Capítulo 29: La tentación que guardé

Capítulo 27: A Tentação que Guardei

As coisas com o Nico estavam de boa, melhor do que eu esperava. A briga por causa dos ciúmes bestas dele era água passada, a gente tinha conversado, transado feito loucos, e eu não estava mais remoendo nada. Eu estava numa fase boa, tipo quando a gente começou há sete meses, quando tudo era risada e tesão sem tanta complicação. A gente se via direto, fazia umas bobagens juntos, e o sexo estava cada vez mais foda, como se a gente tivesse encontrado um ritmo que pegava fogo nos dois.

Continuei indo na academia, me vestindo normal pra treinar: legging justa e uma camiseta que grudava com o suor. Não estava procurando nada, sério, só queria me mexer e me sentir bem. Mas os olhares dos caras não paravam, e mesmo tentando fazer de conta que não via, às vezes eles me deixavam com tesão. Nessa terça, um cara que sempre ficava perto dos aparelhos, um tal de Diego que às vezes a gente trocava uma palavra ou outra, se aproximou enquanto eu fazia agachamento.

"Ei, Emma, tá levantando bonito, hein?", ele soltou, com um sorriso deboas que não era só papo furado, mas tinha um brilho que me deixou... encantada. Eu dei uma risada, "O que, agora virou personal?". Ele ficou ali, conversando, e enquanto falava de técnica, disse, "Se quiser, um dia eu te acompanho com os pesos, sempre treina melhor com alguém". Ele falou de boa, mas o olhar dele me percorreu de um jeito que me arrepiou toda.

Por um segundo, imaginei tudo. O pau dele duro, eu de joelhos num canto do vestiário, chupando ele até encher minha boca, igual aquela vez com o Matías na garagem. O tesão me pegou forte, e senti um calor que subiu da minha buceta. "Talvez, valeu pela moral", eu disse, desviando com um sorriso, mas sabendo que não ia fazer nada. Pensei no Nico, em como ele tinha me comido da última vez, no "Te amo" dele que ainda ecoava na minha cabeça. Não queria estragar tudo, não agora que a gente estava bem. "Quando quiser", o Diego respondeu, e eu continuei treinando, com a cabeça a mil mas os pés no chão.

Essa noite, fui na casa do Nico, com um Jean, uma camiseta justa e uma jaqueta leve. Não contei nada sobre a academia, mas estava com um tesão que não dava pra disfarçar, como se o olhar do Diego tivesse me deixado toda ligada. Ele abriu a porta, e mal o vi, já empurrei ele contra o sofá, beijando ele com vontade. “O que foi, amor?”, ele falou, rindo, mas eu já estava tirando a camiseta dele. “Cala a boca e deixa eu brincar”, mandei, ajoelhando na frente dele.

Abri o zíper do jeans dele, puxando pra baixo junto com a cueca, e o pau dele já estava meio duro, crescendo rápido enquanto eu olhava de baixo. “Quero chupar esse pau”, falei, com um sorriso e cara de puta, e enfiei na boca devagar, chupando a ponta, saboreando aquele gostinho salgado que me deixava com tanto tesão. Desci mais, enchendo a boca, com a língua dando voltas pelos lados, enquanto uma mão massageava as bolas dele, apertando de leve, e a outra trabalhava a base, movendo no ritmo. “Emma, você me deixa maluco”, ele gemeu, e eu olhei, chupando mais fundo, deixando chegar quase na garganta. Tirei por um segundo, lambendo a ponta com vontade, fazendo círculos rápidos, e enfiei de novo, chupando com tudo enquanto a saliva escorria pelo canto da boca. Poderia ter continuado até ele encher minha boca, mas eu queria mais.

“Agora me come”, falei, levantando e tirando a jaqueta e a camiseta de uma vez. Ele abriu meu jeans, puxando pra baixo junto com os tênis, e eu fiquei só no sutiã e na calcinha. Ele tirou o sutiã, chupando meus peitos enquanto eu gemía, e depois deslizou a calcinha pelas minhas pernas, me deixando pelada na frente do sofá. “Você tá uma gostosa”, ele falou, e eu respondi, “Vai, bebê, me fode”. Ele pegou uma camisinha, colocou rápido, e me virou, me inclinando sobre o sofá, com as mãos apoiadas no encosto.

Entrou devagar primeiro, me fazendo sentir cada centímetro, e depois meteu forte, enchendo minha buceta com um movimento que arrancou um gemido longo. “Me fode, Nico, me dá com tudo”, pedi, e ele meteu com vontade, com um ritmo que fazia o sofá balançar, entrando e saindo enquanto apertava minha bunda com uma mão e segurava meu quadril com a outra. Eu empurrava pra trás, encontrando ele a cada investida, sentindo ele chegar fundo, cada empurrão mandando um calor que subia por todo meu corpo. “Assim, não para”, eu gemi, e ele acelerou, me fazendo tremer.

Mudamos de posição, ele sentou numa cadeira da cozinha, e eu subi por cima, de costas, com as pernas abertas sobre as coxas dele. Desci devagar, sentindo o pau dele me abrindo de novo, e comecei a me mexer, quicando enquanto ele apertava minha bunda com as duas mãos, me guiando pra ir mais rápido. “Me dá pau, Nico”, eu disse, e ele grunhiu, mordendo meu pescoço suave enquanto eu acelerava, gemendo cada vez que descia até o fundo. Eu gozei assim, tremendo em cima dele, com um calor que explodiu da minha buceta, mas não parei, queria que ele sentisse também.

“Tô chegando, Emma”, ele ofegou, e eu me virei de barriga pra cima no sofá, com as pernas abertas. Ele tirou a camisinha, batendo uma em cima de mim, e gozou, soltando a porra quente e grossa na minha barriga, respingando até no peito. Era um monte, escorria pela minha pele, e eu olhei pra ele, com um sorriso, enquanto ele desabava ao meu lado, tremendo.

Ficamos largados no sofá, suados, com a porra grudenta na minha barriga e o cheiro de sexo no ar. “Você é foda, Emma”, ele disse, rindo, e eu respondi, “Você também, mas continua me comendo assim”, pensei se não quiser que eu procure mais picas. Ele me abraçou, mais forte que o normal, como querendo se certificar de alguma coisa. “Você é minha, né?”, ele disse, meio zoando, mas com um tom que me deu um frio na barriga. Não respondi, só sorri pra ele, mas por dentro pensei no Diego, naquela conversa que não foi nada mas me deixou com tesão, e em como eu tinha imaginado coisas que não fiz. Tudo tava bem com o Nico, sério, mas essa tentação não ia embora, e algo me dizia que não seria a última vez que eu seria testada. Se a gente ia acabar casando, o caminho ia ser uma zona.

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