Capítulo IV
Tiraram várias garrafas de vinho de uma safra antiga e excepcional, e sob o potente efeito, Cielo Riveros foi recuperando as forças aos poucos.
Em questão de uma hora, os três padres, vendo que Cielo Riveros já estava recuperada o bastante pra corresponder às investidas safadas, voltaram a dar sinais de que queriam se esbaldar com ela.
Excitada tanto pelo vinho à beça quanto pela visão e pela apalhação dos parceiros tarados, a garota começou a puxar pra fora das batinas os membros dos três padres, cuja falta de modéstia deixou bem claro o quanto estavam curtindo a cena.
Em menos de um minuto, Cielo Riveros já tinha os três bagulhos compridos e duros na cara. Beijou eles e brincou com os troços, sentindo o cheirinho suave que soltavam e apalpando as hastes avermelhadas com todo o tesão de uma Afrodite experiente.
— Vamos foder! — propôs o superior, cheio de piedade, com a piroca já nos lábios de Cielo Riveros.
— Amém — entoou Ambrose.
O terceiro eclesiástico ficou calado, mas o pauzão dele ameaçava os céus.
Cielo Riveros ficou matutando qual escolheria como primeiro adversário nessa nova rodada. Escolheu Ambrose.
Enquanto isso, com as portas bem trancadas, os três padres foram se pelando devagar, e assim colocaram diante dos olhos brilhantes da jovem Cielo Riveros os três campeões vigorosos no auge da vida, cada um armado com uma piroca robusta que, de novo, se erguia dura pra frente e balançava ameaçadora quando eles se mexiam.
— Ai, que monstros! — exclamou a mocinha, cuja vergonha, no entanto, não impedia ela de apalhar um por um os apetrechos formidáveis.
Sentaram ela na ponta da mesa e, um a um, foram lambendo as partes tenras dela, passando e repassando as línguas quentes pela fenda molhada e vermelha. Naquele lugar, todos eles tinham acabado de saciar a luxúria deles.
Cielo Riveros se entregou a isso com alegria e abriu as pernas o máximo que pôde para agradá-los.
—Proponho que ela nos chupe um por um — exclamou o superior.
—Claro — concordou o padre Clement, o homem de cabelo ruivo e a ereção enorme —. Mas não como final. Quero possuí-la mais uma vez.
—Não. Claro que não, Clement — disse o superior —. Você quase a partiu ao meio; deve finalizar na garganta dela ou não fazer nada.
Cielo Riveros não tinha intenção de se submeter a outro ataque de Clement, então resolveu a discussão pegando o membro carnudo e enfiando-o até onde coube na sua linda boca.
A moça movia seus lábios macios e molhados para cima e para baixo no glande azulado, e de vez em quando o introduzia o máximo possível na boca. Suas mãos brancas passaram sobre o longo e volumoso cabo e o seguraram com força enquanto ela via o pênis monstruoso endurecer por causa das sensações intensas que ele proporcionava com seus deliciosos toques.
Em menos de cinco minutos, Clement começou a emitir sons mais parecidos com uivos de uma fera selvagem do que com exclamações de pulmões humanos, e se derramou em abundância na garganta de Cielo Riveros.
Ela puxou o prepúcio do longo cabo e estimulou o fim do dilúvio.
As derramadas de Clement eram tão grossas e quentes quanto abundantes, e na boca da moça caía um jato de porra atrás do outro.
Cielo Riveros engoliu tudo.
—Eis uma nova experiência na qual agora devo te instruir, minha filha — anunciou o superior, enquanto Cielo Riveros aplicava seus lábios macios ao seu membro ardente —. No começo, você vai sentir que dói mais do que dá prazer, mas os caminhos de Vênus são árduos e só podem ser aprendidos e aproveitados por etapas.
—Vou me submeter a tudo, meu pai — respondeu a moça. — Agora tô mais consciente das minhas obrigações e de que sou uma daquelas que receberam a graça de aliviar os desejos dos bondosos pais.
— Sem dúvida, filha minha, e você vai sentir a felicidade celestial de antemão enquanto obedece até nossos menores desejos e satisfaz todas as nossas inclinações, por mais estranhas e irregulares que sejam.
Dito isso, ele ergueu a garota com seus braços fortes e a levou mais uma vez ao divã, onde a colocou de bruços, deixando assim exposta sua bela bunda nua para todos os presentes. Em seguida, posicionando-se entre as coxas da vítima, ele apontou a ponta do pau duro pro pequeno buraco entre as nádegas roliças de Cielo Riveros e, empurrando aos poucos sua arma bem lubrificada, começou a penetrá-la desse jeito novo e antinatural.
— Ai de mim! — gritou Cielo Riveros —. O senhor errou o lugar... Tá me machucando. Eu imploro, oh! Eu imploro! Tenha piedade! Ai! Peço que tenha pena de mim. Ai! Mãe santa! Tô morrendo!
Essa última exclamação foi provocada por uma investida vigorosa e definitiva do superior, que levou seu pau de garanhão até a mata de pelo que cobria a parte inferior da barriga dela e fez com que Cielo Riveros não tivesse dúvida de que ele tinha entrado até as bolas.
Passando o braço forte em volta dos quadris da jovem, ele se grudou nas costas dela; esfregou a barriga musculosa contra as nádegas de Cielo Riveros e o pau grosso ficou cravado no cu dela até onde dava. As pulsações de prazer eram evidentes em todo o comprimento inchado, e Cielo Riveros, mordendo os lábios, esperou os movimentos que, bem sabia ela, o homem estava prestes a iniciar pra chegar ao auge do gozo.
Os outros dois padres olhavam pra eles com inveja lasciva, sem parar de esfregar devagar os paus enormes.
Quanto ao superior, enlouquecido ao sentir o aperto desse novo Que delícia de buceta, ele trabalhou as nádegas torneadas até que, com uma investida final, encheu suas entranhas com sua descarga quente. Depois, enquanto extraía o instrumento ainda ereto e fumegante do corpo de Cielo Riveros, declarou que havia aberto uma nova rota para o prazer e recomendou que Ambrose se servisse dela.
Ambrose, cujas sensações durante esse tempo podem ser melhor imaginadas do que descritas, agora ardia de desejo. A visão do prazer de seus companheiros havia gradualmente dado lugar a um estado de excitação erótica que se tornou necessário saciar o mais rápido possível.
— De acordo! — gritou —. Entrarei pelo templo de Sodoma e você, enquanto isso, encherá com seu tenaz sentinela os vestíbulos de Vênus.
— Diga antes os vestíbulos "do legítimo prazer" — zombou o superior, fazendo uma careta —. Que seja como você diz; não me faria mal provar de novo um ventre tão apertado.
Cielo Riveros continuava deitada de bruços sobre o divã, com seu traseiro torneado totalmente exposto, mais morta do que viva por causa do ataque brutal que acabara de sofrer. Nem uma gota do abundante sêmen que lhe havia sido injetado escapou do escuro nicho, mas de sua fenda ainda fluía, misturada, a emissão dos sacerdotes. Ambrose se apossou dela.
Sentada agora montada sobre as coxas do superior, Cielo Riveros notou que seu membro ainda vigoroso chamava pelos lábios de sua fenda rosada; guiou-o para dentro lentamente e desceu sobre ele. Em pouco tempo entrou por completo: tinha ele enfiado até a raiz.
No entanto, o vigoroso superior, passando os braços em torno de sua cintura, a atraiu para si e, jogando-se para trás, colocou as abundantes e deliciosas nádegas de Cielo Riveros diante da arma irada de Ambrose, que sem demora se lançou em direção ao cu, já bem lubrificado, que tinha entre suas montanhas de bundas.
Apresentaram-se mil dificuldades que tiveram que ser superadas, mas Finalmente, o lascivo Ambrose se sentiu enterrado nas entranhas da sua tenra vítima.
Ele moveu lentamente seu membro para cima e para baixo pelo canal escorregadio. Prolongou seu prazer e aproveitou os vigorosos solavancos que o superior dava na linda Cielo Riveros pela frente.
Em pouco tempo, soltando um gemido profundo, o superior atingiu o clímax, e Cielo Riveros sentiu na hora que ele enchia sua fenda de leite.
A jovem não aguentava mais, e suas próprias emissões se misturaram com as do seu agressor.
Ambrose, por sua vez, tinha poupado seus recursos, e agora segurava a linda garota à sua frente, firmemente empalada na sua enorme bagaça.
Ao vê-la assim, Clement não resistiu, e vendo sua oportunidade enquanto o superior limpava o membro, se posicionou na frente de Cielo Riveros e quase de imediato conseguiu enfiar o dele na fenda, agora abundantemente molhada com os restos viscosos.
Apesar de ser enorme, Cielo Riveros deu um jeito de receber o monstro ruivo que agora dilatava seu corpo delicado com seu longo instrumento, e por alguns minutos não se ouviu nada além dos suspiros e gemidos lascivos dos combatentes.
Pouco depois, seus movimentos ficaram mais violentos; Cielo Riveros esperava que a qualquer momento fosse o fim para ela. Enquanto o enorme membro de Ambrose estava enfiado no seu buraco traseiro até as bolas, a gigantesca vara de Clement voltava a espumar dentro da sua barriga.
Entre os dois, seguravam a garota no ar, os pés dela bem longe do chão, à mercê dos embates, primeiro pela frente e depois por trás, que os padres davam com seus artefatos excitados nos respectivos canais.
Quando Cielo Riveros achou que ia desmaiar, percebeu, pelos ofegos e pela tremenda rigidez do bruto à sua frente, que ele estava prestes a gozar, e na hora sentiu a quente A injeção jorrava da pica gigantesca em jatos intensos e viscosos.
—Ah, vou gozar! —gritou Clement, e dizendo isso, lançou um caudal copioso dentro de Cielo Riveros, para a infinita alegria dela.
—Também tou chegando —chiou Ambrose, que enfiou o membro vigoroso por completo e soltou um jato morno de porra nas entranhas de Cielo Riveros ao mesmo tempo que seu comparsa.
Assim, os dois continuaram despejando os conteúdos fecundos de seus corpos no da doce menina, enquanto ela experimentava a dupla inundação e nadava num dilúvio de prazeres.
Qualquer um imaginaria que uma pulga de inteligência mediana já teria se fartado com as exibições desagradáveis que considerei meu dever revelar; no entanto, um certo sentimento de amizade, assim como de simpatia, pela jovem Cielo Riveros me animou a permanecer em sua companhia.
O evento justificou minhas expectativas e, como se verá adiante, determinou meus movimentos posteriores.
Apenas três dias se passaram antes que a jovem se encontrasse com os três sacerdotes, com hora marcada, no mesmo lugar.
Nessa ocasião, Cielo Riveros tinha se dedicado com especial interesse ao seu traje e, como resultado, estava mais gostosa do que nunca: vestia o mais precioso dos vestidos de seda, umas botas de couro de cabrito bem justas e umas luvas lindíssimas, miúdas e apertadas.
Os três homens ficaram extasiados, e Cielo Riveros foi recebida de um modo tão efusivo que sentiu desejos tão fortes que o sangue subiu ao rosto.
A porta se fechou sem demora e as roupas íntimas dos reverendos padres caíram, e Cielo Riveros, entre carícias e apalpadelas lascivas do trio, contemplou os membros dos três, de cabeça descoberta e já ameaçadores.
O superior foi o primeiro que avançou com a intenção de aproveitá-la. Colocando-se energicamente diante de sua pequena Alto, ele avançou contra ela com aspereza e,
pegando-a nos braços, cobriu-lhe a boca e o rosto de beijos
apaixonados.
A excitação de Cielo Riveros igualou a dele.
Obedeceu ao desejo de ambos, tirou a calcinha e as
anáguas; ficou só com o vestido chique, as
meias de seda e as botas de couro de cabra, e se deixou
admirar e apalpar com safadeza.
Só um instante
depois, o padre, se enfiando
deliciosamente na jovem, agora deitada, tinha
penetrado até o talo nos seus encantos jovens e
se esbaldava na união apertada com prazer evidente.
Com empurrões,
apertos e roçadas, o superior
começou a fazer uns movimentos deliciosos que
esquentaram as partes sensíveis da parceira e as
dele. A pica
dele, maior e mais dura, era a prova disso.
— Empurra, sim!
Empurra mais forte! — murmurou Cielo Riveros.
Ambrósio e
Clemente, cujos desejos mal podiam
esperar, queriam que a garota
desse um pouco de atenção a eles.
Clemente colocou o pauzão na mãozinha branca dela
e Ambrósio, sem se abalar, enquanto subia no divã,
levou a ponta da sua rola enorme aos lábios delicados dela.
Depois de uns
instantes, o superior se retirou da posição
safada.
Cielo Riveros
se sentou na ponta do divã. Na frente dela
estavam os três homens, cada um com o pau
duro e exposto, e a cabeçona do instrumento de
Clemente quase encostando na barriga redonda dela.
O vestido de Cielo
Riveros subiu até a cintura, as pernas e
coxas ficaram à mostra, e entre elas a
racha rosada e suculenta, agora vermelha e excitada pela
enfiada e tirada brusca da pica do superior.
— Esperem um
pouco — ele disse —. Vamos
aproveitar nossos prazeres com ordem. Essa menina linda
tem que satisfazer nós três; então, será É necessário que a gente regule nossos prazeres e também que a gente deixe ela aguentar os ataques que vai sofrer. Quanto a mim, não tô nem aí se eu entro em primeiro ou segundo lugar, mas já que o Ambrose goza que nem um burro e provavelmente vai arrasar as regiões que penetrar, proponho ir primeiro. Claro, o Clement tem que se contentar com o segundo ou terceiro lugar; senão, o pauzão dele não só vai partir a garota ao meio, mas, o que é muito pior, vai acabar com o nosso prazer.
— E eu fui o terceiro da última vez — exclamou Clement —. Não vejo por que tenho que ser sempre o último. Exijo o segundo lugar.
— Bom, então que seja! — gritou o superior —. Você, Ambrose, vai pegar um buraco bem molhadinho.
— Não acho não — respondeu o padre decidido —. Se você vai primeiro e esse monstro do Clement depois, eu vou atacar "pela porta dos fundos" e derramar minha oferenda em outra direção.
— Façam comigo o que quiserem! — exclamou Céu Rios —. Vou tentar aguentar tudo. Mas, ai, meus padres, se apressem e comecem.
O superior enfiou de novo a arma robusta dele. Céu Rios recebeu com gosto aquele pau duro. Abraçou o superior, se apertou contra ele e recebeu os jatos da gozada dele com explosões de prazer próprias.
Aí chegou o Clement. O monstro dele já tava entre as coxas roliças da jovem Céu Rios. A desproporção era terrível, mas o padre era forte e safado na mesma medida que o tamanho dele, e depois de várias tentativas violentas e meio inúteis, ele penetrou ela e começou a meter na garota com aquele pau de burro todo.
É impossível contar como as proporções terríveis desse cara esquentaram a imaginação obscena de Céu Rios, nem com que frenesi apaixonado ela se sentiu deliciosamente cheia e esticada pelo pauzão do padre Clement.
Depois de uma briga de dez Minutos, Cielo Riveros recebeu a massa pulsante até as bolas, que batiam contra sua bunda.
Cielo Riveros abriu suas lindas pernas e permitiu que o bruto se refestelasse com prazer em seus encantos.
Clement não mostrava ansiedade alguma em conter sua lascívia, e passou um quarto de hora antes que duas violentas descargas pusessem fim ao seu prazer.
Cielo Riveros as recebeu com gemidos profundos de deleite e, por sua vez, lançou uma copiosa emissão sobre as viscosas derramaduras do tarado pai.
Mal Clement havia retirado seu monstro do ventre da jovem Cielo Riveros quando, se desprendendo dos braços de seu corpulento amante, ela caiu nos de Ambrose.
Fiel à intenção expressada, são suas lindas nádegas que Ambrose agora ataca, e busca com energia feroz encaixar o pau pulsante nas pregas ternas de sua abertura traseira.
Em vão tenta encontrar acomodação. A cabeça larga de sua arma é rejeitada a cada investida quando, com luxúria brutal, tenta por todos os meios forçar a entrada.
No entanto, Ambrose não vai desistir tão facilmente; tenta de novo, e após um esforço decidido, aloja a cabeça no interior da delicada abertura.
Agora é a vez dele: com um empurrão vigoroso, penetra mais alguns centímetros, e de uma arremetida, o lascivo padre se enterra até as bolas.
As lindas nádegas exerciam uma atração inegável sobre o luxurioso padre. Ele estava extremamente agitado enquanto se abria caminho com esforços furiosos. Extasiado, empurrava para dentro seu longo e grosso membro, alheio à dor que a dilatação causava em Cielo Riveros e só preocupado em sentir os deliciosos apertos de suas partes tenras e delicadas.
Cielo Riveros solta um grito apavorante. Está empalada no membro rígido de seu brutal profanador. Sente a carne pulsante no mais vivo, e com movimentos frenéticos, se esforça por escapar.
No entanto, Ambrose a segura, envolvendo com seus braços fortes a cintura fina da garota enquanto segue cada movimento que ela faz e se mantém dentro do seu corpo trêmulo, graças a um esforço contínuo de penetração.
Forcejando desse jeito, passo a passo, a moça atravessou o salão com o feroz Ambrose firmemente encaixado na sua passagem traseira.
Esse espetáculo impudico não deixou de causar efeito em quem o observava. Uma gargalhada brotou das gargantas deles, e ambos aplaudiram o vigor do companheiro, cujo semblante inflamado e ofegante dava testemunho completo de suas emoções prazerosas.
Mas o espetáculo também atiçou de imediato os desejos de ambos, e o estado de seus membros demonstrava que ainda não haviam ficado satisfeitos de forma alguma.
Já que, a essa altura, Cielo Riveros tinha chegado perto do superior, este a pegou nos braços, e Ambrose, aproveitando esse tope oportuno, começou a perfurar com seu pau as entranhas de Cielo Riveros enquanto o calor intenso do corpo da garota lhe proporcionava um prazer fortíssimo.
Graças à posição em que os três ficaram, o superior se viu com a boca na altura dos encantos naturais de Cielo Riveros, e, após colar imediatamente os lábios neles, lambeu sua bucetinha molhada.
Mas a excitação que provocava desse jeito exigia um prazer mais sólido, e, colocando a linda garota de pernas abertas sobre seus joelhos enquanto se sentava, liberou seu pau inchado e o introduziu sem demora em seu ventre liso.
Cielo Riveros ficou assim entre dois fogos, e os golpes ferozes do padre Ambrose em suas nádegas roliças agora eram complementados pelos esforços fervorosos do superior na outra direção.
Ambos nadavam num mar de gozo sensual, ambos mergulhavam ao máximo nas sensações deliciosas que experimentavam, enquanto sua vítima, perfurada pela frente e
por trás por seus dilatados membros, tinha que sofrer como
podia os embates de seus membros ardentes.
No entanto, a jovem Cielo Riveros ainda aguardava outra
prova, pois assim que o vigoroso Clement presenciou a
íntima união de seus companheiros, inflamado de inveja e
aguilhoado pela violência de suas paixões, subiu no
assento, atrás do superior, segurou a cabeça da pobre Cielo Riveros
e aproximou sua arma flamejante de seus lábios rosados, forçou a
entrada da glande — cuja estreita abertura já exsudava
gotas de antecipação — em sua bela boca, e indicou que
ela acariciasse o longo e duro fuste com a mão.
Ambrose percebeu que a penetração do membro do
superior pela frente favorecia enormemente seus próprios
atos, enquanto o superior, igualmente excitado pela ação
traseira de seu coirmão, começava a sentir
fulminantemente a proximidade dos espasmos que
precedem e acompanham o ato final de emissão.
Clement foi o primeiro a se entregar e lançou sua
descarga pegajosa a jorros pela garganta da pequena
Cielo Riveros.
Ambrose o seguiu, e ao mesmo tempo em que desabava sobre as
costas da jovem, jorrou um torrente de porra em suas
entranhas enquanto o superior lhe enchia ao mesmo tempo o útero com
suas oferendas.
Rodeada dessa maneira, Cielo Riveros recebeu ao uníssono a
descarga dos três vigorosos sacerdotes.
Capítulo V
Três dias depois de terem ocorrido os acontecimentos
detalhados nas páginas anteriores, Cielo Riveros, tão corada e
encantadora como sempre, fez presença no salão
de seu tio.
Durante esses três dias, meus movimentos haviam sido
erráticos, pois meu apetite não era de modo algum escasso, e
minha ânsia por novidades me impedia de residir muito tempo
em um mesmo lugar.
Foi assim que me
arranjei para ouvir uma conversa
que me pasmou em não pouca medida, mas que, por ter a ver
diretamente com os eventos que descrevo, não
hesitarei em revelar.
Foi assim que descobri a verdadeira profundidade e sutileza do
caráter do padre Ambrose.
Não vou reproduzir aqui esse discurso como ouvi da minha
posição estratégica; bastará se explicar as principais
ideias que continha e relatar como elas foram postas em
prática.
Era evidente que Ambrose estava irritado e desconfortável por
causa da repentina participação dos seus confrades no
aproveitamento da sua mais recente aquisição, e tramou um plano ousado e
maligno para frustrar a interferência deles e, ao mesmo tempo,
ficar livre de toda culpa no assunto.
Com essas intenções, em pouco tempo Ambrose foi visitar o
tio de Cielo Riveros e contou como tinha descoberto a sobrinha
e o jovem amante dela em plena aliança de Cupido, e como
não havia dúvida de que ela tinha recebido e correspondido com
as últimas provas da sua paixão.
Ao fazer isso, o astuto sacerdote planejava um objetivo
ulterior. Conhecia bem o caráter do homem com quem tinha
que lidar. Também estava ciente de que esse homem
estava a par de boa parte da vida autêntica do
eclesiástico.
De fato, os dois se entendiam bem. Ambrose tinha
fortes paixões e sua natureza era erótica num grau
extraordinário. O mesmo podia ser dito do tio de Cielo Riveros.
Este último assim tinha confessado a Ambrose, e no
decorrer da sua confissão tinha dado provas de desejos muito
irregulares, tanto a ponto de não apresentar dificuldades na hora
de se tornar participante nos planos que o outro
tinha tramado.
Há tempos que Mister Verbouc tinha de olho na
sobrinha. Tinha confessado. E agora Ambrose lhe trazia de
repente uma notícia que lhe abriu os olhos: Cielo Riveros começava a
abrigar sentimentos da mesma natureza por outros homens.
Imediatamente lhe veio à mente o caráter de Ambrose.
Era seu diretor espiritual e lhe pediu conselho.
O eclesiástico deu a entender que Tinha chegado a sua oportunidade e ambos sairiam ganhando se dividissem a presa.
Essa proposta tocou numa fibra sensível em Verbouc, o que não passou despercebido a Ambrose. Se algo fazia ele aproveitar ainda mais a própria sensualidade, ou dava mais intensidade às suas loucuras, era ver outro no ato de finalizar a cópula, e depois consumar o próprio prazer com uma segunda penetração e gozo no corpo da mesma vítima.
Desse jeito, logo fecharam o trato; arranjaram uma oportunidade; conseguiram a intimidade necessária, já que a tia de Cielo Riveros era inválida e ficava trancada no quarto; e então Ambrose preparou Cielo Riveros para o evento que ia rolar.
Depois de um breve discurso preliminar — onde avisou ela pra não contar nada sobre o relacionamento anterior e informou que o parente tinha descoberto de algum jeito os seus amassos com Charlie —, foi levando ela aos poucos pro terreno que queria. Até falou da paixão que o tio dela tinha concebido por ela, e declarou sem rodeios que o jeito mais seguro de evitar a fúria dele era
se mostrar obediente a tudo que ele pedisse.
O senhor Verbouc era um homem de constituição saudável e vigorosa, com uns cinquenta anos de idade. Como tio dela, sempre tinha inspirado em Cielo Riveros um baita respeito, misturado com um medo danado da presença e autoridade dele. Desde a morte do irmão, ele a tratava, se não com carinho, pelo menos sem crueldade, embora com a discrição própria do seu jeito.
Claramente, Cielo Riveros não tinha motivo pra esperar nenhuma clemência dessa vez, nem pra contar com qualquer jeito de escapar da ira do tio.
Pulo fora o primeiro quarto de hora, as lágrimas de Cielo Riveros e o constrangimento de se ver ao mesmo tempo alvo dos abraços excessivamente ternos do tio e da bronca que bem merecia. A comédia interessante foi avançando aos poucos, até que o Sr. Verbouc, colocando sua linda sobrinha sobre os próprios joelhos, expôs com ousadia o propósito que havia concebido: aproveitar ele mesmo dela.
— Não deve haver nenhuma resistência absurda da sua parte, Céu Riveros — continuou o tio —; não vou hesitar, nem vou fingir qualquer pudor. Já basta que o bom padre Ambrose tenha dado sua bênção ao assunto, e portanto devo te possuir e aproveitar do teu corpo, assim como seu jovem companheiro já fez com o teu consentimento.
Céu Riveros estava totalmente perplexa. Embora fosse sensual, como já vimos, e num grau que raramente se observa em garotas tão jovens, havia sido educada segundo as ideias rígidas e convencionais, condizentes com o caráter severo e distante de seu parente. Imediatamente, todo o horror de um crime desses se ergueu diante dela. Nem mesmo a presença e a aprovação declarada do padre Ambrose diminuíam a desconfiança com que via a horrível proposta que tão tranquilamente lhe era feita agora.
Céu Riveros tremeu de surpresa e terror diante da natureza do crime planejado. Essa nova situação a chocou. O fato de que seu tio — reservado e severo, cuja ira ela sempre lamentara e temera, e cujos preceitos há muito já se acostumara a receber com reverência — tivesse se transformado num admirador ardente, sedento por obter aqueles favores que tão recentemente ela havia concedido a outro, a deixou muda de espanto e repulsa.
O Sr. Verbouc, que evidentemente não estava disposto a deixá-la refletir nem por um instante, e cuja excitação era evidente em mais de um sentido, pegou sua jovem sobrinha nos braços e, apesar da relutância dela, cobriu-lhe o rosto e o pescoço de beijos proibidos e apaixonados.
Ambrose, para quem a garota se virou, não lhe ofereceu consolo algum nesse aperto; ao contrário, dirigindo um sorriso... Inexorável ao excitado
Verbouc, animava-a com olhares maliciosos a que levasse
até as últimas consequências seus prazeres e sua lubricidade.
Era difícil resistir em circunstâncias tão complicadas.
Cielo Riveros era jovem, e se achava indefesa diante do seu fornido
parente. Espicaçado até o frenesi graças ao contato e aos
obscenos apalpões nos quais agora se comprazia, Mister
Verbouc, com energias redobradas, tentava tomar de assalto
o corpo da sobrinha. Seus dedos nervosos já oprimiam o
lindo cetim que cobria suas coxas. Outro empurrão
decidido, e apesar da firme resistência que Cielo Riveros opunha
para rejeitá-lo, a mão lasciva lhe cobriu os lábios
rosados, e os dedos trêmulos abriram a apertada e úmida
fenda do baluarte do pudor.
Até este momento, Ambrose havia observado em
silêncio a excitante cena; agora, porém, também
avançou, e ao mesmo tempo que passava seu poderoso braço esquerdo
em torno da cintura fina da moça, tomou suas duas
mãozinhas em sua mão direita, e ao segurá-la assim, a transformou em
fácil presa dos assaltos lascivos de seu parente.
—Pelo amor de Deus—gemeu Cielo Riveros, que ofegava por causa dos
esforços—, me deixe ir... Isso é horrível. O senhor é um
monstro! E muito cruel! Estou perdida!
—Nada disso, minha sobrinha, você não está perdida—respondeu
seu tio—, você apenas despertou para os prazeres que Vênus tinha
reservado para seus devotos e que o amor guarda para
aqueles que são corajosos o bastante para agarrá-los e
aproveitá-los, enquanto podem.
—Fui vítima de um engano horrível—gritou Cielo Riveros,
mal aliviada com essa explicação engenhosa—. Agora
vejo tudo claro. Ai, que vergonha! Não posso permitir isso,
não posso permitir isso, não posso! Ah, não! Não
posso. Santa mãe de Deus! Me deixe ir, tio. Ai! Ai!
—Cala a boca, Cielo Riveros; você tem que se submeter; vou te comer à força se não me deixar fazer de outro jeito. Modo. Vamos, abre essas pernas lindas, deixa eu apalpar essas panturrilhas deliciosas, essas coxas macias e suculentas; deixa eu pousar minha mão nessa barriguinha pulsante; não, fica quieta, bobinha. Você é minha, finalmente. Ah, como eu ansiei por esse momento, Cielo Riveros!
Ela, no entanto, ainda oferecia certa resistência, que só servia para aguçar o apetite antinatural do seu agressor, enquanto Ambrose a segurava firme entre suas garras.
— Ah, que bundão gostoso! — exclamou Verbouc, enquanto deslizava a mão intrusa por baixo das coxas de veludo da pobre Cielo Riveros e apalpava os glúteos torneados da sua bunda encantadora —. Ah, que rabo glorioso! Agora é todo meu. Tudo será celebrado no momento certo.
— Me solta! — gritou Cielo Riveros —. Ai, não! — exclamou a linda jovem quando os dois homens a forçaram a se deitar no divã, que haviam preparado convenientemente ao alcance.
Ao cair, ela se apoiou no corpo rijo de Ambrose, enquanto Mister Verbouc, que agora havia levantado suas roupas e deixado à mostra, com lascívia, as pernas envoltas em seda e as proporções deliciosas da sua sobrinha, se afastava um momento para apreciar à vontade o espetáculo indecente que havia armado, à força, para seu próprio prazer.
— Tio, o senhor enlouqueceu? — gritou Cielo Riveros, mais uma vez, enquanto mexia as pernas numa tentativa vã de esconder a nudez suculenta agora totalmente exposta —. Eu imploro, me solta.
— Sim, Cielo Riveros, estou louco, louco de paixão por você, louco de luxúria para te possuir, para te aproveitar, para me saciar do seu corpo. Toda resistência é inútil; vou conseguir o que quero e vou gozar desses encantos, dessa bucetinha apertada e deliciosa.
Enquanto dizia isso, Mister Verbouc se preparava para o ato final do drama incestuoso. Desabotoou as roupas íntimas e, deixando de lado qualquer resquício de pudor, permitiu que... que sua sobrinha contemplasse sem impedimentos as
proporções roliças e rubicundas do seu membro excitado,
que, ereto e reluzente, agora a ameaçava a olhos vistos.
No mesmo instante, Verbouc se lançou sobre sua presa,
firmemente segurada pelo sacerdote, que se havia recostado; em seguida,
aplicando sua arma ereta a queima-roupa sobre o tenro
orifício, tentou consumar o coito inserindo suas grandes e
longas proporções no corpo de sua sobrinha.
No entanto, os contínuos rebolados da jovem, a
repulsa e o horror que ela sentia, e a pequenez e quase
imaturidade de suas partes, impediram eficazmente que
Verbouc obtivesse uma vitória tão fácil quanto a que
almejava.
Eu nunca havia ansiado tão ardentemente como nesta
ocasião contribuir para o mal-estar de um campeão e, impelida pelas
queixas da doce Cielo Riveros, com o corpo de uma pulga e a
alma de uma vespa, me lancei de um salto ao resgate.
Cravar meu ferrão na sensível cobertura do escroto
do Sr. Verbouc foi coisa de um segundo. Teve o efeito
desejado. Uma dor repentina e penetrante o obrigou a
parar. O intervalo foi fatal, e no instante as coxas e
o estômago da jovem Cielo Riveros estavam cobertos com os
fluidos desperdiçados do vigor incestuoso de seu parente.
A este contratempo inesperado seguiram-se maldições
— não em voz alta, mas bem pesadas —. O aspirante a estuprador se
retirou de seu lugar estratégico e, incapaz de prolongar o
assalto, recolheu a contragosto a arma desconcertada.
Assim que o Sr. Verbouc libertou sua sobrinha de tão difícil
transe, o padre Ambrose começou a manifestar a violência de
sua própria excitação, produzida pela contemplação da
cena erótica anterior. Enquanto segurava ainda firmemente
Cielo Riveros, e portanto gratificava seu sentido do tato, o aspecto
da parte da frente de seu hábito denotava sem rodeios sua
disposição a tirar proveito da situação. Sua formidável
arma, desdenhando a Parecendo a reclusão dos seus hábitos,
a enorme cabeça já sem capuz e pulsando
com sua ânsia de prazer.
— Ai! — exclamou o outro ao posar seu olhar obsceno sobre
a arma dilatada do seu confessor —, eis um campeão que
não permitirá derrota, tenho certeza — e pegando
pausadamente o enorme astil na mão, o manipulou com satisfação
evidente —. Que monstro! Como é forte! Como
se ergue duro!
O padre Ambrósio
se levantou, seu rosto carmesim denunciava
a intensidade do seu desejo; colocando a acuada Cielo Riveros em
uma postura mais propícia, levou a larga e vermelha
protuberância até a úmida abertura e começou a forçar sua
entrada com empurrões desesperados.
A dor, a
agitação e a ânsia se sucederam no sistema
nervoso da jovem vítima da luxúria.
Embora não fosse
a primeira vez que o reverendo padre
tomava de assalto as muralhas cobertas de musgo, a
presença do seu tio, o escasso decoro de toda a cena e a
convicção — que
agora começava a vislumbrar — de ser
vítima das manhas e do egoísmo do eclesiástico, se
combinaram para repelir em sua mente as extremas
sensações de prazer que tão intensamente se haviam
manifestado em seu corpo anteriormente.
No entanto, o
proceder de Ambrósio não lhe deixou tempo
para refletir,
pois este, ao sentir a deliciosa bainha
enfiada como uma luva em torno de sua volumosa arma,
se apressou a consumar a união, e dando uns quantos
embates vigorosos e hábeis, mergulhou em sua fenda
até as bolas.
Sobrevieram um
rápido intervalo de feroz gozo, de rápidas
investidas e pressões, firmes e íntimas, até que um grito
profundo e gutural de Cielo Riveros anunciou que a natureza se
impusera e que a garota havia chegado a essa
exquisita crise que ocorre nas lides amorosas e na qual
espasmos de prazer inexplicável passam rápida,
voluptuosamente, através dos nervos, e com a cabeça
jogada para trás, os Lábios entreabertos, os dedos
convulsivamente retorcidos, e o corpo rígido por aquele esforço
tão intenso, a ninfa jorra sua essência juvenil para dar as
boas-vindas aos iminentes jatos do amante.
A figura contorcida de Cielo Riveros, os olhos revirados e os
punhos cerrados, davam testemunho suficiente do seu estado sem
precisar do gemido de êxtase que escapou laboriosamente dos seus
lábios trêmulos.
Todo o volume do potente pau, agora bem lubrificado,
mexia deliciosamente dentro das suas partes tenras. A
excitação de Ambrose aumentava a cada instante, e seu
instrumento, duro como ferro, ameaçava a cada
investida descarregar sua essência cheirosa.
— Ah, não aguento mais!... Sinto que vou derramar
meu leite. Verbouc, tem que foder ela! É uma delícia! A
buceta dela aperta como uma luva! Oh! Oh! Ah!
Investidas mais intensas e profundas, uma vigorosa
arremetida, um mergulho do brutamontes sobre a figura leve
da garota, um gemido rouco e profundo, e Cielo Riveros, com
prazer indescritível, sentiu a injeção quente jorrar do seu
profanador e se espalhar em abundância, grossa e viscosa,
até o fundo das suas partes tenras.
Ambrose retirou a contragosto seu pau fumegante e deixou
à mostra as partes brilhantes da jovenzinha, de onde
transbordava a massa grossa das suas emissões.
— Bem! — exclamou Verbouc, que a cena tinha
excitado ao extremo. — Agora é minha vez, bom padre
Ambrose! Você aproveitou da minha sobrinha na minha
frente; era o que eu queria, e ela foi devidamente
maculada. Também sentiu prazer com você, o que confirma minhas
suspeitas: ela é capaz de receber e capaz de
gozar, dá pra se saciar com ela e com o corpo dela; bem,
vou começar. Finalmente chegou minha chance, agora não
pode fugir de mim. Vou satisfazer o desejo que tanto tempo
alimentei. Vou saciar essa luxúria insaciável pela filha de Meu irmão. Tá vendo como esse pau sobe com a cabeça vermelha? É por causa do desejo que sinto por você, Céu Riveros. Apalpa, minha doce sobrinha, como as bolas do teu tio estão duras: tão cheias por sua causa. Foi você que fez meu pau ficar tão rijo, tão comprido e inchado, e é você que está destinada a aliviar ele. Abre caminho, Céu Riveros! Deixa eu guiar sua mão linda, minha filha. Vamos!, não fica com frescura, nada de vergonha ou pudor. Não tá vendo o tamanho dele? Tem que deixar entrar inteiro nessa rachinha quente que o estimado padre Ambrose acabou de encher tão gostoso. Tá vendo os balões grandes que pendem embaixo, querida Céu Riveros? Tão carregados com a porra que vou descarregar pro seu prazer e pro meu. Sim, Céu Riveros, vou gozar dentro da barriga da filha do meu irmão.
A ideia do incesto horrível que planejava cometer reavivava de todas as formas a sua loucura e produzia nele uma impaciência luxuriosa extraordinária, que se mostrava tanto no rosto avermelhado quanto na vara rija e ereta que agora ameaçava as partes molhadas de Céu Riveros.
O senhor Verbouc tomou as medidas com firmeza. Claro, como ele dizia, a pobre Céu Riveros não tinha escapatória. Ele se colocou sobre ela e abriu suas pernas. Ambrose a segurou com força contra a própria barriga enquanto se deitava. O estuprador viu sua chance, o caminho estava livre, as coxas brancas já abertas, os lábios vermelhos e brilhantes da sua linda bucetinha virados pra ele. Não dava mais pra esperar; depois de separar os lábios e apontar com cuidado a cabeça lisa e vermelha pra fenda oferecida, ele se lançou pra frente, e numa só investida, soltando um grito de prazer, enterrou todo o seu comprimento na barriga da sobrinha.
—Ai, Senhor! Finalmente tô dentro dela! —gritou Verbouc—. Oh! Ah! Que prazer, que delícia que ela é, que apertada! Oh!
O bom padre Ambrose a segurava Firmeza.
Cielo Riveros deu um solavanco violento e soltou um gritinho de dor e terror ao sentir a entrada do membro inchado do tio, enquanto ele, firmemente encaixado no corpo quente da vítima, se lançava numa corrida rápida e furiosa de prazer egoísta. Era a ovelha nas garras do lobo, a pomba nas garras da águia. Impiedoso, insensível aos sentimentos da garota, o bruto passou por cima de tudo, até que, cedo demais para a própria luxúria ardente, com um grito de prazer agonizante, descarregou e verteu dentro da sobrinha um jorro copioso de fluxo incestuoso.
Uma e outra vez, os dois canalhas se deliciaram com a jovem vítima. A luxúria ardente deles, estimulada pela perspectiva dos prazeres um do outro, os levava à loucura.
Ambrose tentou atacá-la pelo cu, mas Verbouc, que sem dúvida tinha seus motivos para proibir, vetou a violação, e o padre, de modo algum envergonhado, deslocou a ponta da ferramenta enorme e, por trás, a enfiou com fúria na rachinha dela. Verbouc se ajoelhou e contemplou o ato, e, ao terminar, lambeu com prazer evidente os lábios molhados da buceta transbordante da sobrinha.
Naquela noite, acompanhei Cielo Riveros até a cama dela, pois, embora meus nervos tivessem sofrido uma comoção terrível, meu apetite não tinha diminuído, e talvez fosse uma sorte que minha jovem protegida não tivesse uma pele tão irritável a ponto de se ressentir muito dos esforços que eu fazia para saciar minhas ânsias naturais.
O sono tinha vindo depois da comida com que ela me agraciara, e eu tinha encontrado um refúgio quente e seguro entre o musgo macio e tenro que cobria o monte de Vênus da doce Cielo Riveros quando, lá pela meia-noite, um alvoroço violento me arrancou bruscamente do meu merecido descanso.
Alguém tinha agarrado a jovem de repente e com firmeza, e uma forma grossa se apertava com vigor contra a figura leve dela. De seus lábios... Assustados, um grito abafado escapou,
e entre esforços vãos dela para fugir, e esforços
mais frutíferos para evitar uma consumação tão pouco
desejável, reconheci a voz e a pessoa do Senhor Verbouc.
A surpresa tinha sido
total; foi inútil a fraca resistência que
sua sobrinha podia oferecer, pois com pressa
febril e terrivelmente excitado pelo toque suave de suas
extremidades de veludo, o tio incestuoso possuiu com
fereza seus encantos mais ocultos, e tenaz em sua horrível
luxúria, conduziu sua arma ereta até o interior de seu jovem
corpo.
Sobrevieram umas lutas em que cada um desempenhou um
papel inequívoco.
O estuprador,
estimulado igualmente pelas dificuldades de
sua conquista e pelas sensações requintadas que
experimentava, enterrou seu membro rígido na deliciosa
bainha e buscou por
meio de suas ferventes investidas
descarregar sua concupiscência numa descarga
copiosa, enquanto Cielo
Riveros, cujo temperamento prudente não era
invulnerável a um ataque tão lascivo e denodado, lutou em
vão para
resistir aos violentos impulsos da natureza,
que, aquecidos
pela fricção excitante, ameaçavam
traí-la,
até que, por fim, com as extremidades
trêmulas e quase
sem fôlego, se rendeu e emitiu os doces
fluidos do fundo
de sua alma sobre o astil inchado
que tão
deliciosamente palpitava em seu interior.
Senhor Verbouc,
consciente de que jogava com vantagem,
mudou de
tática, como um general prudente; teve bom
cuidado de não
atingir o clímax e de provocar um novo
avanço por parte
de sua doce adversária.
Senhor Verbouc não
teve grandes dificuldades para
conseguir isso, e o
combate aparentemente o esporeou até a fúria.
A cama tremia
e sacudia, todo o quarto vibrava
com a energia de
seu ataque lascivo, os dois corpos se
agitavam,
rebolavam e mergulhavam, transformados numa massa
indistinguível.
A luxúria,
quente e impaciente, reinava suprema ali. Ambos lados. Ele se introduziu, lutou, empurrou, investiu, recuou até que a cabeça larga do seu pau inchado ficou entre os lábios rosados das partes ardentes de Cielo Riveros. Ele se fincou até que os pelos pretos e crespos da sua barriga se misturaram com a penugem macia e musgosa que cobria o monte pronunciado da sua sobrinha, até que, com um soluço trêmulo, ela manifestou ao mesmo tempo sua dor e seu prazer.
Mais uma vez a vitória era de Verbouc, e ao enfiar seu membro vigoroso até o talo no corpo tenro, um lamento profundo e delicado indicou que a garota tinha chegado ao êxtase, enquanto mais uma vez se propagava pelo seu sistema nervoso o espasmo penetrante do prazer; e em seguida, com um gemido brutal de triunfo, Mister Verbouc lançou um jato fino e quente de gozo lá no fundo do seu útero.
Com o frenesi do desejo recém-aceso, e ainda insatisfeito com a posse de uma flor tão Cielo Riveros, o brutal Verbouc colocou de bruços sua sobrinha, que estava meio desmaiada, e contemplou à vontade suas bundinha preciosa. Seu objetivo ficou evidente quando, pegando parte das emissões que agora transbordavam da sua bucetinha, ele besuntou o cu dela e depois introduziu o indicador até onde pôde.
Suas paixões tinham alcançado novamente um ponto febril. Sua pica ameaçava a bunda roliça, e enquanto se empoleirava sobre o corpo prostrado de Cielo Riveros, levou a protuberância brilhante ao cu apertado e se esforçou para introduzi-la. Depois de um tempo conseguiu, e Cielo Riveros recebeu no seu reto a vara do tio em toda a sua extensão. A estreiteza do seu cu proporcionou a ele o mais intenso dos deleites, e ele continuou manobrando lentamente para cima e para baixo por pelo menos mais um quarto de hora, ao final do qual sua pica alcançou a dureza do ferro e Cielo Riveros sentiu que ele jorrava torrentes quentes de porra nas suas entranhas.
Já tinha amanhecido quando O senhor Verbouc soltou sua sobrinha dos abraços lascivos em que tinha saciado sua paixão e se arrastou exausto para sua própria cama fria; Cielo Riveros, cansada e enjoada, afundou num sono profundo por causa do cansaço, do qual só acordou no fim da manhã.
Quando Cielo Riveros saiu do quarto, sentiu que por dentro tinha rolado uma mudança que não a preocupou nem fez questão de analisar. A paixão tinha tomado conta do seu jeito; despertaram nela umas emoções sexuais intensas que também foram saciadas. O refinamento com que essas emoções foram satisfeitas gerou luxúria, e a luxúria abriu caminho pra um prazer sem limites, até antinatural.
Cielo Riveros, jovem, infantil e até pouco tempo inocente, de repente se transformou numa mulher de paixões violentas e uma luxúria incontrolável.
Tiraram várias garrafas de vinho de uma safra antiga e excepcional, e sob o potente efeito, Cielo Riveros foi recuperando as forças aos poucos.Em questão de uma hora, os três padres, vendo que Cielo Riveros já estava recuperada o bastante pra corresponder às investidas safadas, voltaram a dar sinais de que queriam se esbaldar com ela.
Excitada tanto pelo vinho à beça quanto pela visão e pela apalhação dos parceiros tarados, a garota começou a puxar pra fora das batinas os membros dos três padres, cuja falta de modéstia deixou bem claro o quanto estavam curtindo a cena.
Em menos de um minuto, Cielo Riveros já tinha os três bagulhos compridos e duros na cara. Beijou eles e brincou com os troços, sentindo o cheirinho suave que soltavam e apalpando as hastes avermelhadas com todo o tesão de uma Afrodite experiente.
— Vamos foder! — propôs o superior, cheio de piedade, com a piroca já nos lábios de Cielo Riveros.
— Amém — entoou Ambrose.
O terceiro eclesiástico ficou calado, mas o pauzão dele ameaçava os céus.
Cielo Riveros ficou matutando qual escolheria como primeiro adversário nessa nova rodada. Escolheu Ambrose.
Enquanto isso, com as portas bem trancadas, os três padres foram se pelando devagar, e assim colocaram diante dos olhos brilhantes da jovem Cielo Riveros os três campeões vigorosos no auge da vida, cada um armado com uma piroca robusta que, de novo, se erguia dura pra frente e balançava ameaçadora quando eles se mexiam.
— Ai, que monstros! — exclamou a mocinha, cuja vergonha, no entanto, não impedia ela de apalhar um por um os apetrechos formidáveis.
Sentaram ela na ponta da mesa e, um a um, foram lambendo as partes tenras dela, passando e repassando as línguas quentes pela fenda molhada e vermelha. Naquele lugar, todos eles tinham acabado de saciar a luxúria deles.
Cielo Riveros se entregou a isso com alegria e abriu as pernas o máximo que pôde para agradá-los.
—Proponho que ela nos chupe um por um — exclamou o superior.
—Claro — concordou o padre Clement, o homem de cabelo ruivo e a ereção enorme —. Mas não como final. Quero possuí-la mais uma vez.
—Não. Claro que não, Clement — disse o superior —. Você quase a partiu ao meio; deve finalizar na garganta dela ou não fazer nada.
Cielo Riveros não tinha intenção de se submeter a outro ataque de Clement, então resolveu a discussão pegando o membro carnudo e enfiando-o até onde coube na sua linda boca.
A moça movia seus lábios macios e molhados para cima e para baixo no glande azulado, e de vez em quando o introduzia o máximo possível na boca. Suas mãos brancas passaram sobre o longo e volumoso cabo e o seguraram com força enquanto ela via o pênis monstruoso endurecer por causa das sensações intensas que ele proporcionava com seus deliciosos toques.
Em menos de cinco minutos, Clement começou a emitir sons mais parecidos com uivos de uma fera selvagem do que com exclamações de pulmões humanos, e se derramou em abundância na garganta de Cielo Riveros.
Ela puxou o prepúcio do longo cabo e estimulou o fim do dilúvio.
As derramadas de Clement eram tão grossas e quentes quanto abundantes, e na boca da moça caía um jato de porra atrás do outro.
Cielo Riveros engoliu tudo.
—Eis uma nova experiência na qual agora devo te instruir, minha filha — anunciou o superior, enquanto Cielo Riveros aplicava seus lábios macios ao seu membro ardente —. No começo, você vai sentir que dói mais do que dá prazer, mas os caminhos de Vênus são árduos e só podem ser aprendidos e aproveitados por etapas.
—Vou me submeter a tudo, meu pai — respondeu a moça. — Agora tô mais consciente das minhas obrigações e de que sou uma daquelas que receberam a graça de aliviar os desejos dos bondosos pais.
— Sem dúvida, filha minha, e você vai sentir a felicidade celestial de antemão enquanto obedece até nossos menores desejos e satisfaz todas as nossas inclinações, por mais estranhas e irregulares que sejam.
Dito isso, ele ergueu a garota com seus braços fortes e a levou mais uma vez ao divã, onde a colocou de bruços, deixando assim exposta sua bela bunda nua para todos os presentes. Em seguida, posicionando-se entre as coxas da vítima, ele apontou a ponta do pau duro pro pequeno buraco entre as nádegas roliças de Cielo Riveros e, empurrando aos poucos sua arma bem lubrificada, começou a penetrá-la desse jeito novo e antinatural.
— Ai de mim! — gritou Cielo Riveros —. O senhor errou o lugar... Tá me machucando. Eu imploro, oh! Eu imploro! Tenha piedade! Ai! Peço que tenha pena de mim. Ai! Mãe santa! Tô morrendo!
Essa última exclamação foi provocada por uma investida vigorosa e definitiva do superior, que levou seu pau de garanhão até a mata de pelo que cobria a parte inferior da barriga dela e fez com que Cielo Riveros não tivesse dúvida de que ele tinha entrado até as bolas.
Passando o braço forte em volta dos quadris da jovem, ele se grudou nas costas dela; esfregou a barriga musculosa contra as nádegas de Cielo Riveros e o pau grosso ficou cravado no cu dela até onde dava. As pulsações de prazer eram evidentes em todo o comprimento inchado, e Cielo Riveros, mordendo os lábios, esperou os movimentos que, bem sabia ela, o homem estava prestes a iniciar pra chegar ao auge do gozo.
Os outros dois padres olhavam pra eles com inveja lasciva, sem parar de esfregar devagar os paus enormes.
Quanto ao superior, enlouquecido ao sentir o aperto desse novo Que delícia de buceta, ele trabalhou as nádegas torneadas até que, com uma investida final, encheu suas entranhas com sua descarga quente. Depois, enquanto extraía o instrumento ainda ereto e fumegante do corpo de Cielo Riveros, declarou que havia aberto uma nova rota para o prazer e recomendou que Ambrose se servisse dela.
Ambrose, cujas sensações durante esse tempo podem ser melhor imaginadas do que descritas, agora ardia de desejo. A visão do prazer de seus companheiros havia gradualmente dado lugar a um estado de excitação erótica que se tornou necessário saciar o mais rápido possível.
— De acordo! — gritou —. Entrarei pelo templo de Sodoma e você, enquanto isso, encherá com seu tenaz sentinela os vestíbulos de Vênus.
— Diga antes os vestíbulos "do legítimo prazer" — zombou o superior, fazendo uma careta —. Que seja como você diz; não me faria mal provar de novo um ventre tão apertado.
Cielo Riveros continuava deitada de bruços sobre o divã, com seu traseiro torneado totalmente exposto, mais morta do que viva por causa do ataque brutal que acabara de sofrer. Nem uma gota do abundante sêmen que lhe havia sido injetado escapou do escuro nicho, mas de sua fenda ainda fluía, misturada, a emissão dos sacerdotes. Ambrose se apossou dela.
Sentada agora montada sobre as coxas do superior, Cielo Riveros notou que seu membro ainda vigoroso chamava pelos lábios de sua fenda rosada; guiou-o para dentro lentamente e desceu sobre ele. Em pouco tempo entrou por completo: tinha ele enfiado até a raiz.
No entanto, o vigoroso superior, passando os braços em torno de sua cintura, a atraiu para si e, jogando-se para trás, colocou as abundantes e deliciosas nádegas de Cielo Riveros diante da arma irada de Ambrose, que sem demora se lançou em direção ao cu, já bem lubrificado, que tinha entre suas montanhas de bundas.
Apresentaram-se mil dificuldades que tiveram que ser superadas, mas Finalmente, o lascivo Ambrose se sentiu enterrado nas entranhas da sua tenra vítima.
Ele moveu lentamente seu membro para cima e para baixo pelo canal escorregadio. Prolongou seu prazer e aproveitou os vigorosos solavancos que o superior dava na linda Cielo Riveros pela frente.
Em pouco tempo, soltando um gemido profundo, o superior atingiu o clímax, e Cielo Riveros sentiu na hora que ele enchia sua fenda de leite.
A jovem não aguentava mais, e suas próprias emissões se misturaram com as do seu agressor.
Ambrose, por sua vez, tinha poupado seus recursos, e agora segurava a linda garota à sua frente, firmemente empalada na sua enorme bagaça.
Ao vê-la assim, Clement não resistiu, e vendo sua oportunidade enquanto o superior limpava o membro, se posicionou na frente de Cielo Riveros e quase de imediato conseguiu enfiar o dele na fenda, agora abundantemente molhada com os restos viscosos.
Apesar de ser enorme, Cielo Riveros deu um jeito de receber o monstro ruivo que agora dilatava seu corpo delicado com seu longo instrumento, e por alguns minutos não se ouviu nada além dos suspiros e gemidos lascivos dos combatentes.
Pouco depois, seus movimentos ficaram mais violentos; Cielo Riveros esperava que a qualquer momento fosse o fim para ela. Enquanto o enorme membro de Ambrose estava enfiado no seu buraco traseiro até as bolas, a gigantesca vara de Clement voltava a espumar dentro da sua barriga.
Entre os dois, seguravam a garota no ar, os pés dela bem longe do chão, à mercê dos embates, primeiro pela frente e depois por trás, que os padres davam com seus artefatos excitados nos respectivos canais.
Quando Cielo Riveros achou que ia desmaiar, percebeu, pelos ofegos e pela tremenda rigidez do bruto à sua frente, que ele estava prestes a gozar, e na hora sentiu a quente A injeção jorrava da pica gigantesca em jatos intensos e viscosos.
—Ah, vou gozar! —gritou Clement, e dizendo isso, lançou um caudal copioso dentro de Cielo Riveros, para a infinita alegria dela.
—Também tou chegando —chiou Ambrose, que enfiou o membro vigoroso por completo e soltou um jato morno de porra nas entranhas de Cielo Riveros ao mesmo tempo que seu comparsa.
Assim, os dois continuaram despejando os conteúdos fecundos de seus corpos no da doce menina, enquanto ela experimentava a dupla inundação e nadava num dilúvio de prazeres.
Qualquer um imaginaria que uma pulga de inteligência mediana já teria se fartado com as exibições desagradáveis que considerei meu dever revelar; no entanto, um certo sentimento de amizade, assim como de simpatia, pela jovem Cielo Riveros me animou a permanecer em sua companhia.
O evento justificou minhas expectativas e, como se verá adiante, determinou meus movimentos posteriores.
Apenas três dias se passaram antes que a jovem se encontrasse com os três sacerdotes, com hora marcada, no mesmo lugar.
Nessa ocasião, Cielo Riveros tinha se dedicado com especial interesse ao seu traje e, como resultado, estava mais gostosa do que nunca: vestia o mais precioso dos vestidos de seda, umas botas de couro de cabrito bem justas e umas luvas lindíssimas, miúdas e apertadas.
Os três homens ficaram extasiados, e Cielo Riveros foi recebida de um modo tão efusivo que sentiu desejos tão fortes que o sangue subiu ao rosto.
A porta se fechou sem demora e as roupas íntimas dos reverendos padres caíram, e Cielo Riveros, entre carícias e apalpadelas lascivas do trio, contemplou os membros dos três, de cabeça descoberta e já ameaçadores.
O superior foi o primeiro que avançou com a intenção de aproveitá-la. Colocando-se energicamente diante de sua pequena Alto, ele avançou contra ela com aspereza e,
pegando-a nos braços, cobriu-lhe a boca e o rosto de beijos
apaixonados.
A excitação de Cielo Riveros igualou a dele.
Obedeceu ao desejo de ambos, tirou a calcinha e as
anáguas; ficou só com o vestido chique, as
meias de seda e as botas de couro de cabra, e se deixou
admirar e apalpar com safadeza.
Só um instante
depois, o padre, se enfiando
deliciosamente na jovem, agora deitada, tinha
penetrado até o talo nos seus encantos jovens e
se esbaldava na união apertada com prazer evidente.
Com empurrões,
apertos e roçadas, o superior
começou a fazer uns movimentos deliciosos que
esquentaram as partes sensíveis da parceira e as
dele. A pica
dele, maior e mais dura, era a prova disso.
— Empurra, sim!
Empurra mais forte! — murmurou Cielo Riveros.
Ambrósio e
Clemente, cujos desejos mal podiam
esperar, queriam que a garota
desse um pouco de atenção a eles.
Clemente colocou o pauzão na mãozinha branca dela
e Ambrósio, sem se abalar, enquanto subia no divã,
levou a ponta da sua rola enorme aos lábios delicados dela.
Depois de uns
instantes, o superior se retirou da posição
safada.
Cielo Riveros
se sentou na ponta do divã. Na frente dela
estavam os três homens, cada um com o pau
duro e exposto, e a cabeçona do instrumento de
Clemente quase encostando na barriga redonda dela.
O vestido de Cielo
Riveros subiu até a cintura, as pernas e
coxas ficaram à mostra, e entre elas a
racha rosada e suculenta, agora vermelha e excitada pela
enfiada e tirada brusca da pica do superior.
— Esperem um
pouco — ele disse —. Vamos
aproveitar nossos prazeres com ordem. Essa menina linda
tem que satisfazer nós três; então, será É necessário que a gente regule nossos prazeres e também que a gente deixe ela aguentar os ataques que vai sofrer. Quanto a mim, não tô nem aí se eu entro em primeiro ou segundo lugar, mas já que o Ambrose goza que nem um burro e provavelmente vai arrasar as regiões que penetrar, proponho ir primeiro. Claro, o Clement tem que se contentar com o segundo ou terceiro lugar; senão, o pauzão dele não só vai partir a garota ao meio, mas, o que é muito pior, vai acabar com o nosso prazer.
— E eu fui o terceiro da última vez — exclamou Clement —. Não vejo por que tenho que ser sempre o último. Exijo o segundo lugar.
— Bom, então que seja! — gritou o superior —. Você, Ambrose, vai pegar um buraco bem molhadinho.
— Não acho não — respondeu o padre decidido —. Se você vai primeiro e esse monstro do Clement depois, eu vou atacar "pela porta dos fundos" e derramar minha oferenda em outra direção.
— Façam comigo o que quiserem! — exclamou Céu Rios —. Vou tentar aguentar tudo. Mas, ai, meus padres, se apressem e comecem.
O superior enfiou de novo a arma robusta dele. Céu Rios recebeu com gosto aquele pau duro. Abraçou o superior, se apertou contra ele e recebeu os jatos da gozada dele com explosões de prazer próprias.
Aí chegou o Clement. O monstro dele já tava entre as coxas roliças da jovem Céu Rios. A desproporção era terrível, mas o padre era forte e safado na mesma medida que o tamanho dele, e depois de várias tentativas violentas e meio inúteis, ele penetrou ela e começou a meter na garota com aquele pau de burro todo.
É impossível contar como as proporções terríveis desse cara esquentaram a imaginação obscena de Céu Rios, nem com que frenesi apaixonado ela se sentiu deliciosamente cheia e esticada pelo pauzão do padre Clement.
Depois de uma briga de dez Minutos, Cielo Riveros recebeu a massa pulsante até as bolas, que batiam contra sua bunda.
Cielo Riveros abriu suas lindas pernas e permitiu que o bruto se refestelasse com prazer em seus encantos.
Clement não mostrava ansiedade alguma em conter sua lascívia, e passou um quarto de hora antes que duas violentas descargas pusessem fim ao seu prazer.
Cielo Riveros as recebeu com gemidos profundos de deleite e, por sua vez, lançou uma copiosa emissão sobre as viscosas derramaduras do tarado pai.
Mal Clement havia retirado seu monstro do ventre da jovem Cielo Riveros quando, se desprendendo dos braços de seu corpulento amante, ela caiu nos de Ambrose.
Fiel à intenção expressada, são suas lindas nádegas que Ambrose agora ataca, e busca com energia feroz encaixar o pau pulsante nas pregas ternas de sua abertura traseira.
Em vão tenta encontrar acomodação. A cabeça larga de sua arma é rejeitada a cada investida quando, com luxúria brutal, tenta por todos os meios forçar a entrada.
No entanto, Ambrose não vai desistir tão facilmente; tenta de novo, e após um esforço decidido, aloja a cabeça no interior da delicada abertura.
Agora é a vez dele: com um empurrão vigoroso, penetra mais alguns centímetros, e de uma arremetida, o lascivo padre se enterra até as bolas.
As lindas nádegas exerciam uma atração inegável sobre o luxurioso padre. Ele estava extremamente agitado enquanto se abria caminho com esforços furiosos. Extasiado, empurrava para dentro seu longo e grosso membro, alheio à dor que a dilatação causava em Cielo Riveros e só preocupado em sentir os deliciosos apertos de suas partes tenras e delicadas.
Cielo Riveros solta um grito apavorante. Está empalada no membro rígido de seu brutal profanador. Sente a carne pulsante no mais vivo, e com movimentos frenéticos, se esforça por escapar.
No entanto, Ambrose a segura, envolvendo com seus braços fortes a cintura fina da garota enquanto segue cada movimento que ela faz e se mantém dentro do seu corpo trêmulo, graças a um esforço contínuo de penetração.
Forcejando desse jeito, passo a passo, a moça atravessou o salão com o feroz Ambrose firmemente encaixado na sua passagem traseira.
Esse espetáculo impudico não deixou de causar efeito em quem o observava. Uma gargalhada brotou das gargantas deles, e ambos aplaudiram o vigor do companheiro, cujo semblante inflamado e ofegante dava testemunho completo de suas emoções prazerosas.
Mas o espetáculo também atiçou de imediato os desejos de ambos, e o estado de seus membros demonstrava que ainda não haviam ficado satisfeitos de forma alguma.
Já que, a essa altura, Cielo Riveros tinha chegado perto do superior, este a pegou nos braços, e Ambrose, aproveitando esse tope oportuno, começou a perfurar com seu pau as entranhas de Cielo Riveros enquanto o calor intenso do corpo da garota lhe proporcionava um prazer fortíssimo.
Graças à posição em que os três ficaram, o superior se viu com a boca na altura dos encantos naturais de Cielo Riveros, e, após colar imediatamente os lábios neles, lambeu sua bucetinha molhada.
Mas a excitação que provocava desse jeito exigia um prazer mais sólido, e, colocando a linda garota de pernas abertas sobre seus joelhos enquanto se sentava, liberou seu pau inchado e o introduziu sem demora em seu ventre liso.
Cielo Riveros ficou assim entre dois fogos, e os golpes ferozes do padre Ambrose em suas nádegas roliças agora eram complementados pelos esforços fervorosos do superior na outra direção.
Ambos nadavam num mar de gozo sensual, ambos mergulhavam ao máximo nas sensações deliciosas que experimentavam, enquanto sua vítima, perfurada pela frente e
por trás por seus dilatados membros, tinha que sofrer como
podia os embates de seus membros ardentes.
No entanto, a jovem Cielo Riveros ainda aguardava outra
prova, pois assim que o vigoroso Clement presenciou a
íntima união de seus companheiros, inflamado de inveja e
aguilhoado pela violência de suas paixões, subiu no
assento, atrás do superior, segurou a cabeça da pobre Cielo Riveros
e aproximou sua arma flamejante de seus lábios rosados, forçou a
entrada da glande — cuja estreita abertura já exsudava
gotas de antecipação — em sua bela boca, e indicou que
ela acariciasse o longo e duro fuste com a mão.
Ambrose percebeu que a penetração do membro do
superior pela frente favorecia enormemente seus próprios
atos, enquanto o superior, igualmente excitado pela ação
traseira de seu coirmão, começava a sentir
fulminantemente a proximidade dos espasmos que
precedem e acompanham o ato final de emissão.
Clement foi o primeiro a se entregar e lançou sua
descarga pegajosa a jorros pela garganta da pequena
Cielo Riveros.
Ambrose o seguiu, e ao mesmo tempo em que desabava sobre as
costas da jovem, jorrou um torrente de porra em suas
entranhas enquanto o superior lhe enchia ao mesmo tempo o útero com
suas oferendas.
Rodeada dessa maneira, Cielo Riveros recebeu ao uníssono a
descarga dos três vigorosos sacerdotes.
Capítulo V
Três dias depois de terem ocorrido os acontecimentos
detalhados nas páginas anteriores, Cielo Riveros, tão corada e
encantadora como sempre, fez presença no salão
de seu tio.
Durante esses três dias, meus movimentos haviam sido
erráticos, pois meu apetite não era de modo algum escasso, e
minha ânsia por novidades me impedia de residir muito tempo
em um mesmo lugar.
Foi assim que me
arranjei para ouvir uma conversa
que me pasmou em não pouca medida, mas que, por ter a ver
diretamente com os eventos que descrevo, não
hesitarei em revelar.
Foi assim que descobri a verdadeira profundidade e sutileza do
caráter do padre Ambrose.
Não vou reproduzir aqui esse discurso como ouvi da minha
posição estratégica; bastará se explicar as principais
ideias que continha e relatar como elas foram postas em
prática.
Era evidente que Ambrose estava irritado e desconfortável por
causa da repentina participação dos seus confrades no
aproveitamento da sua mais recente aquisição, e tramou um plano ousado e
maligno para frustrar a interferência deles e, ao mesmo tempo,
ficar livre de toda culpa no assunto.
Com essas intenções, em pouco tempo Ambrose foi visitar o
tio de Cielo Riveros e contou como tinha descoberto a sobrinha
e o jovem amante dela em plena aliança de Cupido, e como
não havia dúvida de que ela tinha recebido e correspondido com
as últimas provas da sua paixão.
Ao fazer isso, o astuto sacerdote planejava um objetivo
ulterior. Conhecia bem o caráter do homem com quem tinha
que lidar. Também estava ciente de que esse homem
estava a par de boa parte da vida autêntica do
eclesiástico.
De fato, os dois se entendiam bem. Ambrose tinha
fortes paixões e sua natureza era erótica num grau
extraordinário. O mesmo podia ser dito do tio de Cielo Riveros.
Este último assim tinha confessado a Ambrose, e no
decorrer da sua confissão tinha dado provas de desejos muito
irregulares, tanto a ponto de não apresentar dificuldades na hora
de se tornar participante nos planos que o outro
tinha tramado.
Há tempos que Mister Verbouc tinha de olho na
sobrinha. Tinha confessado. E agora Ambrose lhe trazia de
repente uma notícia que lhe abriu os olhos: Cielo Riveros começava a
abrigar sentimentos da mesma natureza por outros homens.
Imediatamente lhe veio à mente o caráter de Ambrose.
Era seu diretor espiritual e lhe pediu conselho.
O eclesiástico deu a entender que Tinha chegado a sua oportunidade e ambos sairiam ganhando se dividissem a presa.
Essa proposta tocou numa fibra sensível em Verbouc, o que não passou despercebido a Ambrose. Se algo fazia ele aproveitar ainda mais a própria sensualidade, ou dava mais intensidade às suas loucuras, era ver outro no ato de finalizar a cópula, e depois consumar o próprio prazer com uma segunda penetração e gozo no corpo da mesma vítima.
Desse jeito, logo fecharam o trato; arranjaram uma oportunidade; conseguiram a intimidade necessária, já que a tia de Cielo Riveros era inválida e ficava trancada no quarto; e então Ambrose preparou Cielo Riveros para o evento que ia rolar.
Depois de um breve discurso preliminar — onde avisou ela pra não contar nada sobre o relacionamento anterior e informou que o parente tinha descoberto de algum jeito os seus amassos com Charlie —, foi levando ela aos poucos pro terreno que queria. Até falou da paixão que o tio dela tinha concebido por ela, e declarou sem rodeios que o jeito mais seguro de evitar a fúria dele era
se mostrar obediente a tudo que ele pedisse.
O senhor Verbouc era um homem de constituição saudável e vigorosa, com uns cinquenta anos de idade. Como tio dela, sempre tinha inspirado em Cielo Riveros um baita respeito, misturado com um medo danado da presença e autoridade dele. Desde a morte do irmão, ele a tratava, se não com carinho, pelo menos sem crueldade, embora com a discrição própria do seu jeito.
Claramente, Cielo Riveros não tinha motivo pra esperar nenhuma clemência dessa vez, nem pra contar com qualquer jeito de escapar da ira do tio.
Pulo fora o primeiro quarto de hora, as lágrimas de Cielo Riveros e o constrangimento de se ver ao mesmo tempo alvo dos abraços excessivamente ternos do tio e da bronca que bem merecia. A comédia interessante foi avançando aos poucos, até que o Sr. Verbouc, colocando sua linda sobrinha sobre os próprios joelhos, expôs com ousadia o propósito que havia concebido: aproveitar ele mesmo dela.
— Não deve haver nenhuma resistência absurda da sua parte, Céu Riveros — continuou o tio —; não vou hesitar, nem vou fingir qualquer pudor. Já basta que o bom padre Ambrose tenha dado sua bênção ao assunto, e portanto devo te possuir e aproveitar do teu corpo, assim como seu jovem companheiro já fez com o teu consentimento.
Céu Riveros estava totalmente perplexa. Embora fosse sensual, como já vimos, e num grau que raramente se observa em garotas tão jovens, havia sido educada segundo as ideias rígidas e convencionais, condizentes com o caráter severo e distante de seu parente. Imediatamente, todo o horror de um crime desses se ergueu diante dela. Nem mesmo a presença e a aprovação declarada do padre Ambrose diminuíam a desconfiança com que via a horrível proposta que tão tranquilamente lhe era feita agora.
Céu Riveros tremeu de surpresa e terror diante da natureza do crime planejado. Essa nova situação a chocou. O fato de que seu tio — reservado e severo, cuja ira ela sempre lamentara e temera, e cujos preceitos há muito já se acostumara a receber com reverência — tivesse se transformado num admirador ardente, sedento por obter aqueles favores que tão recentemente ela havia concedido a outro, a deixou muda de espanto e repulsa.
O Sr. Verbouc, que evidentemente não estava disposto a deixá-la refletir nem por um instante, e cuja excitação era evidente em mais de um sentido, pegou sua jovem sobrinha nos braços e, apesar da relutância dela, cobriu-lhe o rosto e o pescoço de beijos proibidos e apaixonados.
Ambrose, para quem a garota se virou, não lhe ofereceu consolo algum nesse aperto; ao contrário, dirigindo um sorriso... Inexorável ao excitado
Verbouc, animava-a com olhares maliciosos a que levasse
até as últimas consequências seus prazeres e sua lubricidade.
Era difícil resistir em circunstâncias tão complicadas.
Cielo Riveros era jovem, e se achava indefesa diante do seu fornido
parente. Espicaçado até o frenesi graças ao contato e aos
obscenos apalpões nos quais agora se comprazia, Mister
Verbouc, com energias redobradas, tentava tomar de assalto
o corpo da sobrinha. Seus dedos nervosos já oprimiam o
lindo cetim que cobria suas coxas. Outro empurrão
decidido, e apesar da firme resistência que Cielo Riveros opunha
para rejeitá-lo, a mão lasciva lhe cobriu os lábios
rosados, e os dedos trêmulos abriram a apertada e úmida
fenda do baluarte do pudor.
Até este momento, Ambrose havia observado em
silêncio a excitante cena; agora, porém, também
avançou, e ao mesmo tempo que passava seu poderoso braço esquerdo
em torno da cintura fina da moça, tomou suas duas
mãozinhas em sua mão direita, e ao segurá-la assim, a transformou em
fácil presa dos assaltos lascivos de seu parente.
—Pelo amor de Deus—gemeu Cielo Riveros, que ofegava por causa dos
esforços—, me deixe ir... Isso é horrível. O senhor é um
monstro! E muito cruel! Estou perdida!
—Nada disso, minha sobrinha, você não está perdida—respondeu
seu tio—, você apenas despertou para os prazeres que Vênus tinha
reservado para seus devotos e que o amor guarda para
aqueles que são corajosos o bastante para agarrá-los e
aproveitá-los, enquanto podem.
—Fui vítima de um engano horrível—gritou Cielo Riveros,
mal aliviada com essa explicação engenhosa—. Agora
vejo tudo claro. Ai, que vergonha! Não posso permitir isso,
não posso permitir isso, não posso! Ah, não! Não
posso. Santa mãe de Deus! Me deixe ir, tio. Ai! Ai!
—Cala a boca, Cielo Riveros; você tem que se submeter; vou te comer à força se não me deixar fazer de outro jeito. Modo. Vamos, abre essas pernas lindas, deixa eu apalpar essas panturrilhas deliciosas, essas coxas macias e suculentas; deixa eu pousar minha mão nessa barriguinha pulsante; não, fica quieta, bobinha. Você é minha, finalmente. Ah, como eu ansiei por esse momento, Cielo Riveros!
Ela, no entanto, ainda oferecia certa resistência, que só servia para aguçar o apetite antinatural do seu agressor, enquanto Ambrose a segurava firme entre suas garras.
— Ah, que bundão gostoso! — exclamou Verbouc, enquanto deslizava a mão intrusa por baixo das coxas de veludo da pobre Cielo Riveros e apalpava os glúteos torneados da sua bunda encantadora —. Ah, que rabo glorioso! Agora é todo meu. Tudo será celebrado no momento certo.
— Me solta! — gritou Cielo Riveros —. Ai, não! — exclamou a linda jovem quando os dois homens a forçaram a se deitar no divã, que haviam preparado convenientemente ao alcance.
Ao cair, ela se apoiou no corpo rijo de Ambrose, enquanto Mister Verbouc, que agora havia levantado suas roupas e deixado à mostra, com lascívia, as pernas envoltas em seda e as proporções deliciosas da sua sobrinha, se afastava um momento para apreciar à vontade o espetáculo indecente que havia armado, à força, para seu próprio prazer.
— Tio, o senhor enlouqueceu? — gritou Cielo Riveros, mais uma vez, enquanto mexia as pernas numa tentativa vã de esconder a nudez suculenta agora totalmente exposta —. Eu imploro, me solta.
— Sim, Cielo Riveros, estou louco, louco de paixão por você, louco de luxúria para te possuir, para te aproveitar, para me saciar do seu corpo. Toda resistência é inútil; vou conseguir o que quero e vou gozar desses encantos, dessa bucetinha apertada e deliciosa.
Enquanto dizia isso, Mister Verbouc se preparava para o ato final do drama incestuoso. Desabotoou as roupas íntimas e, deixando de lado qualquer resquício de pudor, permitiu que... que sua sobrinha contemplasse sem impedimentos as
proporções roliças e rubicundas do seu membro excitado,
que, ereto e reluzente, agora a ameaçava a olhos vistos.
No mesmo instante, Verbouc se lançou sobre sua presa,
firmemente segurada pelo sacerdote, que se havia recostado; em seguida,
aplicando sua arma ereta a queima-roupa sobre o tenro
orifício, tentou consumar o coito inserindo suas grandes e
longas proporções no corpo de sua sobrinha.
No entanto, os contínuos rebolados da jovem, a
repulsa e o horror que ela sentia, e a pequenez e quase
imaturidade de suas partes, impediram eficazmente que
Verbouc obtivesse uma vitória tão fácil quanto a que
almejava.
Eu nunca havia ansiado tão ardentemente como nesta
ocasião contribuir para o mal-estar de um campeão e, impelida pelas
queixas da doce Cielo Riveros, com o corpo de uma pulga e a
alma de uma vespa, me lancei de um salto ao resgate.
Cravar meu ferrão na sensível cobertura do escroto
do Sr. Verbouc foi coisa de um segundo. Teve o efeito
desejado. Uma dor repentina e penetrante o obrigou a
parar. O intervalo foi fatal, e no instante as coxas e
o estômago da jovem Cielo Riveros estavam cobertos com os
fluidos desperdiçados do vigor incestuoso de seu parente.
A este contratempo inesperado seguiram-se maldições
— não em voz alta, mas bem pesadas —. O aspirante a estuprador se
retirou de seu lugar estratégico e, incapaz de prolongar o
assalto, recolheu a contragosto a arma desconcertada.
Assim que o Sr. Verbouc libertou sua sobrinha de tão difícil
transe, o padre Ambrose começou a manifestar a violência de
sua própria excitação, produzida pela contemplação da
cena erótica anterior. Enquanto segurava ainda firmemente
Cielo Riveros, e portanto gratificava seu sentido do tato, o aspecto
da parte da frente de seu hábito denotava sem rodeios sua
disposição a tirar proveito da situação. Sua formidável
arma, desdenhando a Parecendo a reclusão dos seus hábitos,
a enorme cabeça já sem capuz e pulsando
com sua ânsia de prazer.
— Ai! — exclamou o outro ao posar seu olhar obsceno sobre
a arma dilatada do seu confessor —, eis um campeão que
não permitirá derrota, tenho certeza — e pegando
pausadamente o enorme astil na mão, o manipulou com satisfação
evidente —. Que monstro! Como é forte! Como
se ergue duro!
O padre Ambrósio
se levantou, seu rosto carmesim denunciava
a intensidade do seu desejo; colocando a acuada Cielo Riveros em
uma postura mais propícia, levou a larga e vermelha
protuberância até a úmida abertura e começou a forçar sua
entrada com empurrões desesperados.
A dor, a
agitação e a ânsia se sucederam no sistema
nervoso da jovem vítima da luxúria.
Embora não fosse
a primeira vez que o reverendo padre
tomava de assalto as muralhas cobertas de musgo, a
presença do seu tio, o escasso decoro de toda a cena e a
convicção — que
agora começava a vislumbrar — de ser
vítima das manhas e do egoísmo do eclesiástico, se
combinaram para repelir em sua mente as extremas
sensações de prazer que tão intensamente se haviam
manifestado em seu corpo anteriormente.
No entanto, o
proceder de Ambrósio não lhe deixou tempo
para refletir,
pois este, ao sentir a deliciosa bainha
enfiada como uma luva em torno de sua volumosa arma,
se apressou a consumar a união, e dando uns quantos
embates vigorosos e hábeis, mergulhou em sua fenda
até as bolas.
Sobrevieram um
rápido intervalo de feroz gozo, de rápidas
investidas e pressões, firmes e íntimas, até que um grito
profundo e gutural de Cielo Riveros anunciou que a natureza se
impusera e que a garota havia chegado a essa
exquisita crise que ocorre nas lides amorosas e na qual
espasmos de prazer inexplicável passam rápida,
voluptuosamente, através dos nervos, e com a cabeça
jogada para trás, os Lábios entreabertos, os dedos
convulsivamente retorcidos, e o corpo rígido por aquele esforço
tão intenso, a ninfa jorra sua essência juvenil para dar as
boas-vindas aos iminentes jatos do amante.
A figura contorcida de Cielo Riveros, os olhos revirados e os
punhos cerrados, davam testemunho suficiente do seu estado sem
precisar do gemido de êxtase que escapou laboriosamente dos seus
lábios trêmulos.
Todo o volume do potente pau, agora bem lubrificado,
mexia deliciosamente dentro das suas partes tenras. A
excitação de Ambrose aumentava a cada instante, e seu
instrumento, duro como ferro, ameaçava a cada
investida descarregar sua essência cheirosa.
— Ah, não aguento mais!... Sinto que vou derramar
meu leite. Verbouc, tem que foder ela! É uma delícia! A
buceta dela aperta como uma luva! Oh! Oh! Ah!
Investidas mais intensas e profundas, uma vigorosa
arremetida, um mergulho do brutamontes sobre a figura leve
da garota, um gemido rouco e profundo, e Cielo Riveros, com
prazer indescritível, sentiu a injeção quente jorrar do seu
profanador e se espalhar em abundância, grossa e viscosa,
até o fundo das suas partes tenras.
Ambrose retirou a contragosto seu pau fumegante e deixou
à mostra as partes brilhantes da jovenzinha, de onde
transbordava a massa grossa das suas emissões.
— Bem! — exclamou Verbouc, que a cena tinha
excitado ao extremo. — Agora é minha vez, bom padre
Ambrose! Você aproveitou da minha sobrinha na minha
frente; era o que eu queria, e ela foi devidamente
maculada. Também sentiu prazer com você, o que confirma minhas
suspeitas: ela é capaz de receber e capaz de
gozar, dá pra se saciar com ela e com o corpo dela; bem,
vou começar. Finalmente chegou minha chance, agora não
pode fugir de mim. Vou satisfazer o desejo que tanto tempo
alimentei. Vou saciar essa luxúria insaciável pela filha de Meu irmão. Tá vendo como esse pau sobe com a cabeça vermelha? É por causa do desejo que sinto por você, Céu Riveros. Apalpa, minha doce sobrinha, como as bolas do teu tio estão duras: tão cheias por sua causa. Foi você que fez meu pau ficar tão rijo, tão comprido e inchado, e é você que está destinada a aliviar ele. Abre caminho, Céu Riveros! Deixa eu guiar sua mão linda, minha filha. Vamos!, não fica com frescura, nada de vergonha ou pudor. Não tá vendo o tamanho dele? Tem que deixar entrar inteiro nessa rachinha quente que o estimado padre Ambrose acabou de encher tão gostoso. Tá vendo os balões grandes que pendem embaixo, querida Céu Riveros? Tão carregados com a porra que vou descarregar pro seu prazer e pro meu. Sim, Céu Riveros, vou gozar dentro da barriga da filha do meu irmão.
A ideia do incesto horrível que planejava cometer reavivava de todas as formas a sua loucura e produzia nele uma impaciência luxuriosa extraordinária, que se mostrava tanto no rosto avermelhado quanto na vara rija e ereta que agora ameaçava as partes molhadas de Céu Riveros.
O senhor Verbouc tomou as medidas com firmeza. Claro, como ele dizia, a pobre Céu Riveros não tinha escapatória. Ele se colocou sobre ela e abriu suas pernas. Ambrose a segurou com força contra a própria barriga enquanto se deitava. O estuprador viu sua chance, o caminho estava livre, as coxas brancas já abertas, os lábios vermelhos e brilhantes da sua linda bucetinha virados pra ele. Não dava mais pra esperar; depois de separar os lábios e apontar com cuidado a cabeça lisa e vermelha pra fenda oferecida, ele se lançou pra frente, e numa só investida, soltando um grito de prazer, enterrou todo o seu comprimento na barriga da sobrinha.
—Ai, Senhor! Finalmente tô dentro dela! —gritou Verbouc—. Oh! Ah! Que prazer, que delícia que ela é, que apertada! Oh!
O bom padre Ambrose a segurava Firmeza.
Cielo Riveros deu um solavanco violento e soltou um gritinho de dor e terror ao sentir a entrada do membro inchado do tio, enquanto ele, firmemente encaixado no corpo quente da vítima, se lançava numa corrida rápida e furiosa de prazer egoísta. Era a ovelha nas garras do lobo, a pomba nas garras da águia. Impiedoso, insensível aos sentimentos da garota, o bruto passou por cima de tudo, até que, cedo demais para a própria luxúria ardente, com um grito de prazer agonizante, descarregou e verteu dentro da sobrinha um jorro copioso de fluxo incestuoso.
Uma e outra vez, os dois canalhas se deliciaram com a jovem vítima. A luxúria ardente deles, estimulada pela perspectiva dos prazeres um do outro, os levava à loucura.
Ambrose tentou atacá-la pelo cu, mas Verbouc, que sem dúvida tinha seus motivos para proibir, vetou a violação, e o padre, de modo algum envergonhado, deslocou a ponta da ferramenta enorme e, por trás, a enfiou com fúria na rachinha dela. Verbouc se ajoelhou e contemplou o ato, e, ao terminar, lambeu com prazer evidente os lábios molhados da buceta transbordante da sobrinha.
Naquela noite, acompanhei Cielo Riveros até a cama dela, pois, embora meus nervos tivessem sofrido uma comoção terrível, meu apetite não tinha diminuído, e talvez fosse uma sorte que minha jovem protegida não tivesse uma pele tão irritável a ponto de se ressentir muito dos esforços que eu fazia para saciar minhas ânsias naturais.
O sono tinha vindo depois da comida com que ela me agraciara, e eu tinha encontrado um refúgio quente e seguro entre o musgo macio e tenro que cobria o monte de Vênus da doce Cielo Riveros quando, lá pela meia-noite, um alvoroço violento me arrancou bruscamente do meu merecido descanso.
Alguém tinha agarrado a jovem de repente e com firmeza, e uma forma grossa se apertava com vigor contra a figura leve dela. De seus lábios... Assustados, um grito abafado escapou,
e entre esforços vãos dela para fugir, e esforços
mais frutíferos para evitar uma consumação tão pouco
desejável, reconheci a voz e a pessoa do Senhor Verbouc.
A surpresa tinha sido
total; foi inútil a fraca resistência que
sua sobrinha podia oferecer, pois com pressa
febril e terrivelmente excitado pelo toque suave de suas
extremidades de veludo, o tio incestuoso possuiu com
fereza seus encantos mais ocultos, e tenaz em sua horrível
luxúria, conduziu sua arma ereta até o interior de seu jovem
corpo.
Sobrevieram umas lutas em que cada um desempenhou um
papel inequívoco.
O estuprador,
estimulado igualmente pelas dificuldades de
sua conquista e pelas sensações requintadas que
experimentava, enterrou seu membro rígido na deliciosa
bainha e buscou por
meio de suas ferventes investidas
descarregar sua concupiscência numa descarga
copiosa, enquanto Cielo
Riveros, cujo temperamento prudente não era
invulnerável a um ataque tão lascivo e denodado, lutou em
vão para
resistir aos violentos impulsos da natureza,
que, aquecidos
pela fricção excitante, ameaçavam
traí-la,
até que, por fim, com as extremidades
trêmulas e quase
sem fôlego, se rendeu e emitiu os doces
fluidos do fundo
de sua alma sobre o astil inchado
que tão
deliciosamente palpitava em seu interior.
Senhor Verbouc,
consciente de que jogava com vantagem,
mudou de
tática, como um general prudente; teve bom
cuidado de não
atingir o clímax e de provocar um novo
avanço por parte
de sua doce adversária.
Senhor Verbouc não
teve grandes dificuldades para
conseguir isso, e o
combate aparentemente o esporeou até a fúria.
A cama tremia
e sacudia, todo o quarto vibrava
com a energia de
seu ataque lascivo, os dois corpos se
agitavam,
rebolavam e mergulhavam, transformados numa massa
indistinguível.
A luxúria,
quente e impaciente, reinava suprema ali. Ambos lados. Ele se introduziu, lutou, empurrou, investiu, recuou até que a cabeça larga do seu pau inchado ficou entre os lábios rosados das partes ardentes de Cielo Riveros. Ele se fincou até que os pelos pretos e crespos da sua barriga se misturaram com a penugem macia e musgosa que cobria o monte pronunciado da sua sobrinha, até que, com um soluço trêmulo, ela manifestou ao mesmo tempo sua dor e seu prazer.
Mais uma vez a vitória era de Verbouc, e ao enfiar seu membro vigoroso até o talo no corpo tenro, um lamento profundo e delicado indicou que a garota tinha chegado ao êxtase, enquanto mais uma vez se propagava pelo seu sistema nervoso o espasmo penetrante do prazer; e em seguida, com um gemido brutal de triunfo, Mister Verbouc lançou um jato fino e quente de gozo lá no fundo do seu útero.
Com o frenesi do desejo recém-aceso, e ainda insatisfeito com a posse de uma flor tão Cielo Riveros, o brutal Verbouc colocou de bruços sua sobrinha, que estava meio desmaiada, e contemplou à vontade suas bundinha preciosa. Seu objetivo ficou evidente quando, pegando parte das emissões que agora transbordavam da sua bucetinha, ele besuntou o cu dela e depois introduziu o indicador até onde pôde.
Suas paixões tinham alcançado novamente um ponto febril. Sua pica ameaçava a bunda roliça, e enquanto se empoleirava sobre o corpo prostrado de Cielo Riveros, levou a protuberância brilhante ao cu apertado e se esforçou para introduzi-la. Depois de um tempo conseguiu, e Cielo Riveros recebeu no seu reto a vara do tio em toda a sua extensão. A estreiteza do seu cu proporcionou a ele o mais intenso dos deleites, e ele continuou manobrando lentamente para cima e para baixo por pelo menos mais um quarto de hora, ao final do qual sua pica alcançou a dureza do ferro e Cielo Riveros sentiu que ele jorrava torrentes quentes de porra nas suas entranhas.
Já tinha amanhecido quando O senhor Verbouc soltou sua sobrinha dos abraços lascivos em que tinha saciado sua paixão e se arrastou exausto para sua própria cama fria; Cielo Riveros, cansada e enjoada, afundou num sono profundo por causa do cansaço, do qual só acordou no fim da manhã.
Quando Cielo Riveros saiu do quarto, sentiu que por dentro tinha rolado uma mudança que não a preocupou nem fez questão de analisar. A paixão tinha tomado conta do seu jeito; despertaram nela umas emoções sexuais intensas que também foram saciadas. O refinamento com que essas emoções foram satisfeitas gerou luxúria, e a luxúria abriu caminho pra um prazer sem limites, até antinatural.Cielo Riveros, jovem, infantil e até pouco tempo inocente, de repente se transformou numa mulher de paixões violentas e uma luxúria incontrolável.
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