Falaí... voltei com a última parte
Para quem leu o conto anterior já sabe como a história vai, e se não leu, recomendo dar uma olhada pra entender direitinho. Espero que tenham uma boa imaginação, hehe. Durante toda a cerimônia, fiquei pensando em dizer "não aceito" pro Fabián. Na real, já não tava mais a fim de casar, só conseguia pensar no meu pai. Quando olhava pra ele, via tristeza no rosto dele, e isso me dava ainda mais vontade de recusar. O Fabián tava meio nervoso e sério em alguns momentos, e eu até queria que ele cancelasse o compromisso, que dissesse "não" pra mim... mas isso nunca aconteceu. Acabei aceitando casar com ele, e assim começaria uma nova vida ao lado dele.
Ao sair da igreja, todo mundo veio nos parabenizar, até meu pai abraçou o Fabián e aplaudiu nosso compromisso com um certo sarcasmo... mesmo tentando disfarçar, dava pra ver que doeu nele eu ter me casado. Durante a festa inteira, meu pai ficou com os amigos dele, conversando e bebendo... queria esclarecer as coisas pra ele, explicar o motivo de ter aceitado casar, mas não surgiu oportunidade. Como não queria machucá-lo mais, decidi deixar como estava.
No final da festa, com todo mundo já indo embora, pedi pra minha prima me comprar a pílula do dia seguinte. Entre risadas, ela disse que já sabia pra que eu queria, que não tinha dúvida de que eu ia transar com o Fabián naquela noite... mas esse nunca foi o motivo real. Naquela noite, o Fabián nem me tocou. O idiota tava perdido no álcool, tinha se enchido de cachaça com os amigos e até com meu pai em alguns momentos... enfim, naquela noite não rolou nada de nada.
No dia seguinte, à tarde, fomos pra lua de mel. Passaríamos umas duas semanas viajando. Durante toda a lua de mel, fiquei pensando se tinha feito a escolha certa ao me casar... cada vez que transava com o Fabián, só conseguia pensar no meu pai. Ele realmente tinha despertado em mim uma sensação única de prazer... tanto que com o Fabián eu nunca chegava ao clímax total como tinha chegado com meu pai... para cum, Fabián era meio precoce, raramente aguentava transando por muito tempo e na maioria das vezes nem um orgasmo me dava.
O tempo passou rápido, durante essas semanas não falei com meus pais, só tentava aproveitar minha vida com o Fabián, a gente saía pra conhecer a cidade, lugares, essas coisas. Mas tinha algo me faltando, eu não era feliz na minha vida de casada… Quando voltamos da lua de mel, fomos visitar meus pais. Finalmente ia esclarecer as coisas com ele, mas tomei um susto: meu pai não estava. Minha mãe me disse que ele tinha viajado pra fora do país a trabalho e não sabia quando voltaria.
Passaram-se uns meses e nosso casamento não era o que esperávamos, não era nada do que imaginávamos. O Fabián chegava muito tarde em casa e saía muito mais do que antes… Nunca desconfiei de uma traição, pelo contrário, a infiel tinha sido eu, por ter dado pro meu pai. Ia levar esse pecado pra cova, mesmo que tivesse sido só uma vez. Enfim, um dia olhei pra ele mais arrumado do que o normal, perguntei se ia sair, ele disse que tinha uma reunião de amigos com uma comemoraçãozinha… Eu, como não sou muito de sair, na maioria das vezes não fazia muitas perguntas ou simplesmente não ia com ele pra festas ou compromissos. Mas dessa vez a desconfiança me pegou, porque ele tava arrumado demais.
Quando ele saiu de casa, me preparei pra segui-lo pra ver se ele tava falando a verdade. Qual não foi minha surpresa, uns minutos depois, quando vi ele colocando outra mulher no carro dele. Parecia ser a amiga que estudava com ele na faculdade… Segui eles por mais um tempo, foram num restaurante comer. Esperei lá fora até terminarem e depois vi eles entrarem num hotel. Aí pude perceber que o Fabián tava me traindo… Pra entrar no hotel, tive que alugar um quarto por uma noite. Quando achei o quarto deles, dava pra ouvir, encostando meu ouvido na porta, a voz do Fabián… Dava pra ouvir eles transando naquele momento. Senti muito ciúme, queria entrar e confrontar ele, mas me segurei. Voltei pra casa, tava uma fera, não acreditava que o Fabián tinha me traído. Me servi uns drinks, precisava… Me acalmar, já meio tonta por causa do álcool, liguei pro meu pai e ele atendeu na hora. Com a voz meio triste, falei que precisava vê-lo, que precisava esclarecer umas coisas com ele, já que a gente não se falava há meses. Ele disse que em uns dias estaria de volta e que viria na minha casa pra gente conversar, mas eu falei que era melhor a gente se ver na casa dele. No dia seguinte, falei pro Fabián que ia passar uns dias na casa dos meus pais e, sem se importar muito, ele disse que tudo bem. Agora eu já entendia por que ele nunca me enchia o saco: já que tinha outra mulher, não queria levantar suspeitas... então pra tudo ele dizia que sim.
Acabei indo pra casa dos meus pais… quando cheguei, meu pai abriu a porta. Meu coração tava batendo muito rápido ao vê-lo, minhas mãos suavam e eu sentia um calorão no corpo todo. Já meu pai parecia calmo e relaxado — não sabia se era sorte ou azar!!! Papai estava… sozinho, porque minha mãe tinha ido ver a vovó, que ficou doente, e ia passar uns dias lá cuidando dela. Quando ele me disse isso, meus nervos aumentaram ainda mais… eu contava que minha mãe estaria em casa pra não me sentir tão desconfortável perto do meu pai.
Sentamos um pouco pra conversar na sala.
J: ENTÃO ME DIZ, CARLA, O QUE ERA TÃO IMPORTANTE QUE VOCÊ QUERIA FALAR COMIGO?
Já tava nervosa por estarmos sozinhos, e meu pai me deixava ainda mais nervosa me encarando, porque de vez em quando ele focava demais o olhar nas minhas pernas — já que eu só tava usando uma saia branca plissada e um top preto pequeno. E pra completar, não tava de short por baixo, só uma calcinha fio dental rosa de renda cobrindo minha bunda.
C: COMO É QUE CÊ TÁ, PAI? O QUE CÊ ANDOU FAZENDO ESSE TEMPO?
Eu fazia perguntas sem sentido… só queria aliviar o nervosismo que tava sentindo na hora. Papai chegou mais perto de mim e disse:
J: POR QUE A GENTE NÃO PARA DE ENROLAÇÃO, CARLA… JÁ SOMOS ADULTOS, TEMOS QUE FALAR DIRETO. OS DOIS SABEMOS QUE PRECISAMOS ESCLARECER O QUE ACONTECEU.
Respirei fundo e falei:
C: TÁ BOM, PAI… NA VERDADE, EU VIM PORQUE SINTO MUITA SUA FALTA… NÃO CONSEGUI TIRAR DA CABEÇA AQUELA VEZ QUE A GENTE TRANSÔ. E ME DESCULPA POR TER ME CASADO, MAS NAQUELE MOMENTO ERA O MELHOR QUE EU PODIA FAZER. SÓ QUE AGORA EU NÃO TENHO TANTA CERTEZA SE FIZ A COISA CERTA.
Ele colocou as mãos nas minhas bochechas e começou a me beijar — e dessa vez eu não recusei nada, porque eu realmente precisava daquilo. Sem parar de nos beijar, a gente se levantou, ele baixou meu top e deixou meus peitos de fora. Papai começou a chupar e morder eles, me deixando toda excitada. Eu me abaixei, desabotoei a calça dele, puxei o pauzão dele pra fora e, depois de dar umas lambidinhas, coloquei ele na minha boca. Por uns momentos, eu sentia que… Eu tava me afogando, mas queria ter tudo dentro da minha boca.
J: ESPERA, CARLA… VOCÊ VAI FAZER EU GOZAR, E A GENTE NÃO QUER QUE ISSO ACONTEÇA.
C: MAS DESSA VEZ VOCÊ GOZA FORA, PAPAI. NÃO GOZA DENTRO DE MIM.
J: SIM, MEU AMOR, VAI SER DO JEITO QUE VOCÊ QUISER, PRINCESA.
Papai disse. Me ajudando a levantar, abaixando minha saia, afastando minha calcinha de lado e começou a me penetrar… Apoiei minhas mãos naquele sofá e, com as mãos na minha cintura, papai me fodia com muita força. PLAC PLAC PLAC, dava pra ouvir o corpo dele batendo na minha bunda.
C: HAAAAAAI SIM… QUE GOSTOSO, PAPAI… Aahaaa… Mmmm, VOCÊ É O MELHOR, DADDY… CONTINUA ASSIM… Ahaaa, NÃO PARA, PAPAI… Mmmm… QUERO SENTIR SEU PAU TODO DENTRO… Ahahah mmmm.
Fodendo só naquela posição, depois de uns 15 minutos, papai começou a ofegar, quase gozando. Sem me falar nada, comecei a sentir todo o sêmen dele inundando minha buceta, me fazendo gozar também.
C: MAS O QUE VOCÊ FEZ, PAPAI!!! EU FALEI PRA VOCÊ GOZAR FORA! DA PRIMEIRA VEZ VOCÊ GOZOU DENTRO, AGORA DE NOVO? NÃO QUERO FICAR GRÁVIDA.
J: ME PERDOA, CARLA. EU TENTEI MESMO NÃO FAZER, MAS É… É IMPOSSÍVEL NÃO GOZAR DENTRO COM ESSA BUNDA QUE VOCÊ TEM. TODO MUNDO IA QUERER GOZAR DENTRO DE VOCÊ, MEU AMOR, E EU NÃO CONSIGO ME SEGURAR, BEBÊ.
O sêmen escorrendo pelas minhas pernas, e só de calcinha, subi pro quarto pra tomar um banho rápido. Lavei bem minha buceta, tirando os restos de sêmen… Pra não engravidar de novo, tomei a pílula do dia seguinte. Dessa vez já fui preparada, levando um par delas comigo.
No dia seguinte, quando desci pra tomar café, papai pediu desculpas, dizendo que não ia mais fazer isso, que eu o perdoasse, que ele tava muito arrependido.
C: NÃO É POR SER CHATA COM VOCÊ, PAPAI… EU GOSTO MUITO DE VOCÊ GOZAR DENTRO DE MIM… MAS É QUE NÃO QUERO FICAR GRÁVIDA SENDO TÃO NOVA.
Com o Fabián, a gente sempre usava camisinha, e ele sempre terminava gozando na minha cara ou na minha boca… Já que ele também não tava afim de ter filhos, e a gente também não transava com tanta frequência, às vezes só umas duas vezes por mês. Mes... mas agora eu já sabia o motivo, já que ele ia transar com a amante sempre que podia. No resto do dia, saímos de novo como costumávamos fazer antes, fomos pra academia, comer e tal, passar tempo juntos como antes. Mas, mais do que pai e filha, a gente já agia mais como um casal. De vez em quando, papai pegava na minha mão e me dava uns beijos... Assim os dias foram passando, já que só nós dois estávamos em casa. A gente transava umas duas vezes por dia, porque papai não dura muito tempo — geralmente entre 10 a 15 minutos — mas, mesmo assim, ele me fazia chegar ao auge, me proporcionando os melhores orgasmos da minha vida. Com a boca, ele era um verdadeiro expert: toda vez que enfiava a língua na minha buceta, me fazia gozar, sem falta.
Uma tarde, mamãe ligou avisando o pai que voltaria de manhã cedo, porque a vovó já tava um pouco melhor. E como meu tio, o filho mais velho, tinha chegado com a família pra cuidar dela, a gente resolveu aproveitar o tempinho que sobrou e sair pra jantar. Entrei no banho e vesti um conjunto de lingerie rosa, com um vestido preto curto, decote aberto e manga longa. Igualzinho o dessa imagem, pra vocês terem uma ideia.
Chegando no restaurante, pedimos algo leve pra comer e uma garrafa de bebida… começamos a conversar, pai de novo me propôs ir morar com ele, largar o Fabián e ir pra outra cidade ou, se eu quisesse, pra outro país. Dessa vez, sem criar muita dificuldade, falei que ia pensar e que logo daria uma resposta.
Terminando de jantar, voltamos pra casa meio tontos, porque tínhamos bebido demais… de novo transei com o pai, enrolando meu vestido pra cima e dando pequenas mordidas nas minhas nádegas. Ele puxou minha calcinha fio dental pro lado, me colocou de quatro e começou a me foder do jeito que sempre gostava. Tonta, falei:
C: PAI, USA CAMISINHA
J: NÃO SE PREOCUPA, MEU AMOR, NÃO VAI ACONTECER NADA… DESSA VEZ VOU GOZAR NA SUA BOCA
Me dando estocadas com o pau dele, comecei a ter meu primeiro orgasmo, gozando igual uma puta. Pai tirou o pau, enfiou na minha boca sem dizer nada e gozou dentro, me fazendo engolir todo o esperma dele. Terminando, me beijou apaixonadamente e disse que nunca amaria outra mulher como me amava… subimos juntos pro quarto, tomamos banho e, pela primeira vez, passaríamos a noite juntos.
No dia seguinte, arrumei minhas coisas bem cedo pra quando mamãe chegasse não desconfiar de nada. Coloquei minha mala no carro e, como imaginei, quando ela chegou, perguntou o que eu tava fazendo ali. Falei que pai tinha me avisado que a vó tinha adoecido e que eu queria saber como ela tava, porque não ia demorar, já que voltaria no mesmo dia. Passei umas duas horas conversando com mamãe, me despedi dos dois e voltei pra minha casa, já pronta pra acabar com o Fabián.
Quando cheguei, ele não tava em casa e eu imaginei onde estaria. Quando ele chegou, falei que precisávamos conversar sobre algumas coisas, mas, como sempre, a sorte tava do meu lado… se adiantando, ele disse: "Espera, Carla, tenho que confessar uma coisa, não dá mais pra esconder." Falou que tinha outra pessoa e que realmente amava muito ela, e que já não sentia mais nada por mim… fiz cara de surpresa e não reclamei muito. Falei que talvez a gente tivesse se apressado. Casar e, se ela concordasse, a gente se divorciar; conversamos com calma sobre tudo e, com os dois de acordo, começamos os trâmites do divórcio… cada um falaria com sua família sobre o assunto. Ao dar a notícia pros meus pais, minha mãe não parava de chorar e me dizer que eu tinha feito merda e coisas assim, mas eu nunca dei importância, um dia ela ia acabar aceitando a situação… já meu pai era o mais feliz de todos, aquele brilho nos olhos que ele tinha antes de eu contar que estava namorando voltou. Enquanto o divórcio estava sendo processado, com a desculpa de esquecer o Fabián, eu disse pra minha mãe que ia me mudar pra outra cidade e que terminaria a faculdade lá, esse era o melhor pretexto pra passar mais tempo com o pai sem ninguém desconfiar de nada. Passaram-se duas semanas e, de repente, comecei a me sentir tonta e com náuseas, mas não dei muita importância, achava que era porque às vezes não comia direito, de tanto correr de um lado pro outro, já que, como era cidade nova e escola nova, tinha que me adaptar ao novo… nos dias seguintes na universidade, a mesma coisa, por uns momentos sentia que ia desmaiar. Até que!!! Comecei a me assustar e perguntar se talvez eu pudesse estar grávida, mas como seria possível se as únicas duas vezes que o pai gozou dentro de mim eu tomei a pílula do dia seguinte, nas outras vezes a gente usou camisinha e com o Fabián a mesma coisa, sempre usávamos proteção e ele sempre gozava fora. Naquele momento, com a angústia, não conseguia pensar direito, então, voltando pra casa, passei pra comprar um teste de gravidez pra tirar logo a dúvida… ao chegar em casa, fiz o teste rapidinho e, dessa vez, a sorte não estava do meu lado…. DEU POSITIVO!!! EU TAVA GRÁVIDA!!! O medo e a angústia tomaram conta de mim, não conseguia acreditar que estava grávida e, mais ainda, me perguntava como tinha acontecido se eu sempre me cuidei… acalmei minha mente e comecei a pensar melhor, descartei logo o Fabián porque já tinha passado quase um mês e meio desde A última vez que a gente tinha transado… e com mais medo ainda, sem dúvida, eu tava 100% certa de que tava grávida do meu pai. GRÁVIDA DO MEU PRÓPRIO PAI!!! Eu não conseguia processar aquela realidade, se a gente só tinha transado 5 vezes e em todas a gente se cuidou… até que eu lembrei daquela vez que a gente foi jantar, chegamos meio bêbados, transamos e não usamos proteção, mas naquela vez papai gozou na minha boca e não dentro de mim… ou então eu engravidei naquela vez, ou a pílula não tinha funcionado, já que dias antes papai tinha gozado dentro de mim… por mais que eu pensasse ou colocasse a culpa numa situação ou noutra, eu já tava grávida. Eu tava com medo, real, não sabia como lidar com a situação, não tava pronta pra ser mãe ainda… pensava que talvez papai fosse ficar bravo ou talvez ficasse feliz… mas não sabia o que pensar, minha cabeça tava de novo um mar de dúvidas… dessa vez decidi tomar a melhor decisão: tava disposta a contar pro papai e depois a gente via o que fazer. Passaram mais duas semanas e papai veio me ver… na hora que ele chegou, eu tava pronta pra dar a notícia, mas ele me surpreendeu: disse pra gente ir uns dias pra praia… que mamãe não desconfiaria, porque ele tinha falado que ia sair uma semana fora da cidade por causa de trabalho, que a semana inteira ele ia passar comigo, se eu topasse… Falei: "Tá bom, papai", e a gente fez as malas e acabou indo pra praia, e já estando lá eu daria a notícia. Chegamos, alugamos um quarto de hotel, e já lá eu me preparei pra contar pro papai, não dava mais pra esconder o segredo, não sabia qual seria a reação dele, então falei:
C: "Ó, PAI… TENHO QUE CONFESSAR UMA COISA… ESPERO QUE VOCÊ NÃO VAI FICAR BRAVO."
J: "PODE FALAR, CARLA, ME DIZ LOGO O QUE VOCÊ QUER CONTAR."
C: "ESTOU GRÁVIDA, PAI… E ESSE BEBÊ QUE ESTOU ESPERANDO É SEU."
Teve um momento de silêncio entre nós dois, mas a reação do papai foi de felicidade total… por um momento pensei que a reação dele seria outra, mas não!!! Me abraçando forte e me beijando, ele dizia que era a melhor notícia que eu tinha dado e que agora a gente ia poder ficar junto de verdade. Juntos… claro, se você quiser ter, eu estava me perguntando? Não tô pronta pra ser mãe de verdade, mas vamos tentar, eu disse. A culpa me consumia, não conseguia acreditar no que tava fazendo, ainda mais tendo crescendo na minha barriga um filho do meu próprio pai. Que aberração a gente tinha cometido, meu Deus. A gente esclareceu melhor as coisas, pensamos em como esconder esse segredo e fazer com que a mamãe não descobrisse. Teríamos que inventar alguma coisa, mas isso a gente pensava depois… Espero ter me expressado bem, fiz o melhor que pude e resumi o mais curto possível. Peço desculpas se não foi assim. Isso começou há 9 meses, as fotos são meio velhas porque tirei há um tempo.

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Para quem leu o conto anterior já sabe como a história vai, e se não leu, recomendo dar uma olhada pra entender direitinho. Espero que tenham uma boa imaginação, hehe. Durante toda a cerimônia, fiquei pensando em dizer "não aceito" pro Fabián. Na real, já não tava mais a fim de casar, só conseguia pensar no meu pai. Quando olhava pra ele, via tristeza no rosto dele, e isso me dava ainda mais vontade de recusar. O Fabián tava meio nervoso e sério em alguns momentos, e eu até queria que ele cancelasse o compromisso, que dissesse "não" pra mim... mas isso nunca aconteceu. Acabei aceitando casar com ele, e assim começaria uma nova vida ao lado dele.Ao sair da igreja, todo mundo veio nos parabenizar, até meu pai abraçou o Fabián e aplaudiu nosso compromisso com um certo sarcasmo... mesmo tentando disfarçar, dava pra ver que doeu nele eu ter me casado. Durante a festa inteira, meu pai ficou com os amigos dele, conversando e bebendo... queria esclarecer as coisas pra ele, explicar o motivo de ter aceitado casar, mas não surgiu oportunidade. Como não queria machucá-lo mais, decidi deixar como estava.
No final da festa, com todo mundo já indo embora, pedi pra minha prima me comprar a pílula do dia seguinte. Entre risadas, ela disse que já sabia pra que eu queria, que não tinha dúvida de que eu ia transar com o Fabián naquela noite... mas esse nunca foi o motivo real. Naquela noite, o Fabián nem me tocou. O idiota tava perdido no álcool, tinha se enchido de cachaça com os amigos e até com meu pai em alguns momentos... enfim, naquela noite não rolou nada de nada.
No dia seguinte, à tarde, fomos pra lua de mel. Passaríamos umas duas semanas viajando. Durante toda a lua de mel, fiquei pensando se tinha feito a escolha certa ao me casar... cada vez que transava com o Fabián, só conseguia pensar no meu pai. Ele realmente tinha despertado em mim uma sensação única de prazer... tanto que com o Fabián eu nunca chegava ao clímax total como tinha chegado com meu pai... para cum, Fabián era meio precoce, raramente aguentava transando por muito tempo e na maioria das vezes nem um orgasmo me dava.
O tempo passou rápido, durante essas semanas não falei com meus pais, só tentava aproveitar minha vida com o Fabián, a gente saía pra conhecer a cidade, lugares, essas coisas. Mas tinha algo me faltando, eu não era feliz na minha vida de casada… Quando voltamos da lua de mel, fomos visitar meus pais. Finalmente ia esclarecer as coisas com ele, mas tomei um susto: meu pai não estava. Minha mãe me disse que ele tinha viajado pra fora do país a trabalho e não sabia quando voltaria.Passaram-se uns meses e nosso casamento não era o que esperávamos, não era nada do que imaginávamos. O Fabián chegava muito tarde em casa e saía muito mais do que antes… Nunca desconfiei de uma traição, pelo contrário, a infiel tinha sido eu, por ter dado pro meu pai. Ia levar esse pecado pra cova, mesmo que tivesse sido só uma vez. Enfim, um dia olhei pra ele mais arrumado do que o normal, perguntei se ia sair, ele disse que tinha uma reunião de amigos com uma comemoraçãozinha… Eu, como não sou muito de sair, na maioria das vezes não fazia muitas perguntas ou simplesmente não ia com ele pra festas ou compromissos. Mas dessa vez a desconfiança me pegou, porque ele tava arrumado demais.
Quando ele saiu de casa, me preparei pra segui-lo pra ver se ele tava falando a verdade. Qual não foi minha surpresa, uns minutos depois, quando vi ele colocando outra mulher no carro dele. Parecia ser a amiga que estudava com ele na faculdade… Segui eles por mais um tempo, foram num restaurante comer. Esperei lá fora até terminarem e depois vi eles entrarem num hotel. Aí pude perceber que o Fabián tava me traindo… Pra entrar no hotel, tive que alugar um quarto por uma noite. Quando achei o quarto deles, dava pra ouvir, encostando meu ouvido na porta, a voz do Fabián… Dava pra ouvir eles transando naquele momento. Senti muito ciúme, queria entrar e confrontar ele, mas me segurei. Voltei pra casa, tava uma fera, não acreditava que o Fabián tinha me traído. Me servi uns drinks, precisava… Me acalmar, já meio tonta por causa do álcool, liguei pro meu pai e ele atendeu na hora. Com a voz meio triste, falei que precisava vê-lo, que precisava esclarecer umas coisas com ele, já que a gente não se falava há meses. Ele disse que em uns dias estaria de volta e que viria na minha casa pra gente conversar, mas eu falei que era melhor a gente se ver na casa dele. No dia seguinte, falei pro Fabián que ia passar uns dias na casa dos meus pais e, sem se importar muito, ele disse que tudo bem. Agora eu já entendia por que ele nunca me enchia o saco: já que tinha outra mulher, não queria levantar suspeitas... então pra tudo ele dizia que sim.
Acabei indo pra casa dos meus pais… quando cheguei, meu pai abriu a porta. Meu coração tava batendo muito rápido ao vê-lo, minhas mãos suavam e eu sentia um calorão no corpo todo. Já meu pai parecia calmo e relaxado — não sabia se era sorte ou azar!!! Papai estava… sozinho, porque minha mãe tinha ido ver a vovó, que ficou doente, e ia passar uns dias lá cuidando dela. Quando ele me disse isso, meus nervos aumentaram ainda mais… eu contava que minha mãe estaria em casa pra não me sentir tão desconfortável perto do meu pai.Sentamos um pouco pra conversar na sala.
J: ENTÃO ME DIZ, CARLA, O QUE ERA TÃO IMPORTANTE QUE VOCÊ QUERIA FALAR COMIGO?
Já tava nervosa por estarmos sozinhos, e meu pai me deixava ainda mais nervosa me encarando, porque de vez em quando ele focava demais o olhar nas minhas pernas — já que eu só tava usando uma saia branca plissada e um top preto pequeno. E pra completar, não tava de short por baixo, só uma calcinha fio dental rosa de renda cobrindo minha bunda.
C: COMO É QUE CÊ TÁ, PAI? O QUE CÊ ANDOU FAZENDO ESSE TEMPO?
Eu fazia perguntas sem sentido… só queria aliviar o nervosismo que tava sentindo na hora. Papai chegou mais perto de mim e disse:
J: POR QUE A GENTE NÃO PARA DE ENROLAÇÃO, CARLA… JÁ SOMOS ADULTOS, TEMOS QUE FALAR DIRETO. OS DOIS SABEMOS QUE PRECISAMOS ESCLARECER O QUE ACONTECEU.
Respirei fundo e falei:
C: TÁ BOM, PAI… NA VERDADE, EU VIM PORQUE SINTO MUITA SUA FALTA… NÃO CONSEGUI TIRAR DA CABEÇA AQUELA VEZ QUE A GENTE TRANSÔ. E ME DESCULPA POR TER ME CASADO, MAS NAQUELE MOMENTO ERA O MELHOR QUE EU PODIA FAZER. SÓ QUE AGORA EU NÃO TENHO TANTA CERTEZA SE FIZ A COISA CERTA.
Ele colocou as mãos nas minhas bochechas e começou a me beijar — e dessa vez eu não recusei nada, porque eu realmente precisava daquilo. Sem parar de nos beijar, a gente se levantou, ele baixou meu top e deixou meus peitos de fora. Papai começou a chupar e morder eles, me deixando toda excitada. Eu me abaixei, desabotoei a calça dele, puxei o pauzão dele pra fora e, depois de dar umas lambidinhas, coloquei ele na minha boca. Por uns momentos, eu sentia que… Eu tava me afogando, mas queria ter tudo dentro da minha boca.
J: ESPERA, CARLA… VOCÊ VAI FAZER EU GOZAR, E A GENTE NÃO QUER QUE ISSO ACONTEÇA.
C: MAS DESSA VEZ VOCÊ GOZA FORA, PAPAI. NÃO GOZA DENTRO DE MIM.
J: SIM, MEU AMOR, VAI SER DO JEITO QUE VOCÊ QUISER, PRINCESA.
Papai disse. Me ajudando a levantar, abaixando minha saia, afastando minha calcinha de lado e começou a me penetrar… Apoiei minhas mãos naquele sofá e, com as mãos na minha cintura, papai me fodia com muita força. PLAC PLAC PLAC, dava pra ouvir o corpo dele batendo na minha bunda.
C: HAAAAAAI SIM… QUE GOSTOSO, PAPAI… Aahaaa… Mmmm, VOCÊ É O MELHOR, DADDY… CONTINUA ASSIM… Ahaaa, NÃO PARA, PAPAI… Mmmm… QUERO SENTIR SEU PAU TODO DENTRO… Ahahah mmmm.
Fodendo só naquela posição, depois de uns 15 minutos, papai começou a ofegar, quase gozando. Sem me falar nada, comecei a sentir todo o sêmen dele inundando minha buceta, me fazendo gozar também.
C: MAS O QUE VOCÊ FEZ, PAPAI!!! EU FALEI PRA VOCÊ GOZAR FORA! DA PRIMEIRA VEZ VOCÊ GOZOU DENTRO, AGORA DE NOVO? NÃO QUERO FICAR GRÁVIDA.
J: ME PERDOA, CARLA. EU TENTEI MESMO NÃO FAZER, MAS É… É IMPOSSÍVEL NÃO GOZAR DENTRO COM ESSA BUNDA QUE VOCÊ TEM. TODO MUNDO IA QUERER GOZAR DENTRO DE VOCÊ, MEU AMOR, E EU NÃO CONSIGO ME SEGURAR, BEBÊ.
O sêmen escorrendo pelas minhas pernas, e só de calcinha, subi pro quarto pra tomar um banho rápido. Lavei bem minha buceta, tirando os restos de sêmen… Pra não engravidar de novo, tomei a pílula do dia seguinte. Dessa vez já fui preparada, levando um par delas comigo.
No dia seguinte, quando desci pra tomar café, papai pediu desculpas, dizendo que não ia mais fazer isso, que eu o perdoasse, que ele tava muito arrependido.
C: NÃO É POR SER CHATA COM VOCÊ, PAPAI… EU GOSTO MUITO DE VOCÊ GOZAR DENTRO DE MIM… MAS É QUE NÃO QUERO FICAR GRÁVIDA SENDO TÃO NOVA.
Com o Fabián, a gente sempre usava camisinha, e ele sempre terminava gozando na minha cara ou na minha boca… Já que ele também não tava afim de ter filhos, e a gente também não transava com tanta frequência, às vezes só umas duas vezes por mês. Mes... mas agora eu já sabia o motivo, já que ele ia transar com a amante sempre que podia. No resto do dia, saímos de novo como costumávamos fazer antes, fomos pra academia, comer e tal, passar tempo juntos como antes. Mas, mais do que pai e filha, a gente já agia mais como um casal. De vez em quando, papai pegava na minha mão e me dava uns beijos... Assim os dias foram passando, já que só nós dois estávamos em casa. A gente transava umas duas vezes por dia, porque papai não dura muito tempo — geralmente entre 10 a 15 minutos — mas, mesmo assim, ele me fazia chegar ao auge, me proporcionando os melhores orgasmos da minha vida. Com a boca, ele era um verdadeiro expert: toda vez que enfiava a língua na minha buceta, me fazia gozar, sem falta.
Uma tarde, mamãe ligou avisando o pai que voltaria de manhã cedo, porque a vovó já tava um pouco melhor. E como meu tio, o filho mais velho, tinha chegado com a família pra cuidar dela, a gente resolveu aproveitar o tempinho que sobrou e sair pra jantar. Entrei no banho e vesti um conjunto de lingerie rosa, com um vestido preto curto, decote aberto e manga longa. Igualzinho o dessa imagem, pra vocês terem uma ideia.
Chegando no restaurante, pedimos algo leve pra comer e uma garrafa de bebida… começamos a conversar, pai de novo me propôs ir morar com ele, largar o Fabián e ir pra outra cidade ou, se eu quisesse, pra outro país. Dessa vez, sem criar muita dificuldade, falei que ia pensar e que logo daria uma resposta.Terminando de jantar, voltamos pra casa meio tontos, porque tínhamos bebido demais… de novo transei com o pai, enrolando meu vestido pra cima e dando pequenas mordidas nas minhas nádegas. Ele puxou minha calcinha fio dental pro lado, me colocou de quatro e começou a me foder do jeito que sempre gostava. Tonta, falei:
C: PAI, USA CAMISINHA
J: NÃO SE PREOCUPA, MEU AMOR, NÃO VAI ACONTECER NADA… DESSA VEZ VOU GOZAR NA SUA BOCA
Me dando estocadas com o pau dele, comecei a ter meu primeiro orgasmo, gozando igual uma puta. Pai tirou o pau, enfiou na minha boca sem dizer nada e gozou dentro, me fazendo engolir todo o esperma dele. Terminando, me beijou apaixonadamente e disse que nunca amaria outra mulher como me amava… subimos juntos pro quarto, tomamos banho e, pela primeira vez, passaríamos a noite juntos.
No dia seguinte, arrumei minhas coisas bem cedo pra quando mamãe chegasse não desconfiar de nada. Coloquei minha mala no carro e, como imaginei, quando ela chegou, perguntou o que eu tava fazendo ali. Falei que pai tinha me avisado que a vó tinha adoecido e que eu queria saber como ela tava, porque não ia demorar, já que voltaria no mesmo dia. Passei umas duas horas conversando com mamãe, me despedi dos dois e voltei pra minha casa, já pronta pra acabar com o Fabián.
Quando cheguei, ele não tava em casa e eu imaginei onde estaria. Quando ele chegou, falei que precisávamos conversar sobre algumas coisas, mas, como sempre, a sorte tava do meu lado… se adiantando, ele disse: "Espera, Carla, tenho que confessar uma coisa, não dá mais pra esconder." Falou que tinha outra pessoa e que realmente amava muito ela, e que já não sentia mais nada por mim… fiz cara de surpresa e não reclamei muito. Falei que talvez a gente tivesse se apressado. Casar e, se ela concordasse, a gente se divorciar; conversamos com calma sobre tudo e, com os dois de acordo, começamos os trâmites do divórcio… cada um falaria com sua família sobre o assunto. Ao dar a notícia pros meus pais, minha mãe não parava de chorar e me dizer que eu tinha feito merda e coisas assim, mas eu nunca dei importância, um dia ela ia acabar aceitando a situação… já meu pai era o mais feliz de todos, aquele brilho nos olhos que ele tinha antes de eu contar que estava namorando voltou. Enquanto o divórcio estava sendo processado, com a desculpa de esquecer o Fabián, eu disse pra minha mãe que ia me mudar pra outra cidade e que terminaria a faculdade lá, esse era o melhor pretexto pra passar mais tempo com o pai sem ninguém desconfiar de nada. Passaram-se duas semanas e, de repente, comecei a me sentir tonta e com náuseas, mas não dei muita importância, achava que era porque às vezes não comia direito, de tanto correr de um lado pro outro, já que, como era cidade nova e escola nova, tinha que me adaptar ao novo… nos dias seguintes na universidade, a mesma coisa, por uns momentos sentia que ia desmaiar. Até que!!! Comecei a me assustar e perguntar se talvez eu pudesse estar grávida, mas como seria possível se as únicas duas vezes que o pai gozou dentro de mim eu tomei a pílula do dia seguinte, nas outras vezes a gente usou camisinha e com o Fabián a mesma coisa, sempre usávamos proteção e ele sempre gozava fora. Naquele momento, com a angústia, não conseguia pensar direito, então, voltando pra casa, passei pra comprar um teste de gravidez pra tirar logo a dúvida… ao chegar em casa, fiz o teste rapidinho e, dessa vez, a sorte não estava do meu lado…. DEU POSITIVO!!! EU TAVA GRÁVIDA!!! O medo e a angústia tomaram conta de mim, não conseguia acreditar que estava grávida e, mais ainda, me perguntava como tinha acontecido se eu sempre me cuidei… acalmei minha mente e comecei a pensar melhor, descartei logo o Fabián porque já tinha passado quase um mês e meio desde A última vez que a gente tinha transado… e com mais medo ainda, sem dúvida, eu tava 100% certa de que tava grávida do meu pai. GRÁVIDA DO MEU PRÓPRIO PAI!!! Eu não conseguia processar aquela realidade, se a gente só tinha transado 5 vezes e em todas a gente se cuidou… até que eu lembrei daquela vez que a gente foi jantar, chegamos meio bêbados, transamos e não usamos proteção, mas naquela vez papai gozou na minha boca e não dentro de mim… ou então eu engravidei naquela vez, ou a pílula não tinha funcionado, já que dias antes papai tinha gozado dentro de mim… por mais que eu pensasse ou colocasse a culpa numa situação ou noutra, eu já tava grávida. Eu tava com medo, real, não sabia como lidar com a situação, não tava pronta pra ser mãe ainda… pensava que talvez papai fosse ficar bravo ou talvez ficasse feliz… mas não sabia o que pensar, minha cabeça tava de novo um mar de dúvidas… dessa vez decidi tomar a melhor decisão: tava disposta a contar pro papai e depois a gente via o que fazer. Passaram mais duas semanas e papai veio me ver… na hora que ele chegou, eu tava pronta pra dar a notícia, mas ele me surpreendeu: disse pra gente ir uns dias pra praia… que mamãe não desconfiaria, porque ele tinha falado que ia sair uma semana fora da cidade por causa de trabalho, que a semana inteira ele ia passar comigo, se eu topasse… Falei: "Tá bom, papai", e a gente fez as malas e acabou indo pra praia, e já estando lá eu daria a notícia. Chegamos, alugamos um quarto de hotel, e já lá eu me preparei pra contar pro papai, não dava mais pra esconder o segredo, não sabia qual seria a reação dele, então falei:
C: "Ó, PAI… TENHO QUE CONFESSAR UMA COISA… ESPERO QUE VOCÊ NÃO VAI FICAR BRAVO."
J: "PODE FALAR, CARLA, ME DIZ LOGO O QUE VOCÊ QUER CONTAR."
C: "ESTOU GRÁVIDA, PAI… E ESSE BEBÊ QUE ESTOU ESPERANDO É SEU."
Teve um momento de silêncio entre nós dois, mas a reação do papai foi de felicidade total… por um momento pensei que a reação dele seria outra, mas não!!! Me abraçando forte e me beijando, ele dizia que era a melhor notícia que eu tinha dado e que agora a gente ia poder ficar junto de verdade. Juntos… claro, se você quiser ter, eu estava me perguntando? Não tô pronta pra ser mãe de verdade, mas vamos tentar, eu disse. A culpa me consumia, não conseguia acreditar no que tava fazendo, ainda mais tendo crescendo na minha barriga um filho do meu próprio pai. Que aberração a gente tinha cometido, meu Deus. A gente esclareceu melhor as coisas, pensamos em como esconder esse segredo e fazer com que a mamãe não descobrisse. Teríamos que inventar alguma coisa, mas isso a gente pensava depois… Espero ter me expressado bem, fiz o melhor que pude e resumi o mais curto possível. Peço desculpas se não foi assim. Isso começou há 9 meses, as fotos são meio velhas porque tirei há um tempo.


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11 comentários - Fudida pelo pai antes do casamento: parte 2
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