O Bully do Meu Filho VIII (A Sala de Aula) Parte 1

Enquanto Fabiola e Nelson se despedem entre carícias e beijos cheios de luxúria, completamente nus, Juan se recompõe e fica sentado no chão do banheiro, pensando se o que ouviu foi real.

Minutos depois, Fabiola sai já recomposta do banheiro feminino e entra na sala do cinema, procura seu lugar e vê que Juan não está, mas nota que a comida e as bebidas continuam lá. Decide pegar seu refrigerante e assistir ao final do filme.

Nelson também já saiu do banheiro, satisfeito e com o celular cheio de pedidos pelos serviços da sua amante. Enquanto isso, Juan respira fundo, se levanta tremendo e, com o telefone na mão, decide voltar para a sala do cinema, torcendo para que tudo não passe de imaginação.

Ao entrar na sala, vê sua mãe sentada (parece relaxada e bem sorridente, sem nenhum sinal de ter transado... embora esteja feliz demais, talvez seja porque acabou de falar com o pai, sim, deve ser isso), pensa Juan, e senta no seu lugar. A mãe olha para ele e sorri em silêncio, ele pega a mão dela e ela aperta a dele. Sem dúvida, sua imaginação pregou uma peça nele; sua mãe seria incapaz de ser uma puta que dá para dois caras diferentes no banheiro de um cinema... Cheio de paz, ele se recosta nos peitos dela, que acaricia seu cabelo enquanto terminam de ver o filme, e Juan sente seu pau crescer debaixo da calça novamente... Sem dúvida, ele precisa dar um jeito de ver a mãe nua.

Finalmente, o fim de semana termina tranquilamente, e o amanhecer de segunda-feira traz de volta a rotina da semana. Mas esta segunda tem algo diferente para Fabiola: ela se sente mais livre, renascida. Certas amarras internas estão se quebrando aos poucos. Ela não é mais só uma mãe e esposa presa na rotina; agora também é uma mulher livre que quer aproveitar tudo que a vida pode oferecer, e muito mais.

Como parte desses novos sentimentos, ela dormiu nua e, ao acordar, veste um roupão branco semitransparente que realça suas curvas. A área íntima dela e os mamilos... deixando transparecer o contorno do corpo dela, incluindo os peitos e o quadril, ela caminha até o quarto do filho e bate na porta.

Juanito, hora de acordar.

Ela abre a porta e entra pra ver o filho, que está se espreguiçando e acordando devagar. Então os olhos dele se fixam no corpo da mãe e ele percebe o pau crescendo debaixo dos lençóis ao sentir o contorno do corpo dela transparecendo pelo roupão, censurando só os mamilos e a buceta dela.

Bom dia, mamãe.

Ele diz e ganha um beijo na bochecha, fazendo ele sorrir.

Bom dia, Juan, se apressa que a gente vai se atrasar pra escola.

Responde Fabiola e dá uns tapinhas nas pernas dele que estão debaixo do lençol. Ela sai e, ao virar, mostra pro filho a bunda dela transparecendo, rebolando devagar e provocante, sem intenção disso, mas claramente é parte do novo jeito dela.

Sim, mamãe, já vou... Porra! Que gostosa.

Responde Juan, e a última parte ele murmura olhando totalmente bobão pra bunda da mãe e começando a esfregar o pau duro.

Não demora no banho, enquanto isso vou preparar seu café da manhã e seu lanche (e o do Nelson hehe).

Responde Faby virando um pouco pra ver o filho, que se enfiou nos lençóis e só balança a cabeça. Ela sorri com o último pensamento e sai do quarto fechando a porta atrás de si.

Quando Juan termina de se masturbar com a imagem da bunda da mamãe na memória, ele se levanta e começa a se preparar pra ir pra escola. De certa forma, ele gosta dessa nova fase da mãe, ela parece mais livre e mudada, mais feliz e cheia de vida... ele não liga se a mãe tem um amante e trai o pai, ela irradia alegria e paixão, e com isso ele se sente contente e aumenta a chance de conseguir alguma foto dela pelada e até, por que não, um vídeo dela se masturbando.

Pronto, mamãe... você parece muito feliz.

Diz Juan quando termina, e o olhar dele brilha ao ver a mãe ainda com o roupão vestido. deleitando sua vista

Valeu, love… me sinto melhor do que nunca

Ele se aproxima e deixa o prato com o café da manhã na frente dele, dando um beijo carinhoso na bochecha

Toma café enquanto eu tomo um banho e me arrumo pra te levar pra escola, ok?

Fabiola dá mais um beijo no filho e vai pro quarto dela tomar um banho, enquanto Juan, ao ouvir que ela ia tomar banho, acelera o café. Ela chega no quarto, tira o roupão, completamente pelada, coloca o celular no tripé na frente da cama e se deita de barriga pra cima, abrindo as pernas, e depois tira outra foto dela de quatro, de lado com as costas bem retas e os peitos balançando, e por último pega o celular do tripé e tira uma selfie dela lambendo um dos mamilos. Em todas as fotos, ela faz cara de puta. Sorri olhando as fotos e manda tudo pro Nelson.

"Bom dia, meu love, espero estar com você hoje"

Ela escreve no chat com Nelson e manda as fotos, depois entra no banheiro e começa a tomar um banho, sorrindo ao pensar na nova mulher que escolheu ser.

Juan termina o café da manhã rapidinho e sobe devagar pro quarto da mãe, em silêncio. Tira o celular do bolso da calça e, escondido atrás da parede, abre a porta devagar e, sem olhar pra dentro, enfia o telefone e começa a gravar. Aponta o melhor que pode, e por enquanto só vê uma silhueta na tela do celular, que embaça com o vapor do chuveiro. Juan fica mais confortável, se encosta na parede e tira o pau já duro e ereto, segura ele pulsando na mão e começa a bater uma enquanto ouve a mamãe tomando banho e grava ela. Sem dúvida, à noite ele ia bater outra vendo esse vídeo que tá gravando.

Nelson tá se vestindo pra escola no quarto dele e ouve o toque especial que colocou no chat da Fabiola. Mal abre as mensagens e o membro preto dele já responde, endurecendo por baixo da calça.

"Uff… você tá uma puta completa. Porra! Que gostosa você tá… me diz, você vai vir na escola pra que? Vamos brincar? Kkkk"

Depois de responder, ela reenvia as fotos pro mesmo grupo do WhatsApp onde, assim que as imagens são exibidas, começam a chegar mensagens cheias de sacanagem e perversão.

"Que gostosa essa milf"
"Putona, a mãe do João é uma foxy do caralho"
"Vagabunda, vou bater uma antes da aula"
"Tomara que minha mina fosse tão gostosa e tão puta quanto essa vadiazinha"
"Quero fazer um irmão pro João"
"Quanto custa essa puta de boate?"

Enquanto João tá quase gozando, ele ouve a mãe falar e isso faz ele reagir, puxando a calça pra cima e saindo dali em passos rápidos e silenciosos, xingando porque não conseguiu terminar a punheta. O celular dele começa a tocar depois, e ele sabe que são os caras enchendo o saco com mensagens pra perturbar, então vai bloqueando os chats, sem perceber que são as fotos que a mãe tirou com mensagens pervertidas.

Fabiola sai pronta pra levar o João pra escola.

"Anda logo, João, não podemos chegar atrasados."

João vê ela parada na porta que dá pra garagem e, disfarçando, cobre a ereção que marca na calça. A mãe dele nunca tinha ido tão provocante pra escola, mas por algum motivo, isso não incomodava ele; pelo contrário, fazia ele se sentir orgulhoso (olha que mulherão é a minha mãe, Nelson, e você nunca vai comer ela... agora, quem é o perdedor?), ele pensa enquanto os olhos percorrem o corpo da mãe.

Ela usa um vestido preto justo que vai até a metade das coxas, com um decote em V profundo no peito e alças finas. Também veste por cima uma camisa branca de tecido leve e aberta, de mangas compridas que são dobradas até os cotovelos e que termina acima do umbigo, se é que dá pra ver. Os olhos dela estão escondidos atrás de óculos escuros quadrados e grandes, de armação branca. O cabelo solto com os cachos caindo pelos ombros, e um boné azul marinho com as letras "NY". Além de uma pulseira dourada e uma corrente fina de prata com um pingente no pescoço com a inicial "J", também em prata. Tudo Bem combinado com umas botas de couro preto de salto agulha, tudo isso fazendo a pele branca dela se destacar e os lábios carnudos hidratados por um gloss rosa.

Fabiola olha pra ele sorrindo e entram juntos na garagem pra ir pra escola. O que Juan não sabe é que a mãe dele, na bolsa dela, não leva só maquiagem e as coisas pessoais, mas também decidiu colocar camisinhas, lubrificante e uns brinquedos (o consolo dela e uns vibradores pequenos de peito, os únicos brinquedos que ela tinha). Além disso, por baixo desse look chamativo, ela usava um sutiã leve e bem decotado e uma tanga fio dental que se enfiava entre as nádegas, tudo preto.

Os dois entram no carro e, abrindo a garagem, vão a caminho da escola enquanto Fabiola coloca as sacolas com os dois lanches no colo de Juan, que agradece, pois com isso esconde a ereção dele que aumentou ao ver como a saia do vestido subia quando a mãe estava sentada e os peitos dela balançavam no ritmo do movimento do carro, já que, apesar de estarem bem presos, têm liberdade suficiente pra se mexer.

— Dois lanches, mãe? — pergunta Juan assim que sai do transe da excitação dele. — O outro é pra você? Arrumou um emprego novo?

Juan começa a soar mais feliz por ela enquanto solta essas perguntas, embora o celular dele também vibre no bolso com mensagens que chegam dos que enchem o saco na escola, então, num movimento rápido, ele tira o celular pra desligar e guardar de novo no bolso.

A mãe dele sorri ao ouvir como ele pergunta cheio de empolgação e felicidade, esperando ansiosa pela resposta dela.

— Então é... pensei que você não notaria — responde ela enquanto Juan olha pra ela com os olhos brilhando (no fim, não é mentira... só não é um emprego convencional), pensa ela, divertida. — Por isso não pude ficar muito tempo com você no cinema, me ligaram do lugar onde fui fazer uma entrevista e me ofereceram uma proposta que não pude recusar... então vamos poder viver melhor sem dar tanta dor de cabeça pro seu pai.

Ela sorri pra ele. Enquanto por dentro João sente paz, o que ele tinha ouvido no banheiro foi fruto da imaginação dele e uma maldade da sua tesão, enquanto Fabíola lembra da dupla de fodas que levou no banheiro, lembrando principalmente como Nelson a fez gemer e gozar como nunca antes, só de lembrar do pau duro do garoto comendo a bunda dela faz ela apertar as pernas e morder o lábio inferior enquanto um brilho aparece nos olhos dela.

Seremos mais independentes, amor.

Completa Fabíola soltando um suspiro que deixa João ainda mais tranquilo.

Que bom, mãe, dá pra ver que você tá super feliz… hoje você tá linda demais, bom… todos os dias você tá linda, mas hoje sua alegria transparece.

João responde enquanto não consegue evitar continuar olhando pra ela, mais do que como mãe, ele a vê como uma mulher que ele deseja ter. Chegam nos portões da escola e Faby estaciona na calçada perto da entrada principal, pega João e beija a bochecha dele docemente.

À tarde você me conta mais sobre seu novo trabalho, mamãe. Tenha um bom dia.

Diz João enquanto desce pegando a bolsa do lanche e correndo animado pra escola, se a mãe dele conseguiu um bom trabalho, significa que o pai dele pode voltar logo da Europa.

Bom dia, João.

Responde ela enquanto o vê entrar na escola, descendo do carro e se apoiando nele, se despede com um movimento das mãos enquanto sente o olhar de todos os homens ao redor nela. Nisso, o celular dela toca e ela atende com doçura e sensualidade.

Alô… bom dia.

Oi, linda, bom dia… cadê você, putinha? Já deixou seu filho na escola?

Responde Nelson com um tom carinhoso, mas firme.

Tô aqui do lado do meu carro, na calçada em frente à escola.

Ela tira uma selfie mandando um beijo e manda pra ele por mensagem.

Cadê você, meu coração?

Nelson olha a foto que acabou de chegar e sorri ao ver a mulher vestindo tão provocante.

Já vi, tô dentro da escola… entra… quero te ver. Claro, amor, já te vejo

Ela desliga e pega o outro lanche pra entrar no colégio, caminhando na direção da sala onde Juan tem a primeira aula. Ela estudava ali, então conhece o lugar direitinho

“Nelson”

Vai sussurrando pelos corredores pra ver se ele aparece de surpresa, embora tenha medo de chegar na sala e ter que dar um jeito de explicar pro filho o que ela tá fazendo ali

Anda devagar, mas com firmeza. Percebe como alguns professores, alunos e alunas olham pra ela passar. Das garotas, era só curiosidade ou chamar ela de “puta” pelo jeito de se vestir e andar. Já os caras e professores olham com tesão e desejo, e alguns até tiram fotos escondido com o celular

Oi, Faby… Uau! Você tá uma gostosa

Nelson sai de um corredor acompanhado por dois amigos, um par de caras negros

Oi, Nelson

Responde Faby disfarçando, embora ainda sinta os olhares de todos os caras e professores que ainda não entraram na sala. Mas percebe que o olhar de Nelson e dos amigos é mais intenso… Dá até pra notar os enormes volumes marcando por baixo das calças deles

Preparei um lanche gostoso e bem nutritivo, querido

Ela diz e dá um beijo na bochecha dele. Nelson aproveita que ela se aproxima, pega o lanche com uma mão, sorri e passa o braço por trás da cintura dela, puxando-a pra perto e segurando seu quadril. Foi aí que o resto dos caras e professores entenderam tudo, então, resignados, entraram nas salas, deixando os três caras com a mulher no corredor

Ô, filho da puta, apresenta a gente pra sua namorada nova

Diz um dos amigos, quebrando o silêncio que tomava conta do corredor

Que porra é essa, mano? Não sou teu pai pra ficar te apresentando ninguém

Responde Nelson firme, sem soltar Fabíola

Foda-se então… Muito prazer, senhorita. Sou Carlos

Carlos era o cara à direita de Nelson, um pouco mais baixo. Também tinha um corpo forte e definido, e o cabelo escuro era penteado de lado Ela estava usando uns óculos pendurados na camiseta, que se não fosse pelo jeitão e o jeito de falar, poderia muito bem ser mais um nerd.

— E eu sou Victor, pode me chamar de Vic se quiser.

Victor era o garoto da esquerda do Nelson, da altura do Carlos e, embora um pouco mais magro, o corpo dele era forte e definido, totalmente careca, a roupa mais alinhada e, no lugar de sapatos, usava chuteiras de futebol.

Fabiola responde ao cumprimento com um gesto de mão, envergonhada por se sentir dominada, mas ao mesmo tempo protegida pelo Nelson.

— Prazer, galera. Me chamo Fabiola, podem me chamar de Faby.

Ela estende a mão e, enquanto aperta a dos dois caras, sente a mão do Nelson começar a apalpar a bunda dela, o que a deixa meio nervosa, mas ela mantém a compostura.

— Bom... já que conhecem a minha mina, espero que respeitem ela, rapaziada.

Diz Nelson de forma autoritária e amigável.

— Claro.

Respondem os amigos dele em coro.

— Ela não é uma gostosa?

Presume Nelson segurando a mão de Fabiola e fazendo ela girar como uma bailarina para os caras verem melhor.

— É sim, mas... ela parece alguém... tem uma semelhança com a mãe de um dos caras da sala.

Responde Victor olhando ela girar, enquanto Fabiola, ao ouvir aquilo, fica vermelha e para o giro, apertando o cotovelo com uma mão.

— Por acaso... vocês são amigos do...?

Nelson pega a mão livre dela e sorri ao saber a resposta daquela pergunta.

— Sim... todos aqui somos amigos do seu filho, João.

Nelson solta isso de forma bem natural enquanto sorri com malícia (na verdade, somos os valentões dele, sua puta idiota, mas você vai saber quando eu decidir... por enquanto, vou fingir que estou apaixonado por você... e ser amigo daquele otário). Os pensamentos dele contrastam tanto com as palavras que o tornam um mentiroso perfeito. Então, ele aperta a bunda dela com firmeza e a olha com ternura.

— Então é a mãe do João?

Pergunta Victor querendo confirmar as suspeitas dele.

— Sim, galera, sou a mãe do João e agradeço muito por cuidarem dele e serem amigos dele. Amigos... sei que ele é tímido, mas é um bom garoto, igual a vocês.
Fabiola responde enquanto, ao sentir a mão de Nelson acariciando a bunda dela, não consegue conter a excitação que começa a sentir com aquela apalpadela.

— Pô! isso eu não vi chegando.
Diz Victor, surpreso. (Então ele realmente tá comendo a mãe daquele otário, como ele se gabou pra gente) — pensa Victor.

— Caralho, Nelson! O que cê tá fazendo com a mãe do Juan?
Exclama Carlos, também surpreso.

— O que você acha, seu bobo?
Responde Nelson enquanto segura ela com força pela cintura e a cola mais pra perto dele, dando um beijo na bochecha dela e fazendo o volume da calça dele encostar nas coxas grossas da Faby.

— Porra, mano! cê é foda, hein?
Carlos solta entre gargalhadas.

— Como você pode ser assim? O Juan sabe?
Carlos espera ansioso pela resposta, vendo o casal tão junto.

— Não... e ninguém vai contar antes de mim...
Responde Nelson com firmeza e força.

— A gente vai contar quando for a hora certa, certo?
Nelson olha pra Fabiola, que confirma com um aceno de cabeça, e ele retribui com um sorriso carinhoso.

— Só queria apresentar minha mulher pra vocês de forma oficial.
Nelson diz isso enquanto os olhos de Fabiola começam a brilhar de emoção com essas palavras.

— Ai, meu amor... por isso que eu te amo.
Fabiola não consegue evitar falar cheia de emoção e dá um beijo de língua nele, devagar e suave, enquanto se cola mais nele.

— O homem sempre tem que mandar na relação... lembrem-se disso, garotos.
Completa ela, olhando pros caras depois de terminar de beijar o Nelson.

— Agora, se vocês não me verem... é porque tô com a mãe do Juan.
Exclama Nelson, soltando uma gargalhada no final, enquanto ela ri timidamente com as bochechas coradas.

— Que coisa você fala, amor.
Diz ela, e já mais à vontade, deixa ele apalpar a bunda dela sem nenhum pudor.

— Bem, garotos... foi um prazer conhecer vocês. Te vejo depois da aula, gostoso?
Pergunta pra Nelson, olhando pra ele como uma namorada no cio, ansiosa pra ficar a sós com ele.

— A verdade... é que quero ficar com você... tô com vontade. de ti agora
Responde Nelson apertando as nádegas e fazendo ela soltar um gemido suave

Love, que brincalhão você é… eu também tô morrendo de vontade de ficar com você
Responde Fabiola enquanto arruma o uniforme dele de forma maternal

Mas você tem que ir pra aula, não quero que você descuide dos estudos por minha causa, quando as aulas terminarem…
Ela se aproxima do ouvido dele e sussurra

Vou ser sua puta gostosa a tarde toda e a noite inteira… com certeza Victor e Carlos podem entreter o Juan enquanto eu te entretenho
Depois de sussurrar, ela ri baixinho e Nelson também ri, no entanto, Carlos e Victor também ouviram as palavras da Faby

Não, Faby… quero te comer agora… ou você quer que eu grite?
Nelson levanta um pouco a voz mostrando pros amigos que, de fato, no relacionamento ele é quem manda… a boca dele é coberta pela mão da Faby, que, assustada, vira pra ver se ninguém mais além deles ouviu essas palavras

Amor… pelo amor de Deus, entende… quando você terminar suas aulas, a gente faz tudo que você quiser
Ela responde com um tom suplicante e beija a bochecha do Nelson tentando acalmá-lo

O que seus amigos iam pensar se me vissem falando assim com você?
Ela tenta chantageá-lo com isso, nervosa mas com um toque de excitação, nervosa porque ainda tem medo de alguém ouvir e excitada porque gosta de como Nelson sempre mostra o poder e domínio dele sobre ela

Quero te comer agora… ou você tá se opondo?
Rosna Nelson olhando pros amigos, que parecem surpresos, embora soubessem que ele tinha poder e domínio sobre as garotas da escola, ver ele dominar uma mulher quase 20 anos mais velha, sem dúvida era de outro nível

Fabiola se sentia confusa, nervosa, excitada e com o rosto pegando fogo, as bochechas vermelhas, nunca imaginou que um garoto preto da escola do filho dela dissesse que ia comê-la no colégio durante as aulas… mas algo passou pela mente dela… ela… estava seriamente pensando em deixar, ainda absorta na ideia tarada, sente a mão de Nelson se Enfia a mão por baixo da saia do vestido e aperta com força a bunda dela.

— De quem é essa raba?

Pergunta Nelson com firmeza e safadeza.

— Sua... sua, bebê.

Responde ela, olhando pra ele nervosa, quase sussurrando pra ninguém mais ouvir. Não sabia o que fazer ou dizer, a cabeça dela tava num dilema, mas começou a ser sincera consigo mesma e a vontade de transar na escola tava vencendo.

— Bom... boa garota. Vem, me segue... aqui atrás tem uma sala vazia e não se preocupa, os caras podem vigiar pra ninguém encher o saco, com uma condição.

Nelson fala com ela, e ela ainda toda absorta, com o tesão crescendo no corpo, olha pra ele esperando a ordem completa.

— Que você fala pra eles que vai transar com o amigo do seu filho.

Nelson sorri com malícia, e ela acena que sim, mas então se aproxima do ouvido dele e sussurra:

— Love... e se... se eles pedirem alguma coisa em troca do silêncio? E se... cê sabe... quiserem me comer depois? Você vai deixar?

Ela olha pra ele esperando a reação às perguntas, tinha a falsa esperança de que o fato de dividir ela de graça não agradasse ele e ele desistisse da ideia... embora, por outro lado, se ele aceitasse que ela abrisse a bunda pros amigos, a sensação de uma dupla penetração com dois negões jovens seria uma das experiências mais gostosas da vida dela (pelo amor, Fabíola, se comporta... tipo, você é a mulher do Nelson, mas tem que se controlar, tem que ter limites), pensa tentando dominar os desejos obscuros.

— Já te falei... pede pra eles ajudarem porque tô com muita vontade de te comer e essas bolas não vão se esvaziar sozinhas... não agora que eu tenho você.

Responde Nelson, cruzando os braços e esperando a mulher obedecer. Ela solta um suspiro resignado e volta a sorrir pra se dirigir aos amigos de Juan e Nelson, na esperança de que guardem o segredo sujo.

— Gente... escutem... eu sei que o Nelson e o Juan são amigos de vocês e... como já falamos, o Nelson e eu agora somos um casal... então... eu tenho que satisfazer os desejos sexuais dele como uma boa namorada. Sei que a gente mal se conhece, mas quero pedir... pedir a ajuda de vocês.

Ela fala olhando pros caras, que tão olhando pro decote dela, onde as tetas apertadas balançam, fazendo os volumes marcarem nas calças deles.

Vocês poderiam... vigiar o salão enquanto eu e Nelson transamos... pra ninguém nos interromper ou pegar no flagra... a verdade é que... quero dar pro melhor amigo do meu filho... por favor... e dou qualquer coisa que pedirem... vocês me ajudam, por favor?

Ela olha pra eles nervosa e envergonhada, mas também esconde no olhar a excitação que sente naquele momento.

Slut... sei lá... é que... Deus.

Victor fala soltando risadas nervosas e falsas, olhando pra mãe do Juan com tesão.

Claro, por que não, Victor? Tem que ser bons amigos do Nelson, além disso...

Carlos responde dando uma cotovelada no Victor, e os dois fixam o olhar no corpo trêmulo da Fabíola.

Dá pra ver que a mãe do Juan quer ser comida... que o Nelson coma ela com a rola preta dele.

Completa, e os dois caras sorriem cúmplices.

É... dá pra ver que ela gosta muito... dá pra ver que já não aguenta mais de vontade.

Victor fala num tom tarado.

Beleza, a gente ajuda.

Conclui o cara, e sem ela ver, eles piscam um olho pro Nelson, como se tudo fizesse parte de um plano pervertido.

Viu, falei que iam apoiar a gente.

Solta Nelson com uma risada triunfante.

Pra isso que servem os amigos.

Os três caras batem as mãos em sinal de vitória.

É... na boa e na mais gostosa.

Falam Carlos e Victor, rindo também de forma triunfante.

Bom... então vamos.

Diz Fabíola nervosa, pegando na mão do Nelson.

Por favor.

Ela suspira enquanto andam até o salão de aula.

Sê rápido e não faz tanto barulho.

Implora Fabíola agitada e com um certo medo, medo de que o Juan saia do banheiro ou vá pra cantina da escola e, ao passar pelos corredores, veja ela empalada na rola do melhor amigo dele. (Vou ter que confiar nesse par de pivetes, bom... na pior hora, é meter marcha) pensa ela, sorrindo ainda com medo. Eles caminam até o salão.

Saindo para o quintal dos fundos, bem no final estava o salão vazio. Embora tivesse aulas nos salões ao redor, o lugar para onde estavam indo era longe o suficiente para não serem ouvidos. Carlos e Victor pegaram uns bancos, Fabiola e Nelson entraram no salão e trancaram a porta enquanto os dois garotos vigiavam para ninguém ver, e ficaram de frente para a porta.

Fabiola continuava imersa na sua mistura de emoções. Ela tinha aceitado ser fodida num salão de aula na escola do filho dela, com o corpo tremendo de nervoso por poder ser pega pelo filho... evidentemente, ela estava com medo, nervosa, mas também sentia o tesão e a excitação tomando conta do corpo dela.

Enquanto isso, Nelson estava emocionado, excitado e enlouquecido... ele estava mostrando seu poder de macho alfa, se sentia feliz, feliz por já ter gente que sabia que ele estava comendo a mãe do Juan e que logo a escola inteira ficaria sabendo, e quando chegasse a hora, quando não tivesse mais volta... o Juan também ficaria sabendo... muito em breve o pobre garoto perceberia o quão puta a mãe dele é.

Juan estava na sala de aula dele, como sempre na frente, anotando e participando. Como era quase de costume, Nelson e seus dois idiotas não tinham entrado na aula, o que deixava Juan feliz. No entanto, incomodava ele ter que ouvir os boatos que os colegas estavam passando.

"Isso sim é mulher, não que nem você, Paty."
"Esse Nelson filho da puta... já arrumou uma nova puta."
"Dizem que ele vai comer ela no ginásio."
"Quanto será que aquele preto quer pra deixar a gente comer ela?"

Claramente, a nova namorada do Nelson era o assunto de conversa dos colegas, que falavam coisas taradas sobre ela, enquanto as meninas soltavam frases mais desdenhosas.

"Ela é uma puta vulgar."
"Maldita puta... roubou o Nelson da gente."
"Eu sou mais gostosa que essa vagabunda."
"Espero que pelo menos dê uns boquetes bons pro nosso Neguinho."

Juan, no entanto, se consolava: se o Nelson tinha uma namorada nova, então ele ia parar de... Incomodá-lo por uns dias e, principalmente, perderia o interesse na mãe dele e a teria só pra si, e com isso, ele já tinha ganhado uma vez na vida (valeu, mamãe) — disse com um pensamento cheio de alegria, sem desconfiar que a nova namorada do seu bully era exatamente a própria mãe.

Fabiola estava ali, na frente de Nelson, ainda perdida na mistura de emoções. Tinha certeza de que muitos garotos e garotas, que podiam ser colegas de classe do Juan, a tinham visto entrar com Nelson no salão e que ela estava disposta a ser fodida pelo melhor amigo negro do filho enquanto os outros dois amigos faziam guarda. Mas seus desejos de sexo foram tomando conta do seu amor maternal quando Nelson a pegou pela cintura e a puxou pra perto, tirando os óculos escuros e o boné, deslizando os dedos entre os cabelos dela.

— Sabe… sinceramente, não pensei que você fosse falar isso pro Carlos e pro Victor… mas é bom saber que você tá disposta a ir longe.

Nelson fala com Fabiola, olhando nos olhos dela com ternura e desejo. Ela sorri pra ele enquanto sente os dedos do garoto acariciarem devagar sua bochecha, seu queixo e seu pescoço.

— Quando te ouvi… senti meu pau endurecer por baixo da calça do uniforme e que minha cueca ia rasgar.

O olhar de Nelson foi apagando a ternura e deixando a depravação e a luxúria consumirem ele como não acontecia há tempos. Ele pega a camisa e tira, deixando cair no chão, e procura o zíper do vestido nas costas, deslizando devagar, sem pressa, enquanto os dedos vão tocando a pele das costas. Fabiola exala um cheiro doce e fresco, tipo maçã, um perfume que só despertava mais vontade em Nelson, que, sem tirar os olhos dos dela, conseguia ver a batalha interna que a consumia: entre ser uma boa mãe ou ser uma boa puta.

Ela enlaça os braços no pescoço dele e roça os lábios de leve nos dele, sem beijar, só brincando de forma sedutora, com a língua lambendo os lábios do garoto sem entrar na boca dele. boca enquanto sente o frio do ar tocando suas costas nuas e esmagando seus peitos no peito forte do garoto, sentindo seus mamilos endurecerem aos poucos com esse roçar

Ela sente as mãos de Nelson pousarem de novo em suas nádegas e as tocar com um tesão intenso, mas lento. Seu olhar se volta para a porta, onde espera que os dois caras que vigiam façam bem o trabalho deles e ninguém a veja se entregando de novo ao seu dono

Nelson… o que você provoca em mim é algo único… algo que eu nunca senti de verdade… por isso é tão difícil negar seus desejos

Ela sussurra perto da boca dele enquanto, entre as frases, lambe seus lábios

Se entregar aos meus desejos?

Pergunta Nelson com um tom divertido, e ela o olha confusa

Você não percebeu, né? Você não está se entregando aos meus desejos… e sim aos seus

Ela arregala os olhos de surpresa enquanto se conecta aos dele e sente uma das mãos dele acariciar seu rosto enquanto a outra continua deslizando sobre suas nádegas e pernas, tocando cada centímetro do corpo de MILF que ainda está escondido sob o vestido

É você quem faz isso porque quer… senão, simplesmente teria recusado e me dado um puta tapa na cara

Ao dizer isso, ele dá um tapa forte na bunda dela, que dá um pequeno pulo, e depois sente ele acariciar suas nádegas de novo, suavemente
Eu sempre te disse que não vou te forçar a nada, e é assim mesmo… só te dei motivação… pequenos incentivos… mas tudo isso… o fato de estarmos aqui… neste salão… é por sua causa… porque no fundo você deseja fazer isso… é o que você quer

Nelson plantou mais ideias na cabeça de Fabiola, que pensa sem dizer nada enquanto continua o jogo de beijos e carícias. A mão dela desce até o volume marcado na calça dele (talvez ele tenha razão… dizer isso é só um instinto de que eu gosto de ser submissa e dominada… que gosto de ter um dono para servir porque talvez… na real… eu goste de abrir as pernas pra ele) pernas... dar a bunda... eu adoro transar e deixar meu corpo sentir aquelas sensações que sempre neguei por ser uma mãe exemplar e uma boa esposa... talvez a mulher vadia e gostosa que estava dentro de mim finalmente sorria por ser a que manda e deixar seus desejos realizados... sim... deve ser isso... Nelson tem razão) enquanto pensa nisso tudo, vai sentindo como aumenta seu desejo sexual e o calor na pele Você tem razão, Nelson Ela responde com uma voz meiga e cheia de tesão Adoro ser uma vadia e uma verdadeira mulher com você... obrigado por abrir meus olhos e me deixar experimentar essa nova fase da minha vida Acabou de falar e o beija, enfiando a língua na boca dele para que brinquem e se enrolem, misturando suas salivas, se entrega a ele enquanto termina de abrir a calça de Nelson, enfiando a mão na cueca e tirando a piroca preta dele, que está super dura na mão dela, ela esfrega enquanto aumenta a intensidade do beijo Nelson a segura pela cintura, colando ela mais perto dele enquanto curte a suavidade e o calor da mão de Fabiola esfregando a piroca dele, ela sente como ele cresce enquanto esfrega, sente as veias desse pau roçando a pele dela, sente como ele pulsa, a mão delicada e branca dela contrasta perfeitamente com o negão enorme que ela esfrega, os dois olham e sorriem diante da imagem obscena, ter assim a mãe do garoto que enche o saco do Nelson só o deixava mais excitado e só de pensar que o plano dele de transformá-la numa puta completa continuava avançando perfeitamente Continuam se beijando com muito desejo, luxúria, com suas línguas brincando e deixando que seus fluidos se misturem dentro das bocas... Nelson sente o cheiro da pele da mulher e sente aquele perfume de maçã misturado com os feromônios que ela exala por causa do tesão, incitando ele a agir mais arrogante e forte... mais como um homem, ele sabe e todos sabem, ela agora é mais ousada do que antes, parece mais liberada, a mãe do João está se tornando mais vadia a cada dia Que bom, Faby... eu gosto Ouvir você falar assim e ser sincera sobre o que quer

Nelson continua lavando a mente da Fabíola com palavras enquanto beija e acaricia ela sem nenhuma censura

Isso acontece quando uma mulher se empodera de verdade… faz o que quer

Ele continua beijando ela (que idiota… ah sim… mulher empoderada… a submissa do valentão preto do seu filho.. isso é o que você é haha) pensa divertido enquanto continua aproveitando os beijos e a pele branca e macia da Fabíola

Ela sente Nelson puxar o vestido dela pelos ombros, deixando ele pendurado só na cintura, com o torso exposto e os peitos cobertos pelo sutiãzinho preto que aperta forte nas costas dela, sente a língua dela sendo sugada por ele e como ao se separar pra respirar as bocas deles ainda ficam ligadas por fios de saliva, sente aquela pica enorme continuar crescendo tanto que ela usa as duas mãos pra esfregar ela e de vez em quando massagear os ovos dele que estão cheios de porra quente

Obrigada… obrigada por me ensinar… como eu posso me empoderar love… como ser uma mulher de verdade… livre… e entregue aos meus desejos sem nenhum tipo de mal

A voz dela dizendo essas palavras é música pros ouvidos do Nelson

É assim que se fala Faby… é assim que se fala… agora gata… você tá nessa sala de aula no colégio do seu filho

Ele olha pra ela e nota algo interessante, sorri com tesão

Com uma pica preta nas mãos… o que você deseja fazer?

Ela respira ofegante e cheia de excitação, ele nota nos olhos dela como aos poucos a puta vai vencendo a mamãe boazinha dentro dela

Quero que você me coma Nelson

Ela exclama e assim a derrota da mamãe se consuma

Quero ser sua puta complacente nessa sala de aula… quero que você me use até ficar satisfeito meu love

Ela geme enquanto solta essas frases cheias de perversão e ele sorri ao ouvir ela falar assim

ok bebê… você sabe como eu gosto de começar né

Ele termina de tirar o vestido dela deixando ele cair no chão e depois com uma mão na pele da bunda dela que ainda continuam separadas pelo fiozinho enfiado entre elas e com a outra, ela pousa os dedos nos lábios dela

Adoro esses lábios de diretora que você tem… com certeza passava fácil nas provas orais na escola haha… digamos que é uma prova oral

Ri divertido com a brincadeira dele que parece encantar a Fabiola, pois ela solta uma risadinha meiga e divertida ao ouvi-lo falar

Você quer tirar notas boas?

Pergunta com malícia, ele adora brincar assim, com um toque de inocência e perversão, gosta de fazer as vadias saberem qual é o lugar delas

Sim, professor

Responde Fabiola enquanto lambe os dedos dele com desejo, depois sente Nelson percorrer as costas dela de baixo até o sutiã e soltá-lo, caindo no chão e deixando os peitos dela de fora, aí ela vai se ajoelhando de quatro no chão, ficando só com a tanga e as botinhas

Provas orais são minha especialidade

Segura o pau preto e duro que está na frente dela e começa a chupar a cabeça como uma putinha enquanto as duas mãos massageiam o resto do tronco, depois, devagar, enfia a ponta inteira na boca, chupando como um pirulito, querendo tirar o recheio surpresa

Que pica gostosa o professor Nelson tem… com certeza as provas dele são super difíceis

Pousa as mãos nos peitos duros e pesados dela, sentindo os mamilos totalmente eretos e sensíveis, começa a enfiar o resto da rola na boca, babando muito e olhando nos olhos de Nelson… olhando como uma aluna submissa pro professor

Dá pra ver que tem experiência

Diz Nelson com uma risada de satisfação enquanto sente o pau dele sendo engolido com gula, como o membro dele está dentro da boca de Fabiola e como ela brinca com a língua na ponta da glande

Dá pra ver que você é aplicada…

Olhando nos olhos dela, acaricia o cabelo dela, aproveitando ao máximo aquela sensação

Me diz… você é uma garota aplicada? vai se esforçar pra dar tudo de si? as provas são difíceis… muito difíceis… Você aguenta, princesa?

Continua acariciando o cabelo dela e também estimulando os ouvidos, massageando o lóbulo, provocando aquela zona erógena, seguindo com o jogo vendo como Fabiola se perde ainda mais na excitação do momento.

Ela chupava como uma bezerrinha, tentando tirar o leite com brincadeiras da língua, lambendo desesperadamente o buraquinho na ponta da pica enquanto babava todo o tronco e sentia ele afundar até o fundo da garganta dela.

Sim, professor… vou dar o meu melhor… não tenho medo de provas difíceis… adoro quando são duras… quanto mais duras, melhor.

A ternura da voz de Fabiola misturada com aquelas palavras enlouquecia Nelson.

Assim que eu gosto… gosto que você seja forte… isso vai te ajudar a criar caráter… pra isso que serve a escola.

Ele ri enquanto curte ver a mulher submissa engolindo a pica como se estivesse faminta.

Pra te preparar pra vida… e que vida te espera, Faby… uma vida enorme.

Nelson segura a cabeça dela com firmeza e faz ela enfiar a pica toda até o fundo da garganta… fazendo um garganta profunda, sentia a pica apertar por um momento antes de abrir caminho pelo interior do pescoço de Fabiola, queria ver o nível de puta que ela tinha.

Vamos ver, Faby… quero ver como entra tudo.

Ela começa a engasgar, com os olhos lacrimejando e a boca soltando mais saliva, tossindo e sentindo que se afoga, sente a pica de Nelson abrir a garganta dela e bater mais fundo, esticando o pescoço pra que possa entrar mais profundo, consegue sentir a pica pulsar e bater nas paredes da garganta, ela tenta sorrir enquanto os peitos estavam duros e firmes com os bicos totalmente excitados, a saliva escorre até sair pelos cantos da boca, caindo em gotas pelo corpo, manchando os ombros, os peitos e os bicos, escorrendo pelas coxas até o chão… sente como se Nelson quisesse empurrar o pau até atravessar ela, mas mesmo assim ela olha pra ele submissa e feliz com um ato desses. de dominação
Ahhhhh! Porra! assim… vai… engole o máximo que conseguir… já tá aqui… não quer ver até onde consegue ir, puta? head master… vai, amor… pensa no meu esperma dentro de você… nesse semen quente percorrendo tuas entranhas… tenho muito pra você, bebê… e quero começar a te dar seus prêmios… por ser uma boa menina

Nelson a motivava, olhando pra ela submissa, sem soltar a cabeça dela, rindo de satisfação, mas ainda faltava um pouco mais. Queria enfiar tudo, até as bolas, se possível… isso dava um prazer imenso pra ele e, sim, ele impunha o prazer dele sobre o dela… embora pudesse notar que, assim como o tesão dela crescia, a excitação nela também crescia num êxtase total, talvez até ela gostasse mais dessa situação do que ele

A boca e a garganta da Fabiola faziam o trabalho natural delas, a saliva dela lubrificava ainda mais a pica do Nelson e deixava ela deslizar com mais facilidade até finalmente penetrar a garganta dela por completo. Ele sentiu os ovos se prenderem na boca dela, roçando os lábios, a saliva dela também molhava eles. Ela era uma submissa completa, deixando a própria saliva escorrer da boca e molhar o corpo dele, escorrendo até cair no chão. Nunca tinham feito algo assim com ela, e ela adorava sentir que, finalmente, um homem a usava pra satisfazer os desejos mais baixos dele, e ela permitia, deixava ele usar a boca dela como uma puta barata, sem parar de olhar pra ele com gratidão e complacência

Assim… assim, Promíscua… assim

Nelson solta ela e tira o membro preto brilhante, escorrendo saliva, enquanto Fabiola cai no chão tossindo, com ânsias intensas, como se fosse vomitar, mas aproveita esses segundos pra se recuperar, pensando que isso foi só o começo, que foi só um boquete

Fabiola continuava tossindo, com saliva caindo da boca, o rosto já meio suado e as bochechas vermelhas pelo esforço e pelo tesão do momento

Você foi bem, Faby, se esforçou… olha meu pau… deixou ele todo babado… e olha que quase engoliu ele também Meus ovos
Nelson aproxima o pau molhado e pulsando no rosto dela

Olha… tá todo molhado

Ele esfrega o membro duro nas bochechas e no queixo dela, passando pelo cabelo e roçando debaixo do nariz dela pra sentir o cheiro, esfregando na cara toda

Olha como me deixou, haha… quase engoliu minhas bolas… mas sinto que é injusto elas estarem secas… sei que você gosta da linguiça… mas também precisa comer os ovos… senão, não vai ter seu cum quente que tanto gosta, aluna

Nelson olha pra ela e, com o pau sobre o rosto, aproxima as bolas da boca dela

Será que em casa não te ensinaram bons modos? Puxa… quase consigo imaginar o tipo de mãe que você vai ser pro seu filho, haha

Ela olha pra ele enquanto lambe as bolas, ouvindo ele falar do filho dela, como isso aumenta o tesão da situação enquanto saboreia os ovos pesados e inchados

Claro, professor… vai ser um prazer pra mim provar seus ovões gostosos

Fabiola acaba de ficar pelada, se levantando, vira as costas pra Nelson por um momento pra tirar a calcinha devagar, empinando como uma puta oferecendo a bunda, ela gostava que ele a visse toda nua e excitada, se endireita de forma sensual, se exibindo como uma vagabunda aluna pro professor, toda excitada pega o pauzão dele duro e começa a chupar as bolas de Nelson com a boca, sente elas duras e cheias de porra, lambe e deixa o sabor a embriagar, mete devagar, uma por uma na boca enquanto olha nos olhos dele com carinho

Vou ser uma mãe muito cuidadosa quando tiver um filho… vou ser uma mamãe exemplar, professor

Fabiola responde sem parar de chupar e sugar os ovos pretos de Nelson, tentando enfiar os dois juntos na boca, enquanto sente o cheiro que sai e a embriaga do pau pesado dele descansando no rosto dela

Ahhhhh! Porra!

Nelson gemia de prazer enquanto pegava ela de novo pelo cabelo e a fazia engatinhar como uma boa puta até a mesa

Uff… se eu imagino que tipo de mãe você vai ser vai se transformar, haha... daria tudo pelo seu filho... igual como tá fazendo agora pelas suas notas... do mesmo jeito que você é atenta como aluna... vai ser como mãe... uma mãe exemplar que dá tudo pelo filho

Do glande do Nelson começa a brotar pré-gozo que caía no rosto da Fabiola, escorrendo e entrando pela boca dela e o resto escorrendo pelo corpo dela se misturando com a saliva, ela só continuava chupando as bolas dele como se fosse um manjar pra ela... na verdade era um manjar pra ela, o Nelson podia ver no olhar dela uma devota submisa totalmente entregue, cedendo aos instintos mais primitivos e pervertidos... sendo a mulher puta e gostosa que quer sentir prazer sem restrição nenhuma

Você vai ser uma boa mãe haha... vai dar tudo pelo seu filho... igual como faz agora

O Nelson continua aumentando o tesão com as palavras dele enquanto a Fabiola continua lambendo as bolas dele sem nenhum impedimento, sem restrição, a mamãe boazinha tinha ido embora e só ficou a puta safada entregue ao Nelson

Até mesmo professor... se meu filho tivesse um valentão... eu daria a bunda pra ele só pra não encherem o saco dele... e assim proteger meu pequeno

Ela não aguenta mais e enquanto chupa as bolas sentindo o cheiro da pica babando no rosto dela, com a mão começa a se masturbar a buceta que tá molhada e escorrendo entre as pernas dela, se ajeita de novo de quatro enquanto não tira as bolas da boca e mantendo o pau duro no rosto dela, nunca se viu uma imagem tão suja nessa escola, a imagem de uma mulher na casa dos 30, que tinha o dobro da idade de quase todos os alunos, que era mãe de um estudante, submissa a um garoto preto que não só era aluno daqui... era o melhor amigo do filho dela

Você não sabe a vontade que eu tô de meter essa pica enorme, professor

Ela exclama toda excitada olhando pro Nelson que ao ouvir ela dizer como defenderia o filho tinha ficado mais duro, tesudo e tarado

Então você daria a bunda pro valentão do seu filho? nossa... isso eu não esperava haha Nelson a encara com uma chama de perversão imensa (parece que ainda tem algo mais obscuro escondido nessa puta… algo mais *tasty*). Ele sorri com malícia e, pegando-a pelo cabelo, a põe de pé e a leva até a escrivaninha. Puxa a cadeira perto dos joelhos dela enquanto a beija com morbidez e luxúria por trás da nuca, esfregando a *cock* preta e dura nas nádegas brancas dela.

— Que putaria você fala, Faby… parece que tem algo que te excita, haha… uma certa ideia perversa…

Ele sussurra no ouvido dela enquanto coloca a mão sobre a buceta já encharcada e quente, enquanto esfregava a *cock* nas nádegas dela. Ela sente uma corrente de prazer e desejo percorrendo o corpo, sente um mar de emoções e sensações que a deixam mais puta e mais tesuda, e que fazem ela desejar gozar sem parar.

— Do que o professor está falando? Eu só digo o que uma mãe faria pra proteger o filho dos meninos maus… dos que maltratam ele…

Fabiola geme entre as frases, sentindo dois dedos de Nelson começarem a se mover dentro da sua buceta quente e sensível, que escorre babando entre as pernas dela, sentindo a *tiny ass* pulsar com as batidas da *cock* nas nádegas.

— Assim eles deixariam ele em paz… eu usaria tudo o que o senhor me ensinou pra proteger o que eu mais amo…

Ela pode sentir a outra mão de Nelson apertando um dos peitos dela, como se estivesse ordenhando, pressionando entre os dedos o mamilo sensível e duro. Ela se sente dominada e muito tesuda, definitivamente não tinha mais nada da mamãe boazinha e recatada… só uma puta pervertida com vontade de gozar cheia de *cock* e porra quente.

— Faby, Faby, Faby, haha…

Nelson solta o peito dela e a segura pelo cabelo, depois tira os dedos encharcados e lambe eles, e com a mesma mão a coloca sobre as costas dela e a inclina sobre a escrivaninha, colando a cara dela na mesa e fazendo ela subir os joelhos na cadeira, deixando ela de quatro, com a *booty* bem empinada que se mexe de forma instintiva, e dá pra ver o fluido que escorre entre as pernas dela caindo no chão.

— Faby, Faby, Faby… parece que Você tem um certo fetiche, haha... isso que acabou de sair da sua voz doce.

Ele esfrega o pau entre as nádegas dela, sentindo como elas vão se abrindo e como o cu dela pulsa excitado. Quando vê que o cu tá exposto o suficiente, começa a roçar a ponta do membro no buraquinho dela enquanto ela treme, soltando gemidos quentes cheios de tesão.

É algo que você faria como mãe... ou como mulher?

O pau do Nelson continua soltando porra pré, cada vez mais viscosa e quente, que se mistura com o fluxo que começa a escorrer do buraquinho da Fabiola. Ela sente as nádegas ficarem molhadas, como se fosse um creme grosso e quente na pele dela, um lubrificante natural cheio de perversão e tesão.

Como ambas, professora.

Ela solta, ofegante, sentindo o peso daquela piroca nas nádegas e como o líquido pré-seminal se espalha nelas, e como o cu faminto dela continua pulsando enquanto se abre mais com as roçadas da ponta do pau do Nelson e as passadas do tronco dele, como o cu dela vai afrouxando, precisando só da mistura da porra pré e do fluxo anal.

Só de sentir... honestamente... eu adoraria entregar as nádegas pro valentão do meu filho... e deixar ele me dominar como uma puta barata.

Ela geme enquanto se ouve falando isso, sente a buceta soltar mais fluidos quentes e os peitos ficarem mais duros ao sentir a mesa fria esmagando os bicos já bem tensos e sensíveis. Não consegue evitar sorrir, imaginando o quão tarado seria uma mãe se deixar comer pelos valentões do filho só pra eles pararem de encher o saco dele... e ela curtir... mesmo que os valentões nunca cumpram a palavra.

É... seria bem tarado, haha.

Ele exclama como um touro no cio, Nelson, enquanto solta o cabelo dela e, com as duas mãos, abre as nádegas da Fabiola, deixando cair um fio de cuspe sobre o cu dilatado e pulsante dela. O cuspe desce pela racha que divide as nádegas, uma parte entra no cu enquanto o resto segue até tocar a fenda pulsante com os lábios rosados brilhando de tesão. Tanta umidade
Uma mãe meio diferente você é, Faby… será que você realmente gostaria de fazer isso?

Pergunta Nelson sem parar de esfregar seu tronco preto entre as nádegas brancas de Fabiola, mantendo-as abertas com as mãos

Aposto que se seu filho tivesse um valentão… você não hesitaria em fazê-lo gozar… só com a desculpa de cuidar do seu pobrezinho… quase sinto pena do seu filho… coitadinho… ser filho de uma mãe tão puta quanto você… não sei se ele sentiria orgulho de você… orgulho de que a mamãe dá o cu por ele haha

Nelson não acredita como cada frase deixa o corpo de Fabiola mais quente e excitado, e isso naturalmente provoca o mesmo nele

Claro… seria a desculpa perfeita… para deixar aquele pirralho mimado me dominar… e me fazer de puta dele… dando a bunda sempre que ele pedir… e meu filho não sofrer mais…

Fabiola sabe que não é seu lado maternal que está falando, esse já está profundamente adormecido, é mais a puta insaciável que entra na brincadeira de Nelson ao vê-lo tão excitado e dominador

A mãe dele vai enfrentar batalhas difíceis por ele… dando tudo por ele… até virando a puta do valentão dele

Nelson deixa cair mais saliva na bunda de Fabiola, que sente a saliva escorrendo pelos seus buracos, deixando-a mais excitada, ela treme, estremece e arqueia ainda mais para levantar a bunda de forma mais provocante

Que mãe boa haha… acho que você é uma gostosa

Nelson já respira como um touro extasiado no limite, a imagem da bunda levantada de Fabiola era incrível

Sabe… que bom que você admite o que gosta… é um fetiche curioso mas… é algo que você pode se dar ao luxo… Faby

Ele dá um tapa forte na bunda dela que ecoa pela sala, fazendo barulho e escapando para fora

Puta! Esse Nelson deve estar comendo bem gostoso aquela puta

Victor exclama ao ouvir o som saindo da sala, tanto ele quanto Carlos tinham corrido as cortinas azul-marinho das janelas da sala para ninguém ver o que passou lá dentro, aí se ouve outra palmada mais forte que a anterior e até um gemido intenso cheio de desejo que com certeza a mãe do Juan soltou

Porra! mas que filho da puta

O Victor se olha com o Carlos enquanto vigiam a porta e os dois sentem seus paus endurecendo dentro das calças

Merda! não gosto de ser funcionário desse cara

Resmunga o Carlos enquanto se ouve de novo outra palmada mais forte e o grito de prazer da Fabiola

Porra! o que esse cara tem, quer que a escola inteira saiba como ele fode a mãe do Juan

O Carlos balança a cabeça negativamente enquanto se ouve outra palmada e o já evidente grito da Fabiola

O que é isso?

Pergunta o Juan ao ouvir o escândalo, vê os 2 amigos do Nelson sentados vigiando a sala onde os 3 sempre se trancam pra fazer merda

Vai pra puta que pariu, cara!

O Carlos espanta ele levantando um punho e o Juan segue direto pro banheiro, então os rumores eram verdade, o Nelson tinha uma namorada nova, melhor dizendo, uma nova puta, porque é isso que essa garota é, como pode se deixar foder numa sala de aula numa escola cheia de alunos, professores e mais gente, xinga o Nelson baixinho mas a mente dele também desenha uma imagem que faz ele sorrir

Outra mamãe?

Diz o Juan com o pau duro entre as nádegas da mãe que tá completamente pelada pra ele, de quatro se segurando numa carteira, com os joelhos no assento e as mãos apoiadas na mesa de escrever

Sim, querido… me dá mais forte

Diz a Fabiola pro filho que sem pensar mete mais forte nas nádegas deliciosas dela fazendo ela gritar de gosto enquanto olha pra ele sorrindo e fora da sala o trio de negros olha com inveja

Você é só minha puta, né mamãe?

Diz o Juan soltando outra palmada mais forte na Fabiola que grita gostosa olhando pra ele enquanto diz que sim e ele exibe ela pros 3 negros como a puta dele

Deus… preciso me acalmar

Diz o Juan balançando a cabeça pra controlar a imaginação mas com O pau dele já bem duro, corre pro banheiro
Não gosto disso, mas… não aguento mais, preciso bater uma
Chegando no banheiro, ele se tranca em um dos vasos e, olhando as fotos da mãe dele, começa a se masturbar, pensando que vai guardar o vídeo pra quando chegar em casa e poder curtir com calma
Ouve-se outra palmada e os gemidos de prazer escapando da voz doce da Fabiola
Conhecendo ele… com certeza é isso que ele quer
Responde Victor ao que Carlos disse, enquanto olham Juan correr pro banheiro
Por acaso já esqueceu que reputação ele tem na escola haha… dizem que é o "cafetão da escola" haha
Enquanto Victor ri, Carlos tenta se lembrar
Cafetão?
Fala pensativo, enquanto recorda todas as coisas que os três fizeram juntos, eram tantas que algumas já tinha esquecido
Você é um idiota haha… já esqueceu da Sara, né?
Victor o repreende, dando um tapa na testa de Carlos enquanto ri
É verdade! Sara… sim, sim, sim, já lembrei dela haha
Carlos se junta a Victor rindo, enquanto ouvem mais um par de palmadas acompanhadas pelos gritos de prazer da Fabiola pedindo mais, e a mente deles se enche de lembranças perversas
Uff… coitadinha… como ela terminou… mas ela curtia, a muito Promíscua haha
Carlos fala enquanto outra palmada e outro grito de prazer ecoam da sala, mas ambos se calam ao ver duas garotas passando na frente da sala que, ao ouvir o barulho, se entreolham sussurrando "outra puta" "igual a Sara", seguindo em frente e ignorando os olhares lascivos dos dois protetores da sala
Ei, Vic… cê acha que a mãe do Juan vai acabar que nem a Sara?
Pergunta Carlos, curioso
Não sei… só o Nelson sabe… só ele sabe o que vai fazer com ela… mas conhecendo ele… eu teria medo
Me dá mais uma, meu amor… me dá mais
Ofega Fabiola, rebolando a bunda pra Nelson, sentindo as mãos fortes dele batendo no cu dela enquanto o pau pesado separa as nádegas dela, fazendo ela desejar ter ele dentro, sabendo que lá fora tão ouvindo Fortes palmadas que ela recebe e os gritos de prazer que sente ao recebê-las, mas ela não liga porque aos poucos seus sussurros vão se transformando em gritos de prazer, olha para Nelson tremendo e excitada, desejando que suas nádegas aplaudam forte contra ele quando finalmente estiver empurrando a pica dele no cu dela.

Vadia safada... olha como essa bunda deseja a pica.

Nelson segura firme as nádegas dela e, colocando a ponta da pica no ânus ansioso de Fabiola, começa a fazer pressão, sente como com esforço vai entrando naquele buraco apertado, Fabiola sente o cu dela começando a abrir devagar, mas como já está dilatado, ansioso e lubrificado pela mistura de saliva, pré-gozo e fluxo anal, sente como se solta e se deixa invadir pela pica de Nelson, sentindo um calor e um tesão intensos.

Uff... olha essa bunda não oferece resistência... a ideia de que um valentão do seu filho te foda deve te excitar muito, amor...

Nelson ofega enquanto desliza mais fundo dentro do cu de Fabiola.

Se é isso que você gosta... é isso que podemos fazer... o que for preciso para que minha mulher... sinta prazer.

Nelson sorri enquanto relembra a primeira vez que enfiou a pica no cu de Fabiola, como aquela sensação de que aperta a pica mas deixa deslizar dentro dela é única e especial... é uma puta muito especial.

Ahhh! Sim! Sim! Sim!

Fabiola grita extasiada, perdida no prazer de sentir a pica enorme de Nelson se enterrando na sua bunda pequena que afrouxa mas ao mesmo tempo aperta o suficiente para sentir prazer, sentir a carne preta e venosa do garoto preenchendo ela.

Assim, Nelson! Assim! Vamos, me fode como se você fosse o valentão do meu filho e eu sou a mãe dele que deixa você usar a bunda dela! Me usa como uma puta para satisfazer seus desejos mais baixos, meu amor!

Os gritos cheios de luxúria e putaria ecoam por toda a sala, escapando dela cada vez com mais intensidade (pedir para o melhor amigo do meu filho me comer como se fosse o valentão dele, é). A sensação mais gostosa) pensa Fabiola, já não havia mais traços maternais em sua mente ou corpo, só existiam seus instintos femininos de mulher com tesão que se entrega aos prazeres mais baixos. Ela começa a empurrar a bunda contra Nelson, deixando o pau duro penetrá-la à vontade, chegando mais fundo. Sente Nelson colocar as mãos nos peitos dela enquanto ela, com uma mão, se estimula a buceta quente, sentindo o clitóris inchado e escorrendo sucos vaginais entre as pernas, molhando a cadeira e pingando até o chão.

Nossa, que promíscua você é… adoro você assim, toda puta.

Nelson a penetra com mais força enquanto sente ela se mexer, entregando a raba. A mente dele então traz memórias antigas, como se já tivesse estado assim com alguém.

Bem, Faby… esse é seu fetiche e eu vou realizar.

Como pode, Nelson pega o cinto e coloca no pescoço dela, aperta o suficiente para segurar firme, mas sem enforcá-la.

Faby… dona Faby… se sacrifique pelo seu filho… só pensa no quão miserável e patético ele é… pensa que se você não fizer nada… o coitado do Juan vai ser ainda mais miserável… muito mais.

Ele aperta um pouco mais o cinto para poder enforcá-la com firmeza cada vez que puxa para trás. Ele se move na direção oposta: quando ela empurra, ele mete; quando ela levanta, ele tira. Aperta o peito dela com força enquanto curte a raba deliciosa da mãe do Juan.

Seu filho é sua responsabilidade… o pai dele não está e você tem que tomar uma atitude… não deixa ele sofrer, coitado… cumpre seu papel de mãe… me protege dele.

Ahhhh! Sim, amor! Sim! Eu vou fazer de tudo pra proteger meu bebê de quem quiser machucar ele! Vou deixar usarem minha bunda! Meu corpo, contanto que ele não sofra mais! Au! Au!

Ela late que nem uma puta quando sente a coleira no pescoço e rebola a bunda em círculos enquanto continua batendo contra Nelson. A sala se enche dos gemidos de prazer e do som dos corpos suados transando, do som obsceno que fazem a cada Cada vez que colidem, trêmula de prazer, ela olha nos olhos de Nelson e geme como uma puta no cio

Assim, Nelson! Assim! Come a mãe do seu pivete! Dá o pau pra mamãe dele que entrega o corpo pra você não encher mais o saco do filho dela! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!

Quando Fabiola olha nos olhos dele, aquela lembrança vem à mente: ele já tinha levado uma garota até aquele ponto, comendo ela no cu, amarrada com uma coleira e latindo como uma puta. Ninguém tinha ido tão longe, nenhuma garota tinha sido tão puta e vulgar quanto Fabiola... exceto uma... Sara (Pois é, a puta da Sara, haha, coitadinha... como terminou... mas ela curtiu pra caralho) pensa Nelson sem tirar os olhos de Fabiola (será que vou deixar a mamãe do Juan assim... só de pensar já me sinto mais fera, haha)

Você é uma mamãe puta... por isso seu filho é assim... porque a mãe dele é uma rapariga fácil que entrega a bunda... entregaria até pros professores pra não ser reprovada... puta vagabunda... não sente vergonha de si mesma, haha... só se olha... como se deixa foder por esse pau preto

Nelson sorri cheio de malícia e triunfante enquanto acelera a penetração, bombando mais forte e colidindo as peles suadas, ambos encharcados de suor, com os gemidos de prazer de Fabiola enchendo a sala

Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!

Fabiola grita e late cada vez mais alto, ofegante como uma puta no cio com a língua pra fora e fios de saliva escorrendo dela e do queixo, sua bunda sente como é perfurada pela pica preta e quente de Nelson que pulsa dentro dela a cada metida, seu corpo está completamente suado e se misturando com seus fluidos corporais e saliva, mais o suor e os fluidos de Nelson, fazem sons obscenos do ato sexual que inundam a sala, o aroma é sexual, os feromônios de Fabiola no máximo enchendo o ambiente e escapando pelas frestas das janelas e da porta, esse cheiro se mistura com o de Nelson, a testosterona de macho no cio, e quando ela sente, fica besta Ouvir ele falar tão alto e dominante faz o corpo dela ficar mais puta ainda, fazendo com que ela se masturbe com mais desespero no clitóris babado e inchado.

¡Sim, Nelson! ¡Sim! Eu sou a puta mais fácil de dar a bunda que você vai comer! ¡Assim! ¡Abusa de mim! ¡Me usa, satisfaz todo o seu instinto de macho comigo! ¡Vou te dar o cu toda vez que você pedir! ¡Onde você pedir! ¡Não importa se olharem como eu viro uma puta! ¡Só quero te deixar satisfeito! ¡Então minha bunda fácil vai ser sua! ¡Pra você prostituir com seus amigos e professores e com quem você quiser, bebê!

As frases tão cheias de perversão e os gritos de prazer mórbido de Fabiola deixavam Nelson ainda mais besta.

Puta que pariu, que entrega de bunda você é… mas que gostosa.

A velocidade da penetração dele fica cada vez mais intensa, ele começa a dar tapas na bunda de novo enquanto ela quica desesperada a rabeta contra ele, as nádegas começam a ficar vermelhas enquanto o pau dele a penetrava mais forte e fundo, tanta fricção fazia Fabiola escorrer pela buceta soltando sem vergonha jorros de fluidos quentes que caíam manchando mais o chão. Nelson, ao ver essa cena e ser o causador, sorria com mais malícia triunfante.

Olha só, puta… parece que essa buceta também tá com fome de pau haha… não podemo

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