Fui pro lugar na esperança de chegar antes do gerente que me chamou. Mas quando cheguei, ele já tava lá. Me olhou de longe dos pés à cabeça e, pelo tesão que tava de ver a porra do meu marido, resolvi dar uma chance pra ele ver bem. Por isso, passei por todas as mesas fingindo que não sabia quem era, já que eu conhecia ele só por fotos com meu marido.
Ela estava de costas pra mim e eu via ela me devorando com os olhos pelo reflexo da janela.
A situação me deixava com tesão, mas já era hora de sentar e conseguir aquele emprego.
Me aproximei e ela se levantou, me dando a mão e se apresentou.
Senta aí, tava te esperando. Meu nome é Luís e sou o gerente responsável pela nova filial. O Roberto (meu marido) me falou que tinha uma amiga gostosa disposta a cobrir a vaga, e olha que ele não errou.
Depois das boas-vindas, fiquei nervosa porque meu marido disse que ela era amiga dele, acho que por questões administrativas e pra não ter problemas com a entrevista, então só fui na onda.
— Sim, falei pro bom e velho Rober que precisava de um trampo com urgência, porque pra ser sincera, nunca precisei trabalhar, mas queria me aventurar no mundo do emprego.
Ela sorriu e começou a entrevista com perguntas básicas: idade, escolaridade, família, etc.
Isso sem perder a atenção discreta no meu corpo e nos meus lábios.
A calentura passou, porque com o nervosismo da entrevista, tudo passava pela minha cabeça menos ficar com tesão.
Depois que a entrevista acabou, ela me disse que a vaga era quase minha, porque com a recomendação que o Roberto deu e a entrevista, era praticamente certo. Mas ainda precisava fazer um teste psicométrico que eu teria que aplicar. Ela perguntou se eu tinha tempo de ir fazer naquele momento no escritório, eu topei e falei que tinha vindo com meu carro, aí ela respondeu que ia me levar e depois me trazia de volta.
Aceitei, não dava pra recusar, afinal ele era meu próximo chefe...
Quando cheguei no estacionamento na caminhonete dele, uma Ram 4x4 cabine dupla super alta, ele abriu a porta pra mim e eu levantei a perna pra alcançar e subir, praticamente colocando minha bunda na cara dele. Sabendo que ele não ia perder nenhum detalhe, comecei a me molhar de novo.
Ele subiu e, ligando a caminhonete, disse.
—Vou ser franco e sincero contigo. Tô interessado em te contratar, mas tenho uma proposta e um único pedido.
—Queria que antes de assinar o contrato, você pudesse me dar um beijo, porque gostei muito de você e depois de assinar, não posso ficar com você porque você vai ser minha funcionária.
Isso me deixou perplexa, mas meio excitada, e eu topei. É só um beijo e o trampo é meu, pensei.
Ela se jogou em mim e começou a me beijar com gosto, enfiando a língua em todos os cantos possíveis, enquanto com a mão apertava firme uma das minhas tetas. Naquele momento, eu tava tão excitada que não consegui tirar a mão, só levantei mais o peito. Ela pegou minha mão e levou até a calça dela.
Ele era um senhor de uns 50 anos, mas bem bonito. As mãos e os dedos grossos dele pegavam minha teta inteira enquanto apertavam.
Tirei devagar o pau dele e, oh surpresa, era enorme e grosso, parecia uma delícia, a cabecinha tava toda molhadinha e comecei a puxar devagar pra cima e pra baixo.
Ele me segurou pelo cabelo e me puxou pra baixo com força, deixando o pauzão dele na minha cara. Sem pensar duas vezes, abri a boca e comecei a chupar com gosto, porque tava uma delícia. Enquanto eu mamava e passava a língua nas bolas, ele mandava: —Come tudo, putinha.
Enquanto dizia isso, pude sentir ele gozar tudo na minha boca, quentinho, grosso, uma delícia...
Não deixei cair uma gota, não podia me dar ao luxo de sujar meu novo chefe.
Rapidamente ele guardou o pau e me deu o papel pra assinar, falando.
Isso não vai se repetir.
E assinando, eu falei.
—Só assinou com a condição de que se repita.
Ela estava de costas pra mim e eu via ela me devorando com os olhos pelo reflexo da janela.
A situação me deixava com tesão, mas já era hora de sentar e conseguir aquele emprego.
Me aproximei e ela se levantou, me dando a mão e se apresentou.
Senta aí, tava te esperando. Meu nome é Luís e sou o gerente responsável pela nova filial. O Roberto (meu marido) me falou que tinha uma amiga gostosa disposta a cobrir a vaga, e olha que ele não errou.
Depois das boas-vindas, fiquei nervosa porque meu marido disse que ela era amiga dele, acho que por questões administrativas e pra não ter problemas com a entrevista, então só fui na onda.
— Sim, falei pro bom e velho Rober que precisava de um trampo com urgência, porque pra ser sincera, nunca precisei trabalhar, mas queria me aventurar no mundo do emprego.
Ela sorriu e começou a entrevista com perguntas básicas: idade, escolaridade, família, etc.
Isso sem perder a atenção discreta no meu corpo e nos meus lábios.
A calentura passou, porque com o nervosismo da entrevista, tudo passava pela minha cabeça menos ficar com tesão.
Depois que a entrevista acabou, ela me disse que a vaga era quase minha, porque com a recomendação que o Roberto deu e a entrevista, era praticamente certo. Mas ainda precisava fazer um teste psicométrico que eu teria que aplicar. Ela perguntou se eu tinha tempo de ir fazer naquele momento no escritório, eu topei e falei que tinha vindo com meu carro, aí ela respondeu que ia me levar e depois me trazia de volta.
Aceitei, não dava pra recusar, afinal ele era meu próximo chefe...
Quando cheguei no estacionamento na caminhonete dele, uma Ram 4x4 cabine dupla super alta, ele abriu a porta pra mim e eu levantei a perna pra alcançar e subir, praticamente colocando minha bunda na cara dele. Sabendo que ele não ia perder nenhum detalhe, comecei a me molhar de novo.
Ele subiu e, ligando a caminhonete, disse.
—Vou ser franco e sincero contigo. Tô interessado em te contratar, mas tenho uma proposta e um único pedido.
—Queria que antes de assinar o contrato, você pudesse me dar um beijo, porque gostei muito de você e depois de assinar, não posso ficar com você porque você vai ser minha funcionária.
Isso me deixou perplexa, mas meio excitada, e eu topei. É só um beijo e o trampo é meu, pensei.
Ela se jogou em mim e começou a me beijar com gosto, enfiando a língua em todos os cantos possíveis, enquanto com a mão apertava firme uma das minhas tetas. Naquele momento, eu tava tão excitada que não consegui tirar a mão, só levantei mais o peito. Ela pegou minha mão e levou até a calça dela.
Ele era um senhor de uns 50 anos, mas bem bonito. As mãos e os dedos grossos dele pegavam minha teta inteira enquanto apertavam.
Tirei devagar o pau dele e, oh surpresa, era enorme e grosso, parecia uma delícia, a cabecinha tava toda molhadinha e comecei a puxar devagar pra cima e pra baixo.
Ele me segurou pelo cabelo e me puxou pra baixo com força, deixando o pauzão dele na minha cara. Sem pensar duas vezes, abri a boca e comecei a chupar com gosto, porque tava uma delícia. Enquanto eu mamava e passava a língua nas bolas, ele mandava: —Come tudo, putinha.
Enquanto dizia isso, pude sentir ele gozar tudo na minha boca, quentinho, grosso, uma delícia...
Não deixei cair uma gota, não podia me dar ao luxo de sujar meu novo chefe.
Rapidamente ele guardou o pau e me deu o papel pra assinar, falando.
Isso não vai se repetir.
E assinando, eu falei.
—Só assinou com a condição de que se repita.
1 comentários - Continuando a entrevista