Karen, a filha do Pastor - Capítulo 7 O velho Pricilo consegue comer mãe e filha
--Hehehe, então, meu amor, falei me dirigindo à loira, --Vamos deixar a menina se masturbar enquanto nos olha transando, assim ela se acalma um pouco, hehehe, e a gente continua no que estava antes de sermos interrompidos. Andrea só engolia saliva, estava muito nervosa, mas também muito excitada. Karen olhava para eles com seus olhinhos incrédulos, deitada nua na cama dos pais, com a mãe na mesma condição que ela, e o velho Pricilo querendo comer as duas juntas.
O velho fez Andrea virar de costas para ele, se balançando e mostrando pras duas mulheres o pau dele totalmente duro e ereto na frente dos olhos delas. --Gostou, minha vida!?, perguntou pra loira enquanto olhava com seu sorriso debochado pra Karen.
--Eu a...do...roo..., disse Andrea balançando a cabeça de forma lasciva, enquanto com uma das mãos já começava a esfregar a buceta loira dela, sem tirar o olhar verde daquela piroca grossa e descomunal que parecia inchar cada vez mais com o avanço da situação quente em que os três participantes daquela estranha sessão de sexo lascivo e tortuosamente desenfreado se encontravam, que já era certo que aconteceria em poucos minutos. Andrea tinha a impressão de que aquela piroca de uns 25 cm, aproximadamente, ia explodir a qualquer momento.
--Ou você quer que eu coma ela primeiro enquanto você esfrega sua coisinha?, hehehe, disse se referindo a uma Karen chocada que ainda não entendia o que estava acontecendo. Andrea posou o olhar febril no corpo nu e poderoso da filha, que automaticamente fechou as pernas com o que acabou de ouvir. A loira bêbada percorreu ela lentamente, curva por curva, até chegar no pequeno triângulo de pelinhos pretos sedosos que se escondiam timidamente entre as coxas dela, e esquecendo todo pudor e sentimento maternal ou filial, só viu uma Corpo lindo e delineado de uma gostosa de 18 aninhos recém-completados, eu acho que essa já era uma mulher de verdade, então ele soltou:
—Mete logo!!…
Dom Priscilo agarrou a Karen e abriu as pernas dela com força, e simplesmente enfiou até o fundo que as forças dele permitiram. A menina, por estar numa situação comprometedora e muito estranha, só tentava fechar as coxas, enquanto com os braços e as mãozinhas tentava empurrar desesperadamente o corpo obeso do velho para ele sair, situação que fez o jardineiro nojento se enfurecer ainda mais do que já estava, e dar três bons tapas na cara dela. Levantou o braço e com força deixou cair:
—Tomaaaa!!! Sua putinha estúpidaaaa!!!!, isso é o que você merece por ser vagabundaaaa, ninguém mandou você ficar espiando atrás das portasssss!!!, enquanto inspirava nojento com uma das narinas para tirar tudo que tinha da garganta, cuspiu um escarro repugnante que acertou em cheio o rostinho angelical assustado de uma Karen aterrorizada.
A loira olhava com os olhos bem abertos e desejosos de continuar vendo o que acontecia ali, —Meu Deus do céu!! Mas que homem mais bruto que era o Dom Priscilo nas suas coisas!!! pensou a mente torta da Andrea quando viu o velho abusivamente colocando a jovem esposa no lugar dela, e como ela, submissa e com o rosto vermelho dos tapas, agora se deixava empalar por ele, que já tinha começado a meter e tirar o pau com movimentos rápidos de foder. A loira, enquanto abria as pernas e se ajeitava na cama para começar a se masturbar, lentamente levou a mão ao pequeno triângulo de pelinhos dourados macios e, com os olhos onde agora predominava o verdadeiro vício, pensou que daria a vida para ter sido ela quem recebia os tapas violentos e os cuspes.
O que se vivia no quarto do casal Zavala era só o começo. de uma monstruosa bacanal de sexo escandaloso e depravado, era explicitamente a nova Sodoma e Gomorra, onde um velho nojento e asqueroso de 62 anos estava montando e possuindo o corpo jovem de uma mulher de 18 anos, e onde outra mulher de 35 anos, tão gostosa quanto a primeira e que era a própria mãe da mulher anterior, esperava sua vez se masturbando estrepitosamente com os olhos fechados e às vezes abertos, olhando a apenas centímetros de onde acontecia o espetacular e arrepiante acasalamento, para não perder nenhum detalhe, isso em vez de assustá-la, a excitava até a loucura.
Dom Priscilo, nessa altura do campeonato, já sentia os deliciosos rebolados com que Karen tinha começado a se esfregar no seu pau, então achou que já era hora de dar um pouco mais de ação à situação. Como pôde, foi se endireitando sem parar de meter e tirar, ao mesmo tempo que arrumou um travesseiro debaixo dos quadris de Karen para deixar à plena vista da loira as firmes enfiadas que ele estava dando na jovem.
A loira, sem dizer nada, moveu seu corpo felinamente e de quatro, foi avançando na direção onde aconteciam as estocadas ferozes. Até que finalmente seu olhar ficou a poucos centímetros de onde o pau do velho agia, se introduzindo na linda bucetinha de Karen. Ela viu como, pelas rosadas dobras femininas da putinha fresca, escorriam os sucos naturais íntimos que a jovem buceta expelia, sinal de que sua filha já estava curtindo o que faziam com ela. De repente, a voz rouca do velho a tirou de suas apreciações eróticas:
— Chupa minha porraaaaa, vadiiiiiiinha!!!
Andrea viu a vara do velhote sair escorrendo líquidos vaginais, estes banhavam por completo o tronco venoso e pulsante do inflamado instrumento carnudo que estavam pedindo que ela chupasse, e só de olhar a molhada e suculenta vagina juvenil que estava a centímetros mais abaixo do pau, assim como estava de quatro, fechou os olhos para ir... Lentamente aproximando a boca dela enquanto ia abrindo com decisão, até que seus lábios bem desenhados finalmente já estavam se roçando e recebendo a glande para depois seguir avançando pelo tronco, e quando sentiu sua boquinha cheia de carne de pau instintivamente começou a circular o tronco com a língua, pela primeira vez na vida sentiu no paladar o verdadeiro sabor de foxy, sentiu gostosamente ácido e salgado, somado à atraente e aromática fragrância de buceta quente da própria filha que tinha impregnado em suas narinas.
Karen da sua posição via como sua mãe de quatro chupava a pica do Dom Priscilo, e como ele de vez em quando enfiava de novo três ou quatro vezes, para tirar de novo banhada e impregnada dos próprios sucos vaginais e dar pra Andrea provar, que chupava e limpava como se tivesse fome de buceta, isso a confundia.
Andrea olhava encantada enquanto o velho enfiava fundo a ferramenta dele na fenda da filha, pra depois tirar e dar uma provinha pra ela. Não soube em que momento o rosto dela estava deitado de lado sobre o ventre de Karen, onde a centímetros da boca dela estava o bosquezinho de pelinhos pretos e brilhantes que a filha tinha. Via eles nítidos, pretinhos e sedosos, e também via a frestinha da buceta se abrindo e fechando a cada enfiada da poderosa piroca nervosa do velho safado, que enquanto tava nessa deliciosa tarefa ainda se divertia massageando os peitos delas e passando a mão na bunda até onde os braços de polvo alcançavam.Assim que o velhote achou que Andrea já tinha se acostumado com o gosto e o cheiro da buceta, pegou Karen pela cintura e levantou ela até onde ele tava, sempre mantendo ela empalada e com ela se mexendo ritmadamente, se agarrando com as pernas por trás da cintura grossa do macho dela. Os dois se beijavam selvagemente, ela correspondia e já quase achava normal a mãe estar ali junto. A menina viu quando seu Pricilo foi se virando de costas, pra depois ordenar:
— Agora quero que você monte em mim, garota, jejeje, e quero que faça bem gostoso, do jeito que você já sabe. Depois disso, se virou pra Andrea, que por um momento pensou que iam deixar ela de lado. — E você, sua gostosa do caralho!! Quero que monte na minha cara e esfregue sua buceta na minha boca, adoro o gosto dos seus pelinhos dourados. E cuidado pra não mijar na minha cara, porque se fizer isso vou chutar sua rata até te deixar desacordada. Agora mexe essa bunda e monta, putaaa!!!
Enquanto Karen ondulava a cintura com os 25 centímetros de piroca bem enterrados dentro do corpo dela, viu uma mulher linda de cabelo loiro e liso também montar na frente dela, colocando a buceta dourada na bocarra grotesca do velhote, que praticamente chupou ela inteira quando a frestinha... De Andrea entrou em contato com suas fauces famintas, a garota já não via sua jovem mãe como tal, agora ela era só mais uma mulher curvilínea feita para dar prazer ao garanhão que ela tinha como marido. Karen já estava clara e convencida de que don Pricilo perfeitamente podia dar conta das duas.
Ambas mulheres gemiam e se massageavam cada uma seus pares de tetas, balançando seus corpos em busca do próprio prazer. A excitação em que se encontravam, ambas frente a frente e gozando com o velhote, era tanta que, a cada minuto que passava, seus temperamentos ardentes se tornavam ainda mais sem vergonha, enquanto elas mesmas concediam delícias ainda maiores ao nojento velho que as estava comendo.
Andrea, com seus olhos semicerrados nos quais predominava um tesão desequilibrado, olhava e quase devorava o corpo portentoso de Karen, que estava chupando ondulatoriamente a grossa e dura pica de don Pricilo. Percebeu que a buceta atraente da garota já tinha gozado várias vezes, já que na cama, na altura onde aconteciam as estremecedoras enfiadas de pau, havia um círculo imenso de umidade, como se os dois tivessem mijado. Enquanto isso, ela sentia que esse mesmo velho tarado devorava sua xota com sua língua ardente e chapinhante, se eletrizava ao sentir sua própria buceta jorrando litros de líquidos vaginais, com os quais deixava o velhote com a cara toda banhada, sem contar as quantidades que ele já tinha bebido. Nem lembrava mais dos chutes na xota que tinham prometido se ele fizesse algo parecido.
Don Pricilo, uma vez que se cansou de ser montado e de chupar e lamber buceta, como pôde se virou de lado para dar uma nova ordem. Um brilho de maldade autêntica se refletia em seus olhos avermelhados e rachados.
— Agora quero as duas de quatro, jejeje… Andrea e Karen por uns momentos ficaram sem saber o que fazer, já que ambas nadavam nos mares do prazer e da putaria quando o velhote soltou outra das suas ideias doidas, —De quatro, caralho!!!!!, ou vocês tão surdas, porra!!!!!!
O velho, depois de decidir que já era o suficiente, se ajoelhou atrás do corpo da loira, encaixou a pica na entrada da buceta bem molhadinha e simplesmente meteu com força e vigor, começando a foder ela com raiva, enfiava e tirava a pica fumegante e babada quase com ódio, Karen esperava a vez dela na mesma posição em que tinham deixado antes, o velho continuava atacando com energia sádica, as tetonas da Andrea balançavam rápido e ritmado no mesmo compasso da foda, Karen só olhava, e aos poucos o brilho da safadeza começava a refletir de novo naqueles lindos olhos azuis,
O velhote, ao perceber o jeito gostoso que a Andrea se contorcia e mexia a bunda em círculos enlouquecedores, jogando pra trás quando ele empurrava pra frente, sentiu a pica ser banhada numa fonte de fluidos quentinhos, que quase fizeram ele gozar, então tirou a pica toda melada nas secreções femininas da Andrea e, do jeito que tava, foi direto pros lábios arroxeados da Karen, que naquele momento estavam entreabertos e gemendo, com a mão dela perdida no fundo da boceta, ela, ao sentir a glande molhada e quente pousar nos lábios, abriu a boquinha e simplesmente engoliu a pica, começando a chupar como se fosse uma mamadeira, enquanto sugava e bebia todos os sucos vaginais da mãe dela, que tinham encharcado aquela monstruosidade de carne.
O velho já não aguentava mais de tesão, sentia que a qualquer hora ia despejar uma porrada de porra na boca da docinha que naquele momento mamava pica como uma condenada, teve que juntar toda a força de contenção e concentração pra não se esparramar, porque sabia que ainda Faltava o melhor: queria ser testemunha principal de como aquele par de mulheres, mãe e filha, dariam o melhor show lésbico que ele já tinha visto na vida de puta, mas sabia que precisava ir devagar, embora também percebesse que já estava a um passo de fazê-las entrar no mundo da perversão total. (Hehehe)
Já os três de joelhos na cama, o velho abraçou as duas mulheres pela cintura, começando a beijá-las e masturbá-las com os dedos grossos, alternando. Abraçava o corpo nu de Karen para beijar nojento na boca dela, com a mão perdida na buceta da mulher, fazendo sons obscenos com as línguas e saliva, depois soltava e abraçava Andrea do mesmo jeito, se beijando com o mesmo calor. A cada troca de par que o velhote fazia, a mulher desocupada esperava submissa a vez, se masturbando delicadamente a vagina com a ponta dos dedos. Estavam adorando, pensavam as duas gostosas enquanto esperavam a vez e, ao mesmo tempo, começavam a se masturbar sozinhas na ansiedade.
Quando o velhote estava num amasso e beijo quente com Andrea, esticou o braço para puxar Karen, pegou pela cintura e fez com que ela ficasse bem colada ao corpo de Andrea. Pela primeira vez, as duas sentiram a maciez das peles suadas se encaixando, e os peitos começaram a se apertar uma contra a outra. As vadias não ligavam pra nada, estavam entregues e prontas pra tudo, embora a mais nervosa fosse Andrea, que sabia e tinha clareza pra onde o velhote queria levar a coisa.
O triângulo amoroso era endemoniado. O velho Pricilo colocava a língua nojenta pra fora, e as duas mulheres faziam o mesmo. O resultado foi mais que satisfatório. Já estavam há vários minutos com as três línguas se batendo ferozmente entre elas, enquanto quatro mãos femininas massageavam a piroca e os ovo do feliz jardineiro, ele disfarçadamente foi recuando pra trás, tirando ele mesmo as mãos femininas da piroca, até que, já separado delas, Mãe e Filha ficaram sozinhas e ainda com suas línguas fazendo círculos entre si, até que lentamente e ambas envalentonadas pelo erótico da situação foram aproximando suas bocas, pra que finalmente seus lábios fizessem contato entre eles… e fizeram.
Andrea e Karen estavam se beijando efusivamente com suas bocas bem coladas e com suas línguas enroscadas numa luta ardente que nenhuma das duas queria que acabasse.
O velho vendo o quanto as mulheres estavam concentradas no tesão que estavam se dando, se acomodou nuns almofadões e acendeu um cigarro pra curtir o espetáculo, viu quando foram em primeira instância as mãos trêmulas de Andrea que timidamente e com delicadeza começaram a tocar o corpo suave e curvilíneo de Karen, apalpando e sentindo cada curva pronunciada que ela tinha.
A menina por sua vez, embora confusa, sabia que isso devia encantar o macho dela, então não hesitou e começou a fazer o mesmo, o velhote tava no céu vendo como aquelas duas mulheres gostosas estavam começando a se dar aos poucos.
Não era que Karen ou Andrea se sentissem apaixonadas uma pela outra, ou que talvez ambas se desejassem, nem nenhuma putaria parecida, era a própria situação que as arrastava pro que estavam prestes a fazer, ambas se sabiam atraentes, mas o que elas sentiam naqueles momentos era só autêntica e genuína safadeza, uma excitação sem precedentes por fazer o que o velho mandasse ou o que ele quisesse delas. Os efeitos do álcool tinham feito muito bem seu trabalho nos temperamentos acalorados das ninfas espetaculares.
Uma vez que se separaram do beijo ardente no qual tinham se enroscado, foi a loira quem falou primeiro pro Véi, —Cê gostou do que a gente fez com o senhor, seu Prici…?
O velho, todo tremendo acendendo outro cigarro, viu ela com a sensualidade com que consultava ele, e também viu Karen olhando pra ele com carinha de menina boazinha e um dedinho no lábio inferior. Aí ele só respondeu:
—Siiiiim, mamãe… como vocês me deixam duro, suas putinhas do caralho!!! Continuem!!!!! — ele gritou.
As duas mulheres se olharam de novo, sorrindo, até que Karen, sentindo as tetas esmagadas contra as da Andrea e com as mãozinhas apoiadas nas cadeiras macias e pronunciadas da loira, instintivamente teve a cara transformada pelo desejo carnal, mordendo o lábio inferior de um jeito gostoso. Andrea, só de ver aquela expressão feminina e sexy, quase agiu por reflexo: desceu uma vontade instintiva de querer devorar ela. As mãos dela, que estavam na cintura da jovem, desceram até as cadeiras firmes, seguiram um pouco mais pra baixo até chegar no começo das nádegas duras e sedosas, mas mesmo assim algo fez ela parar. Até que se sentiu atacada pelos lábios frescos de Karen, que não aguentou de vontade de provar de novo a boquinha da sua linda mãe loira, com quem estava se apalpando mutuamente.
Para o pobre velho foi como um milagre quando viu a mãozinha fina da Karen se desgrudar da curva do quadril da mãe dela e começar a descer, tremendo, pelas suavidades da barriga dela, enquanto a pele do corpaço todo da Andrea se arrepiava por completo ao sentir aquela mão suave e feminina descendo pelo estômago dela, numa decisão clara de tomar posse da buceta dela, sem se separar dos lábios da Karen, fechou os olhos pra esperar que isso acontecesse.A Karen, que não tinha noção da barbaridade que estava prestes a cometer, foi descendo a mão, enquanto sentia o gostoso que era tocar a mãe naquela parte do corpo, até sentir na própria mãozinha nervosa uma curva pélvica gostosa com uns pelinhos sedosos, tocou e esfregou por um tempo até que, sem pensar mais, começou a tatear e explorar aquela buceta suculenta e gostosa que parecia estar esperando por ela.
A loira, ao sentir a mão da Karen já masturbando ela timidamente, se separou dos lábios dela e, com um sorriso safado de degenerada, olhou pro teto do quarto, sentindo e aproveitando o que estavam fazendo ali embaixo.
A cena era enlouquecedoramente obscena e morbida, Mãe e Filha se beijavam e, aos poucos, foram se soltando nas carícias íntimas proibidas, ambas enfiavam timidamente o dedo do meio, sentindo e explorando as mornidões aquosas das bucetas delas, depois de alguns minutos enlouquecedores de masturbação perversa, já se esfregavam a buceta sem nenhum pudor, as duas estavam molhadas, uma quantidade notável de líquidos escorria pelas coxas de cada uma, nesse momento cada uma provava com fome os líquidos íntimos da outra, até que, sem o velho falar nada, foram se deitando devagar pra poder brincar mais à vontade, ou seja... mãe e filha praticamente estavam... se deitando!!!!
Era a Karen que naquela hora estava mais efusiva que a Andrea, sendo que tinha sido a loira a que primeiro tinha visto com olhos de mulher a própria filha, mas a essa altura tanto fazia, o caso é que as duas estavam sendo atacadas por um severo ataque de tesão, que as fazia cometer atrocidades inomináveis.
A menina de 18 anos ficou deitada de lado no corpo portentoso de Andrea, que estava de costas. Karen lambia o pescoço dela como se estivesse com fome, aquele cheiro gostoso de sabonete perfumado e xampu a atraía tanto. Foi descendo e lambendo até que, nervosamente, se deparou com uma montanha fenomenal de carne. Prestou atenção especial no mamilo rosado e pequeno, igual ao de uma quinzeanera, sinal inequívoco que mostrava a verdadeira e real fineza daquela tremenda loira de 35 anos.
— Vai, potranca pervertida… hahaha!!! Chupa as tetas da sexy girl gostosa da sua Mãe!!! — ordenou o velho, agora parado ao lado da cama com um copo de uísque com gelo na mão direita, e a outra na cintura, a piroca pulsando rapidamente de cima para baixo. Ele tinha deixado a cama só para elas.
Karen começou a dar beijinhos ao redor do mamilo brilhante, até que, não aguentando mais, abriu a boquinha e o engoliu inteiro, começando a chupar as tetas com afinco. Lambia e sugava como uma verdadeira bebê, exatamente como havia feito há 17 anos e 6 meses, para ser mais exata. Seu temperamento luxurioso a convidava a continuar lambendo para baixo, e assim fez. Quando Andrea percebeu, abriu os olhos e viu o corpo portentoso de Karen de quatro, que já fazia com sua linguinha fresca círculos desvairados na altura do umbigo. Um sorriso vicioso e nervoso tomou conta de seu rosto, seu corpo tremia de deleitosa perversidade.
A menina sentia na língua a extrema suavidade da pele da Mãe. Passou pelo umbigo e seguiu ladeira abaixo, até que finalmente soube que estava a apenas milímetros de se encontrar com aquela Aqueles lindos pelinhos dourados que ela tinha visto quando Dom Priscilo estava comendo a dona Andrea. Quando chegou perto deles, sentiu uma estranha onda de tesão, viu eles brilhando dourados e não hesitou em cheirar, esfregar o rosto neles, misturando com lambidas tímidas que foram ficando mais intensas. O cheiro aromático de buceta que saía daquela entradinha rosada a convidou a se acomodar entre as coxas abertas daquela mulher dos sonhos — era assim que ela via ela naquele momento. Ela ajeitou femininamente o cabelo preto liso para o lado do rosto e, ainda de quatro, foi abaixando a cabeça devagar, abrindo a boca ao mesmo tempo, procurando o ângulo perfeito para, de uma só bocada voraz, engolir inteira aquela abertura alucinante, salpicada de poucos pelinhos crespos e dourados, ficando colada nela, só mexendo a língua em círculos por uns bons minutos.
Andrea, quando sentiu os lábios e a língua da filha passeando pela sua buceta, instintivamente agarrou os lençóis da cama e ao mesmo tempo levantou o quadril, para deixar a comunhão de boca e boceta ainda mais completa do que já estava. O corpo dela vibrou com as ondas de arrepios intensos que a invadiram, as pernas se abriram ainda mais do que já estavam, entregando pra Karen uma boa quantidade de sucos vaginais.
Andrea, quando sentiu os lábios e a língua da filha passeando pela sua buceta, instintivamente agarrou os lençóis da cama e ao mesmo tempo levantou o quadril, para deixar a comunhão de boca e boceta ainda mais completa do que já estava. O corpo dela vibrou com as ondas de arrepios intensos que a invadiram, as pernas se abriram ainda mais do que já estavam, entregando pra Karen uma boa quantidade de líquidos que escorreram da sua boceta. As mãos delicadas dela soltaram os lençóis e foram procurar a cabeça da filha, começando a apertar com força contra o seu cozinho melado. e ela toda explodiu num orgasmo intenso e enorme…
— Ahh!!… ahhh!!!… ahhhhhhh!!!!… tô gooozando!!!… tô gozandooooo!!!!!! Uuuhhh!!!!!… Ohhhhhhhh!!!!!! con…ti…nua chu…pan…dooooo!!!! — gritava ela, respirando ofegante e se contorcendo — É tão gostoooooooooooo!!!!!!, Mmmmmm!!! Tô gozando… tô me esguichando na sua bo…caaaaaa… va…ga…bu…nda per…ver…ti…daaaaaaaaaaa!!!!!! — berrava sem parar de fazer círculos com o quadril, enquanto a filha Karen ainda não tirava a boca melada da buceta gozada da mãe, bebendo tudo que saía dela como se fosse o melado de caramelo mais gostoso do mundo.
CONTINUA… SE QUISEREM SABER COMO MÃE E FILHA CURTEM O PROIBIDO, ONDE A TESÃO LEVA ELAS A FAZEREM OS ATOS SEXUAIS MAIS ABERRANTES, ONDE O INCESTO LEVADO POR AMBAS VAI MUITO ALÉM DAS CRENÇAS MORAIS DELAS, É SÓ PEDIR QUE EU CONTINUO ESSA HISTÓRIA QUENTE.
4 comentários - Karen, a Filha do Pastor - Cap. 7