Tinha meus 23 anos completos, sempre fazendo coisas baunilha, mas nessa viagem de trabalho eu não sabia que tudo podia mudar.
Era uma quarta-feira e algo importante surgiu na empresa, precisei me deslocar pra capital e ficar dois dias pra concluir a tarefa que meu chefe tinha me mandado. Pela pressa da situação, só passei em casa pra pegar dois ternos formais, uma muda de roupa e um par de sapatos. Fui correndo pegar o ônibus e cheguei na hora que ele tava saindo pra capital.
Depois de uma longa viagem noturna, de manhã cheguei na cidade e me preparei pra fazer minhas tarefas, mas antes passei nos vestiários do banheiro da rodoviária pra trocar e vestir um dos ternos que tinha trazido. Quando tava no vestiário, me surpreendi com a quantidade de números escritos nas paredes com frases tipo "Quer uma noite boa? Chama esse número" ou "Cansado do mesmo de sempre? Me liga que chego em trinta minutos." Não dei muita bola e segui meu dia.
Chegou a tarde e eu nem tinha percebido as horas, ainda não sabia de um lugar pra dormir que encaixasse no orçamento que a empresa tinha me dado e entrei no Google pra procurar. Os hotéis executivos estavam acima do meu orçamento; talvez por causa do horário, mas andando pela rua encontrei um que parecia promissor, cabia no meu orçamento e ainda sobrava um pouco pra gastar com outras coisas.
Então fiquei nesse quarto, sem saber o que me esperava nas próximas duas noites. Quando entrei no quarto, tinha uma cama de casal, um armário e um banheiro. Algo pequeno, mas suficiente só pra dormir. Fui tomar um banho e trocar de roupa pra conseguir algo pra jantar e, ao sair na rua, achei curioso ver um monte de mulher sozinha. Não demorei pra perceber que elas tavam oferecendo os serviços delas por uma grana, já que quando cheguei no supermercado, as ofertas foram várias, mas minha fome era maior que a curiosidade. Ao voltar pro hotel e ter jantado, bateu um tédio e eu não tinha nada pra fazer. Quando olhei pela janela, comecei a ver ainda mais movimento na rua, quase o triplo de mulheres que eu tinha visto antes, e minha mente só conseguia imaginar o que eu poderia fazer com aqueles corpos tão divinos que apareciam.
Passou uma hora e a curiosidade me corroía cada vez mais. Desci pro bar do hotel e, depois de uns drinques, criei coragem pra matar a curiosidade e perguntar sobre um preço.
Ao sair do hotel, andei duas quadras e perguntei o nome da primeira garota que vi. Ela me perguntou o meu e disse que podia fazer desta noite a melhor da minha vida. Perguntei por quanto ela faria, e ela respondeu que por 50 dólares me teria por três horas. Agradeci e comentei que só estava perguntando, e ela respondeu:
- Aqui a gente come os perguntadores!
Achei que era um jeito de dizer pra não ficar perguntando se não tivesse intenção real, então voltei pro bar do hotel e pedi mais uns drinques. Com o álcool na cabeça, me senti mais corajoso, então saí do hotel em busca de alguma garota que me agradasse e me animasse a contratar.
Depois de uns cinco minutos andando, uma garota se aproximou e me cumprimentou com um beijo na bochecha. Disse que se chamava Rosa e que podia ser minha por 50 dólares a noite toda. Achei que era um bom preço comparado com a oferta anterior e aceitei. Ela disse que tinha um motel a umas duas quadras, mas eu falei que estava viajando e que meu hotel já tinha a noite paga.
Fomos pro quarto e, ao chegar, ela me perguntou várias coisas que me acalmaram. Sem perceber, de repente estávamos nos beijando loucamente e ela começou a me despir. Primeiro tirou minha camiseta e depois o short. Quando fiquei só de cueca, ela ficou me acariciando por uns minutos enquanto me beijava, até que finalmente enfiou a mão e, depois de um elogio, me perguntou:
- Quer que eu chupe o seu pau? - Ela perguntou com Um olhar safado.
—Claro —respondi com grande euforia.
Ela começou então a me dar um dos melhores boquetes que já tinha recebido até então. Depois de uns cinco minutos, pedi pra ela parar porque ia gozar, e ela disse que tudo bem. Beijei ela de novo e comecei a tirar a roupa dela. Primeiro, tirei aquele top vermelho e, ao ver os peitões dela, não consegui segurar a vontade de beijá-los. Virei ela de costas e continuei com a saia pra ver aquele rabão. Quando tava fazendo isso, ela se virou e disse:
—Achei que a gente ia demorar mais. Deixa eu continuar te chupando — falou.
—Ok, continua, por favor — respondi.
Enquanto ela me chupava pela segunda vez, era óbvio que um pouco de líquido pré-seminal saía do meu pau e meu nível de excitação aumentava cada vez mais. Quando coloquei a mão entre as pernas dela e senti um volume, me afastei e falei:
—O que é isso? — enquanto gaguejava.
—Ah, amor, não me diga que você não sabe o que é, se você tem um também — respondeu com um sorriso.
—Perai... Você é trans?
Por enquanto é só esse relato. Se gostaram, me avisem que eu continuo a história.
Era uma quarta-feira e algo importante surgiu na empresa, precisei me deslocar pra capital e ficar dois dias pra concluir a tarefa que meu chefe tinha me mandado. Pela pressa da situação, só passei em casa pra pegar dois ternos formais, uma muda de roupa e um par de sapatos. Fui correndo pegar o ônibus e cheguei na hora que ele tava saindo pra capital.
Depois de uma longa viagem noturna, de manhã cheguei na cidade e me preparei pra fazer minhas tarefas, mas antes passei nos vestiários do banheiro da rodoviária pra trocar e vestir um dos ternos que tinha trazido. Quando tava no vestiário, me surpreendi com a quantidade de números escritos nas paredes com frases tipo "Quer uma noite boa? Chama esse número" ou "Cansado do mesmo de sempre? Me liga que chego em trinta minutos." Não dei muita bola e segui meu dia.
Chegou a tarde e eu nem tinha percebido as horas, ainda não sabia de um lugar pra dormir que encaixasse no orçamento que a empresa tinha me dado e entrei no Google pra procurar. Os hotéis executivos estavam acima do meu orçamento; talvez por causa do horário, mas andando pela rua encontrei um que parecia promissor, cabia no meu orçamento e ainda sobrava um pouco pra gastar com outras coisas.
Então fiquei nesse quarto, sem saber o que me esperava nas próximas duas noites. Quando entrei no quarto, tinha uma cama de casal, um armário e um banheiro. Algo pequeno, mas suficiente só pra dormir. Fui tomar um banho e trocar de roupa pra conseguir algo pra jantar e, ao sair na rua, achei curioso ver um monte de mulher sozinha. Não demorei pra perceber que elas tavam oferecendo os serviços delas por uma grana, já que quando cheguei no supermercado, as ofertas foram várias, mas minha fome era maior que a curiosidade. Ao voltar pro hotel e ter jantado, bateu um tédio e eu não tinha nada pra fazer. Quando olhei pela janela, comecei a ver ainda mais movimento na rua, quase o triplo de mulheres que eu tinha visto antes, e minha mente só conseguia imaginar o que eu poderia fazer com aqueles corpos tão divinos que apareciam.
Passou uma hora e a curiosidade me corroía cada vez mais. Desci pro bar do hotel e, depois de uns drinques, criei coragem pra matar a curiosidade e perguntar sobre um preço.
Ao sair do hotel, andei duas quadras e perguntei o nome da primeira garota que vi. Ela me perguntou o meu e disse que podia fazer desta noite a melhor da minha vida. Perguntei por quanto ela faria, e ela respondeu que por 50 dólares me teria por três horas. Agradeci e comentei que só estava perguntando, e ela respondeu:
- Aqui a gente come os perguntadores!
Achei que era um jeito de dizer pra não ficar perguntando se não tivesse intenção real, então voltei pro bar do hotel e pedi mais uns drinques. Com o álcool na cabeça, me senti mais corajoso, então saí do hotel em busca de alguma garota que me agradasse e me animasse a contratar.
Depois de uns cinco minutos andando, uma garota se aproximou e me cumprimentou com um beijo na bochecha. Disse que se chamava Rosa e que podia ser minha por 50 dólares a noite toda. Achei que era um bom preço comparado com a oferta anterior e aceitei. Ela disse que tinha um motel a umas duas quadras, mas eu falei que estava viajando e que meu hotel já tinha a noite paga.
Fomos pro quarto e, ao chegar, ela me perguntou várias coisas que me acalmaram. Sem perceber, de repente estávamos nos beijando loucamente e ela começou a me despir. Primeiro tirou minha camiseta e depois o short. Quando fiquei só de cueca, ela ficou me acariciando por uns minutos enquanto me beijava, até que finalmente enfiou a mão e, depois de um elogio, me perguntou:
- Quer que eu chupe o seu pau? - Ela perguntou com Um olhar safado.
—Claro —respondi com grande euforia.
Ela começou então a me dar um dos melhores boquetes que já tinha recebido até então. Depois de uns cinco minutos, pedi pra ela parar porque ia gozar, e ela disse que tudo bem. Beijei ela de novo e comecei a tirar a roupa dela. Primeiro, tirei aquele top vermelho e, ao ver os peitões dela, não consegui segurar a vontade de beijá-los. Virei ela de costas e continuei com a saia pra ver aquele rabão. Quando tava fazendo isso, ela se virou e disse:
—Achei que a gente ia demorar mais. Deixa eu continuar te chupando — falou.
—Ok, continua, por favor — respondi.
Enquanto ela me chupava pela segunda vez, era óbvio que um pouco de líquido pré-seminal saía do meu pau e meu nível de excitação aumentava cada vez mais. Quando coloquei a mão entre as pernas dela e senti um volume, me afastei e falei:
—O que é isso? — enquanto gaguejava.
—Ah, amor, não me diga que você não sabe o que é, se você tem um também — respondeu com um sorriso.
—Perai... Você é trans?
Por enquanto é só esse relato. Se gostaram, me avisem que eu continuo a história.
1 comentários - Não sabia o que ela escondia