Assim que terminei de jantar, subi pro meu quarto, mas a voz da minha mãe me parou
Mãe: Sim, amiga, ele é um touro na cama, a gente transou a tarde inteira… sim, amiga, mas não dava pra ficar, meu filho ia começar a desconfiar se eu não voltasse pra dormir…
Minha mãe tava contando pra aquela senhora sobre o caso dela com aquele cara e eu cada vez mais me enchia de raiva, o tesão já não tava mais interferindo na situação, eu queria que minha mãe voltasse a ser como era
Mãe: Sim, amiga, eu amo ele e queria poder ficar com ele, mas… cê acredita, amiga? É meu filho, não dava pra abandonar ele assim, do nada… sim, amiga, mas acho que ele não aceitaria, assim, do nada, meu novo relacionamento…
Aquela senhora tava forçando ela a decidir? Tava influenciando ela a me largar por aquele cara?
Mãe: Vou pensar, amiga, e obrigada pelo apoio… tá bom, tchau…
Minha mãe não ia aceitar, não podia, o amor de mãe dela tava acima de tudo, ou pelo menos eu queria me convencer disso. Fui me deitar no meu quarto, precisava pensar no que podia fazer, precisava afastar aquela senhora da minha mãe, talvez só assim minha mãe voltasse a ser ela mesma. No dia seguinte era sábado, então acordei e quando fui pra cozinha, encontrei minha mãe lá, ela tava fazendo o café da manhã
Mãe: Bom dia, meu amor
Disse minha mãe com um sorriso, ela tava usando uma blusa curta branca que combinava com os shorts da mesma cor
— Bom dia, mãe
Sentei e minha mãe serviu o café pra nós dois, ela deu umas duas mordidas no café e depois só ficou mexendo no prato, dava pra ver que ela tava nervosa, mas não quis perguntar, me concentrei em comer. Uns minutos depois, minha mãe falou:
Mãe: Hoje vou sair, meu amor, uma amiga minha convidou a gente pra passar o dia com ela porque é aniversário dela e, bem, queria te avisar
— Legal, mãe, então que horas a gente vai?
Minha mãe suspirou leve e meio nervosa disse:
Mãe: Não, meu amor, tô falando que vou sozinha, vai ser noite das garotas
Será que minha mãe tava dando uma desculpa pra passar a noite com aquele cara?
— Mas por que eu não posso ir? Eu com você?
Mãe: Querido, você vai ficar entediado lá, já sabe, a gente vai ficar falando de lembranças do colégio e talvez ver filmes românticos, você sempre odiou essas coisas.
— Mas mãe, eu era criança, agora já…
Mãe: EU DISSE QUE NÃO!
Minha mãe me interrompeu e com um grito me calou, nunca na vida minha mãe tinha agido assim. Quando as amigas dela a convidavam pra essas reuniões, ela basicamente implorava pra eu ir junto. Algo não estava certo…
— Desculpa…
Mãe: Me desculpa, querido, é que não quero que você passe mal. É melhor você ficar aqui, pode chamar algum amigo e vocês assistirem aqueles filmes de super-heróis que vocês tanto gostam.
— Sim, mãe…
Mãe: Obrigada por entender, querido. Vou tomar um banho, tá?
Minha mãe subiu quase pulando pro quarto dela, dava pra ver que ela queria ir sozinha pra essa tal “reunião de amigas”. Esperei alguns minutos e subi até o quarto dela. Quando entrei, encontrei na cama o primeiro sinal de que minha mãe estava mentindo pra mim: um conjunto de lingerie preta, com liga incluída. Quem é que usa lingerie pra ir numa reunião de amigas? Peguei o celular dela e anotei o número daquela amiga que tanto a influenciava. Ia esperar ela sair pra ligar e mandar a mulher parar de encher a cabeça da minha mãe. Mas aí, ouvi uns gemidos baixinhos vindo do chuveiro. Cheguei mais perto da porta e, sim, eram os gemidos da minha mãe. Pelo visto, ela não via a hora de estar nos braços daquele cara. Precisava descobrir quem era. Talvez aquela senhora pudesse me dar respostas.
Uns minutos depois, eu estava no meu quarto arrumando um pouco. Minha mãe apareceu vestindo uma blusa preta com um decote enorme no peito. As tetonas dela ficavam espetaculares naquela blusa, junto com uns saltos da mesma cor e uma calça jeans.
Mãe: Já vou indo, querido. Se cuida, deixei dinheiro na despensa caso queira pedir algo ou sair pra jantar.
— Jantar? Pensei que a gente fosse jantar junto…
Mãe: Já te falei, querido, vai ser noite das meninas. Mas amanhã de manhã estarei aqui. Mamãe me deu um beijo na testa e saiu quase correndo. Assim que a porta bateu, peguei meu celular e liguei pra senhora. Decidi marcar com ela num café perto da minha casa. Falei que queria que fosse naquele momento, mas ela disse que não dava, que precisava resolver uns assuntos e que podia ser à tarde. Então resolvi esperar, mas os minutos pareciam uma eternidade. Assim que deu 2 da tarde, me arrumei e saí correndo pro café. Quando cheguei, sentei e esperei ela chegar. Faltavam 7 minutos pro horário combinado. Pouco depois, vi ela chegando. Ela sentou e perguntou do que eu precisava falar.
— Vou ser direto: sei que você tá ajudando minha mãe a se encontrar com um cara. Quero pedir pra você deixar ela em paz e parar de encher a cabeça dela com ideias.
Carla: Então você ficou sabendo, né? Desde quando?
— Uns dias...
Carla: Então você deve saber tão bem quanto eu que isso não depende de mim. Eu só tô apoiando sua mãe. Ela veio até mim porque se sentia sozinha.
— Ah, pelo amor de Deus, você é quem confunde a cabeça da minha mãe.
Carla: Claro que não. Ela toma as próprias decisões. Imagino que você saiba onde sua mãe está agora.
Ela falou com uma risada sarcástica.
— Não...
Carla: Se não soubesse, não estaria aqui falando comigo.
— ...
Carla me mostrou umas chaves e disse pra eu acompanhar ela.
Mãe: Sim, amiga, ele é um touro na cama, a gente transou a tarde inteira… sim, amiga, mas não dava pra ficar, meu filho ia começar a desconfiar se eu não voltasse pra dormir…
Minha mãe tava contando pra aquela senhora sobre o caso dela com aquele cara e eu cada vez mais me enchia de raiva, o tesão já não tava mais interferindo na situação, eu queria que minha mãe voltasse a ser como era
Mãe: Sim, amiga, eu amo ele e queria poder ficar com ele, mas… cê acredita, amiga? É meu filho, não dava pra abandonar ele assim, do nada… sim, amiga, mas acho que ele não aceitaria, assim, do nada, meu novo relacionamento…
Aquela senhora tava forçando ela a decidir? Tava influenciando ela a me largar por aquele cara?
Mãe: Vou pensar, amiga, e obrigada pelo apoio… tá bom, tchau…
Minha mãe não ia aceitar, não podia, o amor de mãe dela tava acima de tudo, ou pelo menos eu queria me convencer disso. Fui me deitar no meu quarto, precisava pensar no que podia fazer, precisava afastar aquela senhora da minha mãe, talvez só assim minha mãe voltasse a ser ela mesma. No dia seguinte era sábado, então acordei e quando fui pra cozinha, encontrei minha mãe lá, ela tava fazendo o café da manhã
Mãe: Bom dia, meu amor
Disse minha mãe com um sorriso, ela tava usando uma blusa curta branca que combinava com os shorts da mesma cor
— Bom dia, mãe
Sentei e minha mãe serviu o café pra nós dois, ela deu umas duas mordidas no café e depois só ficou mexendo no prato, dava pra ver que ela tava nervosa, mas não quis perguntar, me concentrei em comer. Uns minutos depois, minha mãe falou:
Mãe: Hoje vou sair, meu amor, uma amiga minha convidou a gente pra passar o dia com ela porque é aniversário dela e, bem, queria te avisar
— Legal, mãe, então que horas a gente vai?
Minha mãe suspirou leve e meio nervosa disse:
Mãe: Não, meu amor, tô falando que vou sozinha, vai ser noite das garotas
Será que minha mãe tava dando uma desculpa pra passar a noite com aquele cara?
— Mas por que eu não posso ir? Eu com você?
Mãe: Querido, você vai ficar entediado lá, já sabe, a gente vai ficar falando de lembranças do colégio e talvez ver filmes românticos, você sempre odiou essas coisas.
— Mas mãe, eu era criança, agora já…
Mãe: EU DISSE QUE NÃO!
Minha mãe me interrompeu e com um grito me calou, nunca na vida minha mãe tinha agido assim. Quando as amigas dela a convidavam pra essas reuniões, ela basicamente implorava pra eu ir junto. Algo não estava certo…
— Desculpa…
Mãe: Me desculpa, querido, é que não quero que você passe mal. É melhor você ficar aqui, pode chamar algum amigo e vocês assistirem aqueles filmes de super-heróis que vocês tanto gostam.
— Sim, mãe…
Mãe: Obrigada por entender, querido. Vou tomar um banho, tá?
Minha mãe subiu quase pulando pro quarto dela, dava pra ver que ela queria ir sozinha pra essa tal “reunião de amigas”. Esperei alguns minutos e subi até o quarto dela. Quando entrei, encontrei na cama o primeiro sinal de que minha mãe estava mentindo pra mim: um conjunto de lingerie preta, com liga incluída. Quem é que usa lingerie pra ir numa reunião de amigas? Peguei o celular dela e anotei o número daquela amiga que tanto a influenciava. Ia esperar ela sair pra ligar e mandar a mulher parar de encher a cabeça da minha mãe. Mas aí, ouvi uns gemidos baixinhos vindo do chuveiro. Cheguei mais perto da porta e, sim, eram os gemidos da minha mãe. Pelo visto, ela não via a hora de estar nos braços daquele cara. Precisava descobrir quem era. Talvez aquela senhora pudesse me dar respostas.
Uns minutos depois, eu estava no meu quarto arrumando um pouco. Minha mãe apareceu vestindo uma blusa preta com um decote enorme no peito. As tetonas dela ficavam espetaculares naquela blusa, junto com uns saltos da mesma cor e uma calça jeans.
Mãe: Já vou indo, querido. Se cuida, deixei dinheiro na despensa caso queira pedir algo ou sair pra jantar.
— Jantar? Pensei que a gente fosse jantar junto…
Mãe: Já te falei, querido, vai ser noite das meninas. Mas amanhã de manhã estarei aqui. Mamãe me deu um beijo na testa e saiu quase correndo. Assim que a porta bateu, peguei meu celular e liguei pra senhora. Decidi marcar com ela num café perto da minha casa. Falei que queria que fosse naquele momento, mas ela disse que não dava, que precisava resolver uns assuntos e que podia ser à tarde. Então resolvi esperar, mas os minutos pareciam uma eternidade. Assim que deu 2 da tarde, me arrumei e saí correndo pro café. Quando cheguei, sentei e esperei ela chegar. Faltavam 7 minutos pro horário combinado. Pouco depois, vi ela chegando. Ela sentou e perguntou do que eu precisava falar.
— Vou ser direto: sei que você tá ajudando minha mãe a se encontrar com um cara. Quero pedir pra você deixar ela em paz e parar de encher a cabeça dela com ideias.
Carla: Então você ficou sabendo, né? Desde quando?
— Uns dias...
Carla: Então você deve saber tão bem quanto eu que isso não depende de mim. Eu só tô apoiando sua mãe. Ela veio até mim porque se sentia sozinha.
— Ah, pelo amor de Deus, você é quem confunde a cabeça da minha mãe.
Carla: Claro que não. Ela toma as próprias decisões. Imagino que você saiba onde sua mãe está agora.
Ela falou com uma risada sarcástica.
— Não...
Carla: Se não soubesse, não estaria aqui falando comigo.
— ...
Carla me mostrou umas chaves e disse pra eu acompanhar ela.
1 comentários - Minha mãe e o namorado negro (Cap. 6) A transformação dela