarto e me abraçou, me beijando na boca. Começamos uma agarração gostosa, ele me prendia nos braços enquanto as mãos dele percorriam minhas intimidades com safadeza. Ao fundo, no quarto ao lado, dava pra ouvir os gemidos e gritos da minha amiga sendo macetada pelo espanhol dela.
Tudo começou a ficar muito vertiginoso, no meio dos beijos e carícias ele foi se despindo rapidamente das roupas. Eu estava de pé, nua, e na minha frente estava o corpo lindo quase nu daquele homem negro maravilhoso. O pau dele estava totalmente duro, apontando ameaçadoramente para mim, fiquei impressionada com o tamanho e a grossura, mas acima de tudo me excitava a cor daquele cacete, o tronco era bem preto e a cabeçona brilhava num tom intenso de roxo. De novo estava diante de um negro e prestes a ser penetrada por aquela ferramenta preta enorme. Ele segurou o pau com uma mão e começou a esfregar, isso foi demais para mim e me aproximei, me inclinando em direção ao membro dele, era muito grosso e comprido. E um cheiro estranho de macho exalava dele. Agarrei com minha mão e senti o calor e a textura, foi uma sensação tão divina que pareceu quase como se pela primeira vez na vida eu pegasse um pênis masculino. Me ajoelhei diante dele e enfiei na boca. Incrivelmente, o aparelho dele reagiu, crescendo ainda mais entre meus lábios, e comecei a sufocar na minha tentativa de chupar o máximo possível. De repente, fui puxada para aquela estaca de ébano, me forçando a engolir, quase enfiando goela abaixo. Tirei da boca, bem irritada, e disse:
—Fica calma, tesouro, tem que ser do meu jeito! Eu achava que, por estar pagando, era eu quem devia controlar a situação, mas me enganei feio, porque na mesma hora ele me pegou pelos braços, me levantou e disse: —Olha aqui, puta branquela, eu sei o que as vadias como você gostam! Na sequência, me jogou na cama e se atirou em cima de mim. Na hora, me senti empalada por aquele pau poderoso, sem me dar tempo nem de respirar, ele meteu tudo de uma vez só, socando meu útero. A reação animal dele me surpreendeu, mas ao mesmo tempo me deixou louca de tesão, era quase um estupro, uma fantasia que eu sempre quis, mesmo tendo sido eu mesma a contratar os serviços dele. Ele continuava enterrando aquele falo escuro sem parar, totalmente alheio ao que eu sentia, enquanto me dizia: —Continua.

Tinha vários caras muito gostosos, mas meus olhos grudaram especialmente num negão de traços mulatos, que fazia ele parecer ainda mais sensual. Além disso, pra ser sincera, o volume que ele guardava na entreperna era visivelmente impressionante, e sempre me atraíram os negros. Como toda mulher, eu já tinha fantasiado até cansar de transar com um negão e já tinha tido experiência com negros antes, e tinha adorado, porque todo mundo falava do quanto os caras dessa raça são bem dotados, e eu já tinha comprovado também. Era uma das fantasias mais recorrentes que eu queria reviver enquanto planejava a viagem. Eu adoro chupar e lamber até cansar uma piroca gostosa, principalmente se for enorme, grossa e cabeçuda. Homens com paus grandes me fascinam, especialmente os que têm membros bem grossos. Embora eu esteja convencida de que o tamanho só tem a ver com o tesão, e não com o prazer. A verdade é que as duas coisas juntas são dinamite pra mim. Fiz ele sentir que eu tava afim, com gestos provocantes e olhares sensuais. Não demorou muito até ele sentar do meu lado. Como todo cubano, Pepe era muito alegre, divertido e liberal, mas acima de tudo, muito sensual. Depois de conversar e flertar um tempão, foi ele quem quebrou o gelo, falando na lata: — Olha, querida, por um agrado ou uma atenção, posso fazer tudo o que você quiser! A frase foi mágica, minha cabeça encheu de fantasias. Não conseguia tirar da mente a ideia de ter naquela noite um escravo sexual, e pra completar, era um "negão", do jeito que escravos devem ser. Seguindo o fio das minhas fantasias, respondi: — E que tipo de agrado a gente tá falando? Ele sorriu e, bem solto, respondeu: — Olha, moça, com 20 dólares, eu mesmo compro o presente que preciso! Não acreditei: por apenas 20 dólares, eu podia realizar de novo todas as minhas fantasias com um negão forte. Pra controlar meu sorriso safado, falei: —Bom, vem comigo pro meu quarto buscar teu presente! Ele explicou que não podia subir comigo, mas que se eu desse o número do quarto, ele logo se juntava a mim. Assim que entrei no quarto, minha buceta já tava tão excitada que minha calcinha recolheu toda a prova molhada do meu tesão. Resolvi tomar um banho e me preparar pra receber "meu negão". Nem tinha terminado de me vestir, quando ouvi baterem na porta. Mal abri, ele tava ali na minha frente. Me olhou e disse: —Pelo que vejo, gata, já adiantou o serviço! Veio na minha direção, fechou a porta do quarto e me abraçou, me beijando na boca. Começamos uma agarração gostosa, ele me prendia nos braços enquanto as mãos dele percorriam minhas intimidades com safadeza. Ao fundo, no quarto ao lado, dava pra ouvir os gemidos e gritos da minha amiga sendo macetada pelo espanhol dela.
Tudo começou a ficar muito vertiginoso, no meio dos beijos e carícias ele foi se despindo rapidamente das roupas. Eu estava de pé, nua, e na minha frente estava o corpo lindo quase nu daquele homem negro maravilhoso. O pau dele estava totalmente duro, apontando ameaçadoramente para mim, fiquei impressionada com o tamanho e a grossura, mas acima de tudo me excitava a cor daquele cacete, o tronco era bem preto e a cabeçona brilhava num tom intenso de roxo. De novo estava diante de um negro e prestes a ser penetrada por aquela ferramenta preta enorme. Ele segurou o pau com uma mão e começou a esfregar, isso foi demais para mim e me aproximei, me inclinando em direção ao membro dele, era muito grosso e comprido. E um cheiro estranho de macho exalava dele. Agarrei com minha mão e senti o calor e a textura, foi uma sensação tão divina que pareceu quase como se pela primeira vez na vida eu pegasse um pênis masculino. Me ajoelhei diante dele e enfiei na boca. Incrivelmente, o aparelho dele reagiu, crescendo ainda mais entre meus lábios, e comecei a sufocar na minha tentativa de chupar o máximo possível. De repente, fui puxada para aquela estaca de ébano, me forçando a engolir, quase enfiando goela abaixo. Tirei da boca, bem irritada, e disse:
—Fica calma, tesouro, tem que ser do meu jeito! Eu achava que, por estar pagando, era eu quem devia controlar a situação, mas me enganei feio, porque na mesma hora ele me pegou pelos braços, me levantou e disse: —Olha aqui, puta branquela, eu sei o que as vadias como você gostam! Na sequência, me jogou na cama e se atirou em cima de mim. Na hora, me senti empalada por aquele pau poderoso, sem me dar tempo nem de respirar, ele meteu tudo de uma vez só, socando meu útero. A reação animal dele me surpreendeu, mas ao mesmo tempo me deixou louca de tesão, era quase um estupro, uma fantasia que eu sempre quis, mesmo tendo sido eu mesma a contratar os serviços dele. Ele continuava enterrando aquele falo escuro sem parar, totalmente alheio ao que eu sentia, enquanto me dizia: —Continua.
1 comentários - Despedida de solteira da minha amiga