De um jantar tranquilo pra uma orgia

Numa sexta de manhã, Alberto liga pro escritório do meu marido e faz um convite pra gente ir jantar na casa dele no dia seguinte. O convite é pras oito da noite. Minha mulher tá usando um vestido cinza claro que parece uma segunda pele, realçando a silhueta dela. A bunda dela tá fabulosa. As pernas dela ficam quase todas de fora por causa desse vestidinho curto, muito curto. O decote do vestido deixa entrever o começo dos peitos dela, que não são muito grandes, mas ela sabe realçar e sabe exibir muito bem. Salto alto. Ela pergunta: – Como eu tô? Eu respondo: – Incrível! Depois do jantar, você vai ser minha sobremesa deliciosa. Aí ela, toda provocante, levanta o vestido até a cintura e me mostra uma calcinha fio dental nova, minúscula, uma deliciosa calcinha fio dental nova. Eu vou na direção dela. Fico de joelhos e sinto a textura daquela peça minúscula com minhas bochechas e passo a língua por cima da buceta quente dela. Ela me afasta, se arruma e diz que a gente precisa ir. Eu obedeço e repito: – Você vai ser minha sobremesa! É a vida, né? Naquele momento, eu não fazia ideia do que ia rolar em algumas horas. Chegamos na casa do Alberto às oito da noite. Quando ele abre a porta, tenho uma surpresa fabulosa. Alberto junto com a esposa dele nos dá as boas-vindas. Laura se apresenta pra gente e me deixa de boca aberta. Uma mulher linda de 29 anos, cabelão comprido, pele branca e um vestido preto que não perdia em nada pro da minha mulher. Com um corpo colossal, bicos dos peitos aparecendo por baixo do vestido, mostrando que não tava usando sutiã, e uma bunda empinada de enlouquecer qualquer um. Percebi perfeitamente como Alberto não conseguia tirar os olhos das pernas e da bunda da minha mulher. A gente foi pra sala, onde ficamos uns minutos na companhia da Laura. Daí a pouco, Alberto entrou com outro casal: Jorge e Patty. Os três casais se deram bem na hora e ficamos conversando, rindo e bebendo. Depois passamos pra jantar e, após uma ceia leve, o clima foi ficando cada vez melhor. Alberto solta uma sugestão:
– Vamos pro jardim.
Todo mundo foi pra lá. Eu tava batendo um papo com Jorge.
Minha mulher, a Patty e a Laura vinham atrás da gente, rindo e conversando. Era um jardim bem grande nos fundos da casa. Cadeiras de praia. Umas duas mesas. Um bar bem abastecido. Uma piscina. E tudo iluminado com tochas altas.
Música de fundo. O clima tava incrível. Na hora, Alberto faz um convite pro grupo:
– Vamos cair na piscina! A água é aquecida.
Quase que na mesma hora, sem ninguém falar nada, cada mina já tava com seu respectivo parceiro.

Ficamos chocados ao ver que, na nossa frente, Alberto e Laura começaram a tirar a roupa. A Laura tem um corpo fenomenal.
Quadrão largo.
Mamilos rosados e durinhos. Pernas brancas intermináveis e bem torneadas. Alberto tem um corpo legal, peito peludo e uma pica que, mesmo não totalmente dura, já parecia enorme.
Minha parceira segurou minha mão com força. De canto de olho, vi ela de boca entreaberta, os olhos mostrando surpresa e tesão, os mamilos marcando perfeitamente pelo vestido.
Laura e Alberto entraram na piscina e de lá insistiram pra todo mundo fazer o mesmo, e começaram a se beijar.
Jorge e Patty se beijaram e na hora se despiraram. A Patty, de corpo magrinho, tinha uma bunda perfeita, pequena e redonda.
A gente tava paralisado. Enquanto Jorge e Patty entraram na piscina, nós fomos pra uma das cadeiras de praia.
Minha mulher sentou confortável. Eu fiquei atrás dela e, enquanto observávamos os dois casais na piscina se beijando e se acariciando, cada um com seu parceiro, eu acariciava minha pica totalmente dura e vibrante no ombro da minha mulher.
Ela roçava as pernas uma na outra e, com uma mão, se acariciava do joelho até o quadril. Me abaixei um pouco e beijei ela. enquanto eu enfiava a mão entre o vestido dela e aquela calcinha fio-dental minúscula, ela tava toda molhada.
Tava nessa quando a gente viu a Laura se juntar ao Jorge e à Patty, beijando e acariciando o Jorge. Enquanto o Alberto saía da piscina com o pau bem duro, um pau colossal com a cabeça bem larga. Mas enfim, que seja a minha mulher quem conta o que vem a seguir.

Eu tava muito excitada. Vi o Alberto caminhando devagar na nossa direção. Meu parceiro me segurava por trás da cadeira, agarrando meus peitos, um em cada mão.
Eu não conseguia tirar os olhos do pauzão do Alberto, que apontava direto pra mim. A cada passo que ele dava, as bolas dele balançavam. Eu sentia minha buceta escorrendo. Apertava minhas nádegas pra pressionar a vagina.

Finalmente ele chegou até nós. Olhou pro meu marido por uns segundos, como pedindo permissão, e depois se abaixou e me deu um beijo intenso na boca enquanto as mãos dele acariciavam minhas pernas.
Eu não aguentei mais e, com a mão direita, peguei no pau dele pelado, enquanto com a esquerda acariciava as nádegas dele.

Meu marido não soltava meus peitos e apertava cada vez mais forte. Alberto tirou meus sapatos. E entre os dois, ele e meu marido, tiraram meu vestido. Fiquei só de fio-dental, que uns segundos depois já tinha sumido nas mãos do Alberto.
Meu marido chupava meus mamilos e Alberto enfiava a língua na minha buceta. A excitação era tanta que eu me contorcia na cadeira cada vez que o Alberto beijava meu clitóris.

Era intenso. Era gostoso. E mesmo que misturasse uma sensação de não aguentar mais com aquela excitação, eu desejava que eles não parassem.
Já viram, meu parceiro tava se divertindo pra caralho. Tava nessa quando sinto o corpo da Patty se abraçando em mim. Me viro e correspondo.
Ela mesma tira minha camisa e na hora me beija e passa a língua no meu peito.
Desabotoo a calça e ela imediatamente se ajoelha e tira ela. Depois, olhando nos meus olhos, começa a puxar minha cueca pra baixo. Meu pau duro como pedra é libertado da opressão que o apertava. E a Patty… ah, a Patty, coloca ele na boca e começa um vai e vem enquanto acaricia minhas bolas com uma mão. Ela é uma especialista em boquete. A excitação de ver o corpo nu dela, de sentir as carícias dela no meu pau e ao mesmo tempo ver o Alberto acariciando minha mulher e ela retribuindo as carícias dele, me deixava num nível superior de tesão.

Depois de um tempo, a Laura junto com o Jorge saem da piscina e imediatamente se deitam na grama, se acariciam, se beijam e se comem. A Laura com as pernas nos ombros do Jorge e ele se movendo rápido, metendo e tirando o pau dele.

Para o resto, era um espetáculo incrível. Dava pra ver perfeitamente como o pau do Jorge entrava e saía da buceta deliciosa da Laura.

Nisso, vejo minha parceira se levantar e andar abraçada pelo Alberto, ela vira pra mim como pedindo aprovação, e eu imediatamente concordo com a cabeça.

Vejo as bundas da minha mulher balançando enquanto ela anda e o Alberto abraçando ela, passando uma mão pelas costas e cintura dela.

Uma cena super excitante. Uma cena que provocou um sentimento momentâneo de ciúme. Lá ia minha mulher, com outro, excitada, e pronta pra se entregar.

O ciúme sumiu quando reagi e voltei a sentir o boquete que a Patty me dava. O Alberto passou beijando a Laura e o Jorge, sem parar de meter, aproveitou o momento pra agarrar os peitos da minha mulher.

Depois continuaram andando até uma mesa onde o Alberto deitou minha mulher na hora. Abriu as pernas dela.

E todos nós ouvimos um gemido, um grito, um suspiro que mostrava uma mistura de dor e prazer quando o Alberto meteu de uma só vez o pau enorme dele no cuzinho gostoso da minha mulher, que na hora se agarrou forte na mesa e aguentou e curtiu as estocadas brutais do Alberto, que não parava de se mexer e não parava.

Nessa hora, eu começava a penetrar a Patty. A buceta dela a buceta dela se abria e apertava perfeitamente meu pau.
Eu sentia perfeitamente o roçar do meu pau dentro daquela mulher que me dava um prazer imenso, o prazer de foder enquanto via como outro homem comia a minha mulher a poucos metros de mim.

Os primeiros a gozar foram o Alberto e a minha mulher. O Alberto ficou com o pau pendurado, totalmente vazio.
A minha mulher ficou deitada na mesa com as pernas abertas, me olhando nos olhos enquanto eu comia a Patty. O Alberto fazia o mesmo, olhando pra sua mulher.

A minha parceira se levantou e veio até mim, eu a recebi acariciando as nádegas dela enquanto continuava me movendo dentro da Patty, que gemia e pedia mais. O Alberto se deitou ao lado da Laura e a beijava apaixonadamente enquanto o Jorge ainda estava dentro dela.
Pouco depois, o Jorge gozou enquanto o Alberto continuava beijando e acariciando a sua mulher. Eu gozei e imediatamente a minha mulher tomou conta do meu pau e o chupou por alguns minutos.

Vejam como é a vida. Eu esperava comer a "sobremesa" da minha mulher depois de um jantar inocente, e acabei provando outra sobremesa diferente enquanto via outro homem saboreando o meu docinho.

Depois daquela noite, houveram outras, mas essa em particular ficou muito marcada pra gente, porque foi a noite da nossa iniciação, a noite em que uma fantasia muito desejada se tornou realidade, e o mais impactante é que foi sem planejar.
De um jantar tranquilo pra uma orgia


2 comentários - De um jantar tranquilo pra uma orgia

Que manera de entregar y enfiestar a esa pendeja! que ganas de ser uno de esos y darle toda la leche
eder891 +1
Súper relato , me puso muy🔥🔥🔥🔥 van puntos +10