boquete sem dentadura

Voltando sozinho no meu carro de Buenos Aires pra Mendoza pela rodovia 7, num sábado de janeiro com quase 40 graus de calor na estrada às 19h, ao chegar na entrada de Rufino encontro na rodovia 2 mulheres e uma criança pedindo carona. Não costumo pegar gente na estrada, mas a verdade é que eu tava bem entediado e lá fora tava um calor do caralho, e me deu pena ver aquelas mulheres e o menino de uns 5 anos no sol escaldante. As mulheres eram uma de uns 65 anos, a outra de uns 30, e o menino. Os três estavam no sol sem nenhuma proteção, nem a sombra de uma árvore. Então parei o carro e perguntei pra onde elas iam, e a senhora mais velha me respondeu: até Vicuña Mackenna. Como ficava de passagem, ofereci carona, e no fim só a senhora mais velha é que ia viajar. Ao subir no carro, a senhora tava sufocada de calor, começou a me contar que tava visitando a filha e o neto e que voltava pra casa, e tava pedindo carona porque não tinha ônibus sábado à tarde. Ela tava vestida com um vestido bem decotado que tava todo colado na pele de suor. Depois que se acomodou no banco, ligou pro marido pra avisar que tava vindo, pra ele esperar ela na entrada da cidade. O cinto de segurança apertava e marcava as tetas enormes que ela tinha. Depois de alguns minutos, ela se sentiu muito mais confortável com o ar-condicionado. Então ela me pergunta se eu me importo dela ficar um pouco mais à vontade pra sentir o frescor do ar-condicionado. Aí ela tirou as sandálias, ficando descalça, e levantou a barra do vestido bem pra cima, até quase dar pra ver a calcinha. E desabotoou uns botões do decote. Enquanto a viagem avançava, ela falava muito, era bem simpática, e a gente conversou sobre tudo durante o trajeto. Eu levava uma caixa térmica com refrigerante gelado e ofereci se ela queria beber algo. Ao se servir do refrigerante, ela pegou um pedaço grande de gelo da caixa e começou a passar no corpo pra se refrescar, pelo pescoço, braços, peito e pernas. Enquanto eu dirigia e olhava de canto como ela passava o gelo pelas coxas e enfiava por baixo da saia. Ela percebeu meu olhar e, enquanto continuava se refrescando com o gelo, me dizia como estava aproveitando junto com o ar-condicionado, já que estava quase derretendo com o calor que passou esperando na estrada. Às vezes ela também enfiava o gelo por baixo do decote pra passar nos peitos. Meu olhar já não era mais de canto, e ela percebeu, me olhou e notou que minha bermuda tinha um volume. Minha rola estava meia-bomba e ela sacou. Então ela me fala: "acho que seu amigo tá curtindo a vista". Aí, igual no filme do Tarantino, do nada, sem eu esperar, ela me pergunta se eu quero que ela me chupe enquanto eu dirijo. Ela estica a mão e, antes que eu responda, tenta abrir minha bermuda e tirar minha rola pra fora. Não consegue por causa do cinto de segurança, e eu falo que a oferta é boa, mas perigosa de fazer dirigindo, e digo pra ela esperar eu achar um lugar pra parar. Já tava escurecendo e procurei algum lugar na estrada que não fosse perigoso. Achei uma árvore afastada do acostamento e falei pra gente ir pro banco de trás. Deixei o motor ligado pra ficar frescos. Uma vez atrás, enquanto eu baixava a cueca, ela tirou do bolso do vestido um lenço e, pra minha surpresa, tirou a dentadura inteira e guardou no lenço. E assim, com a boca só com a língua e as gengivas, começou a me chupar. Ela fazia espetacularmente. A sensação sem dentes e com muita saliva me excitava pra caralho. Ela tava de quatro no banco e aproveitei pra esticar a mão, levantar a saia dela e apertar a bunda. Enfiei a mão por baixo da calcinha e meus dedos quase chegavam no cu dela. Aí ela me pergunta se eu tenho camisinha. Respondo que não, e então ela se estica, pega a bolsa e tira de dentro o que parecia um batom, mas que na real era um estojo com uma camisinha dentro. Ela me deu pra eu colocar enquanto ela Ela baixava o vestido e o sutiã pra deixar as tetas de fora. Depois que tava com a dentadura colocada, ela me chupou mais um pouco e puxou a calcinha pro lado, deixando a pussy aberta, e subiu em cima de mim e enfiou a cock na pussy pouco peluda dela. Ela começou a cavalgar com força enquanto eu afundava a cara nas tetas dela. Não aguentei muito e gozei na hora. Ela tirou o lenço do bolso, recolocou a dentadura e depois secou a pussy com o lenço. A gente foi pra frente e seguimos a viagem. No caminho, ela me contava que o marido era 20 anos mais velho que ela e que já não transavam mais. Quando já não tínhamos mais assunto e faltando poucos quilômetros pro destino dela, ela esticou a mão de novo pra tentar puxar minha cock. Eu reduzi um pouco a velocidade e, com cuidado, abaixei a bermuda e tirei a cock pra fora. Ela guardou a dentadura no lenço de novo, se abaixou e, enquanto eu dirigia, ela me chupava a cock. Eu dirigia com cuidado e bem devagar enquanto a cabeça dela subia e descia, percorrendo toda a minha cock com a boca até as bolas. A situação de ficar concentrado dirigindo fazia com que eu não gozasse. Ela levantou o olhar pra ver onde a gente tava e me disse pra gozar logo porque já quase chegamos. Voltou a me chupar a cock e já fazia com muito frenesi, com saliva escorrendo pelas minhas bolas. Até que não aguentei mais e joguei toda a cum na boca dela. Depois que limpou e engoliu até a última gota de cum da minha cock, ela sentou de novo no banco e recolocou os dentes. Em seguida, se maquiou bem e ligou pro marido avisando que já tava chegando. Ao chegar no posto de gasolina de Vicuña Mackenna, o marido tava esperando ela numa moto. Ao descer do carro, ela se despediu friamente pra quem pudesse ver, agradecendo a viagem agradável, o polvo gostoso, apoiando a mão na minha cock. Desci no banheiro pra me higienizar e seguir o resto da viagem sozinho, só lembrando daquele momento. oral espetacular sem dentadura que me fizeram um boquete sem dentadura, recomendo

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