São muitos os fatores que podem fazer uma pessoa, especialmente uma bem jovem, como eu era naquela época, se tornar uma arrogante. A juventude por si só já traz um pouco disso, você acha que sabe tudo, quando na real não tem ideia de nada. Se isso se junta com uma beleza acima da média e talento pra algum esporte, você tem todas as chances de se tornar o perfeito babaca. No verão em que fiz dezoito anos, eu estava insuportável, eu mesmo reconheço. As notas que tirei não davam pra ter o ego tão inflado, já que passei de raspão em tudo, mas sim as bucetas que eu tinha comido naquele ano. Também me ajudava a ser tão metido todas as cestas que eu acertava. Pois é, era o basquete o esporte que me fazia tanto destacar entre os mortais comuns. Não tanto pra pensar em carreira profissional, mas pra deixar de boca aberta todos os otários do time do bairro, onde eu jogava, e de quebra os parentes que iam toda semana nos jogos. Na real, o basquete nunca foi minha paixão, mas ter uma cabeça de altura a mais que todos meus colegas de classe na tenra idade de doze anos fez eu me decidir por esse esporte. A falta de talento, pelo menos daquele que separa os amadores dos verdadeiros escolhidos, fez eu ficar só nisso, como o destaque de um time mais que medíocre. Também não ajudou muito meus problemas de disciplina. Eu não era um garoto ruim, nunca fui, mas, além de alto, era muito gostoso. Todas quererem transar com você te transforma irremediavelmente num cretino. Você começa pulando um treino pra ficar pegando uma e acaba deixando de lado um jogo pra dar uma foda. Deviam ter me expulsado do time inúmeras vezes, eu teria feito isso, se dependesse de mim, mas sabiam que se me mandassem embora, afundariam na merda. Eu tinha consciência disso e aproveitava, senão, jamais teriam me deixado participar do torneio que ia rolar naquele verão. Não que eu estivesse empolgado com a ideia de me mostrar fora do bairro com esses perdedores, mas era um torneio do outro lado do país, com uma semana de hotel inclusa. As chances de sexo com novas bucetas eram infinitas, pelo menos na minha cabeça, embora eu também soubesse que íamos passar vergonha. Não era só eu que tava ligado nisso. — Andoni, cê tem certeza que quer participar do torneio? — Já te falei um milhão de vezes que sim. — É uma viagem longa demais pra vocês tomarem uma surra logo de cara. — Que pouca fé você tem em mim. — Você com certeza vai meter quarenta pontos, como sempre, mas os outros... — O técnico disse que contrataram um moleque novo. — Não vai ser tão bom quanto meu garoto, nem tão gostoso. — Quando você fala essas coisas me dá vergonha, mãe. — Mas você sabe que é verdade. — Só quero fazer algo diferente. Você também devia vir. — A gente não pode pagar, amor, já tô fazendo um puta sacrifício deixando você ir. — Depois do verão vou arrumar um trampo, te juro. — Nada disso, você vai pra faculdade como a gente combinou. — A gente vê. Minha ideia não era aceitar qualquer trampo, mas também não estudar qualquer curso só pra ser universitário. Tava convencido de que algo ia surgir, um emprego à altura de alguém com minhas qualidades físicas. Mas isso era algo que eu ia me preocupar depois, o que tava chegando era o torneio. Faltando uma semana pro torneio, nos apresentaram o novo reforço. Dizem que não se deve julgar um livro pela capa, mas, sem precisar ver ele jogar nem um segundo, parecia que ele melhorava pra caralho o resto dos meus companheiros. Sem chegar ao meu porte, nem fodendo, ele tinha uma aura diferente. Assim que vi ele com uma bola na mão, soube que não tava enganado. Os outros nem sabiam quicar a bola direito, mas o novo mostrava ter uma puta habilidade, até demais, pra um equipe como a nossa. Eu tava satisfeito com a aquisição, e ia continuar, contanto que ele não roubasse os holofotes que eram meus por direito. Como líder incontestável que eu era, cabia a mim dar as boas-vindas, mas não tava a fim de facilitar, queria que ele soubesse que eu não corria atrás de ninguém. Só fiquei observando, queria ter certeza de que ele era bom de verdade, que eu não tinha me deixado levar só porque os outros eram uma merda em comparação. — Então você é o Juan Jesús. — Juanje, por favor. — Eu sou Andoni. O que te traz a esse bairro de merda? — Meus pais se separaram e vim com minha mãe pra casa dos meus avós. — Que droga, os meus também não tão juntos. — Acho que vou ficar por aqui pouco tempo. — Mas o suficiente pra participar do torneio. — É, com certeza. — Vi que você se vira bem com a bola. — Não sou ruim, espero poder ajudar o time. — Vai fazer mais que isso, porque aqui são tudo uns perebas. — Sério? O técnico não me falou isso. — Receio que ele te contou uma putaria pra te contratar. — Então vamos passar vergonha no torneio, né? — A não ser que você e eu nos entendamos bem em quadra. — Você é o único que sabe jogar ou algo assim? — Algo assim não, é literalmente o que eu sou. Ou o que eu era, pelo visto. — Acho que vamos nos entender. — Mais vale. Eu reconhecia no Juanje um pouco da minha arrogância, mas ele não chegava nem perto, pelo menos nesse sentido e com certeza em todos os outros. Ele não tentar se igualar a mim fez com que eu desse uma chance, não só como jogador do nosso time, mas também como algo parecido com um amigo. Eu tinha colegas, mas não dentro do elenco. Principalmente porque não me interessava me relacionar com aqueles perdedores. Eles também não me viam com bons olhos, e não os culpava, porque eu tinha dado os apelidos que eles carregavam no vestiário e, em em alguns casos, também fora. Não queria ser mau com eles, mas se você tem um parceiro que não vê a bola até ela estar na cara dele, o normal é apelidá-lo de Toupeira. E se tem outro que deixa cair toda bola que passa pelas mãos dele, a lógica manda que todo mundo chame ele de Mão-de-pau. Como meu avô costumava dizer, com esses bois eu tinha que arar. Na manhã que subimos no ônibus rumo ao torneio, eu estava esperançoso, pelo menos bem mais do que estaria se o Juanje não viesse com a gente. Ele estava sentado do meu lado, privilégio que só concedia a ele, pra ir bolando algumas estratégias. No dia seguinte, os familiares viajariam, embora os meus não. — Faltam cinco segundos e a gente perde por um ponto, pra quem você passa a bola? — Obviamente pra você, Andoni. — Muito bem. E não só quando a gente perder, sempre que eu pedir. — Mas... — Confia em mim, tô acostumado a lidar com a pressão. — Tá bom. — No bairro, o pessoal vem pra me ver jogar, principalmente as minas. — Lá ninguém vai te conhecer. — Assim que me verem, vou virar o centro das atenções. — Você vai deixar eu fazer algumas cestas, né? — Claro, se você merecer. — Já que minha mãe vai atravessar o país inteiro pra me ver... — Relaxa, sua mamãe vai ficar orgulhosa. — É que ela não tem passado muito bem ultimamente. — Esse tipo de confissão a gente deixa pra depois que ganhar algum jogo. Já tinha drama demais na minha vida pra ficar ouvindo o dos outros, mesmo ele parecendo um cara legal, que eu tinha acabado de conhecer. Conheci a mãe do Juanje no dia seguinte. Era mais nova que a minha, também bem mais gostosa, mas não conseguiu me impressionar. Não curto milf, e tinha colegas com mães mais bombadas. A primeira coisa que fizemos ao chegar foi dividir os quartos do hotel. Era pra gente dormir em duplas, mas éramos ímpares, então alguém teria a sorte de dormir sozinho. Ninguém ousou reivindicar esse privilégio, sabiam que se eu quisesse, não Não tinham nada pra fazer. Pra mim, tava de boa, caso eu acabasse pegando alguém, como de costume. Os treinos confirmaram o que eu já desconfiava: eu e o Juanje tínhamos muita química em quadra. Se a gente continuasse nessa pegada e levasse essa boa vibe pros jogos, não era loucura pensar que dava pra ganhar umas partidas. Vencer jogos era a única coisa que faltava pra aumentar minha lenda. Pode ser que meus companheiros não me curtissem muito, ainda mais sem uma bola no meio, mas os parentes deles me adoravam, principalmente as mulheres. Primas, irmãs e até mães se derretiam em elogios pra mim depois dos jogos, só pra chamar minha atenção. Embora fosse lisonjeiro, nunca pensei em me envolver com a família desses perdedores. A partir do segundo dia, tudo começou a andar muito rápido. A gente tinha o primeiro jogo, que era super importante, mas podia dar um único escorregão sem botar a classificação em risco. Antes de estrear no torneio, tava tenso, queria deixar uma boa impressão também lá, pra saberem quem eu era. — Tá vendo eles aquecendo? Dá pra ganhar deles. — Não sei, Andoni, tem um par muito bom. — Pois igual no nosso time. — Tá falando da gente? — Claro. — Não quero ser cuzão, mas cê tava certo, os outros são muito ruins. — Passa só pra mim, Juanje, que eu vou confiar só em você. — Vamo, cara.... Dá pra ganhar! Era de se esperar que, se a gente foi convidado pra esse torneio, os outros times não iam ser candidatos à liga americana, mas me surpreendi com a facilidade que a gente ganhou. Embora o Juanje tenha ido bem, melhor até do que eu esperava, foi um alívio ver que eu ainda era o galo daquele terreiro. Do nada, comecei a fantasiar com a ideia de ganhar o torneio, e mais, com a possibilidade de algum olheiro estar me vendo e ressuscitar meu velho sonho de jogar basquete profissionalmente. As chances eram mínimas, mas eu tinha pela frente Uns quantos jogos, principalmente se a gente continuasse ganhando, pra eu provar meu valor. Senti falta da minha mãe não estar lá pra me ver, embora entendesse, nossa situação financeira não permitia que ela faltasse um dia sequer de trabalho. Meus companheiros receberam os parabéns das famílias, mas, curiosamente, a da Juanje, que era a única que tinha motivos pra se orgulhar do filho, focou a atenção em mim. — Você jogou pra caralho, Andoni. — Valeu, senhora. — Que senhora o quê? Me chama de Jimena. — Beleza, como você quiser. — O Juan Jesús tá encantado com você. — E eu com ele, é a primeira vez que tenho um parceiro competente. — É verdade que os outros são fracos, mas você é muito bom... e muito gostoso. — É o que dizem, sim. — Você é do tipo que acha que modéstia é um país da Ásia, né? — Não era da África? — E ainda tem senso de humor. Acho que a gente vai se dar bem. — Não vejo por que não. — Se ficar entediado, passa no meu quarto, que eu também tenho um individual. Já tinham me feito esse tipo de proposta umas quantas vezes, e eu sabia o que significava, mas não acreditava que ela tivesse dando em cima de mim daquele jeito. Até me achava capaz de atrair umas coroas, umas mães, mas não podia ser que a Jimena, sabendo que eu era amigo do filho dela, tivesse me jogando a xereca de forma tão descarada. Não que meu ego precisasse disso, já tava nas alturas, mas era mais uma medalha que eu podia colocar no peito. Fosse verdade ou não o que parecia, a real é que eu não tinha a menor intenção de, pra falar fino, intimar com ela. Tanto fazia se era a mãe do Juanje, podia quebrar uma amizade por menos, o que eu não queria era entregar meus quase dois metros de juventude pra uma senhora já na decadência. Como sempre acontecia, o normal era já ter umas quantas gatas querendo dar pra mim depois de ver o jogo. Era o que rolava sempre, mas dessa vez era mais difícil confirmar, porque a gente quase não tinha tempo livre, qualquer coisa que fizesse fora dali... do hotel ou das quadras de treino era um grupo. Pelo menos isso criava uma química de equipe que nos ajudou pra caralho no segundo jogo. De novo, eu e o Juanje fizemos tudo, mas foi o suficiente pra vencer. Minhas estatísticas foram ainda melhores, me sentia o puto dono do pedaço. Todo mundo veio me parabenizar, mas ninguém com tanta ênfase quanto a Jimena. — Você devia estar jogando num time de verdade. — Disciplina demais pra mim. — É um bad boy? — Quando preciso ser. — Queria ver esse seu lado. — Vai ver quando as coisas apertarem. — Quero dizer fora da quadra. — Não sei se seu filho ia gostar. — Eu não me meto nas coisas dele, e ele não se mete nas minhas. — Vou tomar um banho relaxante, tô moído. — Precisa de ajuda? — Acho que dou conta sozinho. — Como eu disse, Andoni, passa no meu quarto quando quiser. Essa oferta tão descarada começava a me dar curiosidade. Fiquei observando a Jimena com mais atenção. Ela tinha peito pequeno, por ali não ia me atrair, mas a bunda, se os shorts que ela usava não me enganavam, parecia bem boa. Pelo menos dava pra considerar, em outras circunstâncias. De qualquer forma, eu ainda tava focado no torneio, mais especificamente em vencer, e pra isso precisava do Juanje rendendo ao máximo, coisa que duvidava que rolasse se eu comesse a mãe dele. O problema é que essa mulher não parava de me provocar, até com o olhar. Não parecia que o divórcio tava caindo bem pra ela. No dia do terceiro jogo, que ia selar nossa classificação entre os quatro primeiros, eu tava mais confiante do que nunca. Podíamos perder, desde que não fosse por muita diferença, então minha ideia era sair pra me divertir e fazer o público curtir. A Jimena mandava beijos da arquibancada, sem nenhum disfarce. Esse foi o jogo mais equilibrado de todos, mas a classificação nunca correu perigo. Eu só fui me divertir, a fazer cestas impossíveis, a dar passes espetaculares. Eu tinha a plateia hipnotizada, até que, no último segundo, com o jogo empatado, Juanje decidiu arremessar do meio da quadra em vez de passar pra mim, que estava melhor posicionado. Ele acertou e vencemos o jogo, mas a raiva que senti naquele momento é impossível de descrever. Ele não só cagou pra ordem de me passar a bola pra eu fazer o último arremesso, como também levou todos os parabéns, algo que era meu por direito. Eu tinha jogado muito melhor que ele, não era justo que ele virasse o centro das atenções por uma única cesta. Enquanto todo mundo comemorava, eu fui direto pro vestiário, puto pra caralho. Como me conheciam, os outros companheiros não ousaram se aproximar de mim, mas Juanje me perguntou se eu tava bem. Preferi não responder, ainda tinha torneio pela frente, embora a gente fosse acertar as contas depois. No entanto, a mãe dele soube reconhecer quem era o herói ali. — Você esteve espetacular, Andoni. — Fala isso pra todos esses puxa-sacos. — Eles ficam com a última jogada, mas o melhor foi você. — É foda que só a mãe do usurpador consegue enxergar isso. — Amo meu filho, mas foi um golpe de sorte, entra uma a cada cem. — É exatamente o que eu penso. — Se você continuar de mau humor depois, vem pro meu quarto, que eu faço passar. Horas depois, estirado na minha cama sem conseguir pregar o olho, eu repetia na minha mente uma e outra vez aquelas últimas palavras da Jimena. E se eu fosse? Se eu recebesse a homenagem que merecia e ainda me vingasse do Juanje por ter roubado a atenção que era minha? Eu precisava relaxar, isso era certeza, e era bem provável que a experiência com aquela mulher me ajudasse a conseguir isso. Cansado de ficar pensando mil vezes quando eu tinha todo o direito de reivindicar o que era meu, saí do quarto pra ir atrás da Jimena. Pelo visto, ela tinha pensado exatamente a mesma coisa que eu, porque nos encontramos no meio do caminho. Ela estava a Na hora de abrir a boca pra falar alguma coisa, eu tapei com a minha, era melhor evitar palavras. Ali mesmo, no meio do corredor, a gente se pegou num beijo que ia chocar qualquer um que visse. Na sequência, ela pegou na minha mão e me levou pro quarto dela. Assim que abriu a porta, eu peguei ela no colo pra deixar na minha altura, e aí sim eu consegui meter bem a língua na boca dela. Ela não beijava igual as da minha idade, isso é certo. Agarrado na bunda dela, me joguei na cama, com ela por cima de mim. Na hora ela tirou a camiseta e eu vi que não tava de sutiã, mas já sabia, os biquinhos marcados tinham entregado. Enchi minhas mãos grandes com os peitinhos dela, uma experiência e tanto, já que eu sempre fui mais das peitudas. Jimena não parava de rebolar enquanto me beijava, endurecendo minha pica com os movimentos da entreperna dela. Enfiei uma mão por dentro da calça dela e do elástico da calcinha fio dental pra apalpar a bunda dela, macia e carnuda, do jeito que eu gosto. Ela mesma se livrou da roupa que ainda tava usando, ficando totalmente pelada. Meus olhos foram direto pra buceta da mãe do meu novo colega, do suposto amigo, do usurpador. Tava depilada, com certeza porque sabia que ia cair na armadilha dela. Tentei tocar lá, mas ela afastou minha mão e continuou com aqueles movimentos que deixavam minha pica dura. Se ela queria jogo, ia ter. Tava quase pegando ela no ar de novo pra colocar de quatro quando ela enfiou a mão dentro da minha calça e agarrou minha pica. Isso me desativou na hora. Fiquei parado, esperando pra ver o que as mãozinhas quentes e os dedos safados dela iam fazer. Queria que ela me chupasse, que abrisse as pernas, que me desse a bunda dela... queria tudo e queria na hora. - Tá pronto, campeão? - O que você vai fazer comigo? - Isso não é problema seu, deixa comigo. - Eu sempre tomo a iniciativa. - Porque você nunca esteve com uma mulher como eu. Isso com certeza. - Confia em mim, você vai meter todas. Continua.
1 comentários - A mãe gostosa do meu colega (I)