Isso foi na parte de fora da academia de um colégio, tava com uma amiga esperando acabar um jogo de alguma coisa, nem lembro direito o que era.
Lembro que ela pediu pra eu acompanhar ela lá fora, ela é pequenininha, 1,56m, uma mina que você olha e já sabe que vai pra igreja, que é escoteira, sabe que ela se comporta bem, que nunca vai fazer nada, sempre nas aulas era bem nerd.
Quando a gente chegou lá fora, a primeira coisa que ela falou foi: — Se você contar ou falar alguma coisa disso, eu te mato, mas sei que você não fala nada, por isso todo mundo no colégio te conhece. — Ela sabia que eu era o quietinho que acabava pegando várias em lugares super aleatórios, nos banheiros, nas salas das oficinas, etc.
Num momento, ela me dá um beijo muito quente, faz com que eu segure a cintura dela com as minhas mãos, e eu sinto que ela não tava de sutiã e os bicos dos peitos dela tavam durinhos. Fiquei apertando um pouco, quando ela se afasta, dá pra ver o fio de saliva do nosso beijo e ela fala: — Bom, tô muito tesuda, mais do que eu pensei que ia rolar. Agora você se vira. — Ela se ajoelhou, abriu meu jeans e tirou minha pica, que obviamente já tava explodindo. Ela me deu uma das melhores chupadas de pica que vou lembrar pra sempre, não entrava inteira na boca dela, mas ela se esforçava pra caber. Num momento, entrou uns 3/4, ficou uns segundos, tirou, cuspiu e, olhando nos meus olhos, me mostrou como começou a enfiar os dedos nela. Ficou assim um tempo até que subiu e a gente se beijou mais um pouco. Tudo isso tava me deixando louco. Ela colocou uma mão na minha e levou até a buceta dela pra eu tocar, e a outra mão, quando eu fui segurar a nuca dela, ela pegou e fez eu segurar a garganta dela enquanto falava: — Quero testar uma coisa. — Depois que eu apertei, ela me empurrou um pouco e se encostou na árvore que tava atrás da gente, e falou: — Senta. — Ela puxou o shortinho dela, sozinha enfiou a pica até o fundo, e a gente ficou assim um tempo. Eu não conseguia entender como essa menininha, tão pequena e magrinha, tava fazendo aquilo. Tão puta e tão gostosa, foi meu pé pra saber na vida que ninguém é o que parece, que se as hormonas tão te pegando, não importa o lado nem o momento, pode rolar de tudo. Depois de um tempo assim, ela se levantou, me disse algo tipo -me faz tua- ou algo assim e se encostou na árvore de costas pra mim.
Não conseguia entender o que tava rolando, ela virou, tinha ficado dominante antes, mas queria que eu dominasse ela? O que eu faço? Entro no jogo e assumo o controle? Não vou ser bruto demais? Não parava de pensar que também já queria gozar, mas também queria que durasse umas horas, a adrenalina de ter tempo e ao mesmo tempo não saber quando iam nos achar ou o que ia acontecer era altíssima, rezava pra ela voltar a ficar por cima, mas quando ela me disse pra fazer ela minha e não ligar pra nada.
Pensar nisso talvez me levou 30 segundos ou 3 minutos.
Então peguei meu cinto que tava jogado pra prender as mãos dela atrás das costas, e com um pedaço da sua regatinha fina que ela tava usando, coloquei em volta da boca dela pra abafar os gemidos, deitei ela de barriga pra cima e agora com os joelhos dela em cima dos peitos, coloquei a ponta e fiquei esfregando.
Depois de um tempo que ela tava implorando pra eu comer ela, comecei a meter só a ponta enquanto com uma mão levantava a cintura dela pra não apertar os braços, a outra tava no cabelo dela pra ir mordendo o pescoço, ela implorava pra eu meter tudo, mas eu fazia ela implorar, metia a ponta, metia a metade e falei: agora conta comigo, quando chegar no 5 vai entrar tudo. Pra zuar, ela disse 5 5 5 5 5, e eu falei que não, que não brincasse assim senão eu ia embora. Aí ela começou a contar 1, 2, 3, 4, 5 e no 5, como eu tava malvado, não entrava tudo.
E eu falava: conta de novo.
Na terceira vez que ela fez isso, quando chegou no 3, eu meti até o fundo e a gente sentia os dois como eu revolvia o útero dela... Perguntei se tava doendo, mas ela só gemia, então entendi que queria que eu continuasse, só mexia minha cintura assim te Você já tava acostumada, fez várias vezes, saindo e brincando. Depois de um tempo, nós dois completamente perdidos no tempo, eu tirei o cinto e a regata de boca, que tava cheia de baba gostosa de tanto gemer... A gente se comeu de boca por mais um tempo e você disse que queria que eu te desse. Perguntei como e você falou que era na cara e na boca.
"Tem certeza? Olha que pra isso eu teria que me ajoelhar."
"Eu não ligo, fica de pé, já não me importa mais nada, só quero que você goze toda em mim."
Achei que, depois de um tempo você chupando e batendo uma pra mim, você enfiou minhas bolas na boca e disse que gostava que eu fosse depilado. Perguntei se queria que eu avisasse ou se era pra eu só me soltar... Você falou: "se solta, eu cuido do resto." E quando eu gozei, a primeira coisa foi meter fundo uma vez pra ir direto pra sua garganta e barriga, e depois você tirou pra que o resto fosse na sua testa e nos peitos. Como a gente tava viajando há quase 15 dias, gozei uma barbaridade, super acumulado, mas como sempre me cuido com a comida, não tenho um gosto forte, mas a quantidade era enorme. Parecia um pornô exagerado e você terminou com a cara, a boca, os peitos e a barriga cheios de porra, e enquanto eu gozava, você ainda batia uma, me espremendo as bolas... Depois disso, eu falei: "usa minha camisa pra se limpar" e você lambeu um pouco... Aí se limpou e a gente foi pra lugares diferentes pra ninguém desconfiar de nada, mas sabíamos que isso foi o começo de um romance fora de tudo, fora de todos, onde os anos vão passar e a gente vai estar um pro outro sem ninguém saber.
Lembro que ela pediu pra eu acompanhar ela lá fora, ela é pequenininha, 1,56m, uma mina que você olha e já sabe que vai pra igreja, que é escoteira, sabe que ela se comporta bem, que nunca vai fazer nada, sempre nas aulas era bem nerd.
Quando a gente chegou lá fora, a primeira coisa que ela falou foi: — Se você contar ou falar alguma coisa disso, eu te mato, mas sei que você não fala nada, por isso todo mundo no colégio te conhece. — Ela sabia que eu era o quietinho que acabava pegando várias em lugares super aleatórios, nos banheiros, nas salas das oficinas, etc.
Num momento, ela me dá um beijo muito quente, faz com que eu segure a cintura dela com as minhas mãos, e eu sinto que ela não tava de sutiã e os bicos dos peitos dela tavam durinhos. Fiquei apertando um pouco, quando ela se afasta, dá pra ver o fio de saliva do nosso beijo e ela fala: — Bom, tô muito tesuda, mais do que eu pensei que ia rolar. Agora você se vira. — Ela se ajoelhou, abriu meu jeans e tirou minha pica, que obviamente já tava explodindo. Ela me deu uma das melhores chupadas de pica que vou lembrar pra sempre, não entrava inteira na boca dela, mas ela se esforçava pra caber. Num momento, entrou uns 3/4, ficou uns segundos, tirou, cuspiu e, olhando nos meus olhos, me mostrou como começou a enfiar os dedos nela. Ficou assim um tempo até que subiu e a gente se beijou mais um pouco. Tudo isso tava me deixando louco. Ela colocou uma mão na minha e levou até a buceta dela pra eu tocar, e a outra mão, quando eu fui segurar a nuca dela, ela pegou e fez eu segurar a garganta dela enquanto falava: — Quero testar uma coisa. — Depois que eu apertei, ela me empurrou um pouco e se encostou na árvore que tava atrás da gente, e falou: — Senta. — Ela puxou o shortinho dela, sozinha enfiou a pica até o fundo, e a gente ficou assim um tempo. Eu não conseguia entender como essa menininha, tão pequena e magrinha, tava fazendo aquilo. Tão puta e tão gostosa, foi meu pé pra saber na vida que ninguém é o que parece, que se as hormonas tão te pegando, não importa o lado nem o momento, pode rolar de tudo. Depois de um tempo assim, ela se levantou, me disse algo tipo -me faz tua- ou algo assim e se encostou na árvore de costas pra mim.
Não conseguia entender o que tava rolando, ela virou, tinha ficado dominante antes, mas queria que eu dominasse ela? O que eu faço? Entro no jogo e assumo o controle? Não vou ser bruto demais? Não parava de pensar que também já queria gozar, mas também queria que durasse umas horas, a adrenalina de ter tempo e ao mesmo tempo não saber quando iam nos achar ou o que ia acontecer era altíssima, rezava pra ela voltar a ficar por cima, mas quando ela me disse pra fazer ela minha e não ligar pra nada.
Pensar nisso talvez me levou 30 segundos ou 3 minutos.
Então peguei meu cinto que tava jogado pra prender as mãos dela atrás das costas, e com um pedaço da sua regatinha fina que ela tava usando, coloquei em volta da boca dela pra abafar os gemidos, deitei ela de barriga pra cima e agora com os joelhos dela em cima dos peitos, coloquei a ponta e fiquei esfregando.
Depois de um tempo que ela tava implorando pra eu comer ela, comecei a meter só a ponta enquanto com uma mão levantava a cintura dela pra não apertar os braços, a outra tava no cabelo dela pra ir mordendo o pescoço, ela implorava pra eu meter tudo, mas eu fazia ela implorar, metia a ponta, metia a metade e falei: agora conta comigo, quando chegar no 5 vai entrar tudo. Pra zuar, ela disse 5 5 5 5 5, e eu falei que não, que não brincasse assim senão eu ia embora. Aí ela começou a contar 1, 2, 3, 4, 5 e no 5, como eu tava malvado, não entrava tudo.
E eu falava: conta de novo.
Na terceira vez que ela fez isso, quando chegou no 3, eu meti até o fundo e a gente sentia os dois como eu revolvia o útero dela... Perguntei se tava doendo, mas ela só gemia, então entendi que queria que eu continuasse, só mexia minha cintura assim te Você já tava acostumada, fez várias vezes, saindo e brincando. Depois de um tempo, nós dois completamente perdidos no tempo, eu tirei o cinto e a regata de boca, que tava cheia de baba gostosa de tanto gemer... A gente se comeu de boca por mais um tempo e você disse que queria que eu te desse. Perguntei como e você falou que era na cara e na boca.
"Tem certeza? Olha que pra isso eu teria que me ajoelhar."
"Eu não ligo, fica de pé, já não me importa mais nada, só quero que você goze toda em mim."
Achei que, depois de um tempo você chupando e batendo uma pra mim, você enfiou minhas bolas na boca e disse que gostava que eu fosse depilado. Perguntei se queria que eu avisasse ou se era pra eu só me soltar... Você falou: "se solta, eu cuido do resto." E quando eu gozei, a primeira coisa foi meter fundo uma vez pra ir direto pra sua garganta e barriga, e depois você tirou pra que o resto fosse na sua testa e nos peitos. Como a gente tava viajando há quase 15 dias, gozei uma barbaridade, super acumulado, mas como sempre me cuido com a comida, não tenho um gosto forte, mas a quantidade era enorme. Parecia um pornô exagerado e você terminou com a cara, a boca, os peitos e a barriga cheios de porra, e enquanto eu gozava, você ainda batia uma, me espremendo as bolas... Depois disso, eu falei: "usa minha camisa pra se limpar" e você lambeu um pouco... Aí se limpou e a gente foi pra lugares diferentes pra ninguém desconfiar de nada, mas sabíamos que isso foi o começo de um romance fora de tudo, fora de todos, onde os anos vão passar e a gente vai estar um pro outro sem ninguém saber.
1 comentários - Con mi amiga en el parque