Marta era enfermeira na plantão do hospital.
Paraguaia, morena, de 32 anos, casada sem filhos, não muito bonita e com peitos pequenos, mas umas pernas e uma bunda de novela e, segundo as más línguas de sempre, muito, mas muito puta, e o melhor de tudo pra mim: ela gostava de caras!!!
Eu acabava de fazer 21 anos e fui colega da Martita. Eu trabalhava à tarde e ela à noite. Mais de uma vez, com a desculpa de estar perto da faculdade, eu ficava no turno dela só pra ficar com ela e tentar pegá-la.
Óbvio que quem me pegou foi ela, e não custou nada pra mina.
O problema é que começamos a nos pegar em cada canto que podíamos, quando não tinha serviço, mas a mina não me deixava comer ela ali e também não aceitava ir pra um hotel depois do turno dela.
Só me deixava chupar a buceta dela, e ela tirava meu leite com a boca, uma mestra!!!
Mas eu queria comer ela, especialmente por aquela bunda enorme que ela tinha e que dava pra ver que era bem usada!!!
Martita me propôs que, se eu quisesse transar com ela, podíamos ir na casa dela!!!
De cara, fiquei surpreso com a proposta, já que sabia que ela era casada, mas ela insistia que com o marido tinha um acordo de poder ter amantes cada um do seu lado, e também se enfiavam em putaria com caras e/ou novinhos, e eles gostavam disso.
"Não seja cagão", ela me dizia, me apressando.
"Quer me fazer a bunda, né? Então, vamos pra minha casa, tranquilo, sem pressa, e você vai ver o que é a minha bundinha", e se cagava de rir.
Óbvio que, mais cedo ou mais tarde, minha tesão me fez aceitar a proposta com todo o cagaço do mundo, mas meu desejo por aquela bunda falou mais alto.
Num sábado de manhã, às 6h, quando terminou o turno dela, saímos do hospital rumo à casa dela.
Ela morava em Flores. O busão chegou em menos de meia hora, e lá estava eu, com minha tesão a mil e meu cagaço ainda maior.
Marta me disse e me garantiu que o marido dela, Eduardo, também paraguaio de 38 anos, estava em casa e sabia que eu ia, e que estava tudo bem, mas meus nervos não se acalmaram muito. com isso.
Pensei comigo: se a coisa esquentar, vazo na hora.
Mas também pensava: se rolar de comer ela, vou meter no cu dessa puta e o marido pegar ela pela buceta.
Minha cabeça era um caos, mas estranhamente meu pau se recusava a amolecer!!!
Finalmente entramos no prédio, elevador até o 4º andar. Apt C. Marta abriu a porta com a chave dela e entramos. Na sala, sentado tomando chimarrão, estava o marido.
De cueca. Cara alto, moreno de olhos verdes, peito peludo e um volume mais que interessante.
Pernas de jogador de futebol. Ele se levantou e quando Marta nos apresentou, apertou minha mão com um sorriso e me deu as boas-vindas à casa dele.
"Martu falou muito de você" disse sem soltar minha mão e me convidando a sentar.
"Você é mó gato" ele disse e perguntou quantos anos eu tinha?
Falei minha idade e Marta, que estava tirando a roupa até ficar só de fio dental, disse: "Sim, amor, te falei que era um novinho e viu que gostoso?"
Avisou que ia ao banheiro e foi.
Ficamos sozinhos Edu e eu. Ele me ofereceu um chimarrão e notou que quando Marta saiu, eu olhei pra aquele rabão enfiado na calcinha.
"Bunda boa, né?" disse rindo. "É melhor quando você mete tudo" completou e soltou a gargalhada.
"Então você estuda medicina?" perguntou.
Devolvi o chimarrão e respondi que sim, que estava no 3º ano.
"Ok, novinho" disse, "Marta te contou que a gente gosta de compartilhar sexo com convidados e também às vezes com convidadas, né?"
"Não tem problema nenhum nisso, nós dois gostamos de transar e se tiver educação, respeito e higiene, a gente se diverte pra caralho. Ok?"
Claro que disse que sim e comecei a relaxar. Tudo parecia estar bem.
"Já fez ménage?" quis saber Edu e quando respondi que não, o olhar dele brilhou. Os olhos claros dele se cravaram nos meus e, me oferecendo o segundo chimarrão, me convidou a ficar mais à vontade.
"Vai, tira a roupa que a Martita vai sair do banheiro e vai querer que a gente comece a gozar."
"Marta me disse que você é muito bom com a língua" disse e já organizou que, ao ir pra cama, eu chupasse a buceta dela enquanto ele chupava a pica dele.
Mas na cama, ele completou. Porque pra começar, a Martita gosta de amassar o convidado e se ajoelhar pra chupar as picas de nós dois. "Cê curtiu a ideia?", óbvio que falei sim!!!
Ok, neném, a gente vai se divertir pra caramba, parece, ele falou enquanto tirava a calcinha e mandava eu fazer o mesmo.
Na hora, pude ver o paraguaio peladão e com a pica já dura.
Aí meu tesão passou a perna nos meus "medinhos" de lavada.
O Edu tinha uma pica de respeito. Não tão comprida, mas bem grossa. Muito grossa, diria, pelo menos comparada com as que eu tinha visto até então na minha vida.
A cabeçuda dele tava babando e ele se tocava a pica e as bolas enquanto me olhava e me via encarar ele nos olhos e, sem conseguir evitar, descer o olhar até aquela pica linda.
O safado ria e de repente soltou: "Que lindo, neném, cê é um doce, Sweetie."
Eu congelei por um segundo. Na minha cabeça, uma tempestade de ideias. Uma imagem se enfiou na minha mente.
Eu ajoelhado e ele de pé enquanto eu devorava a pica dele e engolia todo aquele caldo de tesão que banhava a cabeçuda da pica dele.
Na hora, a imagem mudou: eu de bruços, ele por cima de mim, enfiando aquele pedaço inteiro no meu rabo enquanto eu gemia de dor e prazer.
O filme na minha cabecinha louca cortou porque a Martita entrou no quarto pelada. Me abraçou e me beijou de língua, apertando minha pica, e fez o Edu vir pra abraçar nós três enquanto ela distribuía a boca entre ele e eu.
Bem como o Edu tinha falado, a Marta de repente se ajoelhou e começou a chupar as picas da gente, um pouco em cada um.
O Eduardo incentivava: "Vai, putinha, chupa bem as picas da gente que hoje a gente vai te encher de carne e porra."
A Marta se agarrou na minha pica, acariciando minhas bolas. Fechei meus olhos e me deixei levar por aquela boca e língua experts.
Tava curtindo pra caralho e, além disso, minha cabeçuda voltou: a imagem de ser eu o ajoelhado e a pica do Edu na minha boca.
Os dedos da Marta começaram a roçar meu cu e, bem naquela hora, senti a mão do Edu acariciar minhas costas, chegando... até minha bunda.
Abri os olhos e ele tinha o rosto quase encostado no meu.
Ficou olhando meus lábios e, num segundo, a boca dele estava na minha e a língua dele se abriu caminho até entrar completamente na minha boca.
Marta chupava minha rola e lambia minhas bolas, e um dos dedos dela entrou só um pouquinho na minha bunda.
A situação era de um tesão do caralho.
Edu violentava minha boca com a língua dele. Apertava minhas bochechas com a mão, e eu estava tipo em transe, me deixando fazer e curtindo muito o momento.
Edu saiu da minha boca e, pegando minha mão, fez eu agarrar a rola enorme e dura dele.
"É um bebão lindo, amor", ele falou pra Marta, que respondeu: "te falei, pai", e tirando minha mão da rola do Edu, chupou ela inteira, depois se levantou e me beijou com o gosto das duas picas que tinha chupado.
"Vamos pra cama", disse Edu, e Marta e eu, obedientes, fomos pra lá... (continua)
Paraguaia, morena, de 32 anos, casada sem filhos, não muito bonita e com peitos pequenos, mas umas pernas e uma bunda de novela e, segundo as más línguas de sempre, muito, mas muito puta, e o melhor de tudo pra mim: ela gostava de caras!!!
Eu acabava de fazer 21 anos e fui colega da Martita. Eu trabalhava à tarde e ela à noite. Mais de uma vez, com a desculpa de estar perto da faculdade, eu ficava no turno dela só pra ficar com ela e tentar pegá-la.
Óbvio que quem me pegou foi ela, e não custou nada pra mina.
O problema é que começamos a nos pegar em cada canto que podíamos, quando não tinha serviço, mas a mina não me deixava comer ela ali e também não aceitava ir pra um hotel depois do turno dela.
Só me deixava chupar a buceta dela, e ela tirava meu leite com a boca, uma mestra!!!
Mas eu queria comer ela, especialmente por aquela bunda enorme que ela tinha e que dava pra ver que era bem usada!!!
Martita me propôs que, se eu quisesse transar com ela, podíamos ir na casa dela!!!
De cara, fiquei surpreso com a proposta, já que sabia que ela era casada, mas ela insistia que com o marido tinha um acordo de poder ter amantes cada um do seu lado, e também se enfiavam em putaria com caras e/ou novinhos, e eles gostavam disso.
"Não seja cagão", ela me dizia, me apressando.
"Quer me fazer a bunda, né? Então, vamos pra minha casa, tranquilo, sem pressa, e você vai ver o que é a minha bundinha", e se cagava de rir.
Óbvio que, mais cedo ou mais tarde, minha tesão me fez aceitar a proposta com todo o cagaço do mundo, mas meu desejo por aquela bunda falou mais alto.
Num sábado de manhã, às 6h, quando terminou o turno dela, saímos do hospital rumo à casa dela.
Ela morava em Flores. O busão chegou em menos de meia hora, e lá estava eu, com minha tesão a mil e meu cagaço ainda maior.
Marta me disse e me garantiu que o marido dela, Eduardo, também paraguaio de 38 anos, estava em casa e sabia que eu ia, e que estava tudo bem, mas meus nervos não se acalmaram muito. com isso.
Pensei comigo: se a coisa esquentar, vazo na hora.
Mas também pensava: se rolar de comer ela, vou meter no cu dessa puta e o marido pegar ela pela buceta.
Minha cabeça era um caos, mas estranhamente meu pau se recusava a amolecer!!!
Finalmente entramos no prédio, elevador até o 4º andar. Apt C. Marta abriu a porta com a chave dela e entramos. Na sala, sentado tomando chimarrão, estava o marido.
De cueca. Cara alto, moreno de olhos verdes, peito peludo e um volume mais que interessante.
Pernas de jogador de futebol. Ele se levantou e quando Marta nos apresentou, apertou minha mão com um sorriso e me deu as boas-vindas à casa dele.
"Martu falou muito de você" disse sem soltar minha mão e me convidando a sentar.
"Você é mó gato" ele disse e perguntou quantos anos eu tinha?
Falei minha idade e Marta, que estava tirando a roupa até ficar só de fio dental, disse: "Sim, amor, te falei que era um novinho e viu que gostoso?"
Avisou que ia ao banheiro e foi.
Ficamos sozinhos Edu e eu. Ele me ofereceu um chimarrão e notou que quando Marta saiu, eu olhei pra aquele rabão enfiado na calcinha.
"Bunda boa, né?" disse rindo. "É melhor quando você mete tudo" completou e soltou a gargalhada.
"Então você estuda medicina?" perguntou.
Devolvi o chimarrão e respondi que sim, que estava no 3º ano.
"Ok, novinho" disse, "Marta te contou que a gente gosta de compartilhar sexo com convidados e também às vezes com convidadas, né?"
"Não tem problema nenhum nisso, nós dois gostamos de transar e se tiver educação, respeito e higiene, a gente se diverte pra caralho. Ok?"
Claro que disse que sim e comecei a relaxar. Tudo parecia estar bem.
"Já fez ménage?" quis saber Edu e quando respondi que não, o olhar dele brilhou. Os olhos claros dele se cravaram nos meus e, me oferecendo o segundo chimarrão, me convidou a ficar mais à vontade.
"Vai, tira a roupa que a Martita vai sair do banheiro e vai querer que a gente comece a gozar."
"Marta me disse que você é muito bom com a língua" disse e já organizou que, ao ir pra cama, eu chupasse a buceta dela enquanto ele chupava a pica dele.
Mas na cama, ele completou. Porque pra começar, a Martita gosta de amassar o convidado e se ajoelhar pra chupar as picas de nós dois. "Cê curtiu a ideia?", óbvio que falei sim!!!
Ok, neném, a gente vai se divertir pra caramba, parece, ele falou enquanto tirava a calcinha e mandava eu fazer o mesmo.
Na hora, pude ver o paraguaio peladão e com a pica já dura.
Aí meu tesão passou a perna nos meus "medinhos" de lavada.
O Edu tinha uma pica de respeito. Não tão comprida, mas bem grossa. Muito grossa, diria, pelo menos comparada com as que eu tinha visto até então na minha vida.
A cabeçuda dele tava babando e ele se tocava a pica e as bolas enquanto me olhava e me via encarar ele nos olhos e, sem conseguir evitar, descer o olhar até aquela pica linda.
O safado ria e de repente soltou: "Que lindo, neném, cê é um doce, Sweetie."
Eu congelei por um segundo. Na minha cabeça, uma tempestade de ideias. Uma imagem se enfiou na minha mente.
Eu ajoelhado e ele de pé enquanto eu devorava a pica dele e engolia todo aquele caldo de tesão que banhava a cabeçuda da pica dele.
Na hora, a imagem mudou: eu de bruços, ele por cima de mim, enfiando aquele pedaço inteiro no meu rabo enquanto eu gemia de dor e prazer.
O filme na minha cabecinha louca cortou porque a Martita entrou no quarto pelada. Me abraçou e me beijou de língua, apertando minha pica, e fez o Edu vir pra abraçar nós três enquanto ela distribuía a boca entre ele e eu.
Bem como o Edu tinha falado, a Marta de repente se ajoelhou e começou a chupar as picas da gente, um pouco em cada um.
O Eduardo incentivava: "Vai, putinha, chupa bem as picas da gente que hoje a gente vai te encher de carne e porra."
A Marta se agarrou na minha pica, acariciando minhas bolas. Fechei meus olhos e me deixei levar por aquela boca e língua experts.
Tava curtindo pra caralho e, além disso, minha cabeçuda voltou: a imagem de ser eu o ajoelhado e a pica do Edu na minha boca.
Os dedos da Marta começaram a roçar meu cu e, bem naquela hora, senti a mão do Edu acariciar minhas costas, chegando... até minha bunda.
Abri os olhos e ele tinha o rosto quase encostado no meu.
Ficou olhando meus lábios e, num segundo, a boca dele estava na minha e a língua dele se abriu caminho até entrar completamente na minha boca.
Marta chupava minha rola e lambia minhas bolas, e um dos dedos dela entrou só um pouquinho na minha bunda.
A situação era de um tesão do caralho.
Edu violentava minha boca com a língua dele. Apertava minhas bochechas com a mão, e eu estava tipo em transe, me deixando fazer e curtindo muito o momento.
Edu saiu da minha boca e, pegando minha mão, fez eu agarrar a rola enorme e dura dele.
"É um bebão lindo, amor", ele falou pra Marta, que respondeu: "te falei, pai", e tirando minha mão da rola do Edu, chupou ela inteira, depois se levantou e me beijou com o gosto das duas picas que tinha chupado.
"Vamos pra cama", disse Edu, e Marta e eu, obedientes, fomos pra lá... (continua)
3 comentários - Marta e Eduardo. Primeiro ménage.