Vitória: contos de uma paixão

Há muito tempo eu quero dedicar este post a uma grande mulher que marcou minha vida, ela é a Vitória.Vitória: contos de uma paixãoNuma tarde de verão estávamos conversando, éramos conhecidos por acasos da vida, mas nunca tive coragem de ir longe demais, eu era meio tímido e ela muito extrovertida, não sabia como conquistá-la, até que um dia estávamos falando e ela me disse que estava procurando emprego porque queria comprar umas coisas e sair pra dançar, eu claro disse que se soubesse de algo avisaria, mas nunca pensei que isso terminaria tão longe, uma gatinha baixinha de olhos castanhos, magrinha como eu gosto, na boa onda eu disse que se precisasse de dinheiro eu poderia emprestar, ela recusou porque disse que não tinha problema, mas no dia seguinte me mandou mensagem pedindo o dinheiro, eu obviamente disse que sim sem problema, mas pela minha cabeça passavam as piores intenções. Na minha mente torta de depravado, tive a ideia de oferecer dinheiro em troca de sexo, claramente era arriscado já que depois disso não teria volta, com certeza ofereceria uma quantia considerável pra ver se ela caía, levando em conta que ela é escorpiana ao máximo, eu podia intuir que talvez a oferta caísse bem pra ela, então marquei com ela, com a desculpa de uma proposta ela aceitou me ouvir, convidei ela pra minha casa, ela vestia uma saia jeans e uma camiseta old print branca que caía super bem nela e umas sandálias cinza prateado, era uma tarde quente, fiz ela entrar pra sala, ofereci uma coca o que ela aceitou e eu disse bom olha o assunto é o seguinte; me dá um pouco de vergonha te falar isso, mas bom já que estamos sozinhos preciso te perguntar uma coisa primeiro, ela topou, eu comentei entre risadas que era uma proposta indecente entre brincadeira e verdade, ela riu sem mais e me disse fala logo, bom mostrei o dinheiro em espécie, 10 mil pesos e disse você topa ganhar isso em uma hora, ao que ela respondeu "óbvio" e consequentemente a típica pergunta que tenho que fazer entre sorrisos, eu disse bom vou ser direto, falei, tô muito afim de você, então não sei se alguém alguma vez te insinuou algo assim, mas..... você vai transar comigo? Ao que ela sorriu olhando para o chão, me perguntou se eu estava falando sério sobre o que estava propondo, e eu disse que muito sério. Ela cruzou as pernas, cobriu a boca e me respondeu que o dinheiro caía muito bem, mas que nunca tinha feito algo assim, e eu respondi: sempre tem uma primeira vez, kkkk.sexoEla, com um pouco de vergonha mas curiosa ao mesmo tempo, me olhou fixamente nos olhos e me disse: "E se eu te disser que sim, você guarda meu segredo?" Ao que respondi que óbvio que sim, então ela disse: "Tá bom, e como a gente faria?" Eu disse: "Fica tranquila, eu cuido disso." Coloquei o dinheiro em cima da mesa e pus minhas mãos no joelho dela, e disse que ia tentar ser bem sutil. Ela corou um pouco e, sem dizer uma palavra, eu a beijei. Foi o melhor momento, porque ali finalmente senti um alívio, já que tinha ela onde queria. Na hora, tive uma ereção. Me levantei, abaixei o moletom e mostrei os 20 centímetros de pica. Ela olhou aterrorizada, mas sem parar de sorrir. Eu tirei a cabecinha, que estava explodindo, peguei a mão dela e coloquei direto no tronco. Ela não parava de olhar. Perguntei: "Cê gostou?" Ela sorriu sem responder, ficou apalpando com desconfiança, mas ao mesmo tempo com intriga. Me olhou nos olhos e disse: "Quer que eu te chupe?" E eu respondi que sim. Ela fechou os olhos com um pouco de medo e nojo, e levou à boca. Eu não conseguia explicar o tesão que sentia ao vê-la chupando minha pica de forma lenta e prazerosa. Fui tocando as bochechas dela com a direita e, com a esquerda, alisando o cabelo cor de chocolate. Eu voava de prazer. Devagar, fui tocando os peitos dela, pequenos mas macios, e com a outra mão tentava levantar a camiseta. Ela parou de chupar e começou a tirar a camiseta e o sutiã lentamente, como se não quisesse ir pro próximo passo. Coloquei ela de pé e me aproximei pra beijar aqueles peitos lindos, com bicos cor de caramelo, que eu podia passar a língua e sentir eles enrijecendo, seja por vergonha ou rejeição, mas eu tava fascinado. Rapidinho fui pro botão do short jeans dela, que eu já tava doido pra tirar. Ela terminou de tirar, e o que eu vi foi um espetáculo: a calcinha fio dental rosa com renda ficava divina nela.vadiaseu corpo magro era excelente pra mim, toquei suas coxas macias e sua bunda pequena mas empinada, rapidamente tirei a camisinha e disse pra ela colocar em mim e ela colocou, sentei ela com as pernas abertas no sofá, me ajoelhei e apontando meu pau bem pra bucetinha dela, algo me dizia que ia ser um elixir, coloquei as pernas dela sobre meus ombros e ela me disse, "por favor, devagar" né? eu falei "ok" coloquei a cabeça do meu membro bem na entrada da buceta dela enquanto observava a testa franzida dela de medo nojo e surpresa ao mesmo tempo, ela colocou a mão na altura do meu umbigo talvez pra ir medindo a penetração, mas o instinto depravado falou mais alto, tirei a mão dela à força e de uma só vez enfiei essa porra toda, as mãos dela cravaram no sofá e o grito de ohhhh eu nunca vou esquecer, senti o interior dela se dilatando a cada centímetro que abria caminho entre as dobras até sentir uma pulsação estranha, ehhhh ela exclamou, era tipo um estupro consentido, as pernas dela se agarravam nos meus ombros e as unhas estavam cravadas nas almofadas do sofá, em uníssono com "te falei pra ir devagar" ela exclamou com raiva e dor, pedi desculpa, fui tirando centímetro por centímetro só pra sentir até onde tinha chegado, o rosto dela refletia dor e rejeição mas eu curtia como ninguém no mundo, tirei o pau levando a cabeça de novo até os lábios da buceta pra penetrar de novo e ver de novo e de novo e de novo, as mesmas expressões no rostinho angelical dela, os gemidos dela já eram gritos que expressavam uma mistura de dor e socorro, até que de repente as mãos dela cravaram nos meus ombros, ela abriu os olhos pra me olhar com ódio e dor, enquanto eu penetrava sem nenhuma contemplação, comecei a sentir uma lubrificação que descia pelo interior da buceta dela, de repente senti que no fundo ela começou a gostar do ato, meu pau deslizava e entrava e saía com mais facilidade que no começo e as pernas dela começaram a tremer aos poucos, suas mãos acariciando meu peito me fizeram pensar que a fase de nojo tinha acabado e agora vinha a do prazer, se é que existia, claro. rapidamente, enquanto a penetrava, me aproximei para beijá-la e nessa troca de beijos o formigamento dentro de mim deixava claro uma ejaculação mais que satisfeita, nos últimos segundos peguei sua cintura com as duas mãos e acelerei a penetração como se não houvesse amanhã, seus gritos ficaram mais intensos e fortes, mas não me importei e gozei, naquele exato momento olhei fixamente nos olhos dela para que sentisse como o semen saía em jorros deixando uma pulsação dentro dela, ela querendo se soltar puxando para cima e eu com força segurando ela para que não fizesse isso e sentisse até a última gota, a expressão no rosto dela disse tudo, mas a tortura para ela tinha acabado, ela ficou jogada no sofá com uma cara típica de estupro, eu satisfeito tirei a camisinha e mostrei pra ela como um leão exibindo sua presa, ela ficou em choque mas eu aproveitei sem interrupção alguma, rapidamente ela me pediu pra ir ao banheiro talvez pra limpar sua vergonha e demorou um pouco pra sair, me pediu pra pegar as roupas dela, saiu com uma cara perturbadora pegou o dinheiro da mesa e me disse que por favor nada disso pra ninguém, disse que queria ir embora que estava ficando tarde, eu a acompanhei até a saída me despedi com um beijo, mas ambos sabíamos que foi um ato mais que tudo sinistro antes de uma demonstração de amor, porque a partir daquele momento ela se tornou minha putinha.relato erotico

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