Once años después… (IX)




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Compêndio IIIO PRESENTE II

Os três continuamos dançando juntos. A música retomou o ritmo agitado e mais sensual. A luz quente do holofote estroboscópico iluminava nossos rostros e nossas expressões. Era evidente para o resto que ambas as mulheres lindíssimas queriam dançar mais perto de mim. Uma dança íntima e desinibida que explicava suas futuras intenções.

Eventualmente, tivemos que parar. Os 3 estávamos suando e sorridentes, cansados de tanto rebolado e atrito. Nos sentamos à mesa, com Marisol e eu tomando sucos, enquanto Violeta tomava uns tragos. Aos poucos, a timidez de Violeta se transformou em um descarado flerte na frente de sua irmã, seus olhos brilhando desafiadores e suas mãos acariciando as minhas.

Notando a satisfação no sorriso de minha esposa, entrei na brincadeira, olhando o decote de Violeta enquanto conversávamos. Minha cunhada sorria lisonjeada. Mas eram os olhos de Marisol, sutilmente incitando sua irmã, que me deixavam mais excitado, a ponto de apertar minhas calças.

Então, a música mudou mais uma vez: o ritmo cadencioso da salsa acendeu o sangue das irmãs. Marisol pegou Violeta, levando-a surpresa até a pista.
Once años después… (IX)Quem minutos antes se mostrava tímida sob o olhar dos outros, agora se movia de forma sensual e fluida ao lado da irmã. Apegavam seus corpos de maneira hipnotizante, a ponto de alguns casais começarem a ficar com ciúmes ao ver a desatenção de seus parceiros. Seus corpos se mexiam coordenados, quadris se esfregando de forma provocante, seus seios roçando os braços.

Cada passo foi ganhando sentido, cada giro calculado para captar a atenção. E mesmo estando fazendo um espetáculo, os olhares delas estavam direcionados a um único ponto, me fazendo sentir tanto feliz quanto emocionado.
esposaDe repente, Marisol veio me buscar. O calor no olhar dela me queimava com urgência. E para surpresa e alegria de Violeta, ela agarrou a irmã, colando ela em mim a centímetros de distância. Seu peito esmagava o meu, então tive que fechar os olhos para controlar a reação do meu corpo.mamadaE o ar ficou elétrico, ardente, ao sentir minha esposa me abraçando por trás, seus seios pressionando minhas costas. Sentia minha virilha atingir o ponto de ebulição e Violeta sabia disso e sorria ao se firmar mais forte na minha cintura.

Naquele momento, não conseguia evitar acariciar sua cintura e massagear sua bunda. Violeta soltou um suspiro e seu olhar se acendeu de alegria, mas segundos depois, senti a mão da minha esposa apertando meu pacote. Alguns dos casais ao nosso redor pararam de dançar, observando chocados o espetáculo. Os caras me olhavam com inveja. As mulheres me sorriam sedutoramente, imaginando que tipo de pessoa eu era para esquentar assim duas mulheres.
trio hmPouco depois, os três giramos e fiquei roçando o bundinha sensual da minha esposa. Os peitos da Violeta pareciam quase tão grandes quanto os da Marisol, suas mãos delicadas apertando minhas nádegas com ganância. Já a Marisol, procurava enterrar sua bundinha na minha virilha e, pegando minha mão, guiou-a até a base de seus peitos monumentais, fazendo meu coração disparar descontrolado. Minha esposa jogou a cabeça para trás, deixando-me ver o começo de seus seios, entregando-se por completo e fazendo alguns perderem o fôlego.infidelidade consentidaE quando Marisol sentiu minha ereção roçando seu estômago, sorriu, me beijou e disse:

+Meu amor, acho que já dançamos demais.

A multidão nos deixou passar, os casais sussurrando ao nosso redor, mas nem Marisol, nem eu, nem acho que Violeta se importavam.

Paguei nossas bebidas com as pessoas ainda nos encarando. Violeta não soltava minha mão e Marisol estava coladinha ao meu lado.

Foi então que Marisol revelou seu "golpe de misericórdia"...

Sua "carta na manga".

+Está muito tarde pra voltar pra casa. Devíamos passar a noite num motel.

Violeta e eu ficamos gelados, as implicações no ar nos parando em seco. E mais uma vez, pra não perder o ritmo, Marisol me beijou apaixonadamente apertando minhas bolas, revelando finalmente seu presente de aniversário pra mim: um ménage com ela e sua irmã.

No carro, Violeta sentou atrás, eufórica, ansiosa e impaciente. Marisol, mais comedida, ocupou o banco do carona com a elegância de sempre. Mas ao buscar no GPS o motel mais próximo, me chamou muito a atenção que minha esposa ignorou as recomendações próximas e focou o mapa num dos bairros que minha mãe considerava perigosos.

Para meu maior espanto, focou numa área central que não frequentávamos mesmo antes de casarmos e, ao reparar nos nomes das ruas, finalmente entendi o que Marisol procurava.

-Fecharam há anos. - expliquei à minha esposa, pegando sua mãozinha amada. - Interditaram por insalubridade ou algo assim...

Minhas palavras a deixaram com pena. Tendo nos hospedado em hotéis de luxo como o Hyatt ou o Marriott, Marisol queria que nosso primeiro ménage com sua irmã fosse no cubículo humilde pra onde a levei pela primeira vez, quando Marisol e eu tínhamos nosso romance proibido.

Esse é um dos aspectos que adoro na minha esposa, que assim como eu, valoriza mais as memórias que os confortos.

De qualquer forma, convenci ela a fôssemos a um dos hotéis mais luxuosos que, naqueles tempos mais simples, parecia inatingível: o Sheraton.

No lobby do hotel, Violeta ficou sobrecarregada pelo ambiente, seus olhos curiosos inspecionando o piso de mármore, a iluminação suave e a elegância ao redor. Para ela, o lugar ainda era mágico e incrível. Mas para Marisol e para mim, sua reação nos pareceu fofa e um pouco nostálgica. Não estávamos zombando de seu espanto. Pelo contrário, nos lembrava com doçura de como nossas vidas mudaram.

Não é que eu esteja me gabando de nossos recursos, esquecendo de onde Marisol e eu viemos. Mas hoje em dia, nossa renda nos permite curtir lugares como esse de vez em quando sem nos preocupar financeiramente.

E são essas coisas que eu adoro na Marisol. Meu rouxinol fica mais feliz por comer um bolo de chocolate do que por comprar o celular mais moderno. Ou fica igualmente animada se eu proponho viajar para a Itália ou Grécia, como se eu dissesse que vamos dar um passeio pelos arredores.

Na verdade, ano passado, quando tivemos que passar as férias perto por causa da compra da nossa nova casa, Marisol passou um bom tempo depois explorando mapas locais, curiosa sobre os lugares desconhecidos das planícies australianas, me perguntando se poderíamos visitá-los depois.

O recepcionista de plantão era um homem mais velho de uns 70 anos, postura rígida, traços duros e um rosto comprido e arisco que parecia mostrar uma desaprovação constante. Seus olhos nos inspecionavam constantemente com uma rejeição discreta, mas inegável. Não era explícito nem exagerado, mas estava lá: aquele preconceito silencioso de alguém convencido de que você não pertence àquele lugar.

De certa forma, eu entendia ele, já que eu estava vestido casual mas elegante e as garotas usando vestidos de noite, junto com a Violeta meio bêbada, mas isso não dava a ele o direito de nos julgar. Seu tom era tecnicamente educado, mas frio e conciso, como se nossa presença o irritasse. presença. No fundo, uma voz obcecada em te dizer que "Este lugar não é pra você. Você não vai ficar aqui por muito tempo."
Eu até conseguia imaginar o que ele estava pensando. Provavelmente, o coitado já tinha lidado com seu bom grupo de cafajestes que tentavam impressionar as mulheres levando-as para a recepção de um hotel chique, só para dar pra trás na hora de pagar, mesmo que não fosse o nosso caso.

Não era a primeira vez que isso acontecia comigo. Aquela careta sutil, o nariz enrugado, como se a gente exalasse um fedor de pobreza só por não se vestir como a clientela habitual, me irritava. Muita gente esquece que existem pessoas como a Marisol, que é uma professora excelente de uma academia prestigiada, e como eu, que sou um engenheiro da porra com um salário estável, que mantemos um perfil baixo, mas não significa que não possamos nos dar luxos como aqueles de vez em quando. Luxos não são a nossa vida, mas não por isso são desconhecidos.

— Gostaria de reservar um quarto. — falei com calma.

O cara soltou o custo por noite, como se esperasse que o valor me arrancasse o ar dos pulmões. Não contente com isso, me avisou que tinha que pagar adiantado, com um tom desafiador que buscava me intimidar.

Não conseguiu, porque já tive que pagar coisas muito mais caras, como as peças de reposição do carro da Marisol e o meu, mais os seguros e licenciamentos na Austrália, tudo numa mesma manhã.

Passei o cartão em silêncio, com o cara quase me advertindo que ele não estava brincando, esperando que o cartão fosse recusado...

Mas a transação seguiu como se nada fosse e a mudança de atitude dele foi patética. Ele gaguejou, de repente me oferecendo as comodidades do lugar com um entusiasmo rígido de quem se arrepende de ter pisado na bola. A doçura repentina dele era quase doentia.

Ele perguntou se a gente levava a bagagem, mas eu disse que não estávamos com nada. Aí, a cara dele caiu de repente: eu não Eu não estava ali para impressionar ninguém. Só queríamos passar a noite, num quarto que custaria o salário de um mês de qualquer cara.

Olhei pra ele impaciente e firme. Não irritado nem arrogante, mas puto. Porque mais do que discriminação, eu odeio perda de tempo.

E enquanto abria a porta do nosso quarto, Violeta aproveitou pra me roubar um beijo.
cunhadinha• Desculpa, Mari, mas eu estava com muita vontade! – desculpou-se Violeta.

Marisol apenas sorriu.

+ Não seja boba! Por que você acha que te trouxemos conosco?

No quarto, a paixão entre nós cresceu nos envolvendo. Minha esposa e eu ajudamos a despir Violeta, revelando uma lingerie preta sedutora. Me empurraram na cama, ambas as irmãs rindo.
Once años después… (IX)Os seios da minha gostosa pareciam pesados, seus mamilos excitados refletindo a coceira entre suas pernas. Eu podia perceber pelo olhar incandescente em seus olhos que, se não agisse logo, ela perderia a razão.esposaA visão das duas irmãs era celestial. Violeta estava encantada com meus lábios, enquanto meu rouxinol buscava seu presente apertado de aniversário e aniversário nas minhas calças. Quando minha cueca finalmente cedeu, as duas ficaram paralisadas. Eu estava inchado como uma linguiça.

Um suspiro escapou quando Marisol me pegou com as duas mãos e começou a apertar. Infelizmente, não conseguia acompanhar a atenção de Violeta, já que o calor das mãos da minha esposa sequestrava todo meu entendimento.

Não restou outra opção senão tirar a camisa, e as duas babaram ao ver meu humilde peito liso.

Meu autocontrole estava por um fio, especialmente quando minha mão deslizou sob o fio dental da Violeta.

Marisol gostou do que viu e não demorou muito para que ela me saboreasse com a língua. Violeta observava gemendo, vendo sua irmã devorar meu pau enquanto eu enfiava os dedos em sua virilha encharcada. Meus olhos se fechavam de prazer ao sentir a boca ardente do meu rouxinol me chupando com paixão.
mamadaA cena chamava a atenção de Violeta, especialmente ao apreciar aquela linha lasciva de saliva conectando a boca da irmã com minha glande. Ela olhou para a irmã, suas esmeraldas diáfanas, e ordenou:

+É sua vez!

Violeta ficou tensa e até dava pra dizer que ficou tanto tensa quanto séria em questão de segundos.

•Mari, não! – respondeu numa vozinha baixa. – É muito grande… e me dá nojo… eu nunca faço isso.

Marisol ficou ofendida, cruzando os braços.

+Como assim "te dá nojo"? Nunca chuparam sua buceta?

Violeta baixou o olhar envergonhada. Na verdade, eu fui o primeiro a chupar seu sexo.

+Olha! – continuou Marisol, me dando uma lambida ocasional. – Quando a gente saía, ele ficava com tesão… e o coitado se segurava… Imagina como era doloroso pra ele esconder tudo isso!… e eu comecei a chupar… porque é lindíssima… e o sabor é super, super gostoso… e te prometo, Viole, o Marco é super limpo…

Sem perceber, Violeta se viu ao lado da irmã, contemplando hipnotizada o objeto de atenção dela. Notava seus lábios rosados, vibrando, salivando ansiosos por provar o que a irmã oferecia.

E foi então que, assim como anos atrás aconteceu com Amelia, que Marisol se viu guiando a irmã mais nova sobre meu membro. Violeta começou devagar, experimentando minha cabeça. Minha esposa pervertida começou a se tocar lentamente, seguindo o ritmo da irmã.

Violeta me olhava temerosa, seus olhinhos me encarando com preocupação, enquanto sua boquinha ardente e suculenta saboreava meu órgão. Seus olhos lacrimejavam, sua garganta se apertando enquanto Marisol acariciava a bochecha de Violeta com o polegar, vendo seus lábios se esticarem ao redor da minha ereção. O som erótico das chupadas e os suspiros quebravam o silêncio do quarto.
trio hmDeslizei minha mão pelos cabelos escuros da Violeta, guiando lentamente seus movimentos enquanto começava a bombear devagar, a sensação de sua boca sedosa e pegajosa me deixando louco. Dava pra ver que eu não ia aguentar muito, especialmente vendo a Marisol nos observando com tanta fome.

De repente, Violeta se jogou pra trás, seu próprio fio de baba ainda nos conectando.

•É muito grande! – ela comentou, soltando um suspiro desesperado.

Nesse momento, minha canarinha da esquerda se movia desesperada, sua mão esfregando seu templo do prazer num ritmo impetuoso.

Sem nem dar tempo pra ela se recuperar, Marisol empurrou a cabeça da Violeta, que, incapaz de se opor, abriu a boca.

+Relaxa a garganta! – ordenou minha mulher tarada.

E com um "gluck" surpreso, a cabeça da minha cunhada retomou seu ritmo endemoniado. Eu sentia sua boca se tensionar, seus olhos se fechando pela metade, saboreando meu gosto.

+Mostra pra ele a vontade que você tem! – Marisol a incitou, como uma torcedora num evento esportivo.

Os movimentos da Violeta ficaram mais enérgicos, engolindo bocados e balançando a cabeça num ritmo infernal. Ver sua irmã engolindo o pau do marido dela fez as pernas da minha canarinha fraquejarem, seus movimentos frenéticos trazendo aquele prazer inesperado.

A respiração dos três estava acelerada. Eu sentia a pressão nas minhas bolas ficando intolerável, mas me mantinha teimoso, curtindo o momento, querendo gravar na memória pra sempre.

Marisol se masturbava sem vergonha nenhuma, deixando a irmã manter o ritmo. A visão dos lábios carnudos da Violeta engolindo cada vez mais pau foi demais pra ela e, sem nem sentir vergonha, ela gozou com um orgasmo intenso que arrancou um grito, seu corpo se sacudindo enquanto as ondas de prazer a dominavam.

Violeta a olhava de lado com curiosidade, mas sem largar o serviço. Ela estava me deixando louco, minha mão apertando os cabelos da Violeta.

+Troca! – ouvi a voz autoritária do meu rouxinol, seu timbre soando urgente de necessidade.

E sem dar espaço para questionamentos, as irmãs trocaram de lugar. Violeta observava atônita enquanto sua irmã enfiava meu pau até a base da garganta. O que para ela era um esforço monumental, Marisol fazia com uma facilidade e expertise que a deixava sem palavras.

Violeta continuou se masturbando insidiosamente, vendo a cabeça da irmã subir e descer com tanta perícia que quase me fazia desmaiar. Meu rouxinol não precisava de guia com minha mão. Na verdade, se ela quisesse, poderia me fazer gozar em 3 tempos. Mas a verdade é que ela adora chupar e ama que eu consiga aguentar tanto.

Eu me debatia desesperado, o prazer intenso me enlouquecendo. O som incessante de chupadas molhadas e seus engasgos, a visão das duas irmãs me desejando me tinham à beira do limite.

Violeta observava hipnotizada, em admiração à maestria da irmã, seu próprio orgasmo crescendo aos poucos. E como se uma pop star percebesse seu fã mais devoto, os olhos das irmãs se encontraram, refletindo sua luxúria mútua.

E foi nesse momento, quando eu mesmo comecei a convulsionar, que Marisol pegou a cabeça da irmã e posicionou seus lábios sobre meu falo mais uma vez.

+Engole, princesa, engole! – ordenou Marisol à irmã, que sentia suas bochechas incharem, seus olhos me olhando desesperados.

Marisol, inflexível, manteve firme a cabeça da irmã, até que se ouviu o inconfundível ruído de sua garganta, engolindo desesperada para voltar a respirar.

E então, notei uma mudança nos olhos de Violeta. Já não fazia com pavor, mas com complacência. Como se a passagem do meu sêmen ardente pela garganta lhe agradasse.

+Isso! Isso, irmãzinha! – exclamou Marisol vitoriosa. – Viu que tem gostinho bom?

Violeta chupava como se estivesse apaixonada. Como se cada gota soubesse a porra concentrada. E me apertou gananciosa, como se tocasse uma flauta, buscando cada resto de minha pica. Uma vez satisfeita, soltou meu pau com um estalo sonoro.

•Estava uma delícia! – ela soltou, seus olhinhos verdes brilhando de vontade de mais.
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