Testemunhei uma transa no casamento

Eu não conhecia ninguém e minha esposa só conhecia a garota que estava se casando, então nos colocaram numa mesa com outras pessoas na mesma situação que a gente, ou seja, ninguém se conhecia. Além de não conhecê-los, todos que estavam conosco não tinham muita vibe, então nos momentos de dança e curtição cada um fazia a sua.

Depois do jantar, brindes, valsa e todas aquelas formalidades de casamento, a festa de verdade começou. As luzes foram abaixadas e todo mundo foi pra pista dançar. Como eu já tinha dito, todo mundo estava muito solto, principalmente os mais velhos, que dançavam junto com os jovens qualquer estilo, reggaeton, rock, tanto faz, eles não estavam nem aí.

Mica naquela noite estava usando um top prateado, que mesmo sem ter peitões enormes, ela ainda arrasava, e uma saia longa num tom pastel, bem justinha no quadril que fazia o bumbum dela se destacar de um jeito incrível, somado aos sapatos que levantavam a raba, era realmente uma loucura.

Como em todo bom casamento que se preze, em um momento começou a circular o "trenzinho carioca". Embora na hora não tenha me parecido relevante, quando o trenzinho estava passando na nossa frente e antes de entrarmos, um velho pegou minha esposa pela cintura e a puxou para a fila. Eu fiquei para trás, mas entrei sem dar muita importância para o assunto. Como sempre acontece, alguém dá uma freada brusca e é inevitável algum esbarrão em quem está na frente, especialmente se houver uma moça bonita. No meu caso, tinha à minha frente uma senhora de uns 50 anos, que não estava nada mal, mas não dava para encostar nela. Porém, depois de algumas freadas e vendo que a senhora parecia empinar a bunda de propósito, dei uns esfregões, afinal era para se divertir um pouco.

A coisa rolou sem mais nem menos, e eu voltei a encontrar a Mica, que já notei um pouco estranha, mas também não parecia nada exagerado. Sugeri a gente sentar um pouco, mas ela queria continuar dançando, então fiz companhia e ficamos na pista. A bebida corria solta, cerveja, drinks, champanhe, tinha de tudo e em grande quantidade, era só pedir pra um garçom levar na mesa o que você queria ou então ir no balcão como se fosse um buteco.

A música não parava um minuto e a dança também não, e como a Mica não queria ir se sentar, fui até o bar pedir champanhe. Como só serviam por taças, fui algumas vezes "recarregar", e em uma dessas idas e vindas vejo que a Mica tinha se integrado a um grupo de homens que estavam ao nosso lado.
Quando cheguei, ela se separou daquele grupo e voltamos a dançar juntos, mas de vez em quando, entre uma dança e outra, a coisa se misturava um pouco e algum deles acabava dançando conosco, digamos, e fazendo alguma "sacanagem", porque passos de dança não eram, e principalmente mirava na minha esposa, que muito gostosa seguia a onda deles.

Passa um tempo e já sem bebidas de novo, fui até o bar buscar mais. Naquele momento tinham começado as cumbias retrô e o povo parecia mais descontrolado que antes, então foi bem mais difícil chegar até o bar sem trombar em ninguém e ainda mais voltar com os copos cheios. Quando estava chegando com minha esposa, vi ela dançando, mas não com o grupo de homens, e sim com um em particular que estava naquele grupo. Era com um cara de mais de 60 anos que ficava se fazendo de pistola o tempo todo (era bem insuportável pro meu gosto) e pra falar a verdade, ele também não era muito bem cuidado. Estava um pouco acima do peso, não vestia nada na moda, e não era muito atraente também, sempre lembrando que hoje tem muitos homens ou mulheres que se cuidam e estão na moda, os típicos pende-velhos, coisa que ele claramente não era.

Fingi que não vi nada e fiquei olhando de longe, misturado na multidão que passava. Em poucos segundos observando, percebi que aquele cara era o mesmo que tinha agarrado ela no trem, e que provavelmente ficou se esfregando ou apalpando ela o caminho todo — por isso ela estava estranha depois. E confirmei minhas suspeitas de que ela deixava ele chegar perto, com certeza. Entre uma volta e outra da dança, quando ela ficava de costas pra ele, rolavam umas esfregadas tremendas. Digo "rolavam" porque não era só o cara que procurava o contato: minha esposa, com a clara intenção de sentir o volume dele, empinava a bunda e demorava as voltas da dança.

A safada da minha esposa tava dando mole pra um cara sem se importar com nada e parecia que tava adorando. As mãos do cara já tavam ficando cada vez mais soltas e ele dava uma apalpada na bunda dela de vez em quando, e minha esposa, longe de ficar brava, parecia não só permitir como ainda incentivava ele a continuar tocando.
Já tinha passado um tempão, então eu tinha que voltar ou iam desconfiar, achei, embora parecesse que nem tinham percebido o tempo ou nem ligavam se eu voltava ou não. Mesmo assim, apareci com as duas taças de champanhe e eles, logicamente, pararam de dançar.
O cara me olhou e disse: "É toda sua, só distraí ela um pouco pra não ficar sozinha". Eu fiz um sinal de "ok" e voltei a dançar com a Mica. Com as bebidas, ficava meio complicado dançar, além de que estávamos todos muito colados nas outras pessoas, então falei pra minha esposa que ia sentar um pouco, que tava cansado, achando que ela ia me seguir, mas não foi assim.
Enquanto fazia um pouco de "puchero", ela me disse que queria continuar dançando, que eu ficasse, mas diante da minha recusa, ela disse para eu ir sentar, que ela dançava sozinha ou com Atilio (que era o velho com quem ela dançava antes) se eu não me importasse.

Eu até duvidei um pouco, mas falei pra ela fazer o que quisesse, que eu ia sentar um pouco e depois voltava a dançar com ela de novo. Já na mesa, pedi uma garrafa de champanhe ao garçom e fiquei olhando pra pista. De vez em quando abria um espaço e eu via a Mica dançando com o velho, e mesmo não conseguindo ver muito bem pela posição, toda vez que eu via alguma coisa, o cara estava segurando ela ou então minha esposa estava se esfregando nele tipo puta. Entre a bebedeira que eu tava e a desfaçatez da minha esposa de dançar com aquele cara, comecei a ficar um pouco excitado, então decidi ficar sentado e continuar só olhando.

Depois de um bom tempo observando como aquele cara estava curtindo o bumbum macio da minha esposa, vejo que eles se separam, ela diz algo pra ele e depois vem até a mesa onde eu estava. Ela me perguntou se eu estava bem, se eu queria dançar, e diante da minha recusa em voltar pra pista, ela disse que ia ao banheiro. Pegou a bolsa e foi. Os banheiros ficavam atrás da pista, então perdi ela de vista rapidinho e, poucos segundos depois que minha esposa passou, Atilio foi na mesma direção. Conhecendo bem minha esposa, eu sabia que tinha alguma coisa rolando, a dúvida era se era só uma provocação dela ou se ela queria ir além, embora essa última opção não fosse simples, já que o lugar não era propício pra nada mais sério, então decidi esperar.

Passaram mais de 20 minutos e como nem a Mica nem o velho voltavam, me levantei e fui dar uma olhada pelo lugar, contornando a pista pra que não vissem que eu estava rastreando eles. Não conseguia encontrá-los até que, estando perto do bar, finalmente os vi. Os dois estavam tomando champanhe e conversando no ouvido. Não sei o que estavam dizendo, mas minha mulher de vez em quando ria e o cara estava com a mão na cintura dela, acariciando-a lentamente.

O cara ficava encarando ela e, quando ela falava alguma coisa, ele mordia os lábios. Era óbvio que ele estava com um tesão da porra e que a putinha da Mica estava deixando ele maluco. Em um desses comentários, que com certeza eram picantes, o cara descaradamente baixou a mão e deu um belo aperto na bunda da minha esposa, que não só não fez nada pra tirar a mão dele, como ainda deu uns tapinhas no rosto do cara — o que eu interpretei como se ela estivesse dizendo "calma aí".
Depois daquela apertada que ele deu, o velho não tirou a mão da bunda da minha esposa, embora não estivesse apertando as nádegas, a mão estava completamente apoiada e ela, num ataque de pudor, ou sei lá o quê, a afastou de novo para a cintura dela.

Trocaram mais algumas palavras e minha esposa pegou o celular e começou a digitar. Alguns segundos depois, chegou uma mensagem:
Mica: amor, cadê você? ainda tá na mesa?
Eu: Não. Tô vendo como você deixa aquele velho pegar na sua bunda...
Mica: sério?!?!?! Onde você tá?

Ela começou a olhar disfarçadamente para todos os lados pra ver se me via, mas eu tava bem camuflado no meio da galera.

Eu: não importa onde eu esteja, não fica olhando pra todo lado. O que você quer?
Mica: Nada, só queria saber o que você tava fazendo, não posso?
Eu: Sim, mas eu te conheço, você quer alguma coisa.
Mica: kkkkkkk... eu também te conheço, amor... você gostou de ver o Atilio apertando minha bunda?
Eu: Tocar?!?!!? Ele te deu uma apertada de amor no rabo daquelas, isso não é tocar.
Mica: jaaaaaaaaaaa.... e você gostou?
Eu: você me conhece, não faça perguntas idiotas... vai me dizer o que você quer?
Mica: você já sabe o que eu quero.
Eu: Beleza, quer dar uma saída pra outro lugar? O que você achou?
Mica: não não, não podemos sair da festa. Além disso, acho que o Atilio não curte muito a ideia de você olhar ou participar, ele é mais quadrado mesmo.
Eu: Então, é isso? Vai me deixar de fora de tudo?
Mica: naaaaaaao, sabe que o que eu gosto é de você estar aqui, mas me veio uma ideia, vamos ver o que você acha, você que pensa melhor nas coisas.
Eu: Vamos ver, me conta o que você tá querendo.
Mica: Ela tava falando de ir no estacionamento e fazer na frente do nosso carro, com você quietinho lá dentro, já que é polarizado e não dá pra ver nada de noite. O que você acha?
Eu: kkkkkkk me fode, você pensou nisso?
Mica: Por que não? Eu não posso ter boas ideias?
Eu: Se você puder, e geralmente quando você quer dar, você é uma puta muito engenhosa! hahaha
Mica: Pô, pô, mais respeito!! Então você curtiu a ideia?
Eu: sim, mas antes eu quero ver como o seu amiguinho novo te apalpa um pouco a bunda.
Mica: que?!?!?! para, vão nos ver, além disso eu não disse pra ele me tocar assim, ele se mandou sozinho. Não vou ficar pedindo pra ele me pegar na bunda assim do nada, não dá...
Eu: Bom, sei lá, convence ele de algum jeito. Se quiser que eu vá pro carro, pelo menos mais 2 apertadas na bunda, senão não vou e apareço agora no bar, pensa aí.
Mica: Nossa, cara!!! Olha só como você é pervertido hahaha.
Eu: se eu te comer. Topa ou não?
Mica: CLARO QUE SIM!

Ela fechou o chat, guardou o telefone de novo e voltou a conversar com Atílio, que já estava um pouco nervoso de vê-la mandando mensagens. Não sei o que eles falavam, mas dava pra ver que o velho estava se soltando outra vez. Em pouco tempo, a mão de Atílio estava na cintura da minha esposa de novo, e daí pro primeiro aperto de bunda não demorou muito. Eles continuaram na deles por mais um tempo e a Mica mexia o quadril suavemente no ritmo da música, o cara disse algo e ela baixou uma mão e acho que tocou na virilha dele (pela posição não dava pra confirmar, mas quase não tinha dúvidas). Eles estavam se pegando na frente de todo mundo, e mesmo que a maioria estivesse na sua, alguém com certeza viu a cena, principalmente o segundo aperto de bunda que o velho deu na minha esposa, porque o safado agarrou com as duas mãos dessa vez e esfregou com vontade.

Decidi cumprir minha palavra e fui até o estacionamento. O salão era num clube, então tinha um estacionamento improvisado no meio do campo e com pouca luz, e era bem longe do salão, por isso não tinha ninguém por perto e nosso carro estava quase no fundo desse estacionamento improvisado.
Entrei no carro, abaixei um centímetro os vidros da frente pra dar pra ouvir o que acontecia lá fora, mas sem deixar ver pra dentro, sentei no banco de trás e mandei uma mensagem pra Mica dizendo que já estava no carro. Ela leu, mas não me respondeu nada, e uns 5 minutos depois ouvi um murmúrio atrás do carro.
Virei bem devagar pra não balançar o carro e o cara perceber, e vi os dois. Minha esposa estava de costas pro carro e, enquanto se beijavam com o velho, ele estava dando uma amassada na bunda dela impressionante. Já estava dando um apalpão violento, enquanto tentava levantar a saia da Mica, mas como era bem comprida, nunca chegava a deixar a bunda dela totalmente exposta.

Ela, num instante, o segurou e disse para se aproximarem do carro, para irem para um dos lados que estava mais coberto. O velho acho que nem pensou em nada, só obedeceu ao que ela dizia e agora sim se posicionaram num dos lados e mais perto do carro, o que fazia com que eu pudesse ver e ouvir tudo melhor.

O velho logo se atirou de novo sobre minha esposa e começou a beijá-la e apalpá-la, não só a bunda da Mica era desesperadamente tocada, mas todo o seu corpo, os peitos, a buceta e obviamente o cu. Ela também fazia a parte dela e apalpava bastante o velho, principalmente o pau. Dava pra ouvir os dois gemendo, estavam muito excitados, e agora sim eu ouvia as conversas. O cara dizia pra ela "Que gostosa você está, moça" "que vontade de te comer todinha" "vou te fazer ser minha" e minha esposa respondia que sim pra tudo, inclusive dizia "quero que você me coma, buceta" "faz o que quiser comigo, sou sua" e o cara ficava ainda mais excitado, até que entrou no jogo perverso da Mica e disse "a neném quer chupar o pau do papai?" Não sei que cara a Mica fez porque ela estava de costas, mas o cara logo disse "que carinha de putinha, neném, vai lá, chupa ele todinho" e agarrando-a, a fez ficar de cócoras na frente dele.

Sem que o cara fizesse praticamente nada, minha esposa baixou o zíper da calça dele, tirou o pau já duro do Atilio e começou a chupar com uma vontade tremenda. O velho gemeu que nem porco e a única coisa que fazia era segurar a cabeça da minha esposa pra não cair ou pra enfiar tudo na boca dela. Ele não devia ter um pau grande porque ela conseguia engolir todinho sem problemas. Ela continuou chupando o cara por um tempo, e só tirava o pau da boca pra falar umas coisas tipo "gostou, papai?" "gosta do jeito que a neném chupa?". O velho só gemida e respondia que sim, tava perdido na boca da minha esposa.

Num instante ela parou de chupá-lo e ainda agachada, com o pau do velho na mão, disse: "Quero que me coma, papai". O cara não disse nada, só ajudou ela a se levantar, transou com ela por alguns segundos, a virou fazendo com que ficasse de frente para o carro e começou a levantar desesperadamente sua saia.
Agora sim, nessa posição ele pôde observar por completo a bunda nua da minha esposa, coberta apenas por uma calcinha fio dental minúscula. Imediatamente ele mergulhou para chupar e morder sua bunda desesperadamente, enquanto quase gritava "que rabão gostosa". Ela, continuando com seu lado safado, dizia "gosta da minha raba, papi? É toda sua se quiser".
O cara ficava cada vez mais doido, não sei se pelas frases da minha esposa ou pela bunda que ele estava comendo.

Eu, por minha parte, já estava com o pau na mão, embora isso pouco importasse, e a Mica, que sabia que eu estava no banco de trás, olhava pelo vidro e fazia caras de tesão pra mim, fechava os olhos ou mordia os lábios, num claro sinal de tesão e prazer.
De dentro do carro dava pra sentir a tesão que tava rolando lá fora, dava pra ver que ninguém aguentava mais, principalmente a Mica, ela precisava ser penetrada urgentemente e deixou isso bem claro. "Me come, papi, quero teu pau" ela disse. O velho se levantou e sem tirar os olhos da bunda da minha esposa nem por um segundo, desabotoou a calça e deixou cair no chão, puxou rápido a calcinha da minha esposa, agarrou o pau e com uma cara de totalmente descontrolado meteu de uma vez e soltou um gemido longo enquanto se agarrava nos quadris dela.

Pela cara da Mica eu percebi que o cara não tinha um pau muito grande, devia ser mais pra pequeno mesmo, porque ela sentiu a enfiada mas não muito. Mesmo assim ela tava curtindo e dava pra ver na cara dela, não tava interessada num pau enorme, o que tava esquentando ela era o tesão da situação. Ela tava incentivando o velho e falava "ahhh siiii papi me come todinha" "eu adoro seu pau papi me dá forte" e o cara entre gemidos falava "toma gata toma".

Eu tinha um close do rosto da minha esposa, que entre uma enfiada e outra do velho se movia pra trás e pra frente. A cara de puta que ela tava fazendo naquela hora era demais, chegou até a lamber o vidro (acho que tava fingindo que era eu ou algo assim).
O velho continuou naquela, metendo com força e chamando ela de "girl", "slut" e outras coisas, até que a Mica fez ele pirar de vez. Com uma voz de puta incrível, ela disse: "mete na minha bunda, papi".
O cara parou completamente as investidas na minha esposa e começou a dizer "quer que eu te arrombe o cu, gata?" Ela com aquela mesma voz de puta falou "sim, papi, arromba meu cuzinho". O cara se ajeitou pra enfiar no cu dela, mas ela disse "primeiro dá uns beijinhos, papi, senão sua rola vai me machucar", e enquanto falava isso pro cara, ela me olhava rindo e com cara de puta.

O velho obedeceu e se abaixou para lamber o cu dela. Durante esse tempo, ela continuou me encarando através do vidro e rindo, até que o interrompeu e disse: "Chega, papai, mete na minha bunda pequena". Eu pensei que o cara ia satisfazê-la e ia penetrá-la ali mesmo, mas não, ele agarrou o cabelo dela, puxou-a para perto e disse: "Não, não, vou arrombar seu cu, então me peça para arrombar seu cu, gata". Ela gostou daquele jogo e atendeu ao pedido do velho: "mmmmm siiiiii, arromba meu cu, gostoso!!! Enfia todo o pau na minha bunda, por favor". O velho empurrou-a contra o carro novamente, fazendo com que ela ficasse com o rosto apoiado no vidro, e enquanto continuava segurando seu cabelo com uma mão, com a outra posicionou o pau no ânus da minha esposa, deixou cair um pouco de saliva e perguntou: "Então, o que você queria, gata?"... Ela, quase suplicando, respondeu: "Quero que você arrombe meu cu, gostoso, faça de mim sua putinha".
A expressão de felicidade do velho pelas palavras da minha esposa acompanhou o percurso do pau dele entrando no cu da Mica, que só suspirava e pedia mais. Com o pau todo bem enterrado no cu da minha mulher, ele começou a dar bombadas profundas e violentas, sempre acompanhadas de puxões de cabelo, como se estivesse dominando ela ao seu gosto. O cara metia com vontade e ficava o tempo todo perguntando: "Você gosta, gostosa? Gosta do meu pau no seu cu?" Ela quase gritava que "sim", e o cara continuava metendo cada vez com mais tesão. Tive a impressão de que o cara estava quase gozando, e encher o cu da minha esposa de porra era uma oportunidade que ele não ia perder, mas num segundo a coisa mudou, e pra pior (pelo menos por um tempo).

Como eu estava dizendo, dava pra ver que os dois estavam chegando no clímax até que uma luz apareceu e um grito ecoou: "O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO AÍ!" Tanto a Mica quanto o velho ficaram congelados, e devo dizer que eu também. A alguns metros, um segurança do clube estava apontando uma lanterna pra minha esposa e seu amante momentâneo, ainda com o pau enfiado na bunda dela.
Mica virou o rosto na hora, pra não ser vista pelo cara da lanterna, e o velho demorou uns segundos pra reagir e gritar pra quem tinha aparecido: "Para, apaga essa lanterna!!

O cara que tinha acabado de chegar obedeceu e desligou a lanterna. Aí pude ver direito, era um dos seguranças da entrada do clube, um cara de uns 45 anos meio baixinho, e enquanto minha esposa se levantava e, por isso, tirava o pau do velho da sua bunda, ela abaixou a saia e ficou quase de costas pro segurança pra ele não ver. Acho que ela ficou com vergonha da situação porque não fez nada, só ficou parada escondendo o rosto e sem dizer nada.

O velho tentando subir as calças dizia ao guarda que já iam embora, mas o guarda continuava parado ali firme e dizia pra eles irem embora. O velho não se conformava muito em deixar tudo assim, não tinha conseguido gozar e insistia com o guarda que em 5 minutos iam embora, que por favor fosse embora, mas o guarda não se mexia, estava firme com a intenção de cortar a trepada. Foi nesse momento que rolou uma conversa entre Atílio e o guarda enquanto minha esposa continuava de costas pra eles tapando o rosto, e eu obviamente quieto sem me mexer pensando na confusão que ia dar.
A conversa foi assim:
Atilio: olha, magrelo, me dá só 5 minutos, nada mais.
Guarda: não, senhor, vocês precisam se retirar agora.
Atilio: calma, mano, eu só pedi 5 minutos, nada mais.
Guarda: Senhor, tem gente pra todo lado, se posiciona aí.
Atilio: (tirou a carteira e ofereceu dinheiro ao guarda) pega aí, me dá 5 minutinhos.
Guarda: Não posso, senhor, não me envolva nisso. Tem gente tirando os carros, se me virem, eu sou demitido. Ajeitem a roupa e vão pra outro lugar, tem um hotel aqui perto.
Atilio: não dá, mano, sério... 5 minutos eu te peço, só isso
Guarda: não, senhor, se retire...

O guarda não disse mais nada, só ficou fazendo sinais para que ele fosse embora e Atilio estava cada vez mais desesperado tentando convencê-lo, até que o guarda, meio cansado da discussão e num tom debochado, disse: "Cara, pelo amor de Deus, né...
Foi aí que o Atilio perdeu a cabeça, chegou perto da minha esposa que ainda estava de costas e, olhando furioso pro guarda, agarrou a bunda dela e disse: "É, homem grande... sabe faz quanto tempo que não como uma coisa dessas?!?! E você ainda corta meu barato! Para de frescura, qualé, o que você quer?!?!".

O guarda ficou sem reação por alguns segundos, e gaguejando disse "por favor senhor, não me faça isso". Isso foi o estopim para que Atilio percebesse que o guarda estava cedendo na sua postura e ele ainda tinha uma chance de terminar o sexo.
Imediatamente ele levantou completamente a saia da minha esposa, que continuava imóvel (não sei se ainda estava assustada ou o quê), e enquanto abria as nádegas dela, mostrando ao guarda, ele dizia: "Olha o que é isso, amigo, sabe há quantos anos não tenho uma coisa dessas? Para de frescura, 5 minutos eu te peço, só 5 malditos minutos, nada mais que isso".

O guarda agora estava totalmente imóvel e indeciso, não dizia nada e a única coisa que fazia era olhar para trás pra ver se vinha alguém. Atilio dobrou a aposta, disse pra minha esposa "abaixa um pouquinho, gata" — o que ela fez, ficando com as costas arqueadas e empinando a bunda na posição. O guarda não tirava os olhos da bunda da minha esposa e Atilio jogou sua última carta. Já com um tom mais tranquilo e mais pra lado de descolado, ele disse ao guarda "vem cá, chega mais, olha que rabo é esse, meu". O guarda lentamente se aproximou até ficar a menos de um metro da bunda da minha esposa e eles voltaram a conversar:
Atilio: qual é o seu nome, mano?
Guarda: Martín
Atilio: escuta bem, Martín, a moça é casada, o marido tá na festa, por isso não posso ir pra outro lugar, senão eu faria com gosto, então é a única que me resta e não vou deixar passar a oportunidade.
(o guarda não falava nada, só ficava encarando a bunda da minha esposa)
Atilio: olha só, Martincito, vou te falar a verdade, eu tava metendo nela, olha que não tô mentindo (ele abriu as nádegas da Mica mostrando como o cu dela estava dilatado), e quero terminar o que comecei, se quiser vai embora e chama a polícia ou quem você quiser, ou fica aí e assiste, não tô nem aí, vou continuar mais 5 minutos gostando ou não.

Por alguns segundos, um silêncio se fez que pareceu durar horas, até que Mica se levantou, virou-se e, ficando a poucos centímetros do guarda, disse: "abaixa a calça". O guarda ficou ainda mais sem reação, não sabia o que responder e a única coisa que conseguiu dizer foi: "o quê?!?!
Mica, já bem mais solta, olhou para a virilha do guarda e, encarando firme o volume, disse: "Você tá durão, desce aí as calças que eu te chupo".
O cara ainda estava hesitante, não entendia nada, foi lá cortar o barato deles e agora estavam oferecendo um boquete pra ele. Olhou pros lados como dando aprovação, embora não tenha dito nem feito nada. A Mica apoiou a mão suave no peito dele e empurrou devagar até nosso carro. O guarda ficou com as costas apoiadas no vidro do motorista, e minha esposa lentamente desceu uma mão e começou a tocar no pau do guarda por cima da calça.

Olhei para Atilio e ele já estava com o pau na mão de novo, se masturbando um pouco para fazê-lo parar de novo. Mica, com muita sensualidade, agachou-se, desabotoou a calça do guarda e deixou o pau do cara sair totalmente duro. Quase imediatamente, ela começou a chupá-lo com vontade e o guarda foi relaxando.
Atilio se aproximou e ofereceu o pau dele para minha esposa chupar também, o que ela fez. Ele alternava um tempo com cada uma, e embora eu não visse o rosto dos caras pela posição em que estavam, ouvia Atilio dizer ao guarda "vê essa gostosa, Martincito, chupa como uma deusa". O outro só dizia que sim entre gemidos, estava ganhando um boquete incrível só por estar no lugar certo na hora certa.

Atilio parou o duplo boquete e disse com arrogância para minha esposa: "Levanta, gata, que eu quero comer seu cú". Mica se levantou, ergueu a saia novamente com a ajuda de Atilio e ficou em pé de pernas abertas, segurando a saia na cintura.
O velho se posicionou atrás, empurrou a nuca dela fazendo com que arqueasse as costas e voltasse a chupar o pau do guarda, apoiou o pau no ânus da minha esposa e, quando terminou de dizer "que rabão", enfiou até o fundo.
Mica soltou um gemido de prazer e alívio, mas não podia falar muito porque tinha o pau do guarda na boca.

Ao contrário do que eu pensava que ia acontecer, o Atílio não a penetrava freneticamente pra gozar rápido e acabar logo, mas sim se dedicava a curtir o cu da minha esposa como se tivesse todo o tempo do mundo pra isso.
Enfiava o pau todinho e tirava todinho também, dava uns tapas na bunda, esticava pra tocar no clitóris, fazia de tudo com ela, fazia ela gozar digamos, até chegou a penetrar um tempo no cu e depois mudar pra buceta, pra voltar depois pro cu. Isso deixava a Mica louca e ela gemía que nem uma puta descontrolada.

Num momento, Mica pediu para parar e, embora Atílio não entendesse o que estava acontecendo, ele freou e tirou o pau do cu da minha esposa. Ela olhou para o guarda e perguntou: "Você me segura se eu subir em cima de você?" O cara, sem entender direito, disse que sim. Mica o afastou um pouco do nosso carro, pediu a Atílio que segurasse sua saia e deu um pulo para, digamos, escalar o guarda. Ela passou as pernas por trás das costas dele e disse para ele se apoiar no carro, se quisesse. O cara obedeceu e, já apoiados, minha esposa pediu que ele a "abaixasse" um pouco. Isso implicava algo óbvio: a buceta da minha esposa acabou sendo penetrada pelo guarda.

Acho que nenhum dos dois esperava por isso, porque ficaram quase sem se mexer ou dizer nada. A Mica "ordenou" ao guarda que subisse e descesse lentamente, e bem, logicamente começaram a transar, agora sim o guarda entendeu como a coisa funcionava, embora o Atilio parecesse que não.
Depois de "pular" por um ou dois minutos na pica do guarda, minha esposa virou a cabeça e disse ao Atilio: "E você, o que tá esperando? Enfia no meu cu, vai...

O velho soltou uma gargalhada e disse "não acredito... não acredito!!!!" Ele se aproximou e, meio desajeitado, começou a tentar enfiar no cu da minha esposa para fazer uma dupla penetração. Como o guarda se mexia um pouco, o Atilio teve dificuldade para acertar o buraco direito, até que finalmente conseguiu enterrar no cu da Mica.
Ela agarrada com os pés e braços no guarda soltou um gemido enorme e falou totalmente fora de si "me peguem me peguemmm", e assim fizeram.

Embora não estivessem muito coordenados, dava pra ver que os três estavam se divertindo. Depois de alguns minutos, Atilio virou a cabeça da minha esposa e começou a meter nela, ficando quase completamente parado com o pau todo enfiado na bunda dela. Obviamente estava enchendo o cu dela de porra, e ela sentia porque gemía entre um beijo e outro.

Já gozado, Atílio saiu do lugar e Mica começou a "incentivar" o guarda para ele também gozar, mas o cara disse que estava desconfortável, que queria ela de quatro se possível.
Ela desceu e disse que de quatro não, porque ia sujar a saia, que contra o carro sim, se ele quisesse, e se apoiou de novo na janela onde eu estava.
O guarda não recusou, se posicionou atrás e antes de pegá-la perguntou se podia entrar "por ali". Mica virou a cabeça e disse: "Por ali onde? Pelo cu você quer dizer?" O cara fez que sim timidamente com a cabeça e Atilio disse: "Mas é claro, cara, você merece, né gata?". Mica rindo disse: "Por onde você quiser, Martín, sem você não teríamos conseguido nada".

Martincito não teve dúvidas e começou a meter com vontade na minha esposa, enquanto Mica olhava pelo vidro e se excitava, dizendo ao guarda: "mmm isso, senhor guardia, me arromba o cu, por favor" "enche meu cu de porra, Martín, porque meu marido não faz isso". Não sei se os outros gostavam ou não, mas eu e ela, que estávamos nos olhando pelo vidro, ficávamos loucos.
Mica continuava com aquelas frases de que o marido "não arrombava o cu dela" e, para fazê-la calar a boca, Atilio se aproximou, agarrou-a pelo cabelo e a obrigou a chupar o pau dele, já mole, diga-se de passagem, e dizia: "Cala a boca, puta, limpa meu pau, vai".

Mal tinham se passado 3 minutos quando o guarda agarrou firme as nádegas da minha esposa e começou a meter no cu dela pela segunda vez. Já bem aliviado, ele tirou o pau, suspirou e olhando pra bunda dela (que com certeza devia estar aberta e escorrendo porra) deu uns tapas estilo chicotadas, uma palmada na bunda, agradeceu pela foda e disse "em 2 minutos quero vocês na sala". Ajeitou a roupa e foi embora.

Mica se sentou e perguntou ao Atilio se ele tinha um guardanapo ou lenço, ao que ele perguntou para quê. Ela disse que era para limpar a bunda, e ele, rindo, falou: "Não, gata, fica assim escorrendo porra, pra você se lembrar de mim enquanto a gente dança mais um pouco".
Ela, um pouco atordoada, não teve escolha a não ser aceitar ficar assim, com porra escorrendo do cu, e enquanto se acomodava, disse a Atilio:
Mica: e meu fio-dental, cadê?
Atilio: vou levar de lembrança, gata, ou você vai me negar depois que eu arrebentei essa raba direitinho?
Mica: kkkkk você é foda, papi, quem diria...
Atilio: não tão terrível quanto você, gata. Vai, se acomoda aí que o corno deve estar te procurando.
Mica: Você acha? Imagina se ele me ver cheia de porra, o que ele vai dizer...
Atilio: Com certeza ele gosta, vi cara de corno assim que chegaram.
Mica: assim que chegamos? Na festa você diz? Não reparou logo de cara?
Atilio: Sim, sim, você, gata, essa raba chamou a atenção de todo mundo. Vamos logo, senão o Martinzinho vai aparecer querendo outra foda.

Eu, que com essa conversa já estava na terceira masturbação, vi enquanto eles iam tranquilos para o salão. Esperei alguns minutos e recebi uma mensagem da Mica me dizendo para ir para o salão. Fiz isso e assim que entrei já os vi tomando champanhe e dançando de novo. Me aproximei e perguntei a ela onde estava, ao que ela respondeu que tinha saído para tomar ar porque estava tonta e que o Atilio gentilmente fez companhia a ela. E o grande filho da puta do velho me disse, se fazendo de espertinho: "Tranquilo, cara, eu cuidei muito bem dela, sua esposa é uma gostosinha muito boa".

Enquanto eu continuei dançando com a Mica, de vez em quando o Atilio aparecia e começava a dançar com a gente, e perguntava pra minha esposa se ela estava se sentindo bem. Segundo ela me contou depois, ela respondia no ouvido dele que ainda sentia a porra dele dentro do cu, e o velho falava que de vez em quando ia no banheiro cheirar a calcinha dela e que queria comer o cu dela no banheiro, mas ela dizia que não.
Quando a festa acabou e estávamos voltando pra casa, a Mica ficou o caminho todo me chupando, enquanto eu tava tocando ela e enfiando dedos no cu dela, que ainda estava um pouco aberto e totalmente lubrificado pelo sêmen dos dois caras que tinham comido ela aquela noite.
Testemunhei uma transa no casamento

5 comentários - Testemunhei uma transa no casamento

Riquísima y putísima la mica que suerte el viejo y el guardia