Tudo começou no início de dezembro, como todo mundo sabe, cada vez colocam as coisas de Natal mais cedo nos supermercados, e não seria diferente com o delicioso pão de presunto. Um dia fui comprar num mercado conhecido aqui de Valência (Venezuela) e vi um pão de presunto. Pensei: "Bom, vou me dar esse gosto, depois da academia eu merecia, e assim teria algo para acompanhar o jantar de hoje." Chego no caixa e, sem mais, como sempre... até que ela precisa passar o pão de presunto. Nesse supermercado, a caixa é nova, entendo que contrataram ela para as festas de Natal. O pão é o ponto de virada, porque quando ela vai passar na máquina, o código não lê direito, o preço não aparece, e ela tem que chamar uma colega. A colega também não sabe e tem que ir buscar o código. Enquanto isso, começamos a falar de coisas banais: que se cada vez colocam os pratos de Natal mais cedo, que assim é impossível ficar em forma, que se o pão era bom... Ela me diz que ainda não tinha provado e me olha, nos olhamos, e nisso chega a colega dela com o código. E acabou por ali. Ela se chama Isabel, é uma mulher grande, um pouco mais baixa que eu, chuto que uns 1,75m de altura, o peso... sou muito ruim nisso, mas de olho chuto uns 70kg, morena, cabelo comprido, umas pernas grossas e uma bunda à altura, uns peitos que, como descobri depois, eram grandes, muito grandes, mas naquele dia, com a roupa de trabalho, mal dava pra ver. Segundo ela me disse depois, separada, sem filhos. Tem uns 50 anos e, sinceramente, se ela não fala, você não acredita. Tudo ficou por ali. Já no carro, pensei que podia ter ido além, podia ter chamado ela pra um café... mas entre ter mais clientes e a colega dela estar por perto, não quis colocar ela numa saia justa. Passado dezembro, uma situação parecida aconteceu de novo. Decidi levar outro pão de presunto pro café da manhã do famoso "recalentado". Já tinha ido muitas vezes ao mercado, mas não tinha encontrado ela de novo. até exatamente naquele dia em que ela estava de novo no caixa, coincidências do destino, como era primeira hora não tinha clientes. Quando vai passar o pão, ela pergunta como estava? espero que hoje passe de primeira, aí respondo que estava muito bom e que não me importava de ficar mais um tempo com ela, ela fica meio vermelha e sem levantar o olhar continua passando os produtos. Logo antes de ela falar o preço, peço pra ela me deixar uma caneta. Pago e no ticket da maquininha escrevo meu telefone, enquanto escrevo ela me olha intrigada, termino de escrever, levanto o olhar e ela continua me encarando, devolvo a caneta e entrego o papel, ela me olha e eu falo: quando terminar, pode jogar o ticket fora, por favor? Pego minha sacola e sem olhar pra trás vou embora pensando que não perdi nada, que fui educado o tempo todo e que tenho mais chances de não do que de sim. Umas 2 horas depois recebo um WhatsApp de um número que não tenho salvo e ela diz que sou um sem-vergonha, que podia ser a mãe dela (eu também não aparento minha idade, ela achava que eu era de menor) e fala que está no intervalo. Conversamos uns 3 minutos, esclarecemos a questão da idade e as intenções, ela diz que não tinha problema com isso. Eu moro perto do mercado onde ela trabalha, então brincando falo se ela queria passar depois do trabalho já que eu tinha comida e bebida sobrando do réveillon. Ela levou na brincadeira, eu também, e mandei a localização e a conversa parou por aí. Faço minha comida, boto um filme e acabo dormindo um pouco no sofá. Lá pelas 9:30 da noite toca meu telefone, fico surpreso, era a Isabel, fico sem palavras porque já tinha dado como certo que era um não bem claro. Atendo e ela fala: ainda tá de pé o convite? Acabei de sair e acho que o transporte daqui não vem. Não sou de sair assim com pessoas estranhas, mas alguma coisa me deu coragem de falar sim, não sei se era tesão, a química ou só curiosidade. Visto uma roupa de ficar em casa e saio pra encontrar ela, ela me fala que está me esperando um pouco mais adiante. do mercado porque não queria chamar atenção no trabalho. Entra no carro, cumprimento ela, ela não falava muito e um silêncio estranho tomou conta de nós dois. Chegamos e, quando entramos em casa, não lembro direito como foram os primeiros momentos, mas a gente se deu dois beijos e nos apresentamos oficialmente, já que ainda não tínhamos feito isso — não sabíamos nossos nomes!!! Falo pra ela entrar e ficar à vontade, já que ela ainda estava com o suéter do uniforme. Aí pude confirmar como as tetas dela eram enormes mesmo. Pergunto se ela quer ver um filme ou tomar um drink, ela diz que os dois. Ela senta e espera enquanto vou pegar a bebida, começamos a falar de viagens porque ela vê um quadro que tenho pendurado na sala com uma foto do Salto Angel, ela me conta que adoraria viajar. Tomamos os drinks enquanto continuamos conversando e falo pra ela vir pra cozinha pegar algo pra petiscar e preparar outra rodada. Num momento, preciso pegar uns pratos que estão bem em cima dela, peço licença, ela diz que sem problemas, eu pego. Fico atrás dela e roço um pouco, fico bem na bunda dela... e quando ela me sente, levanta um pouco mais a bunda, isso me excitou pra caralho. Jantamos na sala, relaxados, apoiados no móvel... cada vez as pernas dela se aproximavam mais e, num momento da conversa, apoio minha mão no joelho dela, fico ali, ela dá o sinal verde e eu brinco com o joelho, subo um pouco, desço, acaricio... até que falamos de assuntos mais pessoais: ela divorciada há 10 anos, não ficou com ninguém desde então, tem umas aventuras bem raras, mas só isso. Depois vem o clássico "como você se interessa por uma senhora mais velha como eu?", falamos as idades, nos surpreendemos, nos olhamos... e não tem volta, minha mão continua brincando na coxa dela, mas agora em câmera lenta, me aproximo e beijo ela, devagar, suave, ela se deixa até que reage e me acompanha, minha mão sobe um pouco mais até parar na cintura dela. e tocar a pele dela um pouco mais e toco a bunda, tá dura, é grande, gostei!! faço ela saber e ela fica vermelha, ela tá parada, pego a mão dela e coloco no meu peito, ela começa a me tocar no peito, abdômen, me aperta contra ela me segurando pelo pescoço... continuamos nos beijando e nos tocando, eu subo e toco os peitos dela por cima da camisola, são grandes, minha mão não cobre um, belisco um pouquinho o mamilo por cima e ela geme, um gemido abafado, envergonhado... ela não para de me beijar e desce a mão e desabotoa o botão da minha calça, abaixa o zíper e coloca a mão no meu pau por cima da cueca, acaricia, toca, brinca, aperta... Eu mordo o pescoço dela e o gemido dela é brutal enquanto brinco com o mamilo dela por cima da roupa ainda, levantei um pouco a camisola dela e dá pra ver a calcinha fio dental que ela tá usando, percebo e enquanto mordo o pescoço dela abro a calça dela e as pernas dela e devagar vou em direção à buceta dela, dá pra sentir o quanto ela tá molhada conforme vou me aproximando, igual o quanto tá melada... os gemidos dela ficam entrecortados até eu chegar, é uma buceta gordinha com uns pelinhos bem cuidados como pude ver depois... afasto o fio dental pro lado e acaricio bem devagar e suave toda a buceta gostosa dela, meu dedo fica cheio de fluido, ela tá com as pernas abertas, braços pro lado, cabeça pra trás, bufando e olhos fechados, olho pra ela bem na hora que enfio um dedinho, ela morde o lábio... que imagem mais sensual ufff. peço pra ela levantar os braços e aproveito pra tirar a camisola dela, ela aproveita e abaixa a calça ficando só de fio dental e sutiã, esse último tiro rápido e fico por cima dela, sentado enquanto dou beijos no pescoço dela, passo a língua pelo pescoço de baixo pra cima até chegar na orelha dela, no ouvido falo vou comer sua bucetinha, ela só fala faz o que quiser. Passo a língua de novo pelo pescoço dela, mas agora pra baixo, chego num peito, bem devagar e com muito cuidado vou beijando, chupando... até colocar o mamilo na boca, é um mamilo grande, cor de café... Eu mordo ela, ela geme, bufa e eu troco de peito, faço a mesma coisa e vou descendo, barriga, umbigo... até que me ajoelho no chão, junto as pernas dela e, quando coloco a mão no elástico da calcinha dela, ela levanta a bunda do móvel para eu poder tirar. Tiro ela encharcada, ela senta de novo e eu abro as pernas dela, coloco as mãos debaixo da bunda dela e arrasto ela até a borda do sofá, ponho as pernas dela nos meus ombros e abro bem a bunda dela. Uma lambida da bunda até a bucetinha, ela treme, bufa e não é gemido, é grito. Passo a língua pela bucetinha dela, faço como se estivesse comendo ela com a língua, ela se derrete, já está gritando. Enfio um dedo na bucetinha e ao mesmo tempo chupo o clitóris dela bem devagar, ela pede mais, enfio outro dedo e continuo do mesmo jeito. Ela está tão molhada que enfio um dedo no cu dela, são dois na buceta e um no cu. Ela abre os olhos surpresa, paro um momento de chupar a bucetinha dela e falo: "Se deixa levar, minha, ou se quiser a gente para." Ela diz que não, que continue, e se recosta de novo. Acelero o ritmo de toda a maquinaria, dedos, língua... Ela anuncia o orgasmo e goza, e como goza!! Nem ela esperava assim, treme inteira, parece que tinha se mijado e está morrendo de vergonha. Olho pra ela, está muito vermelha por toda a situação, digo que não tem problema. Fico de pé, tiro a camisa e me limpo, e falo: "Olha, já resolvido." Ela me olha, não sei bem pra onde, se pros meus abdominais, se pro meu pau que ainda está dentro da cueca mas a cabeça aparece, e ela fala: "Vem, agora é sua vez." Assim, como está no móvel, ela se levanta, me abaixa a calça e a cueca de uma vez e pega no meu pau, me masturba devagar, pensa muito, mas aos poucos vai aproximando a cabeça. Ela diz que fez isso pouquíssimas vezes. Falo que ela não é obrigada a nada, que só faça se tiver vontade, e ela diz que sim, que tem muita vontade. Falo que mais tarde vou ensinar direitinho, mas que agora faça do jeito que ela achar melhor, que tome cuidado com os dentes e que se sinta à vontade. Verdade seja dita, não é o melhor boquete da minha vida, mas ela coloca muito esforço. empenho, enquanto ela me chupa, eu brinco com os peitões dela e percebo que ela fica com tesão de novo. Chega uma hora que acaricio o cabelo dela e termino com as duas mãos na cabeça dela, seguindo o ritmo, e ela se deixa levar. Ela tá mexendo nas minhas bolas enquanto eu fodo a boca dela, fico tão excitado que, quase sem perceber, tenho ela quase inteira na boca. Olho pra ela, e ela não diz nada, mas tem uma mão nos meus ovos e a outra se tocando. Tiro da boca dela, meu pau sai bem molhado da boca dela, puxo a mão dela e levanto ela. Beijo ela, ela pergunta se não tenho nojo, e beijo com mais intensidade, e ela me acompanha. Coloco meu pau entre as pernas dela, meu pau roça na bucetinha dela, nós dois trememos. Nos olhamos e falo que quero comer ela. Ela me olha e diz: "E eu quero que você me coma." Viramos e vamos andando de costas na mesma posição até a mesa grande, até ela bater. Ela sobe e abre as pernas, coloca um pé em cada cadeira. Pego meu pau e coloco na entrada dela. Pergunto se vamos transar sem camisinha, e ela diz que sim, que por ela não tem problema. Eu nunca faço sem camisinha, então ela confia em mim. Beijo ela, me movimento um pouquinho pra frente e parece que tá fechado. Depois ela me disse que tava há dois anos sem dar. Aperto um pouco mais e entra. Pergunto se quer que vá devagar. Ela me olha, coloca as pernas nos meus glúteos e me puxa pra ela, e diz: "Me come com força." Ela morde meu lábio até quase fazer sangrar. A raiva sobe... e enfio de uma vez, um golpe seco. Ela geme. Deito ela na mesa enquanto puxo os bicos dela e fodo ela com força. As pernas dela continuam nas minhas nádegas. Ela geme, grita pedindo mais, e ela goza. Diz que nunca tinha acontecido de gozar duas vezes na mesma noite, e eu falo: "Espera o que ainda vem." Quando ela termina, paro, saio dela, viro ela, ela se apoia na mesa e me deixa a bunda empinada. Peço pra ela abrir, e ela me deixa os dois buracos pra mim. Coloco de novo na entrada da bucetinha. O cu tá fechado, mas alguém já entrou ali com certeza. Enfio de uma vez, sem dó. Espera e continuo dando tudo com a maior força que consigo, ela pede mais. Dou um tapa na bunda dela, ela cala a boca. Acho que não gostou, mas ela pede outro e na sequência diz: "outro, mas mais". Pergunto: "mais o quê?" "Mais forte", ela diz, e os desejos dela são ordens. Alterno os tapas na bunda. Estou prestes a gozar, aviso ela, e ela manda continuar. De repente, enfio um dedo no cu dela, ela não esperava... Começa a gritar que também vai gozar, que eu continue e que goze onde quiser. Digo "dentro", e ela responde que sim, que não pare, por favor, para gozarmos juntos. Paro, fico suando com meu pau dentro dela, ela com as mãos na mesa, até que me retiro. Meu gozo escorre da bucetinha dela, desce pelas pernas, chega até as meias, e eu brinco com um dedo. Fuck you, um pouquinho vou até a boca dela. Ela me olha, não diz nada, mas abre a boca devagar e chupa meu dedo como se estivesse chupando meu pau de novo. Diz que nunca tinha provado, mas que estava com vontade e amou. Pergunto se quer ficar para dormir, e ela diz que sim. Vamos para o chuveiro, e já na cama conversamos. Ela confessa que o cu dela não é virgem, que brinca sempre com um consolo que tem, mas que a bucetinha está fechada porque por ali não costuma meter nada, só pelo cu. Diz que, se eu quiser, posso tentar, mas pede delicadeza, porque o dildo dela é bem fininho. Conversamos sobre os tapas na bunda: nunca tinham dado nela, mas sempre chamaram a atenção dela, e ela amou. Dormimos. No dia seguinte, acordo, vejo ela dormindo na minha cama, passo a mão nas costas dela, do pescoço até a bunda. Aperto uma nádega, depois a outra... Ela acorda, abre as pernas, e eu brinco um pouco. Ela está molhada de novo, mas essa história continua outro dia.
1 comentários - Obrigado a um pão de presunto
Bienvenido.
JO JO JO.