As aventuras de Lupita capítulo 26 A menina vai entregar ao sogro sua tão preciosa bunda.
No quarto de casal ainda continuava a fodida ardente, o velho Severiano suava que nem cavalo metendo a pica na garota na mesma posição do missionário que é tão gostosa, a menina de apenas 19 anos que só recebia com as pernas bem abertas e cara de brava estava sentindo muito tesão, os dedos dos pés ela separava e juntava, cruzava e separava de novo por causa da vontade de contrair os músculos da buceta no único intuito de espremer a pica do quase sogro Dom Severiano, que achava que a jovem estava se esforçando para chupar a pica dele com a boceta.
Dom Severiano, sem querer dar fim àquela sessão de sexo sem limites, endireitou o corpo para ir tirando a pica daquele corpo glorioso que ele estranhamente acabara de corromper. Lupita, preocupada e pensando que talvez o velho já tivesse se cansado de foder ela, só ficou olhando da posição dela, mas viu que o véio se levantou ao lado da cama e depois disse: de quatro, puta...!!! Agora vou te foder que nem as cachorras, hahahaha!!!!
Lupe, com todo o cabelo preto sedoso bagunçado e molhado de suor, felinamente mexeu as curvas para se aproximar de gatinha em cima da cama. Cada movimento que a menina fazia era de enlouquecer, o velho sentia que a qualquer momento era o fim para a pica dele. A garota viu em primeiro plano o membro gigantesco e com a mãozinha trêmula apalpou, estava inchado, duro e bem escorregadio por causa dos líquidos que os dois soltaram. Não aguentou o tesão e, sem o velho pedir, engoliu gulosamente quase metade do terrível falo que o sogro tinha. Foram uns minutos de chupar, lamber e percorrer com os lábios toda a extensão da vara do homem sortudo. O pau do velho sortudo cabia só a metade na boca fina da A adolescente, por mais que tentava engolir, não conseguia por causa do grosso e duro daquela ferramenta animalesca. Quando já estava bem limpinha,
Lupita sorriu, olhando nos olhos dele, até que finalmente a viu se posicionar exatamente como ele tinha mandado, na beirada da cama, na altura perfeita pra meter de quatro. A mina encaixou a bunda bem do lado onde ele tava, depois inclinou o tronco, deitando na cama até ficar com os peitos esmagados.A vista espetacular que o velhote tinha era de concurso, e sem querer esperar mais, apontou com a pica pro que sempre olhava, admirava e desejava. A raba da Lupita era o sonho de todos os caras daquele povoado perdido. Com muito cuidado, ele encostou a cabeça roxa no buraco anal dela. Lupita, que sentiu a ponta de carne tomar posse, levantou os quadris pra abrir e separar ainda mais as pernas, enquanto o velho a segurava pela cintura fina e pronunciada, começando a pressionar devagar. Ao mesmo tempo, o velhote puxava ela em direção ao apêndice dele, e a piroca agradecida começou a entrar como se aquele cuzinho delicioso e apertado fosse a própria casa dele, fazendo o dono gozar prazeres nunca sentidos antes.
Seu Severiano curtia cada centímetro que a pica roçava e abria as paredes internas da novinha. Era uma delícia sentir como o pau dele forçava de novo o buraco tão sonhado e via ele se abrir. Dava pra ver que tinha pouco uso, porque apesar de tudo que ele sabia, sentia bem apertado. Nisso, chegavam de novo aos ouvidos dele os gemidos e os pedidos ardentes da jovem sendo empalada de novo:
— Siim…! Assiiim…! Assiiim…!! Mete maiiis…!! Maiiis…!! Maiiis…!!! Mete tuuudo!!! Seu mendiiigo!!! Enquanto o velho empurrava, investia e fincava o apêndice em busca de mais satisfação sexual.
Plaffff…! Plaffff…!! Plaffff…!! Plaffff…!!! Plaffff…!!! Plaffff…!!! Ecoavam os choques ferozes de bunda e pica. O velho metia com brutalidade, mas às vezes diminuía as investidas pra percorrer a caverna anal subterrânea e íntima dela como se a pica dele fosse o próprio. Nautilus em plena missão de reconhecimento naqueles mares deliciosos e mornos de prazer que a colegial possuía no fundo da sua buceta quente, entrando cada vez mais fundo a cada estocada que ele mandava, a mente do velho estava a mil por hora, ele podia sentir de forma prazerosa como cada vez penetrava ainda mais no corpo da menina, era uma foda enlouquecedora e também a melhor trepada que ele tinha levado em toda a vida.
Lupita continuava incentivando ele, pelo cu dela já tinham passado vários, o que a fez estrear analmente foi o Corcunda, o zelador da escola dela, João, o velho mecânico do parque de diversões, seu Pedro, até um taxista que ela já não lembrava o nome tinha enterrado os paus naquele cu.
— Aiiiiii seu Seveeee que gostosoooo!!, que grande eu sinto eleeee!!!, nunca fizeram tão gostoso assim pra miiiiim… mete eleeee…!!! mete maisssss…Cachorrooo!!! quero ele todinho dentro de miiiiim!!!! Mmmmmmmmm que gostoso papaiiiii!!!... sinto ele bem duro e empinadooooo!!!!... Mexe-seee… mexe-se mais forteeee…!!!Vadiasooo!! mais firmeeeeee…!!!!! Ohhhhhh… acho que vou gozar gostosoooo!!!! acho que tô gozandooooooooooo!!!!!!
Assim que o velho percebeu o estado erótico deplorável de Lupita, ele deu uma estocada que tentou arrancar o pau pela boca dela se desse, bastou só isso para a menina quente explodir num orgasmo tremendo e fantástico, os líquidos vaginais dela jorravam como se a jovem estivesse se mijando de verdade, escorriam e molhavam tudo, o quase sogro já não aguentava mais de tanta tesão que a garota tinha deixado nele, então começou um barulhento mete e tira o mais rápido e acelerado que suas forças permitiam, ele metia e tirava deixando o pau ir até o fundo das entranhas dela, Lupe gritava e exigia que ele metesse mais forte,
O velho já não aguentou mais e, com força, enfiou até o fundo das entranhas dela, gozando com o pau o mais fundo que pôde na bunda da Lupe. Três, cinco e até seis jorros vigorosos de porra quente e grossa explodiram naquele quente e íntimo recinto feminino. O sêmen inundava tudo, enquanto também transbordava de dentro da buceta dela. O velho sentia as contrações que a menina fazia com a bunda, espremendo ele para dentro, tentando, se possível, tornar a penetração ainda mais profunda.Assim que tudo terminou, o velhote simplesmente se deixou cair ao lado dela, todo mole e suado. Devagar, foi tirando da buceta dela o pau fumegante e espumoso, ainda duro por causa do Viagra. Como pôde, se jogou ao lado dela, que também ia recuperando o fôlego aos poucos. Viu que a menina virou de costas e abriu as pernas sem o menor pudor, e ele pôde observá-la com as coxas completamente abertas. Da buceta rachada e do cu ainda escancarado escorria uma quantidade enorme dos líquidos dos dois, formando uma poça grossa, branca e meio transparente, que aos poucos era absorvida pelo lençol.
Os dois amantes sentiram claramente quando a porta da casa abriu e fechou, percebendo na hora que Rodrigo tinha saído de novo. Com certeza ia para a casa da namorada ver se ela já tinha voltado. Lupe e o velho notaram isso, até que foi seu Severiano quem falou primeiro:
— Gostou do que acabamos de fazer, gostosa? — disse ele, finalmente, quando já sentia que tudo voltava ao normal.
— Seu Seve... acho que já tenho que ir pra casa... Rodrigo deve ter me procurado a manhã inteira... e já são quase três da tarde...
— Vamos fazer um trato, garota... pra você já ir sabendo desde hoje: você passa a ser tipo minha namorada, hahaha... minha mulher. Como eu te falei antes, você é muito gostosa e eu realmente queria que... você viesse morar comigo, então vai pensando no que vai inventar pro seu namorado pra se livrar dele, porque assim que eu conseguir expulsar eles da minha casa, você vem morar comigo e a gente vai ter muitos filhos, hahahaha!!!! Outra opção: foda-se, você casa com o inútil e fica morando aqui, claro que vou te comer quantas vezes eu puder.
Lupe, já refeita e vestida de novo, se preparava pra sair da casa de seu Severiano. O velho olhava pra ela pelado e sentado, enquanto bebia uma cerveja e fumava, ainda não acreditava que tinha transado com uma mulher tão gostosa. E quando a menina já ia saindo da casa dele, ele a segurou:
— Você não sabe o quanto me custa deixar você ir, lindura. É inacreditável como você é boa e como é uma delícia na cama…
Lupe, tentando não pensar nos palavrões do sogro seu Severiano, só respondeu:
— Então posso ir?
— Já te falei, por acaso você é surda? Vai embora agora mesmo, mas vai vir dar pra mim quantas vezes eu quiser!! Hahaha…!!! Então agora me dá um beijo antes de ir. O velho olhava pra ela, se masturbando com o pau bem duro, enquanto a via com aquele vestido azul todo arrumadinho, e por Deus que dava vontade de arrancar tudo e comer ela ali mesmo, jogada no chão da sala da casa dele…
Lupita percebeu que aquela expressão estranha nos olhos do velhote tinha voltado, e vendo que ele a qualquer momento podia mudar de ideia e comer ela de novo, talvez até tarde da noite, só respondeu:
— Tá bom… vou beijar ele… mas depois me deixa ir…
A jovem, que de novo estava tomada pelo nervosismo, pegou femininamente com a mãozinha a bochecha do velho e aproximou os lábios, recebendo seu Severiano na boca o beijo mais apaixonado. A língua de Lupita explorava cada cantinho da boca daquele homem nojento. O velho não queria acordar daquele sonho. O beijo prolongado foi dado, e Lupita, sorrindo, disse:
— Agora sim posso ir, seu???
— Hahahaha, pode… lembra..., hahaha... e amanhã quero você cedinho e bem banhadinha, hahahaha agora vaza!!, que meu enteado já tá chegando, hahahaha!!!!
Lupita saiu como pôde da casa de seu Severiano pela porta dos fundos, enquanto andava olhando pra todos os lados, como se certificando de que não tinha nenhum conhecido que a visse saindo da casa do namorado quando ele não estava e que ela só tinha ficado com o padrasto dele, mas se acalmou ao perceber que ninguém a tinha visto. Só que agora vinha a parte mais tensa de toda a situação: ela teria que beijar o namorado depois de ter chupado e feito aquela outra coisa com aquele velho que só curtia fazê-los sofrer, ele e a mãe dele.
FIM... ESPERO QUE TENHA CURTIDO ESSA HISTÓRIA ATÉ A PRÓXIMA. COM MAIS RELATOS DA LUPITA E DE OUTROS PERSONAGENS.
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