Capítulo 26: A briga que terminamos transando
A briga com o Nico me deixou fervendo de raiva. Ele vir com esse ciúme idiota, falando que minha legging marcava a bunda e que até a calcinha fio-dental aparecia, como se eu fosse uma qualquer querendo que me olhassem, me caiu feito um soco no estômago. "Amiga, pensa como fica", ele soltou, e por um segundo quase cuspi tudo na cara dele: a parada do Matías no casamento, a garagem no meu aniversário, a boca cheia de porra dos dois, toda essa merda que ele não fazia ideia. Me calei porque se eu abrisse a boca, não parava mais, e aquilo ia virar uma guerra nuclear. Peguei minhas coisas e fui embora da casa dele com uma raiva que não me deixava respirar, pensando que justo quando eu tentava fazer as coisas direito, ele vinha com essas babaquices.
Ficamos uns cinco ou seis dias sem nos falar. Nem uma mensagem, nem um "e aí?". Silêncio total. Eu seguia minha rotina, indo pra academia, treinando com a cabeça em outro lugar. Cada vez que me olhava no espelho, lembrava das palavras dele e dava vontade de quebrar alguma coisa. Do que ele estava me tratando? De puta? Tava tão puta que por um momento pensei em mandar uma mensagem pro Matías, só pra mandar tudo pro caralho, mas não fiz. Tinha dito pra ele pararmos, e apesar do "Ok" seco dele ainda ecoar na minha cabeça, queria deixar aquilo pra trás.
No sexto dia, chegou uma mensagem dele. "Emma, vamos conversar, desculpa". Curto, mas dava pra ver que ele tinha pensado. Eu já tava mais calma, a raiva tinha baixado um pouco, embora ainda estivesse puta por dentro. Respondi, indo direto ao ponto: "Nico, tá tudo bem, mas o que você falou me caiu muito mal, pra ser sincera". Ele respondeu rápido: "Você tem razão, viajei na maionese, a gente se vê hoje?". Combinamos de nos ver naquela tarde na casa dele, e embora eu tenha ido com a guarda alta, uma parte de mim queria ver se dava pra consertar essa merda.
Cheguei umas cinco, com uma jeans desgastada, uma camiseta cinza que colava um pouco no corpo e uma jaqueta fina por causa do frio, que por sorte tava começando a relaxar em Montevideo. Nico me abriu a porta, com aquela cara de "ferrei com tudo" que ele fazia toda vez que aprontava. A gente sentou no sofá da sala, com uma mesa cheia de copos sujos e um cinzeiro que ele nunca esvaziava. "Emma, fiz uma merda, não quis te fazer sentir assim", ele começou, me olhando como se tivesse medo que eu jogasse um sapato nele. Eu cruzei os braços, ainda com a raiva pela metade. "Nico, você me fez sentir uma qualquer, como se eu fosse na academia pra mostrar a bunda. Isso te parece justo?", falei, sem rodeios. Ele suspirou, passando a mão no cabelo. "Não, não é justo, fiquei excitado, fiquei com ciúme, sei lá. É que te vejo e acho que todo mundo te olha, e isso me incomoda."
A gente conversou um tempo, eu desabafando tudo que tava entalado, ele pedindo desculpa como se a vida dependesse disso. "Não quero que você pense que te controlo, Emma, foi uma idiotice, juro", ele disse, e mesmo eu ainda meio desconfiada, o tom dele soava sincero. Não sei como, mas a coisa mudou. A gente tava mais perto, se olhando com aquela faísca que não se explica, e quando ele falou, "Não quero mais brigar, Emma", alguma coisa acendeu dentro de mim. Ele segurou meu rosto e me beijou suave no começo, mas eu devolvi o beijo com vontade, como se toda a raiva tivesse virado um tesão que eu não conseguia segurar.
A gente levantou do sofá, ainda grudados, e ele tirou minha jaqueta, deixando cair no chão da sala. Eu tirei a camiseta dele, jogando pra um lado, e ele levantou minha regata cinza pela cabeça, revelando o sutiã preto que eu tava usando. As mãos dele desabotoaram a calça jeans, descendo devagar enquanto me beijava o pescoço, e eu tirei os tênis, deixando a calça no chão. Ele tirou a calça e a cueca de uma vez, com o pau já duro roçando na minha barriga enquanto a gente se beijava de boca aberta. "Quero te comer, Emma", ele falou, com aquela voz que me arrepiava toda, e eu respondi, "então tá, me come."
Ele me levou pro quarto, me empurrando contra a cômoda do lado da Cama desfeita, e ele tirou meu sutiã, deixando meus peitos livres pra chupar com uma intensidade que me fez gemer desde o começo. Os dedos dele desceram pra calcinha azul-clara que eu tava usando, deslizando pelas minhas pernas até deixar no chão, e ele se ajoelhou, enfiando a língua na minha buceta. Lambeu devagar primeiro, percorrendo meus lábios como se quisesse me saborear toda, e depois foi pro clitóris, batendo com a ponta da língua até eu ter que me agarrar no cabelo dele pra não cair. "Você tá toda molhada, adoro isso", ele falou contra minha pele, e eu ofeguei: "Continua assim, não para". Ele me comeu um tempo, me levando ao limite, mas eu não queria gozar tão rápido.
"Quero sentir você dentro de mim", falei, e ele se levantou, pegando uma camisinha na gaveta. Colocou rápido, me olhando com os olhos acesos, e me virou contra a cômoda, me inclinando pra frente com as mãos apoiadas na madeira. Entrou devagar no começo, me deixando sentir cada centímetro, e depois empurrou forte, enchendo minha buceta com um movimento que arrancou um gemido longo de mim. "Assim, Nico, me come toda", pedi, e ele começou a me foder com vontade, num ritmo que fazia a cômoda tremer, entrando e saindo enquanto apertava um peito com uma mão e segurava minha cintura com a outra. Eu empurrava pra trás, encontrando ele a cada estocada, sentindo como chegava fundo, fazendo o calor subir pelo meu corpo todo.
Ele me virou, sentando na beira da cama, e pediu pra eu subir em cima, de frente, com as pernas abertas dos lados do quadril dele. Desci devagar, sentindo o pau dele me abrir de novo, e comecei a me mexer, subindo e descendo enquanto ele chupava um mamilo, mordendo de leve pra me fazer gemer mais alto. "Continua assim", ele dizia, e eu acelerei, quicando nele, deixando roçar bem onde me deixava louca. As mãos dele apertavam minha bunda, me guiando pra ir mais rápido, e eu cravei as unhas nos ombros dele, gemendo cada vez que descia até o fundo. Gozei assim, tremendo em cima dele, com um calor que explodiu da minha buceta e me deixou a cabeça vazia, mas não parei, queria tudo.
"Quero chupar essa pica", falei, e desci, me ajoelhando no chão na frente da cama. Ele se levantou, tirando a camisinha, e eu peguei a pica dele com uma mão, enfiando na boca sem esperar. Chupei a ponta primeiro, sentindo o gosto salgado que já tinha, e depois desci mais, enchendo a boca enquanto minha língua dava voltas nos lados. Com uma mão, massageei os ovos dele, apertando suave mas firme, e com a outra trabalhava a base, movendo rápido. "Emma, você me mata assim", ele gemeu, e eu olhei pra ele de baixo, com os olhos acesos, chupando mais fundo, deixando chegar quase na garganta. Tirei por um segundo, lambendo a ponta com vontade, fazendo círculos rápidos, e enfiei de novo, chupando com tudo enquanto a saliva escorria pelo canto da boca.
"Quero seu gozo na cara", falei, tirando por um momento, e ele grunhiu, "vou te dar tudo, sua puta", ele disse. Bateu uma rápido, com minha língua ainda roçando a ponta, e gozou, soltando a porra quente e grossa na minha cara, respingando na boca, nas bochechas, até no queixo. Era um monte, escorria pela pele, pingando no peito, e eu lambi os lábios, olhando pra ele com um sorriso enquanto ele tremia, com as pernas bambas.
Ficamos largados na cama, suados e acabados, com o gozo ainda grudento na minha cara e o cheiro de sexo enchendo o quarto. "Você é demais, Emma", ele disse, rindo, e eu respondi, "Você também, mas não vem com ciúmes de novo". Rimos, mas por dentro sabia que aquela trepada não consertava tudo. Tinha sido foda, intensa, como se tivéssemos descarregado toda a raiva no corpo um do outro, mas a briga ainda estava lá, como um eco que não ia embora. Limpei a cara com um lençol, e mesmo Nico me abraçando, eu continuava pensando se era isso que eu queria, ou se a Emma que não se segurava ia mandar tudo pro caralho de novo.
A briga com o Nico me deixou fervendo de raiva. Ele vir com esse ciúme idiota, falando que minha legging marcava a bunda e que até a calcinha fio-dental aparecia, como se eu fosse uma qualquer querendo que me olhassem, me caiu feito um soco no estômago. "Amiga, pensa como fica", ele soltou, e por um segundo quase cuspi tudo na cara dele: a parada do Matías no casamento, a garagem no meu aniversário, a boca cheia de porra dos dois, toda essa merda que ele não fazia ideia. Me calei porque se eu abrisse a boca, não parava mais, e aquilo ia virar uma guerra nuclear. Peguei minhas coisas e fui embora da casa dele com uma raiva que não me deixava respirar, pensando que justo quando eu tentava fazer as coisas direito, ele vinha com essas babaquices.
Ficamos uns cinco ou seis dias sem nos falar. Nem uma mensagem, nem um "e aí?". Silêncio total. Eu seguia minha rotina, indo pra academia, treinando com a cabeça em outro lugar. Cada vez que me olhava no espelho, lembrava das palavras dele e dava vontade de quebrar alguma coisa. Do que ele estava me tratando? De puta? Tava tão puta que por um momento pensei em mandar uma mensagem pro Matías, só pra mandar tudo pro caralho, mas não fiz. Tinha dito pra ele pararmos, e apesar do "Ok" seco dele ainda ecoar na minha cabeça, queria deixar aquilo pra trás.
No sexto dia, chegou uma mensagem dele. "Emma, vamos conversar, desculpa". Curto, mas dava pra ver que ele tinha pensado. Eu já tava mais calma, a raiva tinha baixado um pouco, embora ainda estivesse puta por dentro. Respondi, indo direto ao ponto: "Nico, tá tudo bem, mas o que você falou me caiu muito mal, pra ser sincera". Ele respondeu rápido: "Você tem razão, viajei na maionese, a gente se vê hoje?". Combinamos de nos ver naquela tarde na casa dele, e embora eu tenha ido com a guarda alta, uma parte de mim queria ver se dava pra consertar essa merda.
Cheguei umas cinco, com uma jeans desgastada, uma camiseta cinza que colava um pouco no corpo e uma jaqueta fina por causa do frio, que por sorte tava começando a relaxar em Montevideo. Nico me abriu a porta, com aquela cara de "ferrei com tudo" que ele fazia toda vez que aprontava. A gente sentou no sofá da sala, com uma mesa cheia de copos sujos e um cinzeiro que ele nunca esvaziava. "Emma, fiz uma merda, não quis te fazer sentir assim", ele começou, me olhando como se tivesse medo que eu jogasse um sapato nele. Eu cruzei os braços, ainda com a raiva pela metade. "Nico, você me fez sentir uma qualquer, como se eu fosse na academia pra mostrar a bunda. Isso te parece justo?", falei, sem rodeios. Ele suspirou, passando a mão no cabelo. "Não, não é justo, fiquei excitado, fiquei com ciúme, sei lá. É que te vejo e acho que todo mundo te olha, e isso me incomoda."
A gente conversou um tempo, eu desabafando tudo que tava entalado, ele pedindo desculpa como se a vida dependesse disso. "Não quero que você pense que te controlo, Emma, foi uma idiotice, juro", ele disse, e mesmo eu ainda meio desconfiada, o tom dele soava sincero. Não sei como, mas a coisa mudou. A gente tava mais perto, se olhando com aquela faísca que não se explica, e quando ele falou, "Não quero mais brigar, Emma", alguma coisa acendeu dentro de mim. Ele segurou meu rosto e me beijou suave no começo, mas eu devolvi o beijo com vontade, como se toda a raiva tivesse virado um tesão que eu não conseguia segurar.
A gente levantou do sofá, ainda grudados, e ele tirou minha jaqueta, deixando cair no chão da sala. Eu tirei a camiseta dele, jogando pra um lado, e ele levantou minha regata cinza pela cabeça, revelando o sutiã preto que eu tava usando. As mãos dele desabotoaram a calça jeans, descendo devagar enquanto me beijava o pescoço, e eu tirei os tênis, deixando a calça no chão. Ele tirou a calça e a cueca de uma vez, com o pau já duro roçando na minha barriga enquanto a gente se beijava de boca aberta. "Quero te comer, Emma", ele falou, com aquela voz que me arrepiava toda, e eu respondi, "então tá, me come."
Ele me levou pro quarto, me empurrando contra a cômoda do lado da Cama desfeita, e ele tirou meu sutiã, deixando meus peitos livres pra chupar com uma intensidade que me fez gemer desde o começo. Os dedos dele desceram pra calcinha azul-clara que eu tava usando, deslizando pelas minhas pernas até deixar no chão, e ele se ajoelhou, enfiando a língua na minha buceta. Lambeu devagar primeiro, percorrendo meus lábios como se quisesse me saborear toda, e depois foi pro clitóris, batendo com a ponta da língua até eu ter que me agarrar no cabelo dele pra não cair. "Você tá toda molhada, adoro isso", ele falou contra minha pele, e eu ofeguei: "Continua assim, não para". Ele me comeu um tempo, me levando ao limite, mas eu não queria gozar tão rápido.
"Quero sentir você dentro de mim", falei, e ele se levantou, pegando uma camisinha na gaveta. Colocou rápido, me olhando com os olhos acesos, e me virou contra a cômoda, me inclinando pra frente com as mãos apoiadas na madeira. Entrou devagar no começo, me deixando sentir cada centímetro, e depois empurrou forte, enchendo minha buceta com um movimento que arrancou um gemido longo de mim. "Assim, Nico, me come toda", pedi, e ele começou a me foder com vontade, num ritmo que fazia a cômoda tremer, entrando e saindo enquanto apertava um peito com uma mão e segurava minha cintura com a outra. Eu empurrava pra trás, encontrando ele a cada estocada, sentindo como chegava fundo, fazendo o calor subir pelo meu corpo todo.
Ele me virou, sentando na beira da cama, e pediu pra eu subir em cima, de frente, com as pernas abertas dos lados do quadril dele. Desci devagar, sentindo o pau dele me abrir de novo, e comecei a me mexer, subindo e descendo enquanto ele chupava um mamilo, mordendo de leve pra me fazer gemer mais alto. "Continua assim", ele dizia, e eu acelerei, quicando nele, deixando roçar bem onde me deixava louca. As mãos dele apertavam minha bunda, me guiando pra ir mais rápido, e eu cravei as unhas nos ombros dele, gemendo cada vez que descia até o fundo. Gozei assim, tremendo em cima dele, com um calor que explodiu da minha buceta e me deixou a cabeça vazia, mas não parei, queria tudo.
"Quero chupar essa pica", falei, e desci, me ajoelhando no chão na frente da cama. Ele se levantou, tirando a camisinha, e eu peguei a pica dele com uma mão, enfiando na boca sem esperar. Chupei a ponta primeiro, sentindo o gosto salgado que já tinha, e depois desci mais, enchendo a boca enquanto minha língua dava voltas nos lados. Com uma mão, massageei os ovos dele, apertando suave mas firme, e com a outra trabalhava a base, movendo rápido. "Emma, você me mata assim", ele gemeu, e eu olhei pra ele de baixo, com os olhos acesos, chupando mais fundo, deixando chegar quase na garganta. Tirei por um segundo, lambendo a ponta com vontade, fazendo círculos rápidos, e enfiei de novo, chupando com tudo enquanto a saliva escorria pelo canto da boca.
"Quero seu gozo na cara", falei, tirando por um momento, e ele grunhiu, "vou te dar tudo, sua puta", ele disse. Bateu uma rápido, com minha língua ainda roçando a ponta, e gozou, soltando a porra quente e grossa na minha cara, respingando na boca, nas bochechas, até no queixo. Era um monte, escorria pela pele, pingando no peito, e eu lambi os lábios, olhando pra ele com um sorriso enquanto ele tremia, com as pernas bambas.
Ficamos largados na cama, suados e acabados, com o gozo ainda grudento na minha cara e o cheiro de sexo enchendo o quarto. "Você é demais, Emma", ele disse, rindo, e eu respondi, "Você também, mas não vem com ciúmes de novo". Rimos, mas por dentro sabia que aquela trepada não consertava tudo. Tinha sido foda, intensa, como se tivéssemos descarregado toda a raiva no corpo um do outro, mas a briga ainda estava lá, como um eco que não ia embora. Limpei a cara com um lençol, e mesmo Nico me abraçando, eu continuava pensando se era isso que eu queria, ou se a Emma que não se segurava ia mandar tudo pro caralho de novo.
0 comentários - Capítulo 28: Briga que acabamos na cama