Tenho várias amigas íntimas que conheço há muitos anos. Ele gosta de todas as minhas amigas, mas em particular fantasia com a Sonia e a Wendy.
Sonia nunca se casou. Já viveu com diferentes homens de forma intermitente. A Sonia é lindíssima, morena, olhos azuis e pele clara. É alta e magra, poderia passar por modelo. É selvagem, nada tímida e fala o que pensa, o que, claro, a mete em todo tipo de situações.
Nunca saí com a Sonia sem que homens estivessem dando em cima dela. Não importa onde a gente esteja, supermercado, cafeteria, ela é um ímã pra homem. Meu marido a conhece e sempre a desejou.
Ela colocou implantes de silicone. Veio em casa e tava morrendo de vontade de me mostrar os novos peitos. Meu marido estava em casa, mas a Sonia não é nada tímida e abriu a blusa pra mostrar pra gente. Ela tava muito orgulhosa, até deixou meu marido apalpar, com minha permissão, claro. Meu marido ainda fala com carinho daquele dia.
Já a Wendy, por outro lado, casou, tem dois filhos e a vida vai bem. É a típica mãe de minivan. É muito gostosa. Meu marido sempre fantasiou tanto com a Wendy quanto com a Sonia.
Eu e minhas amigas costumamos nos encontrar umas duas vezes por ano na casa de uma de nós. A gente põe o papo em dia, fala sobre homens, reclama dos parceiros, tudo isso regado a muito vinho.veioSempre é um dia divertido.
Dessa vez eu era a anfitriã, então avisei meu marido que minhas amigas viriam na semana seguinte. Ele começou com as fantasias dele, feito um moleque. O aniversário dele tava chegando e, como ele não precisava nem queria nada,
Resolvi entrar na brincadeira e ouvir ele. A fantasia era ficar no nosso quarto enquanto as meninas chegassem, vendo TV pra não ouvir a gente. Depois, no meio da noite, ele perguntaria pras meninas se alguma queria subir pra brincar com o marido. Batiam na porta, ele vendava os olhos e deitava na cama esperando.
Não podia falar... só música ou a TV de fundo pra disfarçar os sons. Podiam fazer o que quisessem com ele, de preferência algo sexual. Quando terminassem, iam embora sem dizer uma palavra. Tava claro que ele tinha pensado muito nisso. Brinquei e acrescentei que ele não podia tocar nem agarrar ninguém, e não podia me perguntar de qual amiga se tratava. Seria mais excitante nunca saber. Essas eram minhas regras. Ele aceitou na hora e ficou todo empolgado com as possibilidades.
Claro, eu ri e falei que não tinha chance nenhuma de alguma amiga minha topar. Mas eu já tinha um plano, então concordei em perguntar pras minhas amigas – Sem garantias e não cria expectativas – Acho que ele ficou surpreso por eu ter topado a fantasia dele. Tava radiante.
Finalmente chegou o dia do encontro.
A noite tava linda, então quando minhas amigas chegaram, sentamos no terraço. O vinho corria solto como sempre e a gente tava se divertindo pra caralho colocando o papo em dia. Éramos cinco: Laura, Cathy, Wendy, Sônia e eu.
No meio da noite, alguém perguntou onde meu marido tava. Eu caí na risada, elas tavam curiosas pra saber e contei a fantasia louca dele.
De repente, Sônia pulou e disse que queria ver ele, e todas as outras concordaram. Tavam bêbadas e acho que não acreditaram em mim.
Então, feito um bando de colegiais, subimos as escadas dando gargalhadas. Eu bati na porta. na porta do quarto. Meu marido estava deitado debaixo dos lençóis com os olhos vendados.
Mesmo da porta dava pra ver que ele estava de pau duro. Será que tava pelado debaixo do lençol? As meninas não conseguiram segurar o riso. Elas se empurravam pra ver de perto e a gente entrou no quarto. Não acreditei que a gente cinco tava em volta da cama sorrindo e tentando não rir muito alto. O centro das atenções era a ereção do meu marido, que segurava o lençol igual mastro de barraca.
Era bem óbvio pelas risadinhas que meu marido sabia que tinha mais de uma de nós no quarto. Na hora, pensei que as meninas já tinham visto o suficiente e iam embora, mas eu tava errada.
Laura e Wendy se olharam e, no momento certo, cada uma pegou um lado do lençol e puxou. Fiquei feliz de ver que ele tava de cueca, mas dava pra ver que tava excitado.
Sussurrei pra elas que se quisessem ir, eu cuidava do resto. Pra minha surpresa total, a Sonia perguntou se podiam tocar nele. Dei de ombros e fiz sinal de positivo. Sonia e Laura começaram a passar os dedos no peito peludo dele, brincando com os mamilos. Wendy não ficou atrás e subiu as mãos pela perna dele. Devagar, passou a mão pela parte interna da coxa até os dedos entrarem por baixo da cueca. Parecia que tava fazendo cócegas nos ovos dele.
Foi aí que a Laura começou a descer a mão dos mamilos até a borda da cueca. Dava pra ver o pau dele se mexendo por baixo da cueca enquanto ele começava a gemer. Ele tava gostando das brincadeiras.
Sonia, que não era de perder tempo, foi direto no pacote dele e deu uma boa massageada por cima da cueca. Wendy, visivelmente bêbada, decidiu que queria ver mais, então arrancou a cueca dele de uma vez. Fiquei chocada; essa não era a Wendy que eu conhecia. Todas riram quando o pau do meu marido se soltou. Parecia que ele tinha aparado um pouco pra ocasião. O pau dele tava tão duro que eu nunca tinha visto igual. Não fazia ideia do que ia rolar depois, isso já tinha ido muito além do que eu imaginava.
Sonia me perguntou se podia beijar ele e eu falei: "É tudo de vocês, meninas, façam o que quiserem" — afinal, era o presente de aniversário dela. Nessa hora, Cathy achou melhor sair do quarto e voltou pra baixo. Ficaram Laura, Wendy e Sonia. Enquanto eu olhava, elas começaram a fazer uma punheta no meu marido. De vez em quando, acariciavam ele e ele se contorcia de prazer. Dava pra sentir todas as mãos nele.
Sonia tava com uma blusa larga, abriu ela e colocou os peitos lindos dela na cara dele. Tenho certeza que meu marido reconheceria esses peitos em qualquer lugar. Laura e Wendy começaram a beijar e lamber o pau dele. Cada uma lambia em cima e embaixo de cada lado. Não demorou muito pra começarem a chupar ele de vez em quando. Eu não acreditava no que tava vendo.
Conheço essas minas há anos e nunca pensei que isso fosse rolar... bom, talvez com a Sonia sim, mas com as outras duas não. As três se revezaram pra chupar e acariciar ele. Quase virou uma competição. Quem colocava mais na boca, quem acariciava mais forte?
Foi aí que a Laura virou pra mim e levantou o polegar. Tava com um sorriso safado na cara. Eu sorri de volta e balancei a cabeça. Achei que era um sinal de aprovação. Ela enfiou o polegar na boca pra lubrificar e, sem hesitar, enfiou no cu do meu marido enquanto a Wendy chupava o pau dele.
Meu marido arqueou as costas e soltou um gemido forte. Eu não conseguia parar de rir. Com certeza ele não esperava por essa. A Laura era mais velha e casada, então foi totalmente inesperado.
Não demorou muito pra ele soltar um gemido longo e profundo enquanto gozava. O polegar da Laura ainda tava enfiado rebolando na bunda dele. Tenho certeza que ele esguichou esperma pra todo lado. As minas ficaram encantadas, bêbadas mas encantadas. A Sônia deu uma última mordida nos peitos do meu marido enquanto as outras duas se despediam brincando com o pau mole dele. Não paravam de rir enquanto a gente voltava pra baixo.
Assim que voltamos, não conseguiam parar de falar e rir daquilo. Disseram que tinha sido o melhor encontro da vida delas e que a gente devia fazer isso em todas as nossas reuniões. Acho que elas se surpreenderam por terem ido tão longe. A Laura me perguntou o que eu achava e eu garanti que tava tudo bem pra mim. Na real, elas me fizeram um favor e eu não ia mais ter que me preocupar com o presente de aniversário.
A gente continuou se divertindo e bebendo mais vinho. Depois de um tempo, percebi que a Wendy tinha ido ao banheiro e não tinha voltado. Entrei em casa pra ver se ela tava bem, mas não tava no banheiro.
Enquanto procurava por ela, ouvi barulhos no andar de cima. Não, não podia ser a Wendy no quarto. A Wendy já tinha me surpreendido antes, mas nunca imaginei que fosse tão puta. Achava que ela era feliz no casamento e que nunca trairia o marido. Mas mesmo assim, não podia ser ela que tava com meu marido.
Subi as escadas em silêncio e espiei pela porta. Fiquei chocada, lá estava a Wendy pelada montando no meu marido. Não conseguia acreditar no que meus olhos viam e ia sair, mas decidi tirar umas fotos. Parecia que meu marido ainda tava de olhos vendados, então essas fotos iam ser um presente de aniversário do caralho. Que safada que eu sou.
Enquanto tirava as fotos, tava de frente pra Wendy, mas não tenho certeza se ela me viu. Acho que ela tava de olhos fechados e focada em outras coisas. Ela tava dando um passeio e tanto nele. Tenho que admitir que meu lado voyeur achou tudo muito excitante. A Wendy sempre foi muito discreta e eu nunca tinha reparado no corpo doce e firme dela, ela tem uma bunda de matar.
Por mais que eu quisesse participar, tinha convidadas lá embaixo e não queria deixar a Wendy envergonhada. Então desci na calma pra me juntar às outras e abri outra garrafa de vinho. Precisava de mais uma taça depois do que tinha acabado de testemunhar.
A Wendy desceu de novo com a gente. Ela parecia bem sem graça e tinha aquele olhar de quem acabou de dar uma trepada, que só eu percebi. Perguntei se ela tava bem e ela assentiu com a cabeça, tímida. Dei um sorriso caloroso pra ela e mais uma taça de vinho. Nunca mais a gente falou sobre o que rolou naquela noite.
Já meu marido nunca parou de falar daquela noite. Até dei pra ele umas fotos da Wendy montando nele de presente de aniversário.
Sonia nunca se casou. Já viveu com diferentes homens de forma intermitente. A Sonia é lindíssima, morena, olhos azuis e pele clara. É alta e magra, poderia passar por modelo. É selvagem, nada tímida e fala o que pensa, o que, claro, a mete em todo tipo de situações.
Nunca saí com a Sonia sem que homens estivessem dando em cima dela. Não importa onde a gente esteja, supermercado, cafeteria, ela é um ímã pra homem. Meu marido a conhece e sempre a desejou.
Ela colocou implantes de silicone. Veio em casa e tava morrendo de vontade de me mostrar os novos peitos. Meu marido estava em casa, mas a Sonia não é nada tímida e abriu a blusa pra mostrar pra gente. Ela tava muito orgulhosa, até deixou meu marido apalpar, com minha permissão, claro. Meu marido ainda fala com carinho daquele dia.
Já a Wendy, por outro lado, casou, tem dois filhos e a vida vai bem. É a típica mãe de minivan. É muito gostosa. Meu marido sempre fantasiou tanto com a Wendy quanto com a Sonia.
Eu e minhas amigas costumamos nos encontrar umas duas vezes por ano na casa de uma de nós. A gente põe o papo em dia, fala sobre homens, reclama dos parceiros, tudo isso regado a muito vinho.veioSempre é um dia divertido.
Dessa vez eu era a anfitriã, então avisei meu marido que minhas amigas viriam na semana seguinte. Ele começou com as fantasias dele, feito um moleque. O aniversário dele tava chegando e, como ele não precisava nem queria nada,
Resolvi entrar na brincadeira e ouvir ele. A fantasia era ficar no nosso quarto enquanto as meninas chegassem, vendo TV pra não ouvir a gente. Depois, no meio da noite, ele perguntaria pras meninas se alguma queria subir pra brincar com o marido. Batiam na porta, ele vendava os olhos e deitava na cama esperando.
Não podia falar... só música ou a TV de fundo pra disfarçar os sons. Podiam fazer o que quisessem com ele, de preferência algo sexual. Quando terminassem, iam embora sem dizer uma palavra. Tava claro que ele tinha pensado muito nisso. Brinquei e acrescentei que ele não podia tocar nem agarrar ninguém, e não podia me perguntar de qual amiga se tratava. Seria mais excitante nunca saber. Essas eram minhas regras. Ele aceitou na hora e ficou todo empolgado com as possibilidades.
Claro, eu ri e falei que não tinha chance nenhuma de alguma amiga minha topar. Mas eu já tinha um plano, então concordei em perguntar pras minhas amigas – Sem garantias e não cria expectativas – Acho que ele ficou surpreso por eu ter topado a fantasia dele. Tava radiante.
Finalmente chegou o dia do encontro.
A noite tava linda, então quando minhas amigas chegaram, sentamos no terraço. O vinho corria solto como sempre e a gente tava se divertindo pra caralho colocando o papo em dia. Éramos cinco: Laura, Cathy, Wendy, Sônia e eu.
No meio da noite, alguém perguntou onde meu marido tava. Eu caí na risada, elas tavam curiosas pra saber e contei a fantasia louca dele.
De repente, Sônia pulou e disse que queria ver ele, e todas as outras concordaram. Tavam bêbadas e acho que não acreditaram em mim.
Então, feito um bando de colegiais, subimos as escadas dando gargalhadas. Eu bati na porta. na porta do quarto. Meu marido estava deitado debaixo dos lençóis com os olhos vendados.
Mesmo da porta dava pra ver que ele estava de pau duro. Será que tava pelado debaixo do lençol? As meninas não conseguiram segurar o riso. Elas se empurravam pra ver de perto e a gente entrou no quarto. Não acreditei que a gente cinco tava em volta da cama sorrindo e tentando não rir muito alto. O centro das atenções era a ereção do meu marido, que segurava o lençol igual mastro de barraca.
Era bem óbvio pelas risadinhas que meu marido sabia que tinha mais de uma de nós no quarto. Na hora, pensei que as meninas já tinham visto o suficiente e iam embora, mas eu tava errada.
Laura e Wendy se olharam e, no momento certo, cada uma pegou um lado do lençol e puxou. Fiquei feliz de ver que ele tava de cueca, mas dava pra ver que tava excitado.
Sussurrei pra elas que se quisessem ir, eu cuidava do resto. Pra minha surpresa total, a Sonia perguntou se podiam tocar nele. Dei de ombros e fiz sinal de positivo. Sonia e Laura começaram a passar os dedos no peito peludo dele, brincando com os mamilos. Wendy não ficou atrás e subiu as mãos pela perna dele. Devagar, passou a mão pela parte interna da coxa até os dedos entrarem por baixo da cueca. Parecia que tava fazendo cócegas nos ovos dele.
Foi aí que a Laura começou a descer a mão dos mamilos até a borda da cueca. Dava pra ver o pau dele se mexendo por baixo da cueca enquanto ele começava a gemer. Ele tava gostando das brincadeiras.
Sonia, que não era de perder tempo, foi direto no pacote dele e deu uma boa massageada por cima da cueca. Wendy, visivelmente bêbada, decidiu que queria ver mais, então arrancou a cueca dele de uma vez. Fiquei chocada; essa não era a Wendy que eu conhecia. Todas riram quando o pau do meu marido se soltou. Parecia que ele tinha aparado um pouco pra ocasião. O pau dele tava tão duro que eu nunca tinha visto igual. Não fazia ideia do que ia rolar depois, isso já tinha ido muito além do que eu imaginava.
Sonia me perguntou se podia beijar ele e eu falei: "É tudo de vocês, meninas, façam o que quiserem" — afinal, era o presente de aniversário dela. Nessa hora, Cathy achou melhor sair do quarto e voltou pra baixo. Ficaram Laura, Wendy e Sonia. Enquanto eu olhava, elas começaram a fazer uma punheta no meu marido. De vez em quando, acariciavam ele e ele se contorcia de prazer. Dava pra sentir todas as mãos nele.
Sonia tava com uma blusa larga, abriu ela e colocou os peitos lindos dela na cara dele. Tenho certeza que meu marido reconheceria esses peitos em qualquer lugar. Laura e Wendy começaram a beijar e lamber o pau dele. Cada uma lambia em cima e embaixo de cada lado. Não demorou muito pra começarem a chupar ele de vez em quando. Eu não acreditava no que tava vendo.
Conheço essas minas há anos e nunca pensei que isso fosse rolar... bom, talvez com a Sonia sim, mas com as outras duas não. As três se revezaram pra chupar e acariciar ele. Quase virou uma competição. Quem colocava mais na boca, quem acariciava mais forte?
Foi aí que a Laura virou pra mim e levantou o polegar. Tava com um sorriso safado na cara. Eu sorri de volta e balancei a cabeça. Achei que era um sinal de aprovação. Ela enfiou o polegar na boca pra lubrificar e, sem hesitar, enfiou no cu do meu marido enquanto a Wendy chupava o pau dele.
Meu marido arqueou as costas e soltou um gemido forte. Eu não conseguia parar de rir. Com certeza ele não esperava por essa. A Laura era mais velha e casada, então foi totalmente inesperado.
Não demorou muito pra ele soltar um gemido longo e profundo enquanto gozava. O polegar da Laura ainda tava enfiado rebolando na bunda dele. Tenho certeza que ele esguichou esperma pra todo lado. As minas ficaram encantadas, bêbadas mas encantadas. A Sônia deu uma última mordida nos peitos do meu marido enquanto as outras duas se despediam brincando com o pau mole dele. Não paravam de rir enquanto a gente voltava pra baixo.
Assim que voltamos, não conseguiam parar de falar e rir daquilo. Disseram que tinha sido o melhor encontro da vida delas e que a gente devia fazer isso em todas as nossas reuniões. Acho que elas se surpreenderam por terem ido tão longe. A Laura me perguntou o que eu achava e eu garanti que tava tudo bem pra mim. Na real, elas me fizeram um favor e eu não ia mais ter que me preocupar com o presente de aniversário.
A gente continuou se divertindo e bebendo mais vinho. Depois de um tempo, percebi que a Wendy tinha ido ao banheiro e não tinha voltado. Entrei em casa pra ver se ela tava bem, mas não tava no banheiro.
Enquanto procurava por ela, ouvi barulhos no andar de cima. Não, não podia ser a Wendy no quarto. A Wendy já tinha me surpreendido antes, mas nunca imaginei que fosse tão puta. Achava que ela era feliz no casamento e que nunca trairia o marido. Mas mesmo assim, não podia ser ela que tava com meu marido.
Subi as escadas em silêncio e espiei pela porta. Fiquei chocada, lá estava a Wendy pelada montando no meu marido. Não conseguia acreditar no que meus olhos viam e ia sair, mas decidi tirar umas fotos. Parecia que meu marido ainda tava de olhos vendados, então essas fotos iam ser um presente de aniversário do caralho. Que safada que eu sou.
Enquanto tirava as fotos, tava de frente pra Wendy, mas não tenho certeza se ela me viu. Acho que ela tava de olhos fechados e focada em outras coisas. Ela tava dando um passeio e tanto nele. Tenho que admitir que meu lado voyeur achou tudo muito excitante. A Wendy sempre foi muito discreta e eu nunca tinha reparado no corpo doce e firme dela, ela tem uma bunda de matar.
Por mais que eu quisesse participar, tinha convidadas lá embaixo e não queria deixar a Wendy envergonhada. Então desci na calma pra me juntar às outras e abri outra garrafa de vinho. Precisava de mais uma taça depois do que tinha acabado de testemunhar.
A Wendy desceu de novo com a gente. Ela parecia bem sem graça e tinha aquele olhar de quem acabou de dar uma trepada, que só eu percebi. Perguntei se ela tava bem e ela assentiu com a cabeça, tímida. Dei um sorriso caloroso pra ela e mais uma taça de vinho. Nunca mais a gente falou sobre o que rolou naquela noite.
Já meu marido nunca parou de falar daquela noite. Até dei pra ele umas fotos da Wendy montando nele de presente de aniversário.
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