Sempre saía sexta-feira. Minha amiga, seu irmão e eu. Ninguém sabia que eu tava te vendo naquela época que a gente tava começando a ficar. Aquela noite foi uma das tantas que ele dava em cima de mim e eu escapava, queria juntar minha amiga com seu irmão... aquela noite a gente tinha ido num bar, nós três, e queriam me encher de álcool a todo custo, mas eu não queria porque sabia como fico quando bebo. E como queriam que eu bebesse, pediram três canecas, uma pra cada. No começo eu resisti... mas depois, bom, afrouxei. Seu irmão tava sentado no meio das duas. E ele pegava na minha perna, segurava minha mão, falava umas coisas gostosas sobre como eu tava vestida e tal. A gente continuou bebendo. Batendo papo. Até que as três canecas começaram a bater. Chegou a hora perfeita pra ir pro Berlim (assim que chama a balada ou pub) e a gente foi. No Berlim a gente continuou bebendo. Já não dava pra entender nada. Seu irmão veio dançar comigo, por trás, e se encostava em mim, e eu, já chapada de álcool, me entregava. Até que ele levou minha mão direto pra eu sentir como o pau dele tava duro por cima da calça enquanto a gente dançava. Aí eu meio que toquei com a mão, depois que gostei do que senti, comecei a apertar mais o pau dele e fiquei surpresa de como ele tava tão quente. Depois de um tempo dançando assim, entre nós três, chego perto do ouvido dele, mordo o pescoço dele com um chupão e ali, no meio do Berlim, a gente se pegou a beijar com muita língua. Que tesão que a gente tava. De vez em quando eu caía em mim e falava pra ele beijar minha amiga, e ele dizia que queria me comer, que eu sentisse como ele tava. Ele desabotoou alguns botões da calça e fez eu enfiar a mão por dentro da calça dele. Tinha um pau divino de grosso. Ele percebeu meu tesão quando eu toquei, porque falou pra gente ir pra casa dele e eu dizia que não, que a gente continuasse dançando, mas não soltava o pau dele em nenhum momento. Já não ligava mais se alguém visse. Eu, bêbada e ainda por cima com tesão, tava em outro mundo. Não tava nem aí. Nada, chegou a hora que a balada acabou e seu irmão foi nos levar. Pedi pra ele me deixar em casa primeiro porque já imaginava o que ia rolar se eu ficasse por último. Fomos nós três e o filho da puta deixou minha amiga primeiro, ficando só nós dois no carro dele. Enquanto a gente tava no carro, num sinal vermelho, ele começou a me beijar desesperado, cheio de tesão, apalpando meus peitos. Eu falava que o sinal tava verde, pra ele andar, e ele não tava nem aí. Tava muito tarado. Não tinha como parar ele. Mas num outro sinal — que ele pegava de propósito no vermelho só pra me comer — ele descobriu meu ponto fraco: chupar minhas orelhas. Isso me matou de prazer. Ele fazia tão bem que, sem pensar, tirei a rola dele da calça e comecei a chupar que nem uma louca. Era tão gostosa, toda peladinha, que não tava nem aí em chupar ele no carro parado no sinal. Eu tava muito molhada e ele também. Ele pediu pra eu dar uma segurada porque ia gozar, e me levantou de lá pra acelerar o carro a toda velocidade e me levou pra casa dele. Chegamos na casa dele e eu não queria descer, voltei a cair na real de que tava errado ficar com ele porque era seu irmão. Mas ele me beijou de novo, me puxou pelos cabelos, mordeu minha nuca, chupou meu pescoço e minhas orelhas. Aí, sem pensar, subi em cima dele no carro que tava estacionado na frente da casa dele, montei naquela rola que já tava pra fora da calça do tanto que eu tinha chupado minutos antes. Peguei ela e enfiei tudo pra dentro sem camisinha. Comecei a cavalgar com tudo, e gritava de prazer, e ele tapava minha boca falando que os vizinhos iam me ouvir. Não tava nem aí se alguém visse. Só queria gozar naquela rola grossa, mas ele gozou primeiro e eu senti minha buceta encher de muito leite. Aí desci de cima dele pra chupar e limpar, ou na real não queria que ele broxasse por ter gozado tão rápido. Mas começou a murchar do mesmo jeito, e ele falava pra eu me perdoa, tava muito excitado e me queria há muito tempo, deve ser por isso que gozou tão rápido. A questão é que a gente se vestiu e eu pedi pra ele me deixar em casa, mas ele insistia pra gente entrar na casa dele, que daqui a pouco ia subir de novo. Mas eu já não queria mais saber... aí ele me levou pra casa e eu tomei um banho de água fria pra me acalmar um pouco do tesão que eu tava, porque seu irmão tinha me deixado cheia de vontade. E essa foi a primeira vez que eu fiquei com ele.
1 comentários - Minha ex me conta seus segredos