A Caminhoneira Gostosa IV

Fala galera! Depois de uns dois anos sumido, tô trazendo as histórias de novo! Por uma boa maioria, quem pedia "A Caminhoneirinha" venceu. Mas quem pediu "Conhecendo meus vizinhos na pandemia" também vai ter seu conto, só preciso de mais tempo e de uma ajudinha de vocês!

Tô deixando os links dos anteriores aqui:
Capítulo 1:
http://www.poringa.net/posts/relatos/5397960/La-camionerita.htmlCapítulo 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/5404883/La-camionerita-II.htmlCapítulo 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/5412675/Camionerita-III.htmlAgora sim, bora pro que interessa!

O sol da tarde já tava caindo quando o Gonza estacionou o caminhão num posto grande na estrada. Naquela hora, o lugar já tava cheio de vida: cheiro de comida, risada ao fundo e uns televisões velhos passando jogo de futebol. Era uma noite bem quente, então a cerveja tava rolando solta. Era parada obrigatória pros caminhoneiros antes ou depois de carregar ou descarregar no porto. No geral, sempre tinha bastante gente, turistas também, mas principalmente caminhoneiros.

Numa mesa encostada na parede, três caras já ocupavam lugar e copo. Marcelo — o maior, uns quarenta e poucos, olhar safado e sorriso de malandro de estrada — levantou a mão quando viu eles. Do lado, Martín, o mais novo, uns vinte e poucos, tímido, de boné baixo e olhando de canto; e Nico, de físico mais bruto, com uma regata apertada e a voz sempre um pouco alta.

Quando o Gonza chegou, já mandou a apresentação na lata:

— Ela é minha amiguinha Milena... trata bem, é uma gatinha.

Os três caras caíram na risada, entre cumprimentos e cotoveladas. Milena só sorriu de leve, obediente, e deu um "oi" suave enquanto beijava cada um e sentava do lado do Gonza e do Martín.

Milena não passava despercebida. Saia jeans curta rosa, que mal cobria o necessário quando sentava, e uma camiseta preta de banda de rock, amarrada num nó na altura do umbigo. Não usava sutiã e isso era mais que óbvio: de vez em quando os biquinhos marcavam no tecido. E quando se inclinava pra frente, dava pra ver um pouco mais.

A conversa esquentou rápido, como era de costume entre caminhoneiros depois de vários dias na estrada, ainda mais com a cerveja rolando naquela noite. Marcelo foi o primeiro a soltar uma:

— Ô Gonza, trouxe sobremesa? — falou, olhando descaradamente pra ela.

Gonza sussurrou algo no ouvido dela, e Milena respondeu na hora:

— A sobremesa sou eu — com um sorriso tímido. seguindo o jogo como uma boa garota obediente, o que soltou um "Uffff" entre os participantes do jantar.

A pizza chegou, as cervejas continuaram rolando. O clima foi esquentando. Milena comia quase nada, cruzava as pernas, ria das piadas e olhava pra cada um com aqueles olhos de menina safada que sabe o que provoca.

Marcelo, com a ousadia de sempre, ofereceu um cachorro-quente que tinha pedido à parte.

— Toma, Mili, vê se sabe comer direito... não precisa se ajoelhar, haaa — disse ele, enquanto passava o cachorro-quente sem pão, só a salsicha, com um olhar cúmplice pros colegas.

— E posso colocar maionese? — perguntou ela, pegando um sachê.

— Claro — respondeu Nico —. Enche bem.

Milena olhou pro Gonza, que só balançou a cabeça sorrindo. Ela apertou o sachê de maionese sobre a salsicha, deixando um fio branco e grosso que pingou um pouco no prato. Pegou a salsicha com uma mão e lambeu com a ponta da língua, devagar, enquanto todos olhavam em silêncio. Depois foi enfiando aos poucos, limpando com cada chupada um pouco mais de maionese, até enfiar na garganta, sem perder o contato visual com ninguém.

Aquela cena esquentou ainda mais a mesa e relaxou o clima. A noite seguiu com conversas de caminhão e estrada, de mulheres e amigos. Num momento, Gonza sussurra no ouvido dela pra tocar o Martín devagar. Imediatamente, Milena aproximou a mão da perna do vizinho de mesa, que deu um pequeno pulo com o contato, confirmando pro Gonza que sua putinha estava mais obediente do que nunca. Enquanto continuavam conversando, a mão dela foi além. Passou por cima da calça por um tempo e ficou paralisada.

Era enorme.

A expressão no rosto dela disse tudo. Martín ficou vermelho que nem um tomate. Gonza percebeu e sorriu.

— Ah, já se conheceram bem, pelo visto...

Milena, sem dizer nada, não conseguia parar de pensar no tamanho daquela pica e no que Gonza teria planejado pra aquela noite. Depois, com uma Com uma lentidão provocante, deslizou a mão por baixo da saia. Não tava usando nada por baixo, só a calcinha fio-dental vermelha minúscula. Com uma habilidade prática, tirou sem ninguém perceber… ou pelo menos foi o que pensou. Amassou com os dedos e passou pro Marcelo por baixo da mesa.

—Pra tu ter uma lembrança — sussurrou.

Marcelo pegou, cheirou como se fosse um perfume fino e guardou no bolso com um sorriso que tomou o rosto inteiro.

Depois de comer, e com o clima já quente, o Gonza soltou a ideia como quem não quer nada:

—Pô, e se a gente continuar o papo em outro lugar? Tipo um canto mais tranquilo.

—Tá falando da "sobremesa", Gonza? — disparou Marcelo na lata — Se for isso, a carreta tá vazia. A caçamba tá livre, tem uns pallets com saco de farinha, dá pra ir lá.

—Tu sempre com solução prática, mano — respondeu o Nico rindo.

Milena olhou pro Gonza, meio nervosa, meio excitada. Não tinha sido avisada, mas claramente desconfiava de algo desde que desceu da carreta. Gonza pegou ela pela cintura, deu um beijo no pescoço e sussurrou:

—Vamo brincar um pouco, love… Se comporta.

Marcelo levou a carreta até uma área mais sossegada do posto, longe dos outros veículos, enquanto os outros compravam umas latas de cerveja pra levar.
Marcelo estacionou e abriu a caçamba traseira. Tava limpa, escura e tinha uns pallets com sacos de farinha empilhados no fundo. O lugar cheirava a madeira dos pallets, mas tinha uma intimidade inesperada. Era totalmente fechado, então lá dentro tava um calorão.

Milena subiu primeiro, com a ajuda das mãos do Nico, que aproveitou pra apalpar tudo que podia. A saia mal cobria a bunda enquanto ela subia. Lá dentro, sentou num saco de farinha e cruzou as pernas, esperando os amigos ocasionais entrarem. O resto foi entrando atrás.

Gonza subiu por último e fechou a porta atrás deles.

—Agora sim… vamo brincar.

Espero que tenham gostado! Tive que parar por aqui. porque não me deixava postar mais longo, já tenho a segunda parte disso escrita, então em breve vou postar.

Já sabem, comentem aqui ou no privado o que acharam e a gente troca uma ideia!

2 comentários - A Caminhoneira Gostosa IV